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Agricultura familiar ganha espaço em feira agrícola e aumenta volume de negócios

Agricultura Familiar aumenta volume de negócios em feira agrícola


O valor recorde de R$ 2,6 bilhões em negociações na 20ª Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação), em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), não teve participação maciça apenas de produtos de luxo --como aviões, helicópteros, lanchas e camionetes-- e de grandes máquinas destinadas ao agronegócio.

A agricultura familiar, segundo a organização do evento, também registrou uma participação importante no volume de negócios gerados, graças, sobretudo, a linhas de financiamento público.
Vice-presidente da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), João Marchesan não informou o total negociado no setor, mas apontou que ele ganha cada vez mais destaque na feira.

"Os fabricantes de máquinas agrícolas estão dando um foco muito importante na agricultura familiar. É um setor que tem andado bem."






Márcia Ribeiro/Folhapress

Máquina exposta na Agrishow, feira agrícola que movimentou R$ 2,6 bilhões em cinco dias em Ribeirão Preto

Empresas com estandes na feira focaram nos peque os e médios produtores, como por exemplo a Yanmar Agritech. Segundo Pedro Cazado Lima Filho, gerente de pós-vendas e marketing, a empresa produz máquinas segundo a necessidade do cliente.

"Adaptamos maquinários para cultivo de uva, café, hortaliça, maçã, cebola. O foco é atuar na mecanização da pequena propriedade e garantir renda aos produtores."

No estande da marca, as concessionárias esperavam vender 300 máquinas.

A Agrale também destina parte de seu portfólio à agricultura familiar. Segundo o gerente de vendas de tratores, Silvio Rigoni, a intenção é fixar o produtor do campo.

"Se o pai fica na fazenda e tem rentabilidade por meio da mecanização, o filho não vai se interessar em sair do campo. O foco é o jovem."

O presidente e proprietário da Budny, fabricante de tratores e implementos de pequeno porte, Carlos Budny, disse que o setor vem registrando bom desempenho. A empresa catarinense produz tratores 100% nacionais.

A marca possui hoje 50 revendedoras --a meta, segundo ele, é dobrar neste ano.

A sueca Husqvarna ofereceu motosserras, roçadeiras, cortadores de gramas e tratores direcionados a pequenos produtores, que arrendam ou atuam em áreas onde há plantação de árvores destinadas a indústrias papeleiras.

FINANCIAMENTOS


Os gerentes, diretores e gestores dessas empresas atribuem ao programa Mais Alimentos, do governo federal, o sucesso das vendas para a agricultura familiar.

A linha de financiamento, liberada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, permite ao agricultor captar até R$ 200 mil para a mecanização de suas propriedades.

Desde 2008, o programa destinou para as fazendas mais de R$ 15 bilhões.
Fonte: Folha.uol

Tratores antigos: um retrato do passado da nossa agricultura

"Os verdadeiros progressistas são os que partem de um profundo respeito ao passado". 


Compare: Agrobusiness



Hoje vamos mostrar algumas fotos de tratores antigos para que possamos matar a saudade e ver como eram as máquinas que nossos antepassados trabalhavam.



Quem é apaixonado pelo campo sabe da importância de guardar certas relíquias que os nossos desbravadores do campo usaram no passado.



É lamentável ver que muitos desses tratores antigos que deveriam estar guardados para conservação de nossa história, estão se deteriorando no tempo nos pátios das propriedades agrícolas.


A maioria destas máquinas são de pequenos agricultores que  não recebem o apoio que deveriam receber para conservá-los.
A memória da nossa agricultura está morrendo e não vejo muita preocupação em preservá-la, salvo alguns poucos casos de pessoas e empresas com maior poder econômico. 

Gostaria de ver órgãos governamentais, bancos e cooperativas que financiam nossa agricultura, engajando-se nesta luta destinando uma pequena verba de seus cofres para preservação de nossa história.

Recuperar máquinas antigas e expor em lugares públicos, exposições, feiras para que o público jovem saibam das dificuldades que o homens do campo passaram para abrir nossas terras férteis de hoje.

A juventude tem que saber que nem sempre tivemos máquinas equipadas e tecnológicas como as que existem hoje. Os agricultores voltavam para casa no final da tarde quando encontravam seus familiares,  trazendo no corpo o cheiro da terra, do óleo combustível e dos insumos usados durante o dia.

