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BRF amplia exportações de cortes de frango para a Europa

Com investimento de R$28,8 milhões em novas linhas operacionais nas fábricas de Toledo (PR e Marau (RS), a BRF amplia 38% a produção de cortes de frango assados e cozidos para Europa.

O objetivo da companhia é ampliar a venda de produtos de maior valor agregado no mercado externo e, com isso, aumentar ainda mais a rentabilidade do negócio.

Em 2012, 12% das exportações da BRF para o continente europeu foram de alimentos processados.

O destino final desses produtos são as grandes redes de food service na Europa, que fornecem pratos prontos (como saladas e sanduíches) a restaurantes, refeitórios de empresas, hospitais e refeições para aviação.

As vendas concentram-se principalmente nos países França, Alemanha, Reino Unido e a região da Escandinávia.


As unidades da BRF em Chapecó (SC), Capinzal (SC) e mesmo Marau, onde já funcionava uma linha, já produzem cortes de frango assados e cozidos para o mercado europeu.

Com o início da operação das novas linhas de Toledo e Marau, a companhia aumenta a fabricação desses produtos exportados para a Europa de 84 para 116 toneladas por dia. 

Fonte:Folha Londrina

Brasil supera Reino Unido e agora é sexta economia do mundo

O Brasil agora tem a sexta maior economia do mundo, ultrapassando o Reino Unido. A conquista da economia brasileira foi publicada pelos principais jornais britânicos nesta segunda-feira. O Daily Mail traz a informação ressaltando que Grã-Bretanha está, pela primeira vez, atrás de uma nação sul-americana.

O jornal The Guardian atribui a perda de posição à crise bancária de 2008 e à crise econômica que persiste em contraste com o crescimento vivido no Brasil, principalmente por causa das exportações para a China. Os periódicos britânicos se basearam na pesquisa do Centre for Economic and Business Research’s.

Em 2010, o Brasil ficou como sétima maior economia do mundo depois de ultrapassar a Itália. Este ano a estimativa do Ministério da Fazenda é de que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresça algo em torno de 3% e 3,5%. A crise econômica mundial reduz em 0,5% a 1% o crescimento do país neste ano. Mesmo assim, o Brasil está em destaque no cenário mundial.




Confira a liga de economias mundiais:

1 – Estados Unidos
2 – China
3 – Japão
4 – Alemanha
5 – França
6 – Brasil
7 – Reino Unido
8 – Itália
9 – Rússia
10 – Índia

Brasil não é só país do futebol

A matéria do Daily Mail traz a imagem do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro onde há uma justificativa para o crescimento da economia brasileira. Segundo o jornal, o maior país da América Latina subiu de posição por causa das vastas reservas e recursos naturais, além de uma classe média com dinheiro nas mãos. Abaixo dessa imagem está a foto da Tower Brigde, um cartão-postal de Londres. A legenda diz que Reino Unido definha com a crise europeia e está ficando para trás.

O Daily comenta ainda que o  Brasil é geralmente associado com o futebol e favelas, mas a nação está se tornando rapidamente um dos “motores da economia global”.
Fonte:(www.em.com.br)

Carnes: Brasil aguarda missão russa para discutir embargos

Após 4 meses de embargos russos à carne brasileira, o Ministério da Agricultura anuncia um novo encontro entre os Governos brasileiros e russos para avaliação do sistema de inspeção nacional e verificação de empresas habilitadas a exportações. A visita está programada para o fim de novembro ou início de dezembro.

Segundo nota do Conselho de Governo da Câmara de Comércio Exterior (Camex) os motivos pelos quais a entrada de carne brasileira em solo russo sofreu retaliações foram o aval do Brasil à Rússia na OMC (Organização Mundial do Comércio), restrições sanitárias e pressões de produtores e importadores russos.
No entanto, o Brasil tem se esforçado para responder a todos os questionamentos quanto às questões sanitárias apresentadas pela Rússia, mas a solução para o embargo depende também das empresas interessadas no acordo, afirma a nota.

De acordo com o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto, a visita russa também mostra a necessidade de importações do país com a chegada do frio e dos importadores, que possuem licenças e necessitam do produto brasileiro.

Mercado gaúcho de arroz mantém a tendência de alta

O mercado brasileiro de arroz manteve a tendência altista nos últimos dias. No Rio Grande do Sul, o maior produtor e o principal referencial do país, a saca de 50 quilos é cotada, em média, a R$ 24,17, aumento de 4,5% em relação ao mês setembro, quando valia R$ 23,12. Levando em consideração o valor pago em igual momento em 2010, que era de R$ 25,80 por saca, a variação é de 6,3% para baixo.

Em Porto Nacional, no Tocantins, a saca de 60 quilos do arroz Longo Fino é cotada atualmente na média de R$ 28,50, ficando 14% acima do valor pago em setembro, que era de R$ 25,00. Se comparado com igual momento em outubro de 2010, quando a saca estava a R$ 33,00, há retração de 13,6%. 

