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MT - Soja deverá ter alta de 15% e agricultura atingir 16 mi de toneladas

É esperado aumento de 8,3% na safra de cereais, leguminosas e oleaginosas em Mato Grosso do Sul, neste ano. Conforme estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), calculada em julho, a produção deve alcançar 16,1 milhões de toneladas. Em 2014, o volume foi de 14,8 milhões de toneladas.

O Estado é responsável por 7,7% do total produzido no país e fica em quinto lugar na lista dos que mais produzem, perdendo para Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás. Conforme o levantamento, a área plantada deve crescer 5,9%, alcançando os 4 milhões de hectares, contra 3,8 milhões de hectares, cultivados em 2014.
produção de soja deve aumentar mais de 15%

Apresentam expectativa de maior crescimento, a cana-de-açúcar, soja e milho. Com aumento de área de 8,2%, espera-se que a produção de cana tenha crescimento de 16,3%. Em 2014, foram produzidas 44 milhões de toneladas de cana e para este ano estão previstas 51,2 milhões de toneladas.
A produção de soja em grão deve ter crescimento de 15,2%, passando de 6,3 milhões de toneladas para 7,3 milhões de toneladas. A alta esperada é de 8,8% na área plantada, que passa de 2,1 milhões de toneladas para 2,3 milhões de toneladas, neste ano. Para a produção de milho, estima-se aumento de 3,4%. O grão deve render 8,5 milhões de toneladas, com o aumento de área de 2,8%, que totaliza 1,6 milhões de hectares em MS.
Segundo o IBGE, o Estado apresenta crescimento na estimativa da produção de mandioca de 10,9% em relação a 2014, com destaque para a área plantada, que cresceu 10,7%. Para o trigo, espera-se aumento de 30% na produção e a laranja deve ter acréscimo de 1,3%.
Segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), o excesso de chuvas em julho trouxe prejuízos no desenvolvimento do trigo, mas não impacta nos números levantados. Além disso, houve aumento da área plantada, que se dá, principalmente, por conta da ampliação no município de Ponta Porã, que dobrou em relação ao levantamento anterior. Na pesquisa da Conab, a estimativa é de alta de 25% na produção de trigo.
Queda - Menos expressivas, as plantações de algodão e feijão devem ter retração este ano. A produção de algodão deve cair 21%, ficando em 129 mil toneladas e o a de feijão, terá queda de 7%, ficando em apenas 1 mil toneladas.
Já na estimativa da Conab, a produção de algodão deve ter queda de 17,1%. O controle do bicudo do algodoeiro é a principal ação nas propriedades. Foram feitas em média 15 aplicações para controle da praga, segundo a companhia. Mesmo com o inseto nos algodoais, os produtores têm alcançado bons resultados no controle, na avaliação da Conab, e não se fala em áreas onde os danos tenham prejudicado os ganhos dos produtores.
Fonte:campograndenews


A Mulher na Agricultura Orgânica e em Novas Ruralidades

Conhecer e reconhecer o papel da mulher agricultora nos novos processos produtivos em curso, voltados a atualizar o lugar do rural nas sociedades contemporâneas, a partir do sistema de produção da agricultura orgânica, foi a pretensão maior deste trabalho.

A autora identifica as estratégias adotadas pela agricultura familiar para a dinamização e manutenção de modos de viver o meio rural, ao mesmo tempo em que identifica as possibilidades de dar visibilidade ao espaço rural nas sociedades modernas. 

O estudo foi realizado entre agricultores orgânicos da Região Metropolitana de Curitiba, com o objetivo de apontar o papel que a mulher agricultora desempenha, desde o processo produtivo até a sociabilidade necessária à manutenção de um “meio rural vivo”, onde a agricultura orgânica aparece como uma estratégia. Paula Guatimosin.



Autora: Karen Follador Karam
Fonte: CI Orgânicos
Site: http://www.ciorganico.agr.br

Mulheres na atividade de agricultura ecologica e familiar

Ministério da Agricultura apoia a agricultura familiar e produtos orgânicos

Cada dia mais as mulheres estão presentes nas atividades agrícolas. O que tem se notado é que a atividade agrícola familiar em pequenas propriedades, muitas vezes são encabeçadas por mulheres  desde os mais simples negócios até as mais complexas tomadas de decisões.

