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Criação e consumo de marrecos cresce no Brasil


Cresce o consumo de marrecos no território brasileiro



Marrecos de Pequim

Dados revelam a origem da criação de marrecos Pequim a mais de 500 anos, nas regiões da capital chinesa, Pequim. O objetivo principal de criá-los era para limparem as plantações de arroz. Até serem descobertos como pratos de iguarias comestíveis pelos imperadores e autoridade de alta patente entre os anos de 1368 à 1644.

Na Europa os primeiros exemplares chegaram ha alguns séculos. Sendo apreciadas logo, pelos europeus. No continente americano, data de 1873 a chegada deles. Aqui, no Brasil é bem mais recente e a sua propagação tem sido rápida. Há estudos sobre o seu consumo, só perde para o frango em todo mundo. Sua carne têm se tornado uma fina iguaria para os gourmerts.

Marreco Mandarim

Os marrecos são animais muito rústicos, resistentes às doenças e que requerem instalações simples e de pouco custo, relativamente às destinadas à galinhas. Criar marrecos é, realmente, muito mais fácil do que criar galinhas.

São muito precoces e pesam bem mais do que os frangos da mesma idade. Além disso, ficam prontos para o mercado com mais rapidez. Com 60 dias, um marreco já está pronto para o corte.

Os marrecos comem mais do que os frangos mas, a rapidez com que já estão prontos e a diferença de produção superam e muito este fato. Os da raça Pekin, por exemplo, têm um desenvolvimento extraordinário pois, pesando na primeira semana, 86gr, na segunda já dobraram de peso, na quarta, já têm mais de 500gr, na sexta, 1,700gr, na sétima, 2kg, podendo, na oitava semana, atingir a 3kg, o que é realmente notável.

As raças de marrecos podem ser divididas em três grupos:

- para carne, entre as quais temos as de Pekin, a Aylesbury e a Rouen;

- para ovos existem a Campbell, a Orpington, e o corredor indiano. Originário da Índia Oriental. Especializada na produção de ovos. Há 3 variedades: amarelo-avermelhada e branca, a pintada e a branca. Têm o corpo comprido estreito e muito inclinado para trás, peito cheio e tarsos e dedos laranja.

- ornamentais, a raça anã (com ou sem topete), a pingüim, o marreco chato, canadense, marreco-da-carolina e mandarim.

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Avestruz:origem e características da maior ave do planeta


O avestruz é considerada a maior ave do planeta e tem como habitat natural as regiões leste e sul da África. 


avestruz a maior ave do planeta


São aves corredoras (atingem até 60 km/h), incapazes de voar, pois não possuem quilha sobre o esterno nem musculatura peitoral adequada para o vôo. Suas plumas também não possuem a típica estrutura interligada de penas de aves voadoras.

É uma ave de planície e prados abertos áridos e semi-áridos, mas se adapta a uma grande variedade de climas desde os invernos chuvosos e a neve na região do Cabo, até as condições extremamente quentes dos verões no deserto africano.

O avestruz possuem longas pernas, pés com dois dedos e, apenas um dedo com unha. Seus músculos mais importantes são os das pernas. Como em todas aves, o esôfago do avestruz está localizado no lado direito do pescoço, não possuem papo e sim um proventrículo grande e distensível, onde a água e o alimento volumoso são estocados e misturados com as excreções glandulares e um ventrículo (moela).

Possuem dois cecos e intestinos longos, que promovem a digestão bacteriana, e sua temperatura corpórea permanece entre 37,8o.C – 39o.C. Os avestruzes são estritamente bipodais (não podem se apoiar ou pular com uma perna, nem podem pular com as duas simultaneamente), atingem quando adultos a altura de 2,00m à 2,70m e pesam entre 150kg à 160kg.

Possuem dimorfismo sexual marcante que aparece a partir dos 18 meses de idade: os machos são pretos com a ponta das asas brancas e as fêmeas são cinza, não importando a raça. A vida reprodutiva das fêmeas tem início aos 24 meses e a dos machos a partir dos 30 meses, durando aproximadamente 40 anos.

