Mostrando postagens com marcador como criar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador como criar. Mostrar todas as postagens

Avestruz:origem e características da maior ave do planeta


O avestruz é considerada a maior ave do planeta e tem como habitat natural as regiões leste e sul da África. 


avestruz a maior ave do planeta


São aves corredoras (atingem até 60 km/h), incapazes de voar, pois não possuem quilha sobre o esterno nem musculatura peitoral adequada para o vôo. Suas plumas também não possuem a típica estrutura interligada de penas de aves voadoras.

É uma ave de planície e prados abertos áridos e semi-áridos, mas se adapta a uma grande variedade de climas desde os invernos chuvosos e a neve na região do Cabo, até as condições extremamente quentes dos verões no deserto africano.

O avestruz possuem longas pernas, pés com dois dedos e, apenas um dedo com unha. Seus músculos mais importantes são os das pernas. Como em todas aves, o esôfago do avestruz está localizado no lado direito do pescoço, não possuem papo e sim um proventrículo grande e distensível, onde a água e o alimento volumoso são estocados e misturados com as excreções glandulares e um ventrículo (moela).

Possuem dois cecos e intestinos longos, que promovem a digestão bacteriana, e sua temperatura corpórea permanece entre 37,8o.C – 39o.C. Os avestruzes são estritamente bipodais (não podem se apoiar ou pular com uma perna, nem podem pular com as duas simultaneamente), atingem quando adultos a altura de 2,00m à 2,70m e pesam entre 150kg à 160kg.

Possuem dimorfismo sexual marcante que aparece a partir dos 18 meses de idade: os machos são pretos com a ponta das asas brancas e as fêmeas são cinza, não importando a raça. A vida reprodutiva das fêmeas tem início aos 24 meses e a dos machos a partir dos 30 meses, durando aproximadamente 40 anos.

São aves de vida longa, aproximadamente 70 anos. A estação reprodutiva dura em média 6 a 7 meses, sendo que no Brasil este período ocorre entre os meses de agosto a fevereiro. Geralmente a ave coloca um ovo a cada 48 horas (há alguns dias de intervalo e recomeça a postura). O período de incubação é de 42 dias, em média uma boa fêmea bota de 50 a 60 ovos por ano, algumas ultrapassam essa marca.

Raças


Blue Neck (pescoço azul) - habita o Nordeste africano, é a subespécie mais corpulenta, apresentando pele de um tom cinzento azulado.

Red Neck (pescoço vermelho) - habita o Quênia e parte da Tanzânia, é uma ave de corpo corpulento e apresenta a pele de um tom vermelho.

African Black - é um híbrido resultado do cruzamento entre subespécie da África do Sul e as subespécies do Nordeste da África, sendo normalmente a mais baixa de todas as subespécies. Possui como característica principal a qualidade de suas penas, superior em relação às outras subespécies.

A família Struthionidae apresenta um único gênero e uma espécie. Existem quatro subespécies selvagens de avestruz, cuja classificação é feita de acordo com o tamanho, plumagem, porosidade da casca dos ovos e outras diferentes características externas. As subespécies de avestruzes encontradas hoje são:

Avestruz da África do Norte, conhecido como “avestruz Mali”. É encontrado ao longo do continente africano, desde a Mauritânia até a Etiópia. São mais altos, com patas mais largas, apresentando o pescoço avermelhado, plumagem ondulada e de maior densidade, e na cabeça uma região nua. Os ovos são maiores e mais lisos que os das espécies da África do Sul.

Avestruz da África Oriental, conhecido como “avestruz Masai”. Encontrado principalmente na Tanzânia e Quênia. São ligeiramente maiores que os da África do Sul e possuem pescoço rosado, que se torna vermelho na época de reprodução.

Encontrado na Somália, Etiópia e Quênia, conhecido como “avestruz da Somália”. Menores que os da África do Sul, possuem uma região nua e córnea na cabeça. O pescoço e as pernas apresentam coloração cinza-azulada.