O governo têm amparado as mulheres na agricultura familiar através de programas do Ministério da Agricultura que visam beneficiar as famílias para que permaneçam no campo.

O agronegócio têm se constituído uma atividade de renda considerável para  estas famílias que até então não tinha como se manter nas pequenas propriedades rurais.  O Ministério da Agricultura está disponibilizando eventos, feiras, cursos, palestras, financiando os negócios destas famílias e fazendo novos investimentos para melhorar a produção de produtos orgânicos

ONU informa que produção global de trigo será recorde em 2011

A produção global de trigo deve aumentar 6,5% neste ano e atingir um recorde de 694,8 milhões de toneladas em 2011, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Amplas safras na Rússia e na Ásia motivaram a elevação na estimativa de produção da FAO em relação ao mês passado.

Apesar a perspectiva de que o início da temporada não indicará um crescimento forte, a FAO declarou que a produção global será cerca de 10 milhões de toneladas maior do que no pico anterior, observado em 2009. Reduções expressivas na oferta da América serão compensadas por uma forte recuperação nos países da antiga União Soviética, depois da seca do ano passado.

A FAO afirmou que o cultivo de trigo deve continuar sendo uma opção atrativa para os produtores, já que os preços do grão estão semelhantes aos do ano passado e consumo deve superar a oferta em 2011/2012. Isso deve levar os agricultores a manter ou até ampliar a área plantada com o cereal.

A Organização reduziu marginalmente sua previsão para a safra global de cereais em 2011, mas disse que ainda espera produção recorde de 2,323 milhões de toneladas, um aumento de 3,5% na comparação com o ano passado. As previsões para cereais secundários e arroz foram levemente reduzidas. No caso dos cereais secundários, reflete em grande parte ajustes para o milho nos Estados Unidos. Já para o arroz a mudança se deve a perspectivas menores na Indonésia.

Sergipe tem curso internacional sobre produção sustentável de coco

Esta acontecendo de 21 a 25 de novembro, Aracaju (SE)  o curso Produção Sustentável de Coco e Classificação de Frutas e Hortaliças. Estão presentes  técnicos agrícolas de 18 países como Paraguai, Angola, Honduras, Colômbia, Indonésia, Cuba, México e Venezuela.

O curso tem o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores.

O  curso aborda questões importantes como: produção integrada, variedades e híbridos, preparo de mudas e plantio, manejo e tratos culturais, nutrição e adubação, coleta de solo e folhas, morfologia e ecofisiologia, controle de pragas e doenças e aproveitamento dos co-produtos.

Na oportunidade os participantes poderão ainda visitar laboratórios da Embrapa Tabuleiros Costeiros que desenvolvem experimentos e análises que dão suporte às pesquisas brasileiras com a fruta.

A base da agricultura familiar concentra-se na pecuária leiteira

A base da Agricultura Familiar de Mato Grosso do Sul está concentrada na criação de bovinos, especialmente na pecuária leiteira. A atividade é a principal renda da agricultura familiar.

A produção leiteira no Estado se apresenta como a terceira atividade econômica com maior valor bruto de produção, gerando cerca de R$ 130 milhões anuais e uma média de 6.600 empregos. Esses dados garantem a Mato Grosso do Sul a 9ª posição no ranking da produção nacional de leite.

Agricultores dessa e das demais atividades produtivas participam de 4 a 6 de novembro, em Itaquiraí, da 7ª Feira Estadual de Sementes Crioulas e de Alimentos da Agricultura Familiar, realizada pela Federação da Agricultura Familiar (FAF/MS), em parceria com o governo do Estado, Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), Prefeitura Municipal e Embrapa.

A feira é realizada desde 2005, com objetivo de contribuir para a elaboração de novas diretrizes para a agricultura familiar do Estado.

Além disso, os produtos apresentados na Feira, como artesanatos, alimentos e outros objetos de consumo trazem as peculiaridades de Mato Grosso do Sul, preservando a cultura local. 

Este ano, a Feira será realizada no kartódromo Ayrton Senna, no município de Itaquiraí.