Conforme o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Brasil exportou, aproximadamente, 235,4 mil toneladas de arroz (base casca) no mês de setembro. Com isso, o volume acumulado nos sete primeiros meses do ano comercial 2011/12 (que vai de março de 2011 a fevereiro de 2012) atingiu 1,1 milhão de toneladas, recorde histórico para as exportações do grão.

O resultado positivo pode ser imputado, em parte, ao bom andamento dos leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) realizados pelo Governo Federal. Desde março, já ocorreram 16 leilões de PEP, com oferta de 2,1 milhões de toneladas e negociação de 1,4 milhão. Já as importações de arroz (base casca) atingiram a marca de 103,1 mil toneladas em setembro. De março a setembro importou-se 492,9 mil toneladas, montante 17% menor do que no mesmo período do ano anterior, quando o Brasil importou 591,6 mil toneladas de
arroz.

O relatório de outubro de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado nesta quarta-feira, estimou a produção mundial de arroz beneficiado em 461,39 milhões de toneladas para 2011/12, ante os 458,38 milhões de toneladas apontadas no mês anterior. As exportações mundiais de arroz beneficiado foram estimadas em 32,96 milhões de toneladas para 2011/12, ante 31,86 milhões indicadas no mês passado. A estimativa para o consumo é de 457,78 milhões de toneladas de beneficiado para 2011/12, ante 456,02 milhões de toneladas indicadas no mês passado. Baseado nas estimativas de produção, exportação e consumo, os estoques finais mundiais de arroz beneficiado na temporada 2011/12 foram previstos em 101,41 milhões de toneladas, ante 98,65 milhões de toneladas no relatório anterior.

A India deverá produzir 100 milhões de toneladas beneficiadas em 2011/12, a Tailândia 21,25 milhões e o Vietnã 25,43 milhões. A safra brasileira está estimada em 8,84 milhões de toneladas de beneficiado. A safra da Indonésia está projetada em 37,3 milhões de toneladas. A produção chinesa está estimada em 139,00 milhões de toneladas.
Planeta Arroz

AGRICULTURA: dólar preocupa mas juros e rating podem atrair investimentos

O setor fabricante de máquinas agrícolas começa a traçar estratégias para atuar com a taxa cambial de hoje. Nesta terça-feira, o dólar é cotado a R$ 1,939, em mais um dia de desvalorização. O diretor de Marketing da John Deere, Paulo Herrmann, que concedeu entrevista há pouco à Agência SAFRAS em Porto Alegre, afirma que a empresa já está trabalhando com o piso de R$ 1,90.

"A oscilação depende de uma série de fatores, ficando difícil projetar um rumo certo para a moeda norte-americana", acrescenta.

Apesar do dólar deprimido, o mercado de máquinas poderá se beneficiar das taxas de juros mais baixas e da melhora da classificação de investidores do Brasil (rating). "Estes fatores devem atrair maiores investimentos ao país", prevê. Por isso, o dirigente acredita que a John Deere sofrerá menos com o dólar fraco. Além disso, muitos componentes usados na fabricação de tratores e colheitadeiras são importados, o que pode baixar os custos de produção.

Atualmente, a fábrica utiliza de 20% a 30% de peças vindas do exterior, sendo possível elevar um pouco agora em virtude do câmbio. "Entretanto, cabe ressaltar que não podemos aumentar muito as importações de componentes, pois temos compromisso com fornecedores nacionais, onde a peça chave do negócio é confiança", adverte Herrmann. Lembra ainda que, para poder usufruir das linhas de crédito do Governo Federal para a aquisição de maquinas agrícolas, o marca preciso utilizar no mínimo 60% de peças nacionais.

Mas não há dúvida que a moeda norte-americana está prejudicando as exportações de máquinas agrícolas. "Nosso produto se torna mais caro, dificultando a concorrência", explica o diretor. A maior queda de vendas do setor foi para os Estados Unidos. Especificamente em relação a John Deere, foram afetadas vendas para alguns países da Europa.

Mas nem tudo é preocupação. Um dos principais destinos da marca, a Argentina, não deve ter os negócios afetados. "Isso porque o nosso país vizinho está meio imune aos problemas brasileiros", comenta o dirigente. "Lá, o câmbio está estável, em R$ 3,00 o peso. Não há ferrugem asiática, possuem uma logística fantástica e estão aproveitando a elevação dos preços agrícolas", enumera, explicando o porque da boa demanda.
Por Rodrigo Ramos / rodrigo@safras.com.br

Importação de trigo é reduzida no primeiro trimestre 2011


O Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior divulgou recentemente o balanço de importação e exportação nacional e conferimos dados de importação do trigo e da atual situação do mercado de trigo nacional e algumas implicações para o setor moageiro.