Avestruz da África do Sul, encontrado ao sul dos Rios Zambezi e Cunane. Apresentam o pescoço cinza-azulado e uma espécie de penugem na cabeça.


CARNE DE AVESTRUZ


carne de avestruz



A carne de avestruz é tão saborosa quanto um bom filet-mignon, não deixa nada a desejar aos tradicionais bifes de boi. É uma carne com baixos índices de calorias, colesterol e gorduras são inferiores ao da carne de frango e a de peru sem pele e com muitas proteínas. O avestruz é um animal tão precoce (abate aos 13 meses) que o produtor rural não precisa administrar hormônios, aditivos ou esteróides para eles, deixando sua carne totalmente natural.

Com a procura cada vez maior por alimentação saudável, aliada a altíssima produtividade de sua carne, o avestruz se posicionou como um ótimo produto e preços rentáveis ao produtor no mercado mundial. Para ressaltarmos o grau de aceitação dessa carne, vale lembrar que a rede Mc Donald's já oferece, em alguns países, o hambúrguer light, onde é utilizada a carne de avestruz.

O criador de avestruz também tem ótimos ganhos ao comercializar as plumas, os ossos do animal que podem ser utilizados na composição de rações, o óleo extraído da sua gordura que é utilizado na indústria de cosméticos e o couro do avestruz que tem grande aceitação no mercado mundial sendo o 2º mais caro do mundo só perdendo para o couro de crocodilo.

Rancho4s

Leia também:
►Criação e consumo de marrecos cresce no Brasil
►Abate de frango cresce no Paraná e oferta de carne de aves aumenta
►O Agronegôcio é uma atividade em expansão

Porquinho da Índia - origem e características dos roedores

O porquinho-da-índia doméstico tem origem desconhecida. Acredita-se que tenha sido domesticado na América do Sul desde os tempos pré-incas. 

Foram levados para Europa no século XVI, e durante os quatro séculos seguintes foram conservados na maioria dos países europeus e América do Norte como animais domésticos e foram usados como alimento nos países Mediterrâneos e na América do Norte.

O porquinho da índia é um animal muito dócil e amável e faz muito bem para a distração das crianças. Costumeiramente este bichinho  não morde a não ser que se sinta ameaçado por algum intruso.

Seu sentido mais apurado é a audição, muito mais apurada que a nossa. A visão desenvolveu-se de forma a distinguir bem os movimentos rápidos, já que as aves são uns dos seus principais predadores. 

O cheiro varia de porquinho para porquinho, enquanto uns conseguem cheirar à distância um bocadinho de legumes, outros nem debaixo do nariz distinguem o cheiro.
Para criar o porquinho é muito fácil porque os bichinhos são muito pequenos e se adaptam em pouco espaço. A começar pelo alojamento que de preferência é melhor usar uma gaiola em função de possuir uma boa ventilação que é de extrema importância aos animais.

O espaço escolhido deve ser o suficiente para que eles possam se movimentar livremente e para que os porquinhos possam brincar, uma vez que são de ótimo temperamento. Por isso é interessante ter no mínimo dois indivíduos para que possam fazer suas artes. Se não quiser que aumente tenha duas fêmeas.

Não se esqueçam dos recipientes especialmente feitos pra roedores que existem para vendas nas casas especializadas em produtos para agropecuária.


A alimentação se da à base de ração peletizada e para diversificar dê feno, capim, folhas como brócolis, espinafre e couve-flor. Evite ao máximo dar alface pois não faz bem ao seu intestino.