Fotos de tratores antigos usados por agricultores desbravadores para abrir as terras férteis do Brasil  


Trator Massey Ferguson 50 X Ano 1972

Trator Antigo Massey Ferguson 50 X Ano 1972


Foto de trator Hanomag modelo R45 ano 1951

Trator Antigo Hanomag modelo R 45 ano 1951 

 www.taer.com.br

Fotos de tratores antigos - Massey Ferguson 1974

Trator Antigo Massey Ferguson 1974


Fotos de trator antigo Zetor 25 ano 1957

Trator Antigo Zetor 25 Ano 1957

  tratoresantigos

Fotos de trator antigo- Valmet 33 D ano 1959 importado da Finlandia

Trator  AntigoValmet 33D Ano 1959, importado da Finlândia

antigobrasil.com.br/valmet-33d-1959

Foto de trator antigo - marca Fendt ano 1962
Trator Fendt 1962
Foto de trator antigo - marca Massey Harris ano 1937

Trator Antigo Massey Harris Ano 1937

  claudio-filgueiras

Fotor de trator antigo - trator Case CC4

Trator  Antigo Case CC4 

 claudio-filgueiras

Fotor de trator antigo - marca Ford 600 ano 1954

Trator Antigo Ford 600 Ano 1954


A base da agricultura familiar concentra-se na pecuária leiteira

A base da Agricultura Familiar de Mato Grosso do Sul está concentrada na criação de bovinos, especialmente na pecuária leiteira. A atividade é a principal renda da agricultura familiar.

A produção leiteira no Estado se apresenta como a terceira atividade econômica com maior valor bruto de produção, gerando cerca de R$ 130 milhões anuais e uma média de 6.600 empregos. Esses dados garantem a Mato Grosso do Sul a 9ª posição no ranking da produção nacional de leite.

Agricultores dessa e das demais atividades produtivas participam de 4 a 6 de novembro, em Itaquiraí, da 7ª Feira Estadual de Sementes Crioulas e de Alimentos da Agricultura Familiar, realizada pela Federação da Agricultura Familiar (FAF/MS), em parceria com o governo do Estado, Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), Prefeitura Municipal e Embrapa.

A feira é realizada desde 2005, com objetivo de contribuir para a elaboração de novas diretrizes para a agricultura familiar do Estado.

Além disso, os produtos apresentados na Feira, como artesanatos, alimentos e outros objetos de consumo trazem as peculiaridades de Mato Grosso do Sul, preservando a cultura local. 

Este ano, a Feira será realizada no kartódromo Ayrton Senna, no município de Itaquiraí.

Expointer: inscrição do Gado Holandês cresce 16 % em relação ao ano passado

As inscrições da raça Holandês para a Expointer deste ano cresceram 16,11% em relação à edição do ano passado. O número de animais participantes saltou de 180 para 209, com 26 expositores oriundos de 22 municípios. O maior volume foi inscrito pela Granja Tang, de Farroupilha, com 25 animais.

A entrada do gado Holandês no parque está prevista para os dias 24 a 26 de agosto. A programação da raça começa na segunda-feira (29), com a primeira ordenha do Concurso Leiteiro. O tradicional Banho de Leite acontece na terça-feira (30), após as cinco ordenhas previstas para o concurso.

O julgamento da raça está agendado para a quarta-feira (31) e quinta (1º). Neste dia, a partir das 14h, no Pavilhão de Gado Leiteiro, acontece o I Leilão Tipo Leite, com oferta de até 40 animais.

A premiação do concurso Exceleite 2011, circuito que premia os melhores animais em três modalidades, está marcada para a sexta-feira (2). O vencedor será premiado com um automóvel.
Assessoria de Comunicação Social
imprensa@agricultura.rs.gov.br
(51) 3288-6210 / (51) 3288-6228

Cooperativismo é tema da Semana do Pimentão no DF

Há dez anos, Taquara e Pipiripau, comunidades na área rural de Planaltina (DF), tinham apenas oito pequenos comércios. Hoje já passam de 30. O aumento representa o desenvolvimento que chegou ao local desde que os produtores rurais fundaram, em 2001, a Cootaquara. Essa forma de organização, que permitiu aos núcleos rurais prosperarem, é o tema da principal festa da região, a 13ª Semana do Pimentão, que vai até sábado (13) em Planaltina.
Taquara e Pipiripau têm, juntos, cerca de 6 mil moradores e são considerados o maior polo de produção de pimentão de alta tecnologia do país. Mais de 7 mil toneladas do produto por ano são comercializadas pela cooperativa, que abastece supermercados do Centro-Oeste e até exporta o excedente.

Para o superintendente da Cootaquara, Maurício Severo de Rezende, o cooperativismo é responsável pelo desenvolvimento da região. “Só a Agrovila gera 50 empregos diretos, o que provoca circulação de dinheiro aqui. Nesses anos, aumentou também o número de pequenos comércios. Até as terras foram valorizadas”, conta.

Sorvete de pimentão

Na programação da Semana do Pimentão, estão cursos e atrações musicais. O objetivo do evento, organizado pela Cootaquara, Secretaria de Agricultura do DF, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/DF) e Sebrae no Distrito Federal, entre outros parceiros, é divulgar a região e proporcionar capacitação aos agricultores.

“Queremos mostrar novas tecnologias aos produtores da região e de outros núcleos rurais. Além disso, a festa é uma forma de confraternização entre as famílias da comunidade”, ressalta o presidente da Cootaquara, Maurílio Cezar Silveira Cardoso. Hoje, a entidade reúne 159 produtores.