São aves de vida longa, aproximadamente 70 anos. A estação reprodutiva dura em média 6 a 7 meses, sendo que no Brasil este período ocorre entre os meses de agosto a fevereiro. Geralmente a ave coloca um ovo a cada 48 horas (há alguns dias de intervalo e recomeça a postura). O período de incubação é de 42 dias, em média uma boa fêmea bota de 50 a 60 ovos por ano, algumas ultrapassam essa marca.

Raças


Blue Neck (pescoço azul) - habita o Nordeste africano, é a subespécie mais corpulenta, apresentando pele de um tom cinzento azulado.

Red Neck (pescoço vermelho) - habita o Quênia e parte da Tanzânia, é uma ave de corpo corpulento e apresenta a pele de um tom vermelho.

African Black - é um híbrido resultado do cruzamento entre subespécie da África do Sul e as subespécies do Nordeste da África, sendo normalmente a mais baixa de todas as subespécies. Possui como característica principal a qualidade de suas penas, superior em relação às outras subespécies.

A família Struthionidae apresenta um único gênero e uma espécie. Existem quatro subespécies selvagens de avestruz, cuja classificação é feita de acordo com o tamanho, plumagem, porosidade da casca dos ovos e outras diferentes características externas. As subespécies de avestruzes encontradas hoje são:

Avestruz da África do Norte, conhecido como “avestruz Mali”. É encontrado ao longo do continente africano, desde a Mauritânia até a Etiópia. São mais altos, com patas mais largas, apresentando o pescoço avermelhado, plumagem ondulada e de maior densidade, e na cabeça uma região nua. Os ovos são maiores e mais lisos que os das espécies da África do Sul.

Avestruz da África Oriental, conhecido como “avestruz Masai”. Encontrado principalmente na Tanzânia e Quênia. São ligeiramente maiores que os da África do Sul e possuem pescoço rosado, que se torna vermelho na época de reprodução.

Encontrado na Somália, Etiópia e Quênia, conhecido como “avestruz da Somália”. Menores que os da África do Sul, possuem uma região nua e córnea na cabeça. O pescoço e as pernas apresentam coloração cinza-azulada.

Avestruz da África do Sul, encontrado ao sul dos Rios Zambezi e Cunane. Apresentam o pescoço cinza-azulado e uma espécie de penugem na cabeça.


CARNE DE AVESTRUZ


carne de avestruz



A carne de avestruz é tão saborosa quanto um bom filet-mignon, não deixa nada a desejar aos tradicionais bifes de boi. É uma carne com baixos índices de calorias, colesterol e gorduras são inferiores ao da carne de frango e a de peru sem pele e com muitas proteínas. O avestruz é um animal tão precoce (abate aos 13 meses) que o produtor rural não precisa administrar hormônios, aditivos ou esteróides para eles, deixando sua carne totalmente natural.

Com a procura cada vez maior por alimentação saudável, aliada a altíssima produtividade de sua carne, o avestruz se posicionou como um ótimo produto e preços rentáveis ao produtor no mercado mundial. Para ressaltarmos o grau de aceitação dessa carne, vale lembrar que a rede Mc Donald's já oferece, em alguns países, o hambúrguer light, onde é utilizada a carne de avestruz.

O criador de avestruz também tem ótimos ganhos ao comercializar as plumas, os ossos do animal que podem ser utilizados na composição de rações, o óleo extraído da sua gordura que é utilizado na indústria de cosméticos e o couro do avestruz que tem grande aceitação no mercado mundial sendo o 2º mais caro do mundo só perdendo para o couro de crocodilo.

Rancho4s

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BRF amplia exportações de cortes de frango para a Europa

Com investimento de R$28,8 milhões em novas linhas operacionais nas fábricas de Toledo (PR e Marau (RS), a BRF amplia 38% a produção de cortes de frango assados e cozidos para Europa.

O objetivo da companhia é ampliar a venda de produtos de maior valor agregado no mercado externo e, com isso, aumentar ainda mais a rentabilidade do negócio.

Em 2012, 12% das exportações da BRF para o continente europeu foram de alimentos processados.

O destino final desses produtos são as grandes redes de food service na Europa, que fornecem pratos prontos (como saladas e sanduíches) a restaurantes, refeitórios de empresas, hospitais e refeições para aviação.

As vendas concentram-se principalmente nos países França, Alemanha, Reino Unido e a região da Escandinávia.


As unidades da BRF em Chapecó (SC), Capinzal (SC) e mesmo Marau, onde já funcionava uma linha, já produzem cortes de frango assados e cozidos para o mercado europeu.

Com o início da operação das novas linhas de Toledo e Marau, a companhia aumenta a fabricação desses produtos exportados para a Europa de 84 para 116 toneladas por dia. 

Fonte:Folha Londrina

Agricultor encontra ninho de ema com 25 ovos cuidado pelo macho

Um ninho de ema com 25 ovos foi encontrado no município de Capinópolis, no triângulo mineiro. A ave toma alguns cuidados para garantir o futuro dos filhotes. A cidade, no pontal do Triângulo Mineiro, tem um ambiente bastante apreciado pelas aves, como emas.

O agricultor Manoel Pedro Paiva estranhou o aparecimento de um ninho com 25 ovos de ema. O ninho, bem cuidado e guardado pelo macho, responsável por chocar os ovos, está no meio do pasto da propriedade.



A aproximação das pessoas é feita com cuidado. O macho, que faz o ninho dos filhotes, fica ao redor dos ovos. Ainda não dá para saber quando será a chegada dos filhotes.

A ema normalmente põe entre dez e 18 ovos por ciclo. A fêmea bota os ovos fora do ninho. Como é o macho que se encarrega de arrumá-los, ele pode colocar ovos de fêmeas diferentes dentro de um mesmo ninho. 

Além de chocar, o macho será o responsável pela criação dos filhotes.



Sindicato alerta funcionários da Indústrias frigoríficas do PR do risco de LER

Os riscos de mutilações e lesões por esforços repetitivos (LER) envolvendo trabalhadores nas indústrias frigoríficas é tema hoje de uma mobilização junto a empresas do ramo de abate de aves na região.

Por volta das 4 horas, membros do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Arapongas (Sitiaar), com apoio da Federação dos Trabalhadores dos Alimentos do Paraná (FTIA), iriam começar a abordar funcionários da Frango a Gosto. “Nosso objetivo é alertá-los sobre a pausa de 10 minutos que devem fazer quando a Norma Regulamentadora voltada ao setor valer”, diz o secretário de finanças do Sitiaar, Aparecido Pinheiro Barbosa.

Ele afirma que informativos sobre a Norma Regulamentadora, ainda em fase de consulta pública, seriam entregues aos trabalhadores antes de sua entrada no frigorífico. A ação deve se repetir à tarde, após às 14 horas, na empresa Jandelle, em Rolândia.

Ontem (26), a categoria já havia feito uma atividade semelhante em Jacarezinho. “Estamos debatendo esta questão dos acidentes faz tempo. Sabemos que os casos de afastamento por lesões são grandes, mas não temos números sobre eles”, relata Barbosa. De acordo com ele, funcionários que atuam em áreas como desossa e desvisceração de aves são os mais atingidos por lesões no trabalho.

Galinha Caipira: viabilidade e baixo custo para agricultura familiar

A avicultura já demonstrou ser uma excelente alternativa para geração de renda no campo, principalmente para agricultores que contam apenas com a mão de obra de suas famílias para trabalhar na propriedade.

Com o objetivo de capacitar esses agricultores, a Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater) promoveu, no município de Cacaulândia, a 255 quilômetros de Porto Velho, um curso básico sobre avicultura familiar. O curso foi realizado na sede da Associação dos Produtores Rurais do Cunha do Marechal (Asprocum), na Linha C-3, Travessão B-8 e contou com a participação de 18 agricultores familiares.