Curiosidades:

  • É importante que aguarde a fêmea ter três meses de vida para cruzar com um macho. E que nunca passe de sete meses para cruzar pela primeira vez.
  • Os porquinhos vivem de três a quatro anos de acordo com o tratamento que receberam ao longo da vida.
  • Os porquinhos não precisam tomar banho ao não ser que estejam com piolhos ou outras doenças. Neste caso o melhor  é seguir os cuidados do veterinário.
  • Os porquinhos saudáveis não passam doenças, porém se estiverem com salmonelose poderão passar aos seres humanos. Se estiverem doentes é melhor lavar bem as mãos quando fizer contato.
  • Eles somente poderão tomar sol nas primeiras horas do dia e ao entardecer para não desidratar.
  • A ração para coelhos é o ideal para os bichinhos, más não se esqueçam das verduras pois eles precisam de muita vitamina C.
Assistir o vídeo dos porquinhos da Índia do garoto Igor (Pais Ana e Lucas)




Chega ao fim o Rally da pecuária brasileira

Chegou ao fim, na última sexta-feira, dia 11, o Rally da Pecuária. A expedição tinha a finalidade de produzir um diagnóstico da criação de gado no Brasil, por meio de visitas em mais de 100 propriedades de cria, recria, engorda e confinamento, nas cinco regiões do País por meio de aproximadamente 1.000 avaliações da condição de pastagens, de rebanho e da infra-estrutura.
Com equipes de especialistas como agrônomos, representantes de empresas do setor, jornalistas e

consultores, foram identificados fatores como a condição corporal dos animais, índice de natalidade, ganho de peso, consumo de sal, sistema de gestão e o manejo de pastagens. Os dados também serão utilizados para calcular a oferta de bezerros para 2012 e 2013.

Entre os trabalhos focados no pasto, a Embrapa Monitoramento por Satélites (SP) pôde aferir os diagnósticos que hoje são realizados por meio de fotos de satélites.

Com a visita in loco nas propriedades e a medição dos pastos em diversas regiões, técnicos da Embrapa poderão comparar os dados das pastagens com as imagens de satélite, aprimorando os parâmetros de classificação dessas pastagens à distância. Desta maneira, a central da Embrapa poderá dimensionar melhor a quantidade de pastos degradados e o volume de pasto nos campos.
Fonte: Portal DBO

Carnes: Brasil aguarda missão russa para discutir embargos

Após 4 meses de embargos russos à carne brasileira, o Ministério da Agricultura anuncia um novo encontro entre os Governos brasileiros e russos para avaliação do sistema de inspeção nacional e verificação de empresas habilitadas a exportações. A visita está programada para o fim de novembro ou início de dezembro.

Segundo nota do Conselho de Governo da Câmara de Comércio Exterior (Camex) os motivos pelos quais a entrada de carne brasileira em solo russo sofreu retaliações foram o aval do Brasil à Rússia na OMC (Organização Mundial do Comércio), restrições sanitárias e pressões de produtores e importadores russos.
No entanto, o Brasil tem se esforçado para responder a todos os questionamentos quanto às questões sanitárias apresentadas pela Rússia, mas a solução para o embargo depende também das empresas interessadas no acordo, afirma a nota.

De acordo com o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto, a visita russa também mostra a necessidade de importações do país com a chegada do frio e dos importadores, que possuem licenças e necessitam do produto brasileiro.

Galinha Caipira: viabilidade e baixo custo para agricultura familiar

A avicultura já demonstrou ser uma excelente alternativa para geração de renda no campo, principalmente para agricultores que contam apenas com a mão de obra de suas famílias para trabalhar na propriedade.

Com o objetivo de capacitar esses agricultores, a Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater) promoveu, no município de Cacaulândia, a 255 quilômetros de Porto Velho, um curso básico sobre avicultura familiar. O curso foi realizado na sede da Associação dos Produtores Rurais do Cunha do Marechal (Asprocum), na Linha C-3, Travessão B-8 e contou com a participação de 18 agricultores familiares.