Mercado gaúcho de arroz mantém a tendência de alta

O mercado brasileiro de arroz manteve a tendência altista nos últimos dias. No Rio Grande do Sul, o maior produtor e o principal referencial do país, a saca de 50 quilos é cotada, em média, a R$ 24,17, aumento de 4,5% em relação ao mês setembro, quando valia R$ 23,12. Levando em consideração o valor pago em igual momento em 2010, que era de R$ 25,80 por saca, a variação é de 6,3% para baixo.

Em Porto Nacional, no Tocantins, a saca de 60 quilos do arroz Longo Fino é cotada atualmente na média de R$ 28,50, ficando 14% acima do valor pago em setembro, que era de R$ 25,00. Se comparado com igual momento em outubro de 2010, quando a saca estava a R$ 33,00, há retração de 13,6%. 

Conforme o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Brasil exportou, aproximadamente, 235,4 mil toneladas de arroz (base casca) no mês de setembro. Com isso, o volume acumulado nos sete primeiros meses do ano comercial 2011/12 (que vai de março de 2011 a fevereiro de 2012) atingiu 1,1 milhão de toneladas, recorde histórico para as exportações do grão.

O resultado positivo pode ser imputado, em parte, ao bom andamento dos leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) realizados pelo Governo Federal. Desde março, já ocorreram 16 leilões de PEP, com oferta de 2,1 milhões de toneladas e negociação de 1,4 milhão. Já as importações de arroz (base casca) atingiram a marca de 103,1 mil toneladas em setembro. De março a setembro importou-se 492,9 mil toneladas, montante 17% menor do que no mesmo período do ano anterior, quando o Brasil importou 591,6 mil toneladas de
arroz.

O relatório de outubro de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado nesta quarta-feira, estimou a produção mundial de arroz beneficiado em 461,39 milhões de toneladas para 2011/12, ante os 458,38 milhões de toneladas apontadas no mês anterior. As exportações mundiais de arroz beneficiado foram estimadas em 32,96 milhões de toneladas para 2011/12, ante 31,86 milhões indicadas no mês passado. A estimativa para o consumo é de 457,78 milhões de toneladas de beneficiado para 2011/12, ante 456,02 milhões de toneladas indicadas no mês passado. Baseado nas estimativas de produção, exportação e consumo, os estoques finais mundiais de arroz beneficiado na temporada 2011/12 foram previstos em 101,41 milhões de toneladas, ante 98,65 milhões de toneladas no relatório anterior.

A India deverá produzir 100 milhões de toneladas beneficiadas em 2011/12, a Tailândia 21,25 milhões e o Vietnã 25,43 milhões. A safra brasileira está estimada em 8,84 milhões de toneladas de beneficiado. A safra da Indonésia está projetada em 37,3 milhões de toneladas. A produção chinesa está estimada em 139,00 milhões de toneladas.
Planeta Arroz

Cooperativismo é tema da Semana do Pimentão no DF

Há dez anos, Taquara e Pipiripau, comunidades na área rural de Planaltina (DF), tinham apenas oito pequenos comércios. Hoje já passam de 30. O aumento representa o desenvolvimento que chegou ao local desde que os produtores rurais fundaram, em 2001, a Cootaquara. Essa forma de organização, que permitiu aos núcleos rurais prosperarem, é o tema da principal festa da região, a 13ª Semana do Pimentão, que vai até sábado (13) em Planaltina.
Taquara e Pipiripau têm, juntos, cerca de 6 mil moradores e são considerados o maior polo de produção de pimentão de alta tecnologia do país. Mais de 7 mil toneladas do produto por ano são comercializadas pela cooperativa, que abastece supermercados do Centro-Oeste e até exporta o excedente.

Para o superintendente da Cootaquara, Maurício Severo de Rezende, o cooperativismo é responsável pelo desenvolvimento da região. “Só a Agrovila gera 50 empregos diretos, o que provoca circulação de dinheiro aqui. Nesses anos, aumentou também o número de pequenos comércios. Até as terras foram valorizadas”, conta.

Sorvete de pimentão

Na programação da Semana do Pimentão, estão cursos e atrações musicais. O objetivo do evento, organizado pela Cootaquara, Secretaria de Agricultura do DF, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/DF) e Sebrae no Distrito Federal, entre outros parceiros, é divulgar a região e proporcionar capacitação aos agricultores.

“Queremos mostrar novas tecnologias aos produtores da região e de outros núcleos rurais. Além disso, a festa é uma forma de confraternização entre as famílias da comunidade”, ressalta o presidente da Cootaquara, Maurílio Cezar Silveira Cardoso. Hoje, a entidade reúne 159 produtores.

