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Chega ao fim o Rally da pecuária brasileira

Chegou ao fim, na última sexta-feira, dia 11, o Rally da Pecuária. A expedição tinha a finalidade de produzir um diagnóstico da criação de gado no Brasil, por meio de visitas em mais de 100 propriedades de cria, recria, engorda e confinamento, nas cinco regiões do País por meio de aproximadamente 1.000 avaliações da condição de pastagens, de rebanho e da infra-estrutura.
Com equipes de especialistas como agrônomos, representantes de empresas do setor, jornalistas e

consultores, foram identificados fatores como a condição corporal dos animais, índice de natalidade, ganho de peso, consumo de sal, sistema de gestão e o manejo de pastagens. Os dados também serão utilizados para calcular a oferta de bezerros para 2012 e 2013.

Entre os trabalhos focados no pasto, a Embrapa Monitoramento por Satélites (SP) pôde aferir os diagnósticos que hoje são realizados por meio de fotos de satélites.

Com a visita in loco nas propriedades e a medição dos pastos em diversas regiões, técnicos da Embrapa poderão comparar os dados das pastagens com as imagens de satélite, aprimorando os parâmetros de classificação dessas pastagens à distância. Desta maneira, a central da Embrapa poderá dimensionar melhor a quantidade de pastos degradados e o volume de pasto nos campos.
Fonte: Portal DBO

Paraguai sacrifica mil cabeças de gado por causa da febre aftosa

Pelo menos 819 cabeças de gado serão sacrificadas a partir desta quinta-feira (22) no Paraguai, como parte da extensão do bloqueio por causa dos focos de febre aftosa confirmados no último domingo.

A informação é do titular interino do Serviço Pecuário Oficial do Paraguai (Senacsa), Carlos Simón. Ele confirmou a nova data para o sacrifício do gado, que iniciaria nesta quarta-feira (21) e foi adiada para esta quinta-feira (22). Equipes executarão os animais da Fazenda Santa Helena onde foram localizados focos da febre aftosa, em San Pedro no Paraguai.

Ele ainda explicou que é preciso ajustar alguns detalhes, como a extensão de valas, cavadas com tratores do Ministério de Obras Públicas, onde serão depositados os corpos dos 819 animais mortos com tiros de rifle.


O procedimento conta com o apoio das Forças Armadas e Polícia Nacional. A tarefa se realizará em procedimento fechado, o que significa que a entrada da imprensa está proibida por questões de segurança. Porém, Simón garantiu que serão divulgados registros fotográficos para garantir que o processo foi realizado de acordo com as regras de segurança sanitária.

Depois de mortos e depositados nas valas, os animais serão cobertos por cal, e sua venda será estritamente proibida.

Inpe culpa a pecuária pelo desmatamento da Amazônia

A pecuária é a maior responsável pelo desmatamento da região amazônica. De acordo com levantamento realizado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e divulgado nesta sexta-feira, 62,2% dos quase 720 mil km2 desmatados foram ocupados por pastagens.

O estudo do governo federal considerou as áreas desmatadas nos nove estados da Amazônia Legal até o ano de 2007. Essa área representa 18% de todo o bioma amazônico.

Segundo o instituto, a maior parte dessa área é ocupada atualmente por pasto limpo. "É aquela área em que houve efetivamente um investimento. Ela representa uma intervenção deliberada humana, com bastante cabeça de gado, com a intenção de intensificação de produção", disse Gilberto Câmara, diretor do Inpe.

Câmara ressaltou ainda que a atividade da agricultura ocupa apenas 5% da área total desmatada --o Mato Grosso é o único estado da região que tem um peso significativo na produção de alimentos.

"Não tem como dizer que a agricultura é a responsável pelo desmatamento, ela não é um vetor importante. O uso que nós fizemos da floresta não foi nobre, não foi para a agricultura produtiva, foi para a agropecuária que ainda hoje é extensiva e precisa de políticas públicas para usar melhor a terra que a gente roubou da natureza", afirmou o diretor.

A intenção do governo agora é, a partir desses dados, fazer um melhor aproveitamento do potencial produtivo da região e ao mesmo tempo, garantir a preservação dos recursos naturais do bioma.

"Nós podemos aumentar com tecnologia a eficiência da agropecuária e da agricultura, que representa um universo pequeno, aumentando dessa forma a produção sem agredir um patrimônio natural", afirmou o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante.