A Avicultura familiar é uma atividade produtiva que oferece grande oportunidade a pequenos agricultores. Por ter como característica básica a utilização de mão de obra familiar e utilização de pequenas áreas para a criação de frangos e/ou galinhas, torna-se uma atividade promissora, desde que administrada sob o rigoroso controle dos conceitos: sustentabilidade, sanidade e manejo.

Outra vantagem para quem quer investir na criação de aves é a oferta do produto que hoje se apresenta menor do que a demanda. “Através do curso procuramos incentivar a criação de galinha caipira com o intuito de garantir um canal de comercialização e promover o aumento da renda familiar”, diz o médico veterinário da Emater, Matheus Folador.

As galinhas caipiras normalmente não têm raça definida. Elas são resultado do cruzamento entre várias raças e sua criação atrai o agricultor por não necessitarem de cuidados específicos e serem resistentes às doenças.

Através do curso oferecido pela Emater os agricultores foram orientados sobre a escolha das raças tipicamente caipiras e sua reprodução, manejo e sanidade; alimentação das aves a pasto; agroindustrialização e comercialização. “O objetivo foi capacitá-los para que eles possam desenvolver a prática da avicultura familiar como fator de geração de renda e criação de mais empregos”, explica o técnico agropecuário da Emater, José Antônio da Luz.

Os agricultores tiveram a oportunidade ainda, de visitar indústrias que comercializam aves em Rondônia. No município de Espigão do Oeste, eles conheceram a Granja Globo Aves, que trabalha no sistema de criação convencional (industrial) e produz em grande escala. Em Cacaulândia o grupo visitou a Agroindústria Abatedouro Oliveira, de propriedade da agricultora Cássia Falcão, que cria, abate e comercializa o frango caipira.

Para os extensionistas que organizaram o curso “a avicultura familiar é uma ótima opção para produzir alimentos de alto valor nutritivo (carne e ovos), com baixo custo, aproveitando restos de alimentos existentes na propriedade”.

Produção de mel é bom negócio em MS

Esses fatores fazem da produção de mel um bom negócio para apicultores de Mato Grosso do Sul. Para evidenciar essas potencialidades e propagar a qualidade dos produtos derivados das colmeias, a Federação de Apicultura e Meliponicultura de MS (Feams) realiza a I Feira Regional do Mel, de 07 a 09 de outubro de 2011, em Guia Lopes da Laguna. 

O evento tem apoio da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) e participação de apicultores de cinco municípios da região, que concentra o maior número de produtores de mel do Estado. Mato Grosso do Sul tem aproximadamente 700 apicultores e produz cerca de 650 toneladas de mel por ano. “O que não atende a demanda de consumo, pois além do consumo normal, atendemos as escolas”, salienta o presidente da Feams, Gustavo Nadeu Bijos. E é na rede escolar que se encontra um grande mercado instalado, pois a legislação estadual inclui o mel como integrante obrigatório da merenda dos alunos. “Mel é um excelente negócio, basta gostar da atividade”, ressalva o presidente da Feams. A feira terá exposição de equipamentos, eleição da Rainha do Mel a apresentações culturais. 

Por reunir o maior número de apicultores do Estado, cerca de 100, a região conta com três entrepostos que inspecionam o envasamento do mel, localizados em Jardim, Guia Lopes e Nioaque. “Com o evento, queremos estimular a adesão e investimento de produtores e municípios na apicultura”, assinala Bijos. A I Feira Regional do Mel de Mato Grosso do Sul será realizada no Ginásio de Esportes de Guia Lopes da Laguna, das 14h às 22h. O evento terá participação de apicultores de Bela Vista, Porto Murtinho, Jardim, Guia Lopes da Laguna e Nioaque.

Equipamento para caudectomia de suínos

A Minosso Equipamentos Para Suinocultura desenvolveu um exclusivo alicate para a realização da caudectomia de suínos. 