O evento oferece ainda aos participantes uma feira de comidas que levam na receita o pimentão. Entre as opções mais curiosas estão estrogonofe no pimentão, tapioca, croquete e até sorvete de pimentão. “Fui convidada a participar da feira e resolvi criar dois sabores de sorvete que levam o produto: o de pimentão com passas ao rum e o de nata com pimentão cristalizado. É bem diferente, mas, até agora, quem provou, gostou”, garante a idealizadora do alimento, Bernadete Ghisolfi, 48 anos.
Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Produção de leite pode diminuir no RS

A produção de leite no Rio Grande do Sul está normalizada na maioria das regiões produtoras do Estado, mas a redução das chuvas pode prejudicar o desenvolvimento da atividade, informou o relatório semanal divulgado pela Emater. As propriedades que possuem boa quantidade de pastagens cultivadas ainda apresentam boa produção. 

Aveia e azevém encontram-se na fase reprodutiva e em final de ciclo, e trevos e cornichão apresentam bom desenvolvimento. Os produtores estão realizando o preparo do solo ou a dessecação das áreas para a implantação da pastagem de verão e dos cultivos de milho ou sorgo para silagem. No entanto, a falta de umidade no solo está dificultando a germinação e a emergência das plântulas, com alguns bovinocultores interrompendo a semeadura ou o plantio.

O preço do leite está com uma leve tendência de queda, atualmente o preço está entre 50 e 70 centavos o litro. Os pequenos produtores que produzem à base de campo nativo começam a apresentar aumento de produção, mas a recuperação é muito lenta.
Fonte: Só Notícias

Walmart oferece rastreamento de cortes de carne pela internet


O Walmart deu início no Rio Grande do Sul a um projeto que em alguns anos deve permitir que os consumidores conheçam a origem de toda carne e hortifrutigranjeiros comprados nos supermercados controlados pela marca no país.

Atualmente, clientes de quatro supermercados da rede Nacional em bairros nobres de Porto Alegre – Auxiliadora, Três Figueiras, Bela Vista e Boa Vista – já podem conferir pela internet, através de um código na embalagem, qual é a fazenda de procedência dos cortes especiais para churrasco vendidos na marca Novilho Campeiro.

Segundo o site Baguete, a novidade é possível graças a tecnologia da CheckPlant, com o apoio do Mafrig, frigorífico que abate o gado oriundo de 70 fazendas gaúchas que supre as gôndolas do Nacional e de quatro produtores de hortifrutis orgânicos.

No site, o consumidor pode conferir fotos e a localização exata da fazenda criadora, indicada no Google Maps, assim como a data de abatimento no Marfrig.

Quem quiser fazer o teste sem sair da frente do computador, deve acessar http://walmart.rastreabilidadeonline.com.br/ e digitar 00334X183F42, a identificação de um corte de picanha mostrada em coletiva de imprensa realizada em Porto Alegre nessa sexta, dia 17.

– Esperamos ter essa novidade disponível em todos os 100 Nacionais que vendem Novilho Campeiro até a meta de 2011 – prevê José Noeli, gerente comercial do Walmart para o Rio Grande do Sul.

É um bocado de carne. A marca Novilho Campeiro responde por 10% das vendas totais de carne bovina do Nacional no estado, algo em torno de seis a sete toneladas de carne mensais.

Noeli destaca que o custo de implementação da novidade – não revelado pelo Walmart – não será transmitido para o consumidor final.

– O custo é dividido entre nós e os produtores e a vantagem é mostrar que oferecemos um produto com origem garantida – comenta o executivo.

A possibilidade do consumidor rastrear a origem da carne é originada em um acordo assinado entre Walmart, Carrefour e Pão de Açúcar com frigoríficos em 2009, pelo qual os fornecedores se comprometiam a não comprar gado oriundo de fazendas que praticassem desmatamento ou trabalho escravo.

– Esse tipo de informação e garantia será cada vez mais exigida pelos consumidores – acredita Noeli.

Experiente no ramo de carnes, onde atua há 15 anos, o profissional estabelece uma comparação com os cortes vendidos a vácuo, cuja oferta e consumo começaram pequenas e hoje representam metade das vendas.

Fundada por dois ex-alunos de 30 anos da Ciência da Computação da UCPel, com mestrados pela UFSC e Ufrgs, a CheckPlant emprega 15 profissionais das áreas de TI e agronomia em Pelotas.
A empresa é especialmente forte na área de frutas para exportação, onde é grande a exigência dos compradores por rastreabilidade: metade das frutas rastreadas vendidas no país usa tecnologia da CheckPlant.


fonte: Canal Rural

João Bosco & Vinícius grava DVD em show no Parque de Exposições em Ribeirão Preto

DVD sucessos

A dupla João Bosco & Vinícius reuniu aproximadamente 24 mil pessoas em show para gravação de um DVD no Parque de Exposições em Ribeirão Preto. A emoção tomou conta do público que cantou e dançou sucessos consagrados como "Chora Me Liga", "Curtição" e "Sufoco".