A Avicultura familiar é uma atividade produtiva que oferece grande oportunidade a pequenos agricultores. Por ter como característica básica a utilização de mão de obra familiar e utilização de pequenas áreas para a criação de frangos e/ou galinhas, torna-se uma atividade promissora, desde que administrada sob o rigoroso controle dos conceitos: sustentabilidade, sanidade e manejo.

Outra vantagem para quem quer investir na criação de aves é a oferta do produto que hoje se apresenta menor do que a demanda. “Através do curso procuramos incentivar a criação de galinha caipira com o intuito de garantir um canal de comercialização e promover o aumento da renda familiar”, diz o médico veterinário da Emater, Matheus Folador.

As galinhas caipiras normalmente não têm raça definida. Elas são resultado do cruzamento entre várias raças e sua criação atrai o agricultor por não necessitarem de cuidados específicos e serem resistentes às doenças.

Através do curso oferecido pela Emater os agricultores foram orientados sobre a escolha das raças tipicamente caipiras e sua reprodução, manejo e sanidade; alimentação das aves a pasto; agroindustrialização e comercialização. “O objetivo foi capacitá-los para que eles possam desenvolver a prática da avicultura familiar como fator de geração de renda e criação de mais empregos”, explica o técnico agropecuário da Emater, José Antônio da Luz.

Os agricultores tiveram a oportunidade ainda, de visitar indústrias que comercializam aves em Rondônia. No município de Espigão do Oeste, eles conheceram a Granja Globo Aves, que trabalha no sistema de criação convencional (industrial) e produz em grande escala. Em Cacaulândia o grupo visitou a Agroindústria Abatedouro Oliveira, de propriedade da agricultora Cássia Falcão, que cria, abate e comercializa o frango caipira.

Para os extensionistas que organizaram o curso “a avicultura familiar é uma ótima opção para produzir alimentos de alto valor nutritivo (carne e ovos), com baixo custo, aproveitando restos de alimentos existentes na propriedade”.

Frango para exportação fechou 2010 com preço histórico

Tudo indica, porém, que o processo ainda não se encerrou. Pois em dezembro o produto in natura exportado teve nova valorização – de praticamente 16% sobre dezembro de 2009 e de 2,5% sobre o mês anterior, novembro de 2010.

Este último índice (+2,5%) é aparentemente baixo, mas foi o segundo maior do ano. Além disso, fez com que no bimestre final de 2010 o preço médio da carne de frango in natura exportada pelo Brasil apresentasse uma valorização superior a 11%, fato raro na história do setor.

Porém, o principal resultado dessa valorização é o retorno dos preços alcançados à fase pré-crise econômica, ocasião em que se registraram os melhores preços de todos os tempos.

Sob esse aspecto, aliás, o preço médio registrado em dezembro (US$1.860,99 por tonelada) foi o quinto melhor já registrado pela carne de frango in natura brasileira em toda a história das exportações do produto, ficando aquém, apenas, daqueles alcançados no quadrimestre julho-outubro de 2008.

Mesmo assim a distância em relação ao valor recorde não é muito grande. O preço médio de dezembro correspondeu a 91% do valor registrado em agosto de 2008 – US$2.040,65 por tonelada exportada.
Avisite



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Carne de Avestruz tem ótimas expectativas de mercado para próximos anos


A carne light de avestruz passa por um bom momento no mercado e possui uma expectativa muito grande de crescimento e aumento de vendas atualmente no Brasil, em consequência da busca por alimentos saudáveis.

“A perspectiva é que, nos próximos dois anos, a produção brasileira da carne cresça 400% e os produtos processados, prontos para o consumo, têm influência neste crescimento, pois oferecem um alimento mais saudável, prático e saboroso, que atende ao gosto médio do consumidor brasileiro”, afirma Celso Lemos, sócio diretor da Nutrytruz.

O preço, que está em torno de R$ 30,00 kg para os cortes mais nobres e cerca de R$ 15,00 para os outros cortes, deve se manter.

Há dois anos o preço era de R$ 75 kg para os cortes nobres.

Grupo deve investir R$ 30 milhões para implantar granja de postura de ovos


Um grupo empresarial com sede em Bastos, São Paulo, com tradição na postura de aves, começa a investir na região Norte. A área para construção dos barracões - 300 hectares - já está definida e fica a 20 Km de Sinop, na MT-140, na divisa com município de Santa Carmem. 

A confirmação foi feita, ao Só Notícias, pelo secretário de Agricultura Clóvis Sanches. A empresa irá investir R$ 30 milhões. “A prefeitura será parceira com isenção de impostos, terraplanagem da área, instalação da rede elétrica, transporte do maquinário de São Paulo até Sinop. É uma conquista de mais 200 empregos diretos gerados aqui”, afirmou Sanches.

A capacidade de postura será de 1 milhão de ovos dia. O projeto é começar a construir a infra-estrutura tão logo o contrato de compra da área seja efetivado. Na primeira etapa, será construída a fase da cadeia produtiva, barracões, fábrica de ração e máquinas para embalagem dos ovos. Não foi confirmado quando a construção deve iniciar, mas a previsão inicial é chegar no final do ano com a estrutura pronta.

A estratégia de comercialização já foi traçada, atendendo o mercado em Mato Grosso, Amazonas e Pará. A indústria em São Paulo é uma das primeiras no Brasil a exportar ovo em pó, uma novidade no mercado.
Autor: Só Notícias/Julio Tabile
www.sonoticias.com.br 

Rússia quer reduzir importações de suínos e aves

O vice-primeiro ministro da Rússia Vladimir Zubkov afirmou recentemente que está planejando reduzir a dependência de aves e suínos do merrado de importação. Somente em 2008 o mercado de suínos foi reforçado em 29% e o de aves com 36% do volume de importações.

Conforme dados do vice-primeiro-ministro, nos últimos dez anos, todos os indicadores de produção de carnes na Rússia caíram.”Os estoques caíram a mais de um terço e a produção de carne bovina 2,5 vezes. O consumo per capita diminuiu de 31 quilos em 1999 para 16,6 quilos.

Para ele, os fornecimentos de carne bovina não são suficientes no mercado mundial e se não houver um aumento da produção doméstica de carne, haverá um risco real do país se confrontar com uma deficiência grave. “Pequenos agricultores, empresários e operadores domésticos particulares poderão implementar uma produção interessante em nosso país e isto significa que milhares de novos empregos serão criados nas áreas rurais", sonhou o político.

Segundo Zubkov, o governo deu mais de US$ 6 bilhões em créditos de investimentos para o desenvolvimento da Pecuária. Somente neste ano, os subsídios para o desenvolvimento genético foram elevados em quase 150%. 100% das taxas cobradas pelos créditos baratos dados aos produtores agrícolas são cobertos pelo governo. E vai ser criado um centro de seleção genealógica de animais.
Fonte:PorkWorld

Debulhador Milho Elétrico

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Perdigão anuncia prejuízo, mas nega que culpa seja da crise

A perdigão fechou o terceiro trimestre do ano com prejuízo, mas a diretoria da empresa descarta efeitos negativos da crise sobre o balanço do período, que foi divulgado nessa terça, dia 28. Para os próximos meses, a companhia projeta que deve sentir a crise, com uma ligeira queda de preços e volumes de venda.

Em entrevista coletiva, os executivos da empresa não relacionaram os números negativos à crise financeira mundial.

– Não tivemos efeito acentuado da crise. Estamos vivendo, obviamente, um cenário de acomodação, de bastante discussão sobre quais serão efetivamente os impactos, mas ao longo do trimestre não tivemos efeitos significativos da crise financeira nos nossos negócios – declarou o diretor de finanças e relações com investidores da Perdigão, Leopoldo Viriato Saboya.

O crescimento de vendas foi de 89,3% em relação ao mesmo período de 2007. A receita líquida da Perdigão atingiu, no terceiro trimestre de 2008, R$ 3,04 bilhões, alta de 83,3% sobre o mesmo trimestre de 2007.

Mas os resultados não evitaram que a empresa tivesse um prejuízo de R$ 25,4 milhões, diferente de 2007, quando os resultados no mesmo período foram positivos e a empresa registrou lucro de R$ 90 milhões.