De acordo com a empresa, o procedimento em suínos deve ser feito no período da manhã e no maximo no terceiro dia do nascimento, em atenção para que a caudectomia não atinja a terceira vértebra da cauda. Além disso, o procedimento deve ser acompanhado por um medico veterinário.


O equipamento deve ser ligado a uma tomada de 220 volts e aguardar por um período de 5 minutos para aquecimento e manter ligado durante a execução. 

O corte e feito por esmagamento e queima por uma temperatura de 400 graus, evitando assim o sangramento e a penetração de doenças pelo corte da cauda. Mais informações podem ser obtidas no e-mail: minosso@certto.com.br

Mel de eucalipto é exportado para o mercado europeu e americano

O mel extraído das colmeias instaladas dentro ou ao redor das plantações de eucalipto, em Aracruz (ES), passa a ter reconhecimento internacional com a exportação para os mercados europeu e americano. A produção é feita nas instalações da Fibria. Na primeira semana de maio, 20 toneladas do produto, acondicionadas em 48 tambores, foram embaladas e transportadas para São Paulo, de onde seguiram para o exterior por meio da empresa Apidouro, líder brasileira em exportação de mel no país.

Em Aracruz, o mel é produzido por 32 apicultores que, por meio da Associação de Apicultores de Aracruz (Apiara) e com o apoio da Fibria e outras instituições, fazem do produto seu meio de subsistência. O produtor de mel Cleber Lecco Bertazo lembra que no início os produtores contavam com, no máximo, cinco caixas de abelhas, mas atualmente alguns já dispõem de 300 caixas.

A Fibria disponibiliza áreas de plantios de eucalipto para a instalação de colmeias, fornece equipamentos, realiza treinamentos com os profissionais e incentiva a participação destes em eventos do setor por meio do Programa Apicultura.

"Atualmente, os produtores já estão bem alinhados com as tecnologias envolvidas na produção do mel, sabem lidar bem com o manejo e a logística que a produção demanda. Isso é resultado de um expressivo apoio de capacitação fornecido pela Fibria desde o começo do projeto", afirmou o analista de Operações Florestais da empresa, Jackson Ribeiro.

Próximos passos

Este ano o projeto está sendo reestruturado tendo em vista o potencial apresentado pelos produtores. Todas as unidades da Fibria contam com o Programa Apicultura e, diante de tantos resultados positivos, a empresa estuda uma forma de potencializar a troca de conhecimento entre os participantes, gerando canais de comercialização e fortalecimento dos produtores e das associações.

A proposta é consolidar, junto aos parceiros, um grande programa coorporativo de apicultura. Mais de 16,5 mil hectares de áreas da Fibria da Unidade Aracruz já estão disponíveis. "São diferentes os modelos de cultivo do mel utilizados em cada unidade e são muitas ideias boas que, somadas, têm um grande potencial de resultado. Estamos analisando quais os melhores meios de gerar esta integração", explicou o coordenador de Sustentabilidade da Fibria, Giordano Bruno Automare.



Digite seu email






Suinocultura de MT solicita a mesma alíquota cobrada da pecuária na comercialização

Em função das grandes dificuldades que os produtores vêm encontrando para a comercialização de seus animais, a Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat/MT) voltará a solicitar do governo do Estado - como já tem feito há muito tempo - a redução da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para a comercialização dos suínos fora do Estado, de 12% para 7% como já acontece com os bovinos, e a redução do preço de pauta do suíno vivo, que incide no ICMS na venda a outros estados.

A Acrismat tem feito esta solicitação com veemência, visto que a realidade atual não corresponde aos anseios da classe nesta questão, conforme explicações do presidente da Acrismat, Paulo Cézar Lucion. Segundo ele, há muitos anos a bovinocultura paga somente 7% de ICMS na remessa de animais vivos para fora de Mato Grosso, sendo que a suinocultura continua pagando 12% de imposto, apesar de passar pelas mesmas dificuldades.