Duzentas pessoas foram escolhidas para receber uma camiseta vermelha e integrar o grande coração na plateia. O público ainda ganhou a presença de Leonardo, que participou de duas das 17 músicas gravadas na noite.

João Bosco e Vinícius se conheceram em 1991, na cidade de Coxim-MS, onde residiam, e passaram a cantar juntos em 1994, logo após terem terminado empatados em 2º lugar num festival de música. A dupla começou a cantar em bares, e em 1999 rumaram do interior pra capital sul-matogrossense Campo Grande, quando João Bosco começou a cursar Odontologia e Vinícius ingressou na faculdade para fazer Fisioterapia. O público da dupla passou a ser composto basicamente de universitários.

De barzinho em barzinho, em pequenas apresentações de voz e violão, eles foram conquistando o público jovem e universitário, e ganhando fãs por onde passavam. Aos poucos, foram rompendo as fronteiras do Estado e ganhando o sucesso. A pedido do público,gravaram o cd Acústico no bar, gravado ao vivo bem no estilo do começo da carreira: um barzinho, um violão e 14 das melhores músicas sertanejas dos últimos tempos.

Diplomatas conhecem pecuária leiteira e de corte em Uberaba

Há hoje no mundo um grande interesse pelo material genético do Brasil e não apenas na produção de carne e no animal vivo.

Foi o que disse o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Célio Porto, do Ministério da Agricultura,ao iniciar visita de 28 diplomatas estrangeiros à cidade mineira de Uberaba, na última semana.

A expectativa do ministério é que esses representantes estrangeiros conheçam e entendam o potencial da pecuária leiteira e de corte, em função do melhoramento genético da raça zebuína, que contribuiu para a evolução da carne e do leite produzidos hoje no país. Participaram da visita diplomatas de países como a Arábia Saudita, Egito, Filipinas, Nova Zelândia, Vietnã e Coreia do Sul.

O grupo conheceu dados sobre a produção e a comercialização de sêmen e embriões das várias espécies de zebu, como guzerá, gir, nelore e tabapuã. Os diplomatas também visitaram uma central de inseminação artificial e uma fazenda, considerada referência na criação de gir.

– Desejamos que esses representantes de potenciais países importadores tenham contato direto com a produção da raça zebu no Brasil e o com o trabalho genético que é realizado há 70 anos – afirmou o assessor especial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Newton Ribas.
Fonte:clicrbs.com.br


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Governador de Alagoas participa de leilão de gado no Parque da Pecuária

O governador Teotonio Vilela participou, neste sábado, do leilão de gado dos Irmãos Barros Correia, no Parque da Pecuária, o primeiro no Estado depois que Alagoas saiu da zona de risco desconhecido da aftosa. “É uma felicidade estarmos aqui vendo criadores de todo o Nordeste, de todo o Brasil, podendo comprar o nosso gado, que sempre teve uma genética de qualidade”, afirmou Teotonio, ao lado dos secretários de Estado Jorge Dantas, da Agricultura, Nelson Ferreira, da Comunicação, e do presidente da Adeal, Hibernon Cavalcante.

Teotonio elogiou o leilão, que acontece há vários anos, e destacou o empenho dos irmãos Celso, Ricardo e Aluízio Barros Correia. “Esse é um evento que dinamiza a economia alagoana; fortalece o agronegócio; mostra ao Brasil todo que aqui nós temos condições de competir em igualdade com qualquer Estado do Nordeste nesta área”, disse o governador. No local, ele conversou com produtores locais e de fora e deu entrevista à TV Rural e emissoras de televisão de Alagoas, falando sobre a importância de tirar o Estado da zona de risco da aftosa.

Meta — Segundo o governador, a sua meta é a de que até o final de seu governo Alagoas possa comemorar estar totalmente livre da aftosa. “Estamos trabalhando nesse sentido”, avisou. Ele também visitou a exposição de animais e assegurou que este é um dos maiores leilões já realizado em Alagoas. “Sinto-me feliz que este leilão, com esse porte, aconteça exatamente quando estamos vivendo um novo momento em nosso Estado; um momento de crescimento econômico, de avanço em todas as áreas”, comemorou.

Fonte:Alagoas em Tempo Real

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Técnico da Seleção Brasileira de Vôlei Feminino visita a fábrica de tratores da Massey Ferguson

Gestão Agrobusiness

No início deste mês a fábrica da Massey Ferguson teve o privilégio de receber a visita do famoso técnico da Seleção Brasileira de Vôlei Feminino, José Roberto Guimarães.

