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Brasil supera Reino Unido e agora é sexta economia do mundo

O Brasil agora tem a sexta maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido. A conquista da economia brasileira foi publicada pelos principais jornais britânicos nesta segunda-feira. O Daily Mail traz a informação ressaltando que Grã-Bretanha está, pela primeira vez, atrás de uma nação sul-americana.

O jornal The Guardian atribui a perda de posição à crise bancária de 2008 e à crise econômica que persiste em contraste com o crescimento vivido no Brasil, principalmente por causa das exportações para a China. Os periódicos britânicos se basearam na pesquisa do Centre for Economic and Business Research’s.

Em 2010, o Brasil ficou como sétima maior economia do mundo depois de ultrapassar a Itália. Este ano a estimativa do Ministério da Fazenda é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça algo em torno de 3% e 3,5%. A crise econômica mundial reduz em 0,5% a 1% o crescimento do país neste ano. Mesmo assim, o Brasil está em destaque no cenário mundial.




Confira a liga de economias mundiais:

1 – Estados Unidos
2 – China
3 – Japão
4 – Alemanha
5 – França
6 – Brasil
7 – Reino Unido
8 – Itália
9 – Rússia
10 – Índia

Brasil não é só país do futebol

A matéria do Daily Mail traz a imagem do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro onde há uma justificativa para o crescimento da economia brasileira. Segundo o jornal, o maior país da América Latina subiu de posição por causa das vastas reservas e recursos naturais, além de uma classe média com dinheiro nas mãos. Abaixo dessa imagem está a foto da Tower Brigde, um cartão-postal de Londres. A legenda diz que Reino Unido definha com a crise europeia e está ficando para trás.

O Daily comenta ainda que o  Brasil é geralmente associado com o futebol e favelas, mas a nação está se tornando rapidamente um dos “motores da economia global”.
Fonte:(www.em.com.br)

Ministro da Agricultura cria nova secretaria para cooperativismo

Brasília - O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, anunciou a criação de uma secretaria específica para tratar de um dos assuntos que serão prioridade na sua gestão: cooperativismo. A declaração ocorreu durante a abertura do 3º Seminário da Frente Parlamentar do Cooperativismo, ontem, em Brasília.

Segundo Mendes Ribeiro Filho, os exemplos de cooperativismo em estados como o Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná comprovam que a atividade associada tem papel fundamental na cadeia produtiva brasileira. Para o ministro, o desenvolvimento da agricultura do Brasil passa pelo fortalecimento do cooperativismo, por isso é fundamental a criação de uma secretaria exclusiva para apoiar as empresas e os agricultores deste setor.

"O cooperativismo é muito importante na vida de todos os brasileiros, dos mais humildes aos mais poderosos, porque promove a cadeia do desenvolvimento e possibilita que as pessoas possam trabalhar e comercializar. O cooperativismo é o grande elo de crescimento do Brasil. Tenho muita fé no cooperativismo e, se ele continuar ajudando a agricultura do Brasil, nós vamos alimentar o mundo por muito tempo", declarou.

Cooperativismo 

Cerca de 50% de tudo o que é produzido no Brasil passam, direta ou indiretamente, por uma cooperativa agropecuária. 

Além de papel determinante no abastecimento interno, os produtos cooperativistas registraram uma receita de US$ 3,9 bilhões em exportações de janeiro a agosto de 2011, com a expectativa de chegar aos US$ 5,8 bilhões até o final do ano.

Hoje, as 1.548 cooperativas que atuam no campo reúnem praticamente um milhão de associados. A maioria desses cooperados - 92% no total - é de produtores rurais de pequeno porte, que têm propriedades de até 100 hectares. Se levarmos em conta suas famílias, o total de beneficiados chega a três milhões de brasileiros.

O cooperativismo é fonte de trabalho e de renda para muitas pessoas e gera 146 mil empregos diretos. Além disso, na média do país, o indicador é 5,3% superior naqueles municípios que observam a presença da cooperativa, e 7,3% melhor na região Norte. Tais dados comprovam que a função social do cooperativismo brasileiro, com efeitos mais contundentes nas regiões mais carentes.