"Sabemos que a bovinocultura traz grandes divisas para Mato Grosso, mas a suinocultura também tem a sua importância na economia do Estado, porque abatendo um grande número de animais também agrega valores e gera empregos diretos e indiretos", pondera a entidade. Com um plantel atual de cerca de 110 mil matrizes, e considerando que para cada 15 delas o setor ocupe um trabalhador direto, a suinocultura gera em torno de 30 mil empregos diretos e outros quase 150 mil indiretos.

A suinocultora de Sinop Dilamar Pelissa, que comercializa suínos há 19 anos, afirma que antigamente o ICMS cobrado pela Secretaria do Estado da Fazenda (Sefaz) era reduzido e que a classe produtora conseguia se equilibrar. Exemplificando as dificuldades dos produtores, ela argumentou que tanto o milho quanto o farelo de soja tem aumentado muito ultimamente, elevando os custos de produção.

"Só pelo milho, no Nortão do Estado já estamos pagando R$ 21 a saca de 60 quilos, e durante o último leilão da Conab, realizado na semana passada, a saca do produto em Sorriso saiu por R$ 18,50. Além disso têm outros R$ 0,50 de despesa e custos com o frete para transportar este milho até as fazendas. O farelo de soja que também usamos para a criação de suínos aumentou bastante: estamos pagando R$ 680 a tonelada, sendo que em julho o preço era de R$ 435 a tonelada".

Completando a sua descrição, Pelissa afirmou que os preços a que os produtores estão sendo obrigados a comercializar seus animais não cobrem nem os custos de produção. Mesmo porque, conforme acrescentou, além dos subprodutos do milho e da soja também a mão-de-obra especializada, necessária no manejo adequado da suinocultura, tem contribuído para a elevação dos custos para os produtores.

"As granjas de suínos necessitam de atenção e cuidados 24 horas por dia, e com isso somos obrigados a gastar rios de dinheiro com horas extras nos fins de semana e adicional noturno para os trabalhadores", explicou, salientando que gostaria que o governo do Estado olhasse a suinocultura com outros olhos, visto que se trata de uma atividade que também gera emprego e renda, dando retorno para Mato Grosso.

Diante da delicada situação dos suinocultores, a Acrismat espera que a Sefaz reduza o preço de pauta e também a alíquota do ICMS. Paulo Lucion lembra que em estados como Santa Catarina a pauta (sobre a qual incide o valor dos impostos estaduais) é fixada tomando por base o menor preço praticado pelo mercado.

"A forma de cálculo utilizada em Mato Grosso é injusta, porque está inclusive 12% acima do preço médio de mercado verificado no Estado", pondera o presidente da Acrismat. Ele explicou que este momento do ano é particularmente delicado para os produtores, porque - como sempre acontece nesta época - o preço de venda do suíno vivo baixou significativamente no mercado interno, e a solução seria a exportação para outros estados.

Porém, com o atual preço de pau ta fixado em R$ 2,70 por quilo, tornou-se também inviável vender os suínos fora de Mato Grosso, porque na hora de vender os suínos os produtores acabam pagando imposto sobre um valor irreal, uma vez que estão entregando os animais a R$ 2,20 o quilo.


Digite seu email e receba as notícias da roça:



Frango para exportação fechou 2010 com preço histórico

Tudo indica, porém, que o processo ainda não se encerrou. Pois em dezembro o produto in natura exportado teve nova valorização – de praticamente 16% sobre dezembro de 2009 e de 2,5% sobre o mês anterior, novembro de 2010.

Este último índice (+2,5%) é aparentemente baixo, mas foi o segundo maior do ano. Além disso, fez com que no bimestre final de 2010 o preço médio da carne de frango in natura exportada pelo Brasil apresentasse uma valorização superior a 11%, fato raro na história do setor.

Porém, o principal resultado dessa valorização é o retorno dos preços alcançados à fase pré-crise econômica, ocasião em que se registraram os melhores preços de todos os tempos.