Já em relação aos investimentos da companhia, a redução foi de R$ 800 milhões para R$ 600 milhões. O corte, segundo a perdigão, ocorreu como resposta ao comportamento do mercado que estava abaixo das previsões iniciais da empresa.
Canal Rural

Receita das carnes avícolas em 2009 já chega aos US$5,8 bi

Nos nove primeiros meses de 2009 as exportações brasileiras de carne de frango (produto inteiro, cortes, carne salgada e industrializados) e de carne de peru (cortes e industrializados) geraram receita de mais de US$5,8 bilhões, valor que corresponde a um incremento de receita de 57% sobre o mesmo período de 2007.

Aparentemente, o melhor desempenho foi o da carne de frango salgada que, no período, apresentou aumento de receita de mais de 200%. Sem dúvida, as exportações do produto aumentaram. Mas parte do incremento observado se deve à reclassificação de produto antes exportado como industrializados de frango (que, neste caso, teve uma expansão aparentemente menor que a média, tanto na receita como no volume embarcado).

Considerada essa troca de posições, o melhor desempenho coube ao frango inteiro, cuja receita aumentou expressivos 72%. Isto se deve à forte valorização do produto, porquanto o volume embarcado cresceu pouco mais de 19%. E, de fato, analisados os preços médios dos vários itens exportados pela avicultura, o maior incremento (+44%) ficou com o frango inteiro – uma demonstração, aliás, de que a demanda mundial está voltada, principalmente, para o “básico dos básicos”.

A ressaltar, em relação à posição das aves na balança comercial brasileira, que dos seis diferentes tipos de carnes avícolas vendidas internacionalmente, cinco deles integram a relação dos 100 principais produtos exportados pelo Brasil. A exceção são os cortes de peru, cuja posição na pauta não é conhecida. De toda forma, em conjunto, os seis itens obtiveram renda correspondente a quase 4% da receita cambial brasileira no período.

A origem da avicultura

A avicultura que hoje conhecemos tem sua origem há 8.000 anos, quando populações de certas regiões da Índia e China e, provavelmente de outras regiões da Ásia, iniciaram a domesticação do Gallus Gallus que habitava as florestas daquele Continente.

Desde os vales da Índia, acompanhando as tribos nômades que avançavam para o oeste, as galinhas cruzaram a Mesopotâmia até chegar à Grécia. Mais tarde, são os Celtas quem, ao largo de suas conquistas, foram deixando núcleos de populações que facilitaram a propagação das galinhas por toda a Europa.

Acredita-se que o período de maior dispersão teve lugar durante a Idade do Ferro. Aquelas galinhas primitivas punham ao redor de 30 ovos por ano. Da Europa, as galinhas chegaram ao Brasil trazidas pelas naus de Cabral, principalmente, como recurso alimentar para a travessia. Assim, coube à galinha a honra de ser um dos primeiros animais domésticos que travou contato com as novas terras.

Ainda na época colonial, foram introduzidas no Brasil, as raças orientais e asiáticas que os portugueses trouxeram de suas viagens às Índias e ao Oriente.

Nossas previlegiadas condições de produção de grãos, clima e de mão-de- obra rural, ao lado do extraordinário desenvolvimento da agroindústria do setor, colocaram o Brasil na posição atual de 3º maior produtor mundial e liderança global nas exportações de carne de frango.

Abate de frango cresce no Paraná e oferta de carne de aves aumenta

O abate de frango de corte no Brasil no primeiro trimestre do ano registrou alta de 12,2% comparado com o mesmo período do ano passado. Pelos resultados, a carne de frango foi a que teve a maior alta no número de abates, comparada com a carne bovina e suína.No mesmo período, o abate de boi gordo apresentou queda de 10,1% e o abate de suínos teve crescimento de 2,7%.

Segundo o levantamento do IBGE, nos primeiros três meses deste ano o abate de frango atingiu 1.184 bilhão de cabeças. O Paraná principal produtor nacional de carne de frango respondeu por 22,95% da produção avícola brasileira.