O Brasil neste primeiro trimestre de 2011, importou 1,495 milhão de toneladas, o menor volume importado desde os 1,174 importados em 2005 no mesmo período. No primeiro trimestre de 2010, a importação de trigo foi de 1,805 milhão de toneladas. Dois fatores foram determinantes para esta redução: Os altos preços da matéria prima importada e o aumento da produção nacional observada na safra passada.

A redução na importação mais significativa ocorreu no Paraná, que diminuiu a importação de trigo argentino de 99,260 mil toneladas no primeiro trimestre de 2010, para 43,125 mil toneladas no mesmo período deste ano. Abastecendo seu mercado interno e aumentando a competitividade dos moinhos paranaenses.

Obviamente o maior preço pago pela matéria prima Argentina, também tem seu efeito, só para se ter uma idéia, a média dos preços FOB país de origem pagos em 2010 no Estado de São Paulo pela tonelada do grão era de US$ 245/ton, a média do primeiro trimestre de 2011, para o mesmo estado foi de US$ 324/ton ambos para o trigo argentino, um aumento de 32%.

Esta dependência da importação de trigo  no curto prazo não deve se alterar, devido a redução de área programada para o trigo este ano. O Brasil segundo dados da Conab, produz apenas pouco mais da metade do que consume em volume, e em geral a produção se concentra em tipos de trigo que possuem demanda incerta devido à qualidade do grão.

Os exemplos das cooperativas paranaenses e alguns grandes moinhos de São Paulo, que remuneram a qualidade da produção e contratam a produção antes do plantio surge como alternativa de facilitar a comercialização e a tomada de decisão do produtor para o plantio do trigo e no longo prazo levaria ao aumento de produção e diminuição da dependência dos humores do mercado internacional.
Autor: AF News
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Frango para exportação fechou 2010 com preço histórico

Tudo indica, porém, que o processo ainda não se encerrou. Pois em dezembro o produto in natura exportado teve nova valorização – de praticamente 16% sobre dezembro de 2009 e de 2,5% sobre o mês anterior, novembro de 2010.

Este último índice (+2,5%) é aparentemente baixo, mas foi o segundo maior do ano. Além disso, fez com que no bimestre final de 2010 o preço médio da carne de frango in natura exportada pelo Brasil apresentasse uma valorização superior a 11%, fato raro na história do setor.

Porém, o principal resultado dessa valorização é o retorno dos preços alcançados à fase pré-crise econômica, ocasião em que se registraram os melhores preços de todos os tempos.

Sob esse aspecto, aliás, o preço médio registrado em dezembro (US$1.860,99 por tonelada) foi o quinto melhor já registrado pela carne de frango in natura brasileira em toda a história das exportações do produto, ficando aquém, apenas, daqueles alcançados no quadrimestre julho-outubro de 2008.

Mesmo assim a distância em relação ao valor recorde não é muito grande. O preço médio de dezembro correspondeu a 91% do valor registrado em agosto de 2008 – US$2.040,65 por tonelada exportada.
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Empresários Chineses têm interesse em investir no Tocantins



O governador Carlos Henrique Gaguim apresentou as potencialidades do Tocantins a um grupo de empresários chineses do ramo de agronegócio, que tem interesse em investir no Estado.

O governador foi recebido pelo secretário adjunto de Relações Institucionais do Mapa, Lino Colsera, que intermediou o encontro.

O vice-governador de Guangdong, Li Ronggen, afirmou que apesar da província ser a mais industrializada da China, possui um terreno montanhoso e apenas 25% das suas terras são agricultáveis. Ronggen trouxe um grupo de empresários chineses que quer investir em arroz e carnes bovina, suína e de aves no Brasil.

Diante da explanação do governo do Tocantins, os chineses demonstraram interesse em conhecer o Estado. “A relação entre a província e o Tocantins certamente será bastante promissora. Essa visita ao Brasil vai trazer boas oportunidades, especialmente ao Tocantins, fortalecendo as relações bilaterais”, disse Roggen.

O governador destacou a posição geográfica do Estado no Corredor Centro-Norte de Exportação, a intermodalidade de transportes e o potencial agrícola do Tocantins. “Eles querem investir no ramo agrícola, pois é uma província de 100 mil habitantes com muitas indústrias, mas pouco alimento. A gente quer fazer essa parceria entre Brasil e China”, afirmou Carlos Gaguim depois de demonstrar o potencial do Estado para produção de alimentos.

O governador convidou a comitiva chinesa para visitar o Tocantins e afirmou que pretende conhecer a província e as instalações das empresas em breve.

Participaram da reunião os secretários de Agricultura, Roberto Sahium; de Representação, Carlos Patrocínio, e o de Relações Internacionais, Júlio César Resende. (Ascom/Representação Brasília)
Fonte: Secom Portal Vermelho


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