Sob esse aspecto, aliás, o preço médio registrado em dezembro (US$1.860,99 por tonelada) foi o quinto melhor já registrado pela carne de frango in natura brasileira em toda a história das exportações do produto, ficando aquém, apenas, daqueles alcançados no quadrimestre julho-outubro de 2008.

Mesmo assim a distância em relação ao valor recorde não é muito grande. O preço médio de dezembro correspondeu a 91% do valor registrado em agosto de 2008 – US$2.040,65 por tonelada exportada.
Avisite



Digite seu email e receba as notícias da roça:


Suinocultura: Criadores de MG otimistas com alta dos preços

Os criadores de suínos em Minas Gerais estão otimistas com a alta do preço no mercado. O valor pago atualmente pelo quilo do animal vivo está 25% maior do que no mesmo período do ano passado.

Da granja do criador Paulo Veloso, em Carmo do Paranaíba, saem para o abate três mil porcos por mês. O seu Paulo contou que nos últimos três meses o custo de produção subiu. Como o preço do suíno também reagiu, ele está satisfeito.

Embora o custo de produção tenha aumentado nos últimos meses, o que está agradando aos suinocultores é o valor que recebem pelo quilo do suíno vivo, que atualmente é cerca de 25% a mais do recebiam no mesmo período do ano passado.

“O preço está bem melhor. No ano passado, nós trabalhamos com uma média de R$ 2,90 o preço de venda. Agora, já chegamos a R$ 3,40 o quilo”, disse Veloso.

De acordo com o presidente da Cooperativa dos Suinocultores de Patos de Minas, o setor vive um bom momento, principalmente, por causa da maior presença da carne de porco na mesa dos brasileiros. “A população está consumindo mais, a economia está pujante e isso está fazendo com que o preço se mantenha em patamares mais elevados”, explicou Cláudio Nasser.

Para o suinocultor Ricardo Bartolo, de Patrocínio, o atual momento da atividade é motivo de comemoração. “É um momento especial. O mercado reagiu. O mercado interno está muito fortalecido. Está muito bom. Isso tem dado para nós um fôlego que não esperávamos. O mercado realmente está muito bom”, avaliou.
No Sul do Brasil, a maior parte dos criadores trabalha no sistema de integração com os grandes frigoríficos.
Fonte: Globo Rural

Alta na cotação do milho derruba poder de compra do suinocultor


Os preços do suíno vivo e da carne seguem em alta no mercado interno, aproveitando a baixa oferta de animais e a melhora de preços das carnes concorrentes, segundo pesquisas do Cepea.

Mesmo com o bom momento das vendas, suinocultores seguem preocupados com a margem de comercialização. Isso porque o milho, principal componente da ração, tem valorizado bem mais que o suíno vivo.

Nas regiões de Cascavel e de Campinas, o poder de compra do produtor é o pior desde o início do ano.

Grupo deve investir R$ 30 milhões para implantar granja de postura de ovos


Um grupo empresarial com sede em Bastos, São Paulo, com tradição na postura de aves, começa a investir na região Norte. A área para construção dos barracões - 300 hectares - já está definida e fica a 20 Km de Sinop, na MT-140, na divisa com município de Santa Carmem. 

A confirmação foi feita, ao Só Notícias, pelo secretário de Agricultura Clóvis Sanches. A empresa irá investir R$ 30 milhões. “A prefeitura será parceira com isenção de impostos, terraplanagem da área, instalação da rede elétrica, transporte do maquinário de São Paulo até Sinop. É uma conquista de mais 200 empregos diretos gerados aqui”, afirmou Sanches.

A capacidade de postura será de 1 milhão de ovos dia. O projeto é começar a construir a infra-estrutura tão logo o contrato de compra da área seja efetivado. Na primeira etapa, será construída a fase da cadeia produtiva, barracões, fábrica de ração e máquinas para embalagem dos ovos. Não foi confirmado quando a construção deve iniciar, mas a previsão inicial é chegar no final do ano com a estrutura pronta.