O evento oferece ainda aos participantes uma feira de comidas que levam na receita o pimentão. Entre as opções mais curiosas estão estrogonofe no pimentão, tapioca, croquete e até sorvete de pimentão. “Fui convidada a participar da feira e resolvi criar dois sabores de sorvete que levam o produto: o de pimentão com passas ao rum e o de nata com pimentão cristalizado. É bem diferente, mas, até agora, quem provou, gostou”, garante a idealizadora do alimento, Bernadete Ghisolfi, 48 anos.
Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Fazendeiro colhe pepino gigante na China



A Revista Globo Rural publicou um matéria interessante e que muito chamou a atenção. 

Akele Hi, um fazendeiro de Hefei, na China, alcançou um recorde ao ter colhido o está sendo considerado o maior pepino do mundo

De acordo com o diário britânico The Sun, o vegetal tem cerca de 1,5 metro de comprimento e pesa quase 70 quilos.

Segundo Hi, não houve nenhuma receita especial para conseguir o feito. “Usei apenas água e adubo orgânico”, relata.
“Todos os outros pepinos da horta atingiram um tamanho normal. Mas bem no meio da plantação eu encontrei esse ‘monstro’, que não parava de crescer”, conta.
 globo rural 

Suinocultura: Criadores de MG otimistas com alta dos preços

Os criadores de suínos em Minas Gerais estão otimistas com a alta do preço no mercado. O valor pago atualmente pelo quilo do animal vivo está 25% maior do que no mesmo período do ano passado.

Da granja do criador Paulo Veloso, em Carmo do Paranaíba, saem para o abate três mil porcos por mês. O seu Paulo contou que nos últimos três meses o custo de produção subiu. Como o preço do suíno também reagiu, ele está satisfeito.

Embora o custo de produção tenha aumentado nos últimos meses, o que está agradando aos suinocultores é o valor que recebem pelo quilo do suíno vivo, que atualmente é cerca de 25% a mais do recebiam no mesmo período do ano passado.

“O preço está bem melhor. No ano passado, nós trabalhamos com uma média de R$ 2,90 o preço de venda. Agora, já chegamos a R$ 3,40 o quilo”, disse Veloso.

De acordo com o presidente da Cooperativa dos Suinocultores de Patos de Minas, o setor vive um bom momento, principalmente, por causa da maior presença da carne de porco na mesa dos brasileiros. “A população está consumindo mais, a economia está pujante e isso está fazendo com que o preço se mantenha em patamares mais elevados”, explicou Cláudio Nasser.

Para o suinocultor Ricardo Bartolo, de Patrocínio, o atual momento da atividade é motivo de comemoração. “É um momento especial. O mercado reagiu. O mercado interno está muito fortalecido. Está muito bom. Isso tem dado para nós um fôlego que não esperávamos. O mercado realmente está muito bom”, avaliou.
No Sul do Brasil, a maior parte dos criadores trabalha no sistema de integração com os grandes frigoríficos.
Fonte: Globo Rural

Produtores de São Paulo estão colhendo Uvas

Agricultores do noroeste de São Paulo colhem a safra da uva. O preço está agradando.

As parreiras ocupam quatro hectares no sítio de Ângelo Tondato, em Jales. De todas as quatro variedades plantadas, a Niágara Rosada foi a mais que produziu nesta safra. “A gente tá  investindo mais nela porque menos mão-de-obra, menos insumo e tem boa aceitação no comércio”, afirma o agricultor.

A região de Jales representa 30% de toda a produção de uva fina no Estado de São Paulo. Aqui, os produtores têm investido na Niágara. E tem dado certo. É que a fruta é mais resistente às mudanças do clima. “O uso de fungicida é um terço do que se usa para as uvas finas e ela é uma uva que não tem problema de podridão de cacho em época de chuva. É bastante resistente”, diz João Garcia Maia, técnico da Embrapa.

A região é a única do Estado de São Paulo a produzir a fruta nesta época do ano. Adeildo Barbosa França cultiva a variedade em seis hectares. O quilo é vendido por R$ 3,80. “A Niágara hoje, tá excelente o preço”, diz.
A colheita vai até novembro.

