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Tolerância a herbicida lidera uso no tratamento bio-tecnológico

Pelo volume de plantio da cultura e soja no Brasil, o maior tratamento bio-tecnológico utilizado em solo nacional é o da tolerância a herbicidas, saltando de 22,2 milhões de hectares na safra 2011/12 para o valor de 25,8 milhões de hectares na safra atual, um incremento de 16,2% nesta modalidade.

No caso da resistência a insetos o salto foi de 5,4 milhões de hectares para 5,8 milhões, alta de 7% no mesmo período citado. A novidade fica no crescimento da utilização das culturas com genes combinados (herbicida mais resistência a insetos, por exemplo), que saltou de 5 milhões de hectares para 5,5 milhões de hectares, alta de 10%.


Aliás, a utilização de grãos com genes combinados é a grande aposta das grandes do setor, que devem investir cada vez mais neste tipo de tecnologia. A Monsanto por exemplo, aguarda a aprovação do mercado chinês de sua nova soja, que possui tecnologia com tolerância ao herbicida glifosato e contra as principais lagartas da cultura e deve trazer nova revolução as lavouras brasileiras.

A tecnologia contra insetos foi implantada na safra 2009/10 e na safra 2011/12 iniciou-se no país o uso da tecnologia dos genes combinados.(VL)



Bayer e KWS desenvolverão beterraba torerante a herbicida

A tecnologia deve estar disponível no mercado em alguns anos 

A unidade CropScience da Bayer e a empresa de melhoramento KWS Saat assinaram nesta quinta-feira (12/4) um acordo para desenvolver e comercializar em conjunto um novo sistema de controle de ervas daninhas para as plantações de beterraba. 


A tecnologia se baseia em variedades de beterraba tolerantes a herbicidas da classe de inibidores de ALS com amplo espectro de controle de ervas daninhas, e deve estar disponível no mercado em alguns anos.


Fonte:Globo


Feijão transgênico desenvolvido pela Embrapa é aprovado

O feijão transgênico desenvolvido pela Embrapa foi aprovado na manhã desta quinta-feira (15), durante reunião da CTNBio – Comissão Técnica Nacional de Biossegurança. Apesar das representações feitas pela sociedade civil e dos questionamentos quanto a insuficiência de pesquisas científicas, a variedade foi aprovada com duas abstenções, cinco pedidos de diligência e 15 votos favoráveis.

Uma das abstenções foi do próprio representante do Ministério de Ciência e Tecnologia, Carlos Nobre. Para as organizações, a postura adotada pelo MCT representa uma grave omissão do ministério quanto ao tema, já que o caráter científico do debate sobre transgênicos mereceria total atenção e posicionamento do mesmo.

Organizações da sociedade civil e movimentos sociais vinham informando o Ministério há meses sobre a ameaça de uma votação anti-científica e em desacordo com a legislação de um dos alimentos mais importantes para a alimentação dos brasileiros. Também protocolaram duas representações ao Ministério Público Federal sobre a votação, a fim de demonstrar as lacunas científicas e o evidente conflito de interesses por parte dos membros que anteciparam seus votos favoráveis ao participarem de um abaixo assinado virtual pró-feijão transgênico.

Durante a reunião dessa quinta-feira, um dos membros da Comissão, José Maria Gusman Ferraz, apresentou parecer onde apontava diversas falhas no processo e violações ao princípio da precaução e à legislação de biossegurança. A Comissão recebeu também pareceres de cientistas especialistas em Biossegurança da Universidade Feral de Santa Catarina, onde constava o alerta sobre a necessidade de realização de mais estudos.

Apesar disso, o presidente da CTNBio, Edilson Paiva, decidiu não possibilitar aos membros prazo para avaliação dos novos documentos apresentados, desrespeitando o que diz a lei sobre este tema, e a votação foi iniciada. Os que não votaram pela aprovação, votaram por diligências requerendo a realização de mais estudos. A representante dos consumidores, Solange Teles, foi impedida de participar da reunião por ter tido seu mandato expirado, devido à omissão da CTNBio em cumprir os trâmites burocráticos para efetuar sua recondução.