No primeiro trimestre do ano o estado abateu 301.392.830 cabeças, registrando um crescimento de 9,82% comparado ao desempenho paranaense no primeiro trimestre de 2007.

Ovos Especiais apresentam altos índices de ácidos graxos poliinsaturados

Diferentemente dos ovos de granja, dos ovos tipo caipira ou dos denominados “light” (menos colesterol), os ovos do tipo PUFA são enriquecidos com ácidos graxos poliinsaturados benéficos ao sistema cardiovascular e são classificados como funcionais e não como produtos “light”.

Durante muito tempo, os ovos de galinha foram considerados grandes inimigos da alimentação saudável por serem uma grande fonte de colesterol. Contudo, estudos mais recentes de especialistas em Nutrição Humana revelam que o colesterol pronto (consumido via dieta) tem uma influência de 5%, no máximo, sobre a elevação do colesterol total do organismo de pessoas saudáveis.

Esta descoberta vem alterando o conceito do consumo de ovos junto à Sociedade de Cardiologia americana e vem resgatar nos ovos a característica de saudabilidade, especialmente quando estes são enriquecidos com ácidos graxos poliinsaturados, cujo consumo regular é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma alternativa natural para uma alimentação balanceada. Os consumidores podem contar com este benefício, incorporando em sua alimentação os ovos que apresentem elevados níveis de ácido graxo poliinsaturado PUFA* Ômega 3 e de vitamina E, que ajudam a controlar o colesterol ruim no sangue e previnem o envelhecimento precoce, respectivamente.

É muito importante ressaltar que estes Ovos tipo PUFA não podem ser considerados “Light”e nem devem ser comparados aos ovos ditos “menos colesterol”. Segundo a legislação brasileira, os produtos “light” devem apresentar uma redução mínima de 25% dos níveis de açúcar e ou de gordura em sua composição/ formulação em relação aos seus convencionais. Portanto, a categoria de ovos denominados light não pode ser comparada à categoria de ovos tipo PUFA, cuja característica diferencial é o seu enriquecimento com PUFA, que é um tipo de gordura poliinsaturada benéfica ao organismo.

Estes tipos de ovos são obtidos através de uma tecnologia de ponta do Japão e que já vem sendo implementada no Brasil pela Uniquímica, empresa produtora de rações animais. Através de um avançado processo natural, o PUFA (substância natural presente em algas marinhas, alguns vegetais e
peixes de água fria, como o salmão) é transferido para a ração das galinhas, que passam a botar ovos enriquecidos com este ácido graxo poliinsaturado. Atualmente, países como Estados Unidos e Canadá já estão implementando esta tecnologia para enriquecimento nutricional de ovos de galinha.

Por equilibrar o metabolismo, o PUFA pode ter efeitos cardioprotetores, isto é, que ajudam a prevenir o desenvolvimento do colesterol ruim do sangue (LDL) e melhorar o funcionamento do sistema circulatório. Os benefícios do PUFA para a saúde humana foram constatados através de estudos científicos. Pesquisadores japoneses e norte-americanos observaram que as pessoas que adotam dietas ricas em peixes, como os povos orientais e os esquimós, apresentam baixa incidência de doenças cardiovasculares.

Com base nestes resultados, os pesquisadores decidiram incorporar o PUFA aos ovos e a eficácia foi comprovada em pessoas que consumiam, em média, quatro ovos enriquecidos por dia. Além de reduzir os níveis de triglicérides no sangue, o PUFA também inibiu o aumento do nível do colesterol ruim (LDL), ao mesmo tempo de reduziu o nível de pressão sangüínea.

Outra vantagem dos ovos enriquecidos é o elevado nível de vitamina E presente (sete vezes maior do que num ovo convencional). Também conhecido como Tocoferol, este poderoso antioxidante retarda os efeitos do envelhecimento precoce, provocado por radicais livres, como poluição, fumo e raios ultravioleta, entre outros.

Os consumidores precisam ficar atentos aos produtos disponíveis nos pontos-de-venda e prestar atenção aos rótulos diferenciados.