O técnico Zé Roberto visitou a fábrica da Massey Ferguson em Canoas (RS) e conheceu todo o processo de fabricação dos tratores Massey Ferguson e teve a oportunidade de experimentar um MF 275, o trator mais vendido da história da mecanização brasileira.

Zé Roberto, como é conhecido, e as meninas da Seleção Brasileira de Vôlei estiveram no Rio Grande do Sul para disputar o Campeonato Sul-americano de Voleibol Feminino, de onde saíram vencedores. A final, em Porto Alegre, teve placar de 3 a 0 contra a seleção da Argentina.

As principais raças e a origem do equino Pônei

Tudo sobre cavalos-Um guia 200 raças

Os pôneis são uma família de eqüinos de pequeno porte e ao contrário do que muitos criadores pensam, são animais primitivos, ligados e identificados com a própria origem dos eqüinos. A definição das diversas raças de pôneis ocorreu mais recentemente e expressa a ação selecionadora do homem e os novos ambientes de criação disponíveis desde os primórdios da domesticação dos cavalos.

Existem muitas raças de pôneis espalhadas por vários continentes, sendo que as mais tradicionais se encontram na Europa. Na América do Sul além dos pôneis argentinos, uruguaios e paraguaios destacam-se os pôneis brasileiros que são as raças Piquira e Brasileira. A Associação Brasileira dos Criados do Cavalo Pônei (ABCCP), procura, através do Padrão Racial, padronizar os animais das raças Brasileira e Piquira, controlando também as raças exóticas como Shetland inglesa e americana, Welsh Moutain Pony também inglesa e, a austríaca, Haflinger. Cada raça controlada pela ABCCP seguem seu Padrão Racial apresentando desclassificações comuns.

A raça Brasileira é a mais popular raça pônei de origem nacional, sendo simplesmente conhecida como Pônei. Ainda está em formação e caracteriza-se por animais de pequeno porte cujo objetivo é estimular o interesse, na criança, pelas atividades eqüestres, além de serem utilizados na tração de pequenas viaturas e em diversas atividades esportivas.

Esta raça originou-se do cavalo pônei da raça Shetland, da Escócia, e dos animais Falabella, da Argentina, além da influência de animais oriundos do Uruguai e Paraguai. Nos últimos cinco anos, o criatório nacional começou a ter infusão de animais provenientes dos Estados Unidos da América, os minicavalos americanos. É criada em todo território Nacional, snedo os Estados de maior expressão o Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, este último considerado o Estado berço da raça.

A raça Piquira é caracterizada por animais de pequeno porte pertencendo, portanto, à família pônei, é de origem nacional e bastante rústico. É conhecido popularmente como "mangalarga em miniatura".
O que destaca o Piquira das outras raças de pôneis é a qualidade do seu andamento e a sua docilidade. A marcha é o objetivo primário dos criadores não importando se batida ou picada sendo que o trote e andadura são desclassificantes para registro definitivo. Quanto ao temperamento é um animal bastante dócil e resistente. É usado na lida com o gado, para esporte e lazer. É pouco difundida no Sul do país mas bem apreciada em Minas Gerais e Nordeste.

Os animais são registrados com 36 meses de idade e a altura máxima hoje, é 1,30 para machos e 1,28 para fêmeas com altura ideal de 1,22 m para machos e 1,20 m para as fêmeas, sendo que a altura da garupa não deve exceder mais de 0,02 m da altura na cernelha. Todas as pelagens são permitidas exceto pseudo-algina (gázeo ou pombo).

As raças que contribuíram para a formação do Piquira foram a Mangalarga Marchador, Brasileira e os animais nordestinos cruzados com éguas comuns de menor porte, sendo que hoje já está bastante padronizada e a infusão destas raças ocorre em pequena escala. Apenas o "Catingueiro" ainda é aceito pelos criadores do Nordeste e como o livro do Registro Genealógico continua aberto, estes animais são registrados por se enquadrarem bem no Padrão Racial em vigor. Os criadores hoje buscam um animal harmonioso mas rústico, com aptidão para sela, de andamento marchado e muito cômodo.

CNA vai sugerir ao Ministério preço mínimo por cabeça de bovinos

A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) vai sugerir ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que o preço mínimo para a cabeça de gado seja de R$ 1,3 mil, independente da idade, raça ou tamanho do boi. A informação foi dada hoje a jornalistas pelo presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antenor Nogueira, após a participação de audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara.

Durante a audiência, Nogueira enfatizou por duas vezes que o setor de carne bovina está excluído da Política de Garantia do Preço Mínimo (PGPM) e que já solicitou encontro com o ministro para incluir a solicitação do setor antes do lançamento do Plano Agrícola e Pecuário, previsto para ser divulgado no dia 22 deste mês. "Peço aos senhores deputados que nos ajudem a incluir a carne no PGPM porque ficamos alheios", defendeu.

"A ave pode, o suíno pode e ninguém nos dá uma explicação técnica e plausível para o motivo de a carne bovina não poder (fazer parte do programa). O presidente do Fórum disse ainda estar confiante em ser recebido pelo ministro Stephanes nos próximos dias para discutir o tema.

Associação defende liberação de registro para clonagem de gado zebu

O superintendente técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, Luiz Antônio Josahkian, destacou a importância para a pecuária brasileira da liberação de registro no país dos bovinos clonados, que antes era proibido. Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, ele justificou que, de um universo estimado em 200 milhões de cabeças de gado, o Brasil conta com cerca de 160 milhões de genes zebuínos.

O país desde 2003 vem liderando o mercado internacional de carnes e, segundo ele, não poderia ficar em situação de desigualdade em relação a outros países criadores, onde o registro é permitido. Isto porque o desenvolvimento da raça é um fator econômico importante, levando em conta que a clonagem envolve a valorização genética dos modelos obtidos.

Com o registro de clonagem do zebu liberado, a quantidade da linhagem fica assegurada. Mas, Josahkian lembra que a medida tomada pelo Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, não reflete no consumo da carne, mas apenas no desenvolvimento da raça, e destaca que "tudo pode ser feito com transparência e sob o acompanhamento da sociedade".
Fonte:Globo Rural


MULHERES SENSUAIS

Expo Londrina mostra que setor produtivo tem espaço para crescer

Em visita à 49ª Expo Londrina 2009, nesta terça-feira (7), o governador em exercício, Orlando Pessuti, disse que a movimentação financeira de 23,6% contabilizada nos cinco primeiros dias, em 18 leilões realizados (em relação ao ano passaado), demonstra que o setor produtivo ainda tem espaço para crescer. Pessuti percorreu a Expolondrina acompanhado do presidente da Sociedade Rural do Paraná, Alexandre Kuref.

“O presidente da Sociedade Rural informou que nestes cinco dias de leilões a Exposição movimentou R$12,5 milhões. Em 2008 foram R$21 milhões em 11 dias. Mesmo com a crise mundial vamos superar as expectativas, tanto em valores arrecadados como em volume de visitantes”, disse Pessuti. Segundo ele, a diversificação da Expo Londrina torna o evento uma das maiores feiras agroindustriais do país.

Na feira se encontra gado europeu e indiano, cavalos, ovinos, caprinos, suínos, demonstrações de cães de raça para o pastoreio e exposição de máquinas e veículos agrícolas, comércios e gastronomia. “Também participam empresas privadas e públicas que, assim como o governo do estado, apresentam pesquisas já feitas pelo Iapar, tecnologias e informações para que os produtores tenham renda maior”, afirmou o governador em exercício.

Previsões feitas pela FAO (órgão das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) indicam que nos próximos 20 anos a produção de alimentos deve crescer 50% para atender a demanda. E que muitos países com populações mais pobres estão melhorando o nível de consumo alimentar, migrando para proteínas mais nobres.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), informa que em nove anos o Brasil aumentou 10 vezes a produção de carne para exportação. Em 2008 foram exportados para União Européia 270.579 toneladas.

“O nosso balanço dá uma expectativa maior a cada evento. Neste ano, mesmo com um cenário mundial diferente do ano passado, contabilizamos um público maior nos shows e recorde nas vendas em leilões”, afirmou o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Alexandre Lopes Kureeff. Outra contribuição importante da Feira para a economia local é a geração de empregos. Segundo o presidente da Rural, a Feira gera cerca de 5mil empregos diretos todos os anos.

A Emater está promovendo 11 eventos e mantém expositores nas 32 unidades didáticas da Via Rural. O trabalho da Emater é baseado na inclusão social e melhoria da qualidade de vida rural pelo fortalecimento das economias locais e regionais e a preservação ambiental. A Via Rural Fazendinha e a Via Rural Eventos, além da Feira Sabores do Paraná, mostram aos visitantes programas e projetos voltados ao desenvolvimento econômico aliados à preservação ambiental.

A Expo Londrina apresenta ainda programas que atendem mais especificamente o produtor como plantio de manejo do café, irrigação noturna, trator solidário, bicho da seda, fruticultura, turismo rural, peixe, biodiesel, plantas medicinais, leite, pastagem, ovinos e caprinos, agroecologia, apicultura, tanque rede, mata ciliar, olericultura, cultivo florestal, palmito, agroindústria e bosque do meio ambiente rural.

No final da tarde desta quarta-feira (8), o governador em exercício, Orlando Pessuti, participa do 17º Encontro Estadual de Café e do lançamento da 7ª edição do “Café Qualidade Paraná”, prêmio que classifica o melhor café produzido no estado. Na seqüência da programação, os produtores debaterão técnicas de colheita do grão, coordenados por Otávio de Oliveira da Luz, da Emater Carlópolis.
http://www.paranashop.com.br


Reprodutor Touros





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Plantadeira Agrícola John Deere Série 1100

Esta é a plantadeira John Deere série 1100. Possui chassi em aço modular reforçado de elevada resistência e durabilidade. Seu chassi é projetado para possibilitar a montagem de vários espaçamentos entre linhas, garantindo total adequação as suas necessidades de plantio. Grande facilidade de remoção das linhas de plantio, sem interrupções por longarinas soldadas.

Possui cabeçalho escamoteável reforçado de alta resistência e durabilidade, grande facilidade de transporte. Seu engate com diversas regulagens de altura e grande mobilidade horizontal e vertical, garante facilidade e rapidez de engate da plantadeira ao trator e permite que o conjunto ultrapasse obstáculos sem danificar o cabeçalho e a barra de tração do trator.

A nova plantadeira 1100 John Deere conta também com extensor da plataforma, que permite abastecer a plantadeira diretamente de uma carreta, permitindo a aproximação da carreta sem riscos com manobras.

Vão livre do disco de corte ao solo permite grande capacidade de sobrepor obstáculos em transporte sem danificar os discos.

Rodado com suporte reforçado de alta durabilidade posicionado bem ao centro da plantadeira permite que ela copie o terreno com maior desempenho.


Possui marcador de linha com acionamento hidráulico (opcional) de fácil regulagens que facilita o plantio evitando sobreposição ou falhas.



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Stefhanes diz que agronegôcio está dentro da normalidade

Apesar da agropecuária brasileira estar abalada com a atual conjuntura econômica, no qual segmentos como o da pecuária de corte, vem enfrentando graves abalos, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Reinhold Stephanes, afirmou que o setor do agronegócio ainda mantém-se em certa normalidade. Segundo ele, o segmento de bovinos é o que está enfrentando a maior dificuldade nos últimos tempos, porém, com apenas três Estados afetados: Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

"Nos outros Estados, o problema foi contornado com a abertura de novas empresas, que substituíram as que fecharam", explicou. Ele acrescenta que, enquanto a pecuária de corte enfrenta os obstáculos, a exportação de suínos registrou alta no primeiro trimestre de 2009, se comparado ao mesmo período de 2008, e o frango teve redução de 5% nas vendas para o mercado externo, mas com perspectivas de voltar retomar a comercialização com a abertura do mercado chinês.

Reinhold Stephanes foi um dos palestrantes da Tecnoshow Comigo 2009, feira tecnológica e de negócios, que será realizada até sábado (4), em Rio Verde. Com o tema "Legislação Ambiental", o ministro, em entrevista coletiva, comentou que ninguém é multado por ser agente poluidor de rios que passam dentro das cidades, como o Rio Tiete, por exemplo. "O agricultor é um ecologista, pois é do meio ambiente que ele tira o próprio sustento." Por outro lado, ele afirma que se a Legislação Ambiental for aplicada conforme está previsto, 1 milhão de produtores terão que deixar o campo.

Para o ministro, as causas dos fechamentos dos frigoríficos são de conhecimento. Segundo ele, a visão do ministério é de que o produtor tem matéria-prima para oferecer, há mercado, porém os problemas financeiros que assolaram as indústrias fez a diferença. "Eles não esperavam a crise, que elevou o valor do dólar perante o real e consequentemente todos os créditos que deveriam ser pagos na moeda americana deveriam ser feitas com o valor do dia, e não mais com o valor negociado", esclarece.

Quanto ao seguro rural, Stephanes observou que "o modelo não é adequado.

Precisamos de seguros que garantam o preço e cubram efeitos das condições climáticas", enfatizou.

A Tecnoshow Comigo prossegue até sábado (04). Amanhã (02), a programação abrange reuniões técnicas da Comissão de Pecuária de Leite da FAEG, às 10h e reunião da Comissão de Pecuária de Corte, marcada para as 16h. As informações são da Faeg/Senar, de Rio Verde.
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Feira Internacional de caprinos e ovinos

Reconhecida como um dos principais eventos da cadeia produtiva da ovinocaprinocultura, a 6ª edição da Feira Internacional de Caprinos e Ovinos (Feinco), que acontece entre 10 a 14 de março, no Centro de Exposições Imigrantes (São Paulo/SP), será também uma grande base de negócios do setor. Sua programação inclui a realização de 11 leilões, que apresentarão excelentes oportunidades para quem busca investir neste mercado ou aprimorar seu plantel.

Na ocasião, serão ofertados 420 lotes, entre matrizes, machos e animais de pista. São ovinos e caprinos frutos de plantéis consagrados, expoentes do potencial da genética nacional. Neste ano, a Feinco abrigará os seguintes leilões: Leilão Mumbuca, Leilão Oficial ABC Dorper, Leilão Três Azes e Um Coringa, Leilão Doadoras Dorper VPJ, Leilão Campo Verde, Leilão Excelência Dorper, Ovinogen, Leilão Paulitexel, Leilão Santa Inês de Valor, Leilão Chave de Ouro e Leilão Nacional Sulfolk.