Ao finalizar a reunião, uma nova surpresa: o Sr. Edilson Paiva mencionou a realização de reunião extraordinária realizada no dia 13 de setembro, onde convidou as empresas proponentes de pedido de liberação de OGM´s para contribuírem na construção de nova norma sobre sigilo. Organizações da sociedade civil e movimentos sociais não foram convidados a participar.

Lucro da SLC Agrícola cresce 40,3% no segundo trimestre 2011

A SLC Agrícola, uma das maiores empresas produtoras de grãos e fibras do país, teve no segundo trimestre de 2011 um lucro de R$ 42,001 milhões, 40,3% maior do que os R$ 29,949 milhões registrados em igual intervalo de 2010.

O desempenho foi impactado, principalmente, pela variação positiva no resultado financeiro líquido, de R$ 25,409 milhões no período. No acumulado do ano, o resultado líquido subiu para R$ 64,38 milhões, 117,4% superior ao lucro de igual semestre do ano passado. No trimestre, a receita líquida cresceu 1,8% para R$ 210,104 milhões e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recuou 9,3% para R$ 68,466 milhões, na comparação com o segundo trimestre de 2010.

A margem Ebitda caiu 4 pontos percentuais para 32,6%. De acordo com informações da empresa, a menor geração de caixa no período se deveu, entre outras razões, ao atraso na colheita de algodão que se refletiu numa área de colheita menor no intervalo que compreendeu o segundo trimestre deste ano na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Por isso, a receita com venda de algodão no trimestre foi 15,1% menor (R$ 119,357 milhões).

A dívida líquida da SLC Agrícola cresceu 17,7% no trimestre para R$ 419,95 milhões. Isso porque o caixa gerado no período não suficiente para compensar os desembolsos de investimentos e aquisições de insumos no trimestre, segundo a empresa.
(Fabiana Batista - Valor on line)

Petrobras é nona maior empresa do mundo, diz estudo

O Brasil e os demais Brics (Rússia, Índia e China) aumentaram seu papel nos mercados globais de ações e, em 2009, 18 empresas desses países entraram na lista das cem maiores do mundo. De acordo com estudo divulgado nesta sexta, dia 8, pela consultoria Ernst & Young, a Petrobras aparece em novo lugar no ranking, com US$ 199,245 bilhões em valor de mercado.

Em 2008, apenas 11 empresas desses países integravam o ranking de cem companhias. No topo da lista mais recente aparece a Petrochina, com valor de mercado de US$ 353,174 bilhões.

— Os investidores claramente concordam que a próxima década pertencerá às economias emergentes. Enquanto as nações industrializadas vão continuar sofrendo as consequências da crise financeira por um longo período adiante, a importância dos mercados emergentes está crescendo rapidamente — afirmou em nota a consultoria.

Além da Petrobras, outras empresas brasileiras integram o ranking, com a Vale em 33º lugar (US$ 143,622 bilhões de valor de mercado), o Itaú em 59º (US$ 90,101 bilhões) e o Bradesco em 97º (US$ 59,351 bilhões). Entre as dez maiores empresas em valor de mercado do mundo, três são do setor de energia. Além da Petrochina e da Petrobras, aparece a Exxon Mobil, em segundo lugar, com US$ 323,717 bilhões.

Em relação aos países, os Estados Unidos dominam a lista com quatro empresas: Exxon, Microsoft (em terceiro lugar, com US$ 270,636 bilhões), Walmart Stores (em quinto, com US$ 203,654 bilhões) e o Google (em décimo, com US$ 196,701 bilhões). A China conta com três empresas entre as dez maiores, incluindo o Industrial & Commercial Bank of China, em quarto lugar, com US$ 268,955 bilhões, e o China Construction Bank, em sexto lugar, com US$ 201,455 bilhões.

A mineradora australiana BHP Billiton aparece na sétima colocação, com US$ 201,166 bilhões. A outra empresa que completa a lista das dez maiores é o HSBC, em oitavo lugar, com US$ 199,249 bilhões em valor de mercado no fim de 2009.

Juntas, as dez empresas mais valiosas do mundo equivalem a US$ 2,4 trilhões, segundo a Ernst & Young. Em 2008, esse valor combinado era de US$ 1,8 trilhão. Já o valor de mercado das cem empresas mais valiosas subiu de 9,3 trilhões para US$ 11,9 trilhões.