"Nós não precisamos desmatar para desenvolver a Amazônia. Nós não precisamos desmatar bioma nenhum para desenvolver a agricultura", afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Embrapa quer instalar Centro de Inteligência do Leite no Paraná

A Embrapa Gado de Leite, com sede em Juiz de Fora (MG), quer instalar um Centro de Inteligência do Leite no Paraná. O Centro vai reunir os principais indicadores econômicos e agrícolas do leite e derivados, que são informações fundamentais para o acompanhamento da pecuária leiteira no Estado e elaboração de políticas públicas. A proposta foi apresentada nesta quarta-feira (23) pelo chefe da Embrapa Gado de Leite, Duarte Vilela, ao secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e ao diretor-geral Otamir Cesar Martins.


Para Duarte, o Paraná é referência em produção de leite, destacando-se como um dos principais produtores do País. Segundo pesquisa de Pecuária Municipal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) em 2009, o Estado é o terceiro maior produtor de leite do País, com uma produção 3,3 bilhões de litros de leite, que corresponde a uma participação de 11,5% sobre a produção nacional.

O Centro de Inteligência do Leite, já criado com sucesso em Minas Gerais, reúne todas as informações de leite num só local. Os custos de produção são levantados com metodologia padronizada e com abrangência para todas as bacias leiteiras, detalhou Duarte Vilela.

Ortigara disse que vai avaliar a proposta, mas antecipou que apóia as iniciativas de impulsionar o crescimento da pecuária leiteira no Paraná, porque é um setor que gera renda mensal ao agricultor. Ele destacou que a produção de leite vem se expandindo da região de Castro e Carambeí, onde há uma produção de alta tecnologia, para as regiões Oeste e Sudoeste que ainda têm desafios a serem vencidos. “São três regiões que precisam ser fortalecidas e ainda temos a alternativa de levar a pecuária leiteira para algumas regiões do Arenito, no Noroeste”, anunciou.

Segundo o secretário, na próxima semana vai reunir representantes da Secretaria com o Sebrae e Senar para discutir medidas que possam dar suporte à melhoria de empresas ligadas à pecuária leiteira. “O objetivo é melhorar toda a cadeia produtiva com o auxilio do Banco do Brasil, que se dispôs a financiar empreendimentos e projetos viáveis”, disse.

Além da proposta do Centro de Inteligência, Duarte apresentou também a indicação de Rogerio Dereti para ser o novo gestor e representante da Embrapa Gado de Leite para a região Sul do País, sediado na Embrapa Floresta, em Colombo, Região Metropolitana de Curitiba. Segundo Duarte, o objetivo é renovar a parceria entre o governo do Paraná e a Embrapa Gado de Leite.

Duarte Vilela estava acompanhado da chefe-adjunta de Comunicação e Negócios da Embrapa Gado de Leite, Elizabeth Nogueira Fernandes.
aen.pr.gov.br


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Produção de leite pode diminuir no RS

A produção de leite no Rio Grande do Sul está normalizada na maioria das regiões produtoras do Estado, mas a redução das chuvas pode prejudicar o desenvolvimento da atividade, informou o relatório semanal divulgado pela Emater. As propriedades que possuem boa quantidade de pastagens cultivadas ainda apresentam boa produção. 

Aveia e azevém encontram-se na fase reprodutiva e em final de ciclo, e trevos e cornichão apresentam bom desenvolvimento. Os produtores estão realizando o preparo do solo ou a dessecação das áreas para a implantação da pastagem de verão e dos cultivos de milho ou sorgo para silagem. No entanto, a falta de umidade no solo está dificultando a germinação e a emergência das plântulas, com alguns bovinocultores interrompendo a semeadura ou o plantio.

O preço do leite está com uma leve tendência de queda, atualmente o preço está entre 50 e 70 centavos o litro. Os pequenos produtores que produzem à base de campo nativo começam a apresentar aumento de produção, mas a recuperação é muito lenta.
Fonte: Só Notícias

Walmart oferece rastreamento de cortes de carne pela internet


O Walmart deu início no Rio Grande do Sul a um projeto que em alguns anos deve permitir que os consumidores conheçam a origem de toda carne e hortifrutigranjeiros comