Criação e consumo de marrecos cresce no Brasil
Cresce o consumo de marrecos no território brasileiro
Marrecos de Pequim
Na Europa os primeiros exemplares chegaram ha alguns séculos. Sendo apreciadas logo, pelos europeus. No continente americano, data de 1873 a chegada deles. Aqui, no Brasil é bem mais recente e a sua propagação tem sido rápida. Há estudos sobre o seu consumo, só perde para o frango em todo mundo. Sua carne têm se tornado uma fina iguaria para os gourmerts.
São muito precoces e pesam bem mais do que os frangos da mesma idade. Além disso, ficam prontos para o mercado com mais rapidez. Com 60 dias, um marreco já está pronto para o corte.
Os marrecos comem mais do que os frangos mas, a rapidez com que já estão prontos e a diferença de produção superam e muito este fato. Os da raça Pekin, por exemplo, têm um desenvolvimento extraordinário pois, pesando na primeira semana, 86gr, na segunda já dobraram de peso, na quarta, já têm mais de 500gr, na sexta, 1,700gr, na sétima, 2kg, podendo, na oitava semana, atingir a 3kg, o que é realmente notável.
As raças de marrecos podem ser divididas em três grupos:
- para carne, entre as quais temos as de Pekin, a Aylesbury e a Rouen;- para ovos existem a Campbell, a Orpington, e o corredor indiano. Originário da Índia Oriental. Especializada na produção de ovos. Há 3 variedades: amarelo-avermelhada e branca, a pintada e a branca. Têm o corpo comprido estreito e muito inclinado para trás, peito cheio e tarsos e dedos laranja.
- ornamentais, a raça anã (com ou sem topete), a pingüim, o marreco chato, canadense, marreco-da-carolina e mandarim.
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