CanalRural

Associação defende liberação de registro para clonagem de gado zebu

O superintendente técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, Luiz Antônio Josahkian, destacou a importância para a pecuária brasileira da liberação de registro no país dos bovinos clonados, que antes era proibido. Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, ele justificou que, de um universo estimado em 200 milhões de cabeças de gado, o Brasil conta com cerca de 160 milhões de genes zebuínos.

O país desde 2003 vem liderando o mercado internacional de carnes e, segundo ele, não poderia ficar em situação de desigualdade em relação a outros países criadores, onde o registro é permitido. Isto porque o desenvolvimento da raça é um fator econômico importante, levando em conta que a clonagem envolve a valorização genética dos modelos obtidos.

Com o registro de clonagem do zebu liberado, a quantidade da linhagem fica assegurada. Mas, Josahkian lembra que a medida tomada pelo Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, não reflete no consumo da carne, mas apenas no desenvolvimento da raça, e destaca que "tudo pode ser feito com transparência e sob o acompanhamento da sociedade".
Fonte:Globo Rural


MULHERES SENSUAIS

Bayer saúde e agronegócios abre inscrição para Programa Trainee a estudantes empreendedores

Tudo sobre Gestão Agribusiness


O Grupo Bayer, empresa multinacional com atuação nos setores de saúde e agronegócios, abriu as inscrições para o programa de trainee para o ano de 2010. O salário é de R$ 3.924,00.

A Bayer convida você jovem universitário ou recém-formado com até 2 anos de formado, para participar do Programa de Trainee Bayer 2010.

Desde 1896 no Brasil, o Grupo Bayer é organizado em três Divisões de negócios:

Bayer HealthCare, Bayer CropScience e Bayer MaterialScience que operam de maneira quase independente e estão totalmente alinhadas aos seus respectivos mercados. Esta estratégia tem como principal objetivo ampliar o foco em inovação e crescimento do Grupo.

A partir de produtos e serviços desenvolvidos com tecnologia avançada, a Empresa contribui para melhorar a qualidade de vida da população mundial, criando valores a partir da inovação, crescimento e melhor produtividade.

O Programa Bayer tem como objetivo desenvolver jovens talentos de todo o Brasil para enfrentarem desafios e assumirem posições futuras na empresa.

O programa também visa proporcionar aos trainees oportunidade de aprendizado teórico e prático, alinhados aos valores e à cultura da Bayer.

Durante o Programa, que tem duração de 2 anos, o trainee poderá ampliar sua visão de negócios e desenvolver um projeto alinhado a sua área de atuação e interesse, além de desenvolver suas habilidades técnicas, comportamentais e de gestão.

Para ser elegível ao Programa de Trainee Bayer os seguintes requisitos devem ser preenchidos:

• Formandos entre Dezembro de 2007 e Dezembro de 2009;
• Cursos: Administração de Empresas, Administração com Ênfase em Marketing, Ciências da Computação, Economia, Engenharia da Computação, Engenharia de Produção, Marketing, Publicidade e Propaganda e Sistemas de Informação.
• Inglês Avançado/Fluente
• Domínio de Informática
• Disponibilidade de residir fora da cidade/estado de origem.

Perfil desejado: jovens empreendedores, determinados, bom relacionamento interpessoal, pensamento analítico e habilidade para trabalhar em equipe.

O Programa de Trainee da Bayer tem duração de 24 meses. Durante esse período, o trainee vivencia três etapas de desenvolvimento:

1a. Fase - Integração: esta fase tem como objetivo facilitar a ambientação e a assimilação do negócio, valores e cultura da empresa, por meio de palestras e visitas orientadas.

2a. Fase - Desenvolvimento: proporciona uma visão completa do negócio no qual o trainee irá atuar, permitindo a aquisição de conhecimentos práticos. Além disso, esta fase é composta de treinamentos técnicos e comportamentais com foco no auto-desenvolvimento.

3a. Fase - Projeto Aplicativo: um dos grandes desafios do Trainee será desenvolver um projeto inovador com aplicabilidade ao Negócio Bayer. Ao término do Programa, os trainees deverão apresentar seu Projeto Final.

Ao longo do Programa, o Trainee será acompanhado por um Tutor - um gestor da empresa focado no processo de desenvolvimento do trainee. Além desse acompanhamento pessoal e direto, serão realizados feedbacks dos gestores das áreas e dos profissionais de Recursos Humanos.