Diretor do Agrocentro, empresa promotora da feira, Décio Ribeiro dos Santos explica que a ovinocaprinocultura está em plena expansão. “As oportunidades que o criador e investidor encontrarão na Feinco serão únicas. Serão onze possibilidades de aquisição de genética de ponta, com condições favoráveis de compra. É a grande chance para investir na atividade ou aprimorar a genética do próprio rebanho”, completa.

Solicite Credenciamento gratuito e participe da 6ª Feira Internacional de Caprinos e Ovinos. Aproveite para conhecer tudo sobre a raça e aproveitar a oportunidade para degustar as melhores receitas de ovinos e caprinos.

Quem tiver a oportunidade da feira conhecerá os setores mais variados tais como: Nutrição Animal, Genética, Produtos Veterinários, Adubos e Fertilizantes, Sementes, Defensivos Agrícolas, Máquinas eEquipamentos, Implementos Agrícolas, Frigoríficos, Órgãos de Pesquisa e Desenvolvimento, Insumos para Agropecuária, Balanças, Troncos, Cochos, Veículos Utilitários, Bancos, Seguradoras, Universidades, Informática e Internet.
Agrocentro

Embrapa apresenta o Incinerador de animais

A Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária mais uma vez inova com suas tecnologias. Durante o Show Rural Coopavel 2009 apresentou aos suinucultores o inédito incinerador de animais de pequeno e médio portes que tem duas câmaras, uma para a queima dos animais e outra para a combustão dos efluentes gerados.

O Incinerador que foi desenvolvido em conjunto com uma empresa privada atende todos os requisitos da lei ambiental e ainda incinera resíduos da produção com segurança sanitária e sem gerar odores ou fumaça. Uma das maiores vantagens desse sistema é que preserva-se o meio ambiente, já que os cadáveres animais deixam de ser lançados na água ou no solo.

Os filtros instalados no incinerador, por exemplo, não permitirão a emissão de dioxina, um poluente lançado na atmosfera quando a queima de matéria orgânica não é feita de maneira adequada. O único resíduo resultante do processo de queima das carcaças será a cinza, que pode ser aplicada no solo posteriormente

O equipamento é feito em base metálica, com revestimento interno refratário nas duas camadas de combustão. A primeira câmara é para a queima dos animais e a segunda para a combustão dos efluentes gasosos e particulados, oriundos da primeira câmara. A combustão é alimentada com uma combinação de ar e gás combustível.

O equipamento foi desenvolvido pela Embrapa Suínos e Aves e Perozin Indústria Metalúrgica. O financiamento do projeto foi pelo FINEP (MCT) e SEBRAE, e teve a participação da FAGRO, Polina e Unitecno.

Embrapa desenvolve farinha de milho e soja

Em geral, o processo de extrusão resulta na gelatinização do amido, desnaturação da proteína, formação de complexos entre amido e lipídio e entre proteína e lipídio. Estas mudanças estruturais permitem o aproveitamento integral das matérias-primas em variadas combinações, aparências, sabores e texturas.

O milho é uma das matérias-primas mais utilizadas na indústria de alimentos. No entanto, o teor de proteína não passa de 7,5% e o alimento é deficiente em lisina e tripofano, dois aminoácidos essenciais importantes para a nutrição humana.

A soja em grão concentra 20% de proteína e tem sido reconhecida como excelente fonte para melhorar o perfil de aminoácidos e aumentar os conteúdos totais de proteínas e minerais como fósforo, cálcio, potássio, sódio, magnésio, ferro e cobre. Combinados, soja e milho geram um alimento de excelente qualidade nutricional capaz de fornecer 18% de proteína, 7% de lipídeos e 71% de carboidratos.

Extrusoras de pequeno porte fazem até 50kg de mix de soja e milho por hora. O custo de um quilo de mix fica em torno de R$ 0,50 sem embalagem. Em condições adequadas, o produto pode ser estocado por até um ano sem perda da qualidade.

"O mix é versátil e entra como ingrediente numa ampla rede de produtos, podendo atender demandas específicas para creches, empresas e hospitais", afirmou o pesquisador José Luis Asqueri, da Embrapa Agroindústria de Alimentos.

O produto será mostrado no Show Rural Coopavel 2009 (www.showrural.com.br), em Cascavel (PR), de 9 a 13 de fevereiro. O evento é uma oportunidade de integração entre consumidores, produtores, empresários, técnicos e pesquisadores para discutir inovações na agricultura familiar, agroindústria, agroecologia, biotecnologia, informática e meio ambiente. As tecnologias da Embrapa estarão organizadas em dois espaços: a Casa da Embrapa e a Vitrine Tecnológica.

Pesquisador José Luis Asqueri
Embrapa Agroindústria de Alimentos
Telefones: (21) 3622-9600 ou 3622-9796


Show Rural Coopavel 2009
www.showruralcoopavel.com.br