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Galinha Caipira: viabilidade e baixo custo para agricultura familiar

A avicultura já demonstrou ser uma excelente alternativa para geração de renda no campo, principalmente para agricultores que contam apenas com a mão de obra de suas famílias para trabalhar na propriedade.

Com o objetivo de capacitar esses agricultores, a Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater) promoveu, no município de Cacaulândia, a 255 quilômetros de Porto Velho, um curso básico sobre avicultura familiar. O curso foi realizado na sede da Associação dos Produtores Rurais do Cunha do Marechal (Asprocum), na Linha C-3, Travessão B-8 e contou com a participação de 18 agricultores familiares.

A Avicultura familiar é uma atividade produtiva que oferece grande oportunidade a pequenos agricultores. Por ter como característica básica a utilização de mão de obra familiar e utilização de pequenas áreas para a criação de frangos e/ou galinhas, torna-se uma atividade promissora, desde que administrada sob o rigoroso controle dos conceitos: sustentabilidade, sanidade e manejo.

Outra vantagem para quem quer investir na criação de aves é a oferta do produto que hoje se apresenta menor do que a demanda. “Através do curso procuramos incentivar a criação de galinha caipira com o intuito de garantir um canal de comercialização e promover o aumento da renda familiar”, diz o médico veterinário da Emater, Matheus Folador.

As galinhas caipiras normalmente não têm raça definida. Elas são resultado do cruzamento entre várias raças e sua criação atrai o agricultor por não necessitarem de cuidados específicos e serem resistentes às doenças.

Através do curso oferecido pela Emater os agricultores foram orientados sobre a escolha das raças tipicamente caipiras e sua reprodução, manejo e sanidade; alimentação das aves a pasto; agroindustrialização e comercialização. “O objetivo foi capacitá-los para que eles possam desenvolver a prática da avicultura familiar como fator de geração de renda e criação de mais empregos”, explica o técnico agropecuário da Emater, José Antônio da Luz.

Os agricultores tiveram a oportunidade ainda, de visitar indústrias que comercializam aves em Rondônia. No município de Espigão do Oeste, eles conheceram a Granja Globo Aves, que trabalha no sistema de criação convencional (industrial) e produz em grande escala. Em Cacaulândia o grupo visitou a Agroindústria Abatedouro Oliveira, de propriedade da agricultora Cássia Falcão, que cria, abate e comercializa o frango caipira.

Para os extensionistas que organizaram o curso “a avicultura familiar é uma ótima opção para produzir alimentos de alto valor nutritivo (carne e ovos), com baixo custo, aproveitando restos de alimentos existentes na propriedade”.

Frango para exportação fechou 2010 com preço histórico

Tudo indica, porém, que o processo ainda não se encerrou. Pois em dezembro o produto in natura exportado teve nova valorização – de praticamente 16% sobre dezembro de 2009 e de 2,5% sobre o mês anterior, novembro de 2010.

Este último índice (+2,5%) é aparentemente baixo, mas foi o segundo maior do ano. Além disso, fez com que no bimestre final de 2010 o preço médio da carne de frango in natura exportada pelo Brasil apresentasse uma valorização superior a 11%, fato raro na história do setor.

Porém, o principal resultado dessa valorização é o retorno dos preços alcançados à fase pré-crise econômica, ocasião em que se registraram os melhores preços de todos os tempos.

Sob esse aspecto, aliás, o preço médio registrado em dezembro (US$1.860,99 por tonelada) foi o quinto melhor já registrado pela carne de frango in natura brasileira em toda a história das exportações do produto, ficando aquém, apenas, daqueles alcançados no quadrimestre julho-outubro de 2008.

Mesmo assim a distância em relação ao valor recorde não é muito grande. O preço médio de dezembro correspondeu a 91% do valor registrado em agosto de 2008 – US$2.040,65 por tonelada exportada.
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Carne de Avestruz tem ótimas expectativas de mercado para próximos anos


A carne light de avestruz passa por um bom momento no mercado e possui uma expectativa muito grande de crescimento e aumento de vendas atualmente no Brasil, em consequência da busca por alimentos saudáveis.

“A perspectiva é que, nos próximos dois anos, a produção brasileira da carne cresça 400% e os produtos processados, prontos para o consumo, têm influência neste crescimento, pois oferecem um alimento mais saudável, prático e saboroso, que atende ao gosto médio do consumidor brasileiro”, afirma Celso Lemos, sócio diretor da Nutrytruz.

O preço, que está em torno de R$ 30,00 kg para os cortes mais nobres e cerca de R$ 15,00 para os outros cortes, deve se manter.

Há dois anos o preço era de R$ 75 kg para os cortes nobres.

Grupo deve investir R$ 30 milhões para implantar granja de postura de ovos


Um grupo empresarial com sede em Bastos, São Paulo, com tradição na postura de aves, começa a investir na região Norte. A área para construção dos barracões - 300 hectares - já está definida e fica a 20 Km de Sinop, na MT-140, na divisa com município de Santa Carmem. 

A confirmação foi feita, ao Só Notícias, pelo secretário de Agricultura Clóvis Sanches. A empresa irá investir R$ 30 milhões. “A prefeitura será parceira com isenção de impostos, terraplanagem da área, instalação da rede elétrica, transporte do maquinário de São Paulo até Sinop. É uma conquista de mais 200 empregos diretos gerados aqui”, afirmou Sanches.

A capacidade de postura será de 1 milhão de ovos dia. O projeto é começar a construir a infra-estrutura tão logo o contrato de compra da área seja efetivado. Na primeira etapa, será construída a fase da cadeia produtiva, barracões, fábrica de ração e máquinas para embalagem dos ovos. Não foi confirmado quando a construção deve iniciar, mas a previsão inicial é chegar no final do ano com a estrutura pronta.

A estratégia de comercialização já foi traçada, atendendo o mercado em Mato Grosso, Amazonas e Pará. A indústria em São Paulo é uma das primeiras no Brasil a exportar ovo em pó, uma novidade no mercado.
Autor: Só Notícias/Julio Tabile
www.sonoticias.com.br 

Abate de frango cresce no Paraná e oferta de carne de aves aumenta

O abate de frango de corte no Brasil no primeiro trimestre do ano registrou alta de 12,2% comparado com o mesmo período do ano passado. Pelos resultados, a carne de frango foi a que teve a maior alta no número de abates, comparada com a carne bovina e suína.No mesmo período, o abate de boi gordo apresentou queda de 10,1% e o abate de suínos teve crescimento de 2,7%.

Segundo o levantamento do IBGE, nos primeiros três meses deste ano o abate de frango atingiu 1.184 bilhão de cabeças. O Paraná principal produtor nacional de carne de frango respondeu por 22,95% da produção avícola brasileira.

No primeiro trimestre do ano o estado abateu 301.392.830 cabeças, registrando um crescimento de 9,82% comparado ao desempenho paranaense no primeiro trimestre de 2007.