A Bayer oferece salário compatível com as práticas de mercado, assistência médica, assistência odontológica, seguro de vida, alimentação, participação nos resultados, previdência privada e desconto em medicamentos.

Etapas do processo Seletivo:
- Seleção de currículos cadastrados nos sites do grupo Bayer Brasil, testes técnicos e comportamentais;
- Dinâmicas de grupo;
- Entrevistas individuais com executivos do grupo e com profissionais da área de Recursos Humanos.
www.bayer.com.br

Indústria Bunge oferece vagas em Programa de Trainee à jovens estudantes

Gestão e Qualidade Agrobusiness

A empresa Bunge, indústria de fertilizantes, agronegócios e alimentos, está em busca de jovens talentos de todo o país para compor o seu Programa de Trainee 2010.

As vagas para os estudantes são na seguintes áreas: administração, agronomia, ciências contábeis, direito, economia, estatística, geologia, logística, marketing, medicina veterinária, nutrição, psicologia, química, zootecnia e engenharias agrícola, agronômica, alimentos, elétrica, eletromecânica, mecânica, mecatrônica, minas, naval, produção e química.

Requisitos – As vagas destinam-se a alunos que estejam concluindo o curso superior ou tenham se formado há no máximo dois anos. Possuir nível de inglês avançado e estar disponível para mudanças de cidade também fazem parte das exigências.

O contrato dos trainees terá duração de 12 meses. Neste período, os colaboradores irão desenvolver uma visão dos negócios da companhia, adquirir conhecimentos nas diferentes cadeias de valor e explorar as suas competências técnicas e comportamentais.

Outras etapas envolvem treinamentos internos e externos, além de integração com a política da empresa nas áreas administrativa, comercial, distribuição, logística, meio ambiente, novos negócios, originação, processos, produtos de consumo, produção de ingredientes para nutrição animal, produtos para indústria de alimentos, qualidade, segurança e suprimentos internacionais

As inscrições serão recebidas até o próximo dia 30, pela internet, em www.bunge.com.br e www.bungealimentos.com.br.

Empresa Carpelo oferta máquinas agrícolas em leilão

Até 7 de outubro é possível participar do leilão de tratores e implementos agrícolas da Carpelo, empresa de implantações e manutenções florestais, como parte de um programa de renovação da frota de máquinas agrícolas.

Dos 229 lotes disponíveis para ofertas, a maioria possui até três anos de uso, destacando-se 106 tratores agrícolas de pneus New Holland, Jonh Deere e Ford, 81 implementos agrícolas e 6 tratores de esteira Komatsu. Os lotes estão localizados nas cidades de Curvelo, MG, Nova Viçosa, BA, Arroio Grande, RS e Guaíba, RS. Os bens serão vendidos no estado em que se encontram e sem garantia. As oportunidades de financiamento devem ser consultadas.

O leilão, a cargo da empresa Superbid, será finalizado às 14h de 7 de outubro. As fotos e descrições completas dos ativos estão disponíveis no site. Para ofertar lances, é necessário estar cadastrado e solicitar habilitação - todo o processo pode ser online. Os interessados em conferir os ativos antes da compra deverão entrar em contato com a central de atendimento da Superbid, por meio do telefone (11) 2163-7800, ou pelo e-mail cac@superbid.net.

Venda de máquinas impulsiona vagas de emprego na indústria

Gestão Agribusiness

Novas condições para aquisição de máquinas agrícolas e boa expectativa para a safra 2009/2010 faz com que os produtores rurais vão as compras.antes a rever projeções. Os fabricantes de máquinas esperam ultrapassar o recorde de 43,4 mil unidades vendidas em 2008. As indústrias deverão oferecer um maior números de vagas de empregos, esta mão de obra que foi dispensada dispensada entre o final de 2008 o início deste ano.

Sustentada até Junho pelo programa "Mais Alimentos", voltado a máquinas menores para a agricultura familiar, a indústria ganhou novo impulso com o Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que baixou para 4,5% os juros na compra de equipamentos pela agriculta empresarial. Com previsão de acabar em Dezembro, o estímulo leva produtores a correr para fechar negócios em concessionárias como a Agrofel, da New Holland, em Passo Fundo, norte do Rio Grande do Sul.