Estudo indica que o suco da laranja traz benefícios as artérias do coração


Mais uma boa notícia para quem aprecia o suco da laranja. Para quem não possui o hábito e tomar resta uma boa opção para ter uma melhor qualidade de vida.

Recentemente cientistas e pesquisadores evidenciaram que o antioxidante que se encontra no suco da laranja que se chama hesperidina, melhora consideravelmente a função dos vasos sanguíneos, diminuindo sensivelmente o risco de doenças cardiovasculares. Este estudo sendo apresentado na conferência anual “American Heart Associations Basic Cardiovascular Sciences”, em Las Vegas (EUA).

A hesperidina é um flavonóide que também pode ser encontrado nas uvas, no vinho, no chá verde e no chocolate amargo. A tempos estudos vem destacando a importância e os benefícios desses alimentos na proteção do coração das pessoas.

O estudo analisou 24 homens com propensão para desenvolver doenças cardiovasculares, sendo que cada um teve que consumir 500 mililitros de suco de laranja por dia; uma solução que continha 292 miligramas de hesperidina (equivalente a 500 ml do suco) e uma solução placebo (sem uma substância ativa, como as outras bebidas) com o mesmo valor calórico do suco de laranja.

Durante o estudo, os participantes beberam cada cota que lhe coube, por tipo de bebida, ao longo de um mês. Os pesquisadores descobriram que quando os homens bebiam um copo diário de suco de laranja ou a solução concentrada de hesperidina, eles apresentavam melhor função endotelial (fluxo venoso nos vasos sanguíneos) e menor valor verificado durante a aferição da pressão arterial (pressão arterial diastólica) do que quando consumiram o modelo placebo.


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Grupo deve investir R$ 30 milhões para implantar granja de postura de ovos


Um grupo empresarial com sede em Bastos, São Paulo, com tradição na postura de aves, começa a investir na região Norte. A área para construção dos barracões - 300 hectares - já está definida e fica a 20 Km de Sinop, na MT-140, na divisa com município de Santa Carmem. 

A confirmação foi feita, ao Só Notícias, pelo secretário de Agricultura Clóvis Sanches. A empresa irá investir R$ 30 milhões. “A prefeitura será parceira com isenção de impostos, terraplanagem da área, instalação da rede elétrica, transporte do maquinário de São Paulo até Sinop. É uma conquista de mais 200 empregos diretos gerados aqui”, afirmou Sanches.

A capacidade de postura será de 1 milhão de ovos dia. O projeto é começar a construir a infra-estrutura tão logo o contrato de compra da área seja efetivado. Na primeira etapa, será construída a fase da cadeia produtiva, barracões, fábrica de ração e máquinas para embalagem dos ovos. Não foi confirmado quando a construção deve iniciar, mas a previsão inicial é chegar no final do ano com a estrutura pronta.

A estratégia de comercialização já foi traçada, atendendo o mercado em Mato Grosso, Amazonas e Pará. A indústria em São Paulo é uma das primeiras no Brasil a exportar ovo em pó, uma novidade no mercado.
Autor: Só Notícias/Julio Tabile
www.sonoticias.com.br 

Setor de panificação não deve sofrer aumento de preços por retalição ao trigo americano


Segundo informações da Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip) não há motivo para preocupação em relação ao aumento de preços dos produtos do setor de panificação e confeitaria no Brasil, em decorrência da retaliação ao trigo norte-americano, cuja importação ficará 30% mais cara.

O Brasil não é dependente do trigo norte-americano. No ano passado foi importado menos de 2% do trigo consumido no Brasil.

A decisão do governo brasileiro de retaliar a importação de alguns produtos dos Estados Unidos tem deixado empresários do setor e consumidores preocupados, porém de maneira equivocada segundo o presidente da (Abip), Alexandre Pereira da Silva.

Em 2009, a produção nacional de trigo foi de 10,5 milhões de toneladas. Para atender a demanda do mercado brasileiro, foram importadas apenas 215 mil toneladas de trigo norte-americano (menos de 2%) e 3,2 milhões de toneladas da Argentina (cerca de 30%).

Se for necessário importar o grão do Hemisfério Norte, o Brasil pode recorrer ao Canadá, país que oferece produto de qualidade e custo de frete semelhante ao norte-americano.