A estratégia de comercialização já foi traçada, atendendo o mercado em Mato Grosso, Amazonas e Pará. A indústria em São Paulo é uma das primeiras no Brasil a exportar ovo em pó, uma novidade no mercado.
Autor: Só Notícias/Julio Tabile
www.sonoticias.com.br 

Preços da Uréia pecuária estáveis em Janeiro com tendência de alta

Revolução Verde e Amarela

Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, os preços da uréia pecuária, que vinham em queda desde agosto de 2009, ficaram praticamente estáveis em janeiro.

Atualmente a tonelada do insumo está cotada em R$1,3 mil, mesmo preço vigente em dezembro último.

Em relação a janeiro de 2009, a cotação atual é 40% menor, no entanto, a estabilização de preços pode indicar o início de um possível aumento nos próximos meses.

Isso porque, os fertilizantes nitrogenados, grandes concorrentes da uréia pecuária, pela matéria-prima nitrogênio, já deu os primeiros sinais de alta, e a tendência é que continuem com mercado em alta no curto prazo.

Pantanal News

A origem dos ovinos

Ainda não é claro quando ou onde ocorreu a origem da civilização. Indubitavelmente, a civilização está relacionada com a domesticação dos animais e, provavelmente, o cão foi o primeiro animal a ser domesticado. Certamente, não distante do cão, veio à domesticação dos ovinos, caprinos e bovinos. Aparentemente, por 10.000 anos, estas espécies têm servido as pessoas.

O relacionamento entre seres humanos e ovinos foi sempre benéfico para ambos. Os carneiros são insuperáveis na conversão de forrageiras em produtos para o consumo humano de alta qualidade, como a carne e o leite; já a lã e a pele, protegem o homem do frio. A contribuição do ser humano consiste no cuidado e proteção dos ovinos.

Onde a domesticação dos ovinos e ovelhas ocorreu, não foi estabelecido firmemente, mas evidências indicam que provavelmente aconteceu na Ásia Central. A criação de ovinos na Planície Mesopotâmica pelos pastores hebreus antecede a história escrita. Há 179 referências aos ovinos, 137 a carneiro ou carneiros, 167 a cordeiro ou cordeiros, ou ovelhas no Antigo Testamento.

O primeiro animal doméstico citado na bíblia é o ovino (Gênesis 4:2). Abel, filho de Adão e Eva, era um pastor. Jacó serviu Laban por sete anos como pastor para ganhar a mão de Raquel. Entretanto, Laban quebrou a sua promessa e exigiu mais sete anos de serviço. Jacó conseguiu Raquel, mas nenhum salário. O negócio prosperou sob orientação de Jacó, que concordou continuar a trabalhar para Laban em troca dos ovinos manchados, malhados e listrados do rebanho.

Pela seleção, pelas mutações e utilizando a reprodução dos animais, Jacó produziu os primeiros ovinos de coloração diferente. Jacó era proprietário de rebanhos numerosos quando deixou o serviço de Laban. Os descendentes de Jacó selecionaram os ovinos que apresentavam lã mais branca, até conseguirem a coloração totalmente branca. Davi e Salomão citaram a existência de ovinos brancos em seus escritos. Jacó pode ser lembrado como o primeiro melhorador de ovinos. A descendência de seus ovinos possuía mais de um par de chifres.

O mundo pode nunca saber como os ovinos foram domesticados ou qual era a ascendência destes animais. Há razões para acreditar que o ovino doméstico pode ter surgido do Muflon, originário da Europa e Ásia ou do Urial Asiático. Ambos são ovinos selvagens, que têm chifres caudas curtas e o corpo coberto mais por pêlos do que por lã, indicando um processo de seleção antigo até chegar ao ovino doméstico.