– Dobrou a procura de tratores e colheitadeiras (em relação ao ano passado) por causa desse financiamento. Agora, esperamos que as vendas se confirmem, já que o negócio depende da aprovação do financiamento – explica o gerente, Marcelo Paludo.

Há otimismo também na Massey Fergusson, com fábricas de tratores em Canoas e de colheitadeiras em Santa Rosa, noroeste do Estado. A AGCO, controladora da marca, demitiu cerca de 630 pessoas no RS.

– Estamos em revisão de volumes, e a tendência para novas contratações é positiva – adianta Fábio Piltcher, diretor de marketing da Massey Ferguson, ressalvando que pleno emprego ainda depende de exportações.

Os fabricantes, que no início do ano temiam queda de 15% em tratores, agora pensam em recuperação.

– Não há porque pensar em um número menor (em relação a 2008). E igualar 2008 já seria muito bom – avalia Gilberto Zago, vice-presidente de máquinas agrícolas da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), referindo-se às vendas atoladas pela crise.

Na John Deere, que produz tratores na cidade gaúcha de Montenegro e colheitadeiras em Horizontina, também no noroeste do Estado, há mais cautela. Depois de dispensar 740 funcionários, a empresa ainda não fala em recolocações, mas projeta mais vendas de tratores. E torce pela prorrogação da redução de juro, que traciona o mercado de colheitadeiras.

– Seria excelente. Não só para a indústria, mas para toda a cadeia – avisa o diretor comercial da John Deere, Werner Santos.

Agricultores do Chile acusam empresa de promover lei em detrimento da 'Agricultura Familiar'

Organizações de camponeses e indígenas que promovem a "Agricultura Familiar e Orgânica no Chile" acusam a empresa Monsanto de promover um projeto de lei no Congresso que busca, segundo as entidades locais, a privatização das sementes nativas.

A Monsanto, que detém 90% da produção global de transgênicos e que, no Chile, reproduz sementes transgênicas de milho e soja para exportação, é acusada pelas organizações de estar por trás do projeto de lei enviado pelo governo.

Junto à Rede de Ação em Praguicidas e suas Alternativas para a América Latina (Rapal), a comunidade local conseguiu adiar a aprovação dos artigos 46, 47 e 48 da nova lei chilena, que é analisada pela Comissão de Agricultura da Câmara Baixa.
O artigo 48 - que será analisado na terça-feira - legaliza o fim dos direitos dos agricultores sobre o produto total da colheita.

As organizações, que acusam a medida de ser prejudicial à biodiversidade e de abrir o Chile aos produtos transgênicos, também recordam que em fevereiro de 2008 foi aprovado um projeto semelhante na Costa Rica. Contudo, o agricultor costa-riquenho não perdeu todos os seus direitos. Já no Chile, a norma abriria caminho para que "as plantações fossem apropriadas por uma transnacional ou uma outra empresa".

Para Guillermo Riveros, presidente da Associação de Agricultores Orgânicos de BioBio, "estes artigos implicam a introdução dos cultivos transgênicos". "Não sabemos onde estão os cultivos de sementes orgânicas de exportação e demonstra-se que não é possível a co-existência entre transgênicos e cultivos orgânicos. É o futuro da agricultura orgânica que está em jogo", completou.
Ansa)

Maringá inaugura "Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos"

Foi inaugurada no mês de Agosto a "Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos de Maringá". As embalagens de agrotóxicos antes eram jogadas no meio ambiente ou eram armazenadas de forma irregular.

Agora as embalagens do veneno são recolhidas, tratadas e recicladas na Central de Recebimento de Embalagens. A inauguração das novas instalações faz parte das comemorações do Dia Nacional do Campo Limpo, que integra o calendário oficial brasileiro. A Central vai atender a 50 municípios da região.

As novas instalações ficam em uma área de 1,3 mil metros quadrados localizada na Estrada Velha para Paiçandu e têm capacidade para coletar 600 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos por ano. Depois de receber os resíduos, a unidade vai selecionar, lavar e separar as embalagens que vão seguir para reciclagem ou incineração.

“A nova estrutura vai dar condições para que o agricultor faça o agendamento de entrega das embalagens com tranquilidade dentro do que a legislação prevê", disse o gerente da Central, Waldir Baccarin.