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Preço agrícola teve retração de 3,73% em 2009, informa FGV

De acordo com a fundação, os preços dos produtos agrícolas caíram 3,73% este ano, após avançarem 3,91% em 2008, no âmbito do IGP-M. Já os preços dos produtos industriais registraram queda de 4,74% no atacado em 2009, em comparação com a elevação de 13,52% apurada em 2008.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais subiram 0,93% este ano, após avançarem 4,22% em 2008. Por sua vez, os preços dos bens intermediários tiveram queda de 7,29% este ano, em comparação com o aumento de 15,61% em 2008. Já os preços das matérias-primas brutas acumularam queda de 6,80% em 2009, após subirem 11,85% em 2008.

A FGV esclareceu ainda que, na análise por produtos, as altas de preços mais expressivas no atacado em dezembro, no âmbito do IGP-M, foram registradas em laranja (8,90%); mamão (44,27%); e café em grão (3,69%). Já as mais expressivas quedas de preço, no atacado em dezembro, foram apuradas em batata-inglesa (-24,09%); leite in natura (-5,26%); e tomate (-27,55%).
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Encontro em Ribeirão Preto mostra importância do Brasil no cenário internacional de etanol

A Revolução Verde e Amarela

Representantes de países da África, América do Sul, América Central, Ásia e Oceania defendem a necessidade de expandir o mercado de etanol e deixaram clara essa posição durante a 2ª Semana do etanol: compartilhando a experiência brasileira, que acontece até amanhã (20), em Ribeirão Preto/SP. O encontro reúne delegações estrangeiras de órgãos governamentais e privados, interessados em desenvolver o setor sucroenergético em seus países.

“Queremos aprender com a experiência brasileira e obter transferência de tecnologia”, ressaltou Tran Canh Lac, que atua em empresa privada de produção de açúcar e etanol, no Vietnã. Segundo ele, são essenciais informações sobre treinamento de pessoal envolvido na cadeia produtiva do etanol, funcionamento de usinas e indústrias para desenvolver a mão-de-obra especializada. País do continente asiático, o Vietnã produz etanol apenas para uso local.

Presente no encontro, Mongkol Prongjuntuek, representante do governo tailandês, disse que o país tem cerca de um milhão de hectares de cana-de-açúcar plantada, mas produz apenas 10% de etanol. “Um problema que temos enfrentado é quanto ao rendimento. Uma mesma área rende muito em uma safra, mas rende menos na seguinte e queremos informações para corrigir o que está errado”, informou. A Tailândia é um país asiático, que produz cerca de 10 milhões de litros de etanol por ano e 150 mil toneladas de açúcar.

Localizadas na Oceania, as Ilhas Fiji enviaram o assessor do Ministério da Agricultura, Poasa Nauluvula, que relatou experiências com etanol no seu país. “Há dois anos estamos fortalecendo as políticas públicas para desenvolver o setor, temos expectativas positivas e queremos muito aprender com o Brasil”, afirmou.

Em Botsuana, país da África, não há produção de etanol disse Boiki Mabowe, que veio em nome do governo. “Como a nossa região não produz biocombustível, temos potencial e necessidade de desenvolver o setor, em busca de benefícios econômicos e sociais. Em dois anos queremos produzir cana-de-açúcar, etanol, açúcar e outros biocombustíveis”, assegurou

“Hoje produzimos açúcar e energia para consumo local”, declarou Hugo Patt, do Ministério da Agricultura de Belize, na América Central, que executa projeto, com mais seis países vizinhos, para alavancar a agricultura de subsistência e a produção de combustível, em benefício da própria economia.

Na Guiana, país da América do Sul, não há etanol para comercialização. “Plantamos 150 mil hectares de cana, mas investimos toda a produção em açúcar porque seu preço é bastante competitivo no mercado internacional”, esclareceu o gerente de qualidade de uma empresa privada guianense, Sharma Dwarka. Ele lembrou que seu país utiliza máquinas antigas e o trabalho é feito manualmente. Por isso, conta com a tecnologia brasileira para se aperfeiçoar na área.

Na tarde desta quinta-feira (19) os 60 participantes visitam uma usina em Pradópolis/SP, para conhecer o seu funcionamento, o plantio de cana-de-açúcar e a produção de etanol e açúcar.

www.agricultura.gov.br(Sophia Gebrim)