A iniciativa pela implantação da nova Central de coleta é da Associação dos Distribuidores de Insumos e Tecnologia Agropecuária (Adita), com apoio do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev).

De acordo com levantamento feito pela Adita, Maringá está em terceiro lugar no recolhimento e destinação correta de embalagens, com um volume de 408 toneladas recolhidas em 2008, ou 1,42 milhão de embalagens entre papelão, plástico, vidro e metal. O que representa cerca de 94% do volume de embalagens colocadas no mercado da região.

Ainda, segundo o levantamento, durante o ano de 2008 o Paraná ficou em segundo lugar no ranking dos estados que mais encaminharam embalagens vazias de produtos fitossanitários para o destino final ambientalmente correto, ou seja, para reciclagem ou incineração.

No ano passado foram processadas adequadamente 2,9 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos. O volume significa um crescimento de 12,8% em relação ao mesmo período de 2007. Atualmente existem 375 unidades de recebimento de embalagens vazias em todo o país, entre postos e centrais. O Paraná dispõe de 14 centrais e 58 postos de coleta de embalagens vazias de agrotóxico.

Gestão Agribusiness

Plantadeira Agrícola John Deere Série 1100

Esta é a plantadeira John Deere série 1100. Possui chassi em aço modular reforçado de elevada resistência e durabilidade. Seu chassi é projetado para possibilitar a montagem de vários espaçamentos entre linhas, garantindo total adequação as suas necessidades de plantio. Grande facilidade de remoção das linhas de plantio, sem interrupções por longarinas soldadas.

Possui cabeçalho escamoteável reforçado de alta resistência e durabilidade, grande facilidade de transporte. Seu engate com diversas regulagens de altura e grande mobilidade horizontal e vertical, garante facilidade e rapidez de engate da plantadeira ao trator e permite que o conjunto ultrapasse obstáculos sem danificar o cabeçalho e a barra de tração do trator.

A nova plantadeira 1100 John Deere conta também com extensor da plataforma, que permite abastecer a plantadeira diretamente de uma carreta, permitindo a aproximação da carreta sem riscos com manobras.

Vão livre do disco de corte ao solo permite grande capacidade de sobrepor obstáculos em transporte sem danificar os discos.

Rodado com suporte reforçado de alta durabilidade posicionado bem ao centro da plantadeira permite que ela copie o terreno com maior desempenho.


Possui marcador de linha com acionamento hidráulico (opcional) de fácil regulagens que facilita o plantio evitando sobreposição ou falhas.



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Inovação em Agropecuária -Programa de doutorado Brasil-Argentina

A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) recebe até a próxima quinta-feira (2) inscrições para o Programa Binacional de Doutorado em Ciência, Tecnologia e Inovação em Agropecuária. O programa é oferecido em conjunto pela UFRRJ e pela Universidade Nacional de Rio Cuarto, da Argentina.
O processo seletivo será realizado até o dia 9 de abril e a divulgação do resultado, no dia 13. As 12 vagas disponíveis estão distribuídas entre as áreas de Agrobiologia, Políticas Públicas, Recursos Naturais e Meio Ambiente e Patobiologia - ciência que estuda as principais doenças infecciosas que afetam animais de produção. "

O curso tem o objetivo de qualificar profissionais para atuar em ensino, pesquisa e administração; em atividades relacionadas aos temas de gestão dos recursos ambientais, solo e água; em saúde animal e vegetal; e políticas públicas relacionadas à agropecuária no âmbito dos países que integram o Mercosul.
Alana Gandra

Agência Brasil

Mais informações podem ser obtidas pelo "pelo
site da UFRRJ ou pelo telefone (21) 2682-1201."

A hidroponia e o meio ambiente

A técnica de cultivo de plantas em hidroponia é uma ferramenta poderosa na preservação e uso racional da água, permitindo a economia deste recurso natural da ordem de dez vezes, quando comparado a outros sistemas de cultivo (convencional ou orgânico) no solo fazendo uso de irrigação. Baseia-se no princípio de reciclagem do uso da água por períodos de 30, 60 dias ou mais.

Reduz drasticamente o uso de agrotóxicos: não utiliza herbicidas, diminui a aplicação de inseticidas e fungicidas, por ser feito em ambiente protegido (estufas ou viveiros). Evita problemas de poluição de mananciais causados pelo carreamento de solo e fertilizante nos processos de erosão. Possibilita o cultivo em áreas íngremes e o reaproveitamento das áreas degradadas, impróprias para o cultivo convencional no solo.

A técnica do cultivo hidropônico garante ainda a obtenção de alimentos saudáveis e livres de contaminações biológicas ou químicas devido à obrigatoriedade de uso de água potável no processo produtivo. Países como Holanda, Bélgica e Alemanha descartam a solução nutritiva das modernas estufas, destinando-a às estações de tratamento de água para impedir a degradação do meio ambiente. No Brasil recomenda-se sua diluição em irrigação de outras culturas.

A técnica do cultivo hidropônico com reuso de água da criação de peixes ou Aquaponia começa a ser desenvolvida comercialmente no Brasil.
Em breve estaremos consumindo também produtos da nova tecnologia de hidroponia orgânica com o uso de fontes não minerais dos elementos químicos essenciais às plantas.
Mais Informações:www.hidroponia.com.br

A importância do plantio direto e as condições ambientais

Em meados dos anos 70 ainda era comum se ver os pequenos produtores rurais após a colheita da soja, trigo, milho, feijão, arroz etc., juntarem a palhada deixada para traz e atear fogo. Era essencial deixar o terreno limpo para que pudesse arar, nivelar, tombar a terra para fazer o plantio convencional.

Foto:José da Cunha Medeiros

Plantio Direto sobre palha de milho

Somente com implantação de tecnologias inovadoras, através de órgãos como Embrapa que não mediram esforços para levar aos produtores e sociedade, que a adoção do plantio direto preserva-se a biodiversidade e mantém a qualidade de rios e vias públicas.

Um fator preponderante para que o produtor fosse incentivado a praticar a tecnologia do plantio direto na região Sul do Brasil, foi a implantação das Cooperativas Agrícolas. Em 1970 foi fundada em Campo Mourão no Paraná a Coamo - Cooperativa Agroindustrial que se tornou a maior cooperativa da América Latina.

As cooperativas são formadas por um grupo de associados ou cooperados com objetivos comuns de adquirir insumos agrícolas, novas tecnologias e créditos para o desenvolvimento da lavoura e melhor produtividade.

Em algumas regiões do Brasil o plantio direto é conhecido há muito tempo, pois essa técnica foi introduzida no nosso país no início dos anos 70 na Região Sul. O Sistema Plantio Direto (SPD) surgiu primeiramente com o objetivo de combater a erosão que resulta do controle de escorrimento da água da chuva e consequentemente auxiliar também na preservação do meio ambiente.

O Sistema plantio direto, é um sistema de manejo do solo onde a palha e os restos vegetais são deixados na superfície do solo. O solo é revolvido apenas no sulco onde são depositadas sementes e fertilizantes. As plantas infestantes são controladas por herbicidas. Não existe preparo do solo além da mobilização no sulco de plantio.

Considera-se que para o sucesso do sistema são fundamentais a rotação de culturas e o manejo integrado de pragas, doenças e plantas invasoras.

Porém não é somente pelos benefícios ao meio ambiente que muitos agricultores que plantam milho, soja, trigo, feijão e arroz estão adotando o Plantio Direto. Há uma série de outras vantagens como:
-Melhor retenção de umidade havendo maiores rendimentos em anos secos.

-Não ocorrência de erosão e, portanto, não há necessidade de replantio, que implica em novo preparo de solo com conseqüente maior gasto de combustível, sementes e adubos. Isto levará a um aumento considerável nos custos de produção e não livrará o agricultor de fracasso na safra devido ao plantio fora de época.

-Mais tempo para semear (enquanto no Plantio Convencional é possível semear 3 a 6 dias após uma chuva forte, no Plantio Direto é possível semear 6 a 12 dias após uma chuva).

-Aproveitamento de melhores épocas de plantio e no plantio de maior área no mesmo espaço de tempo, principalmente quando ocorrem chuvas esparsas.

O Plantio Direto compreende um conjunto de técnicas integradas que visam melhorar as condições ambientais (água-solo-clima) para explorar da melhor forma possível o potencial genético de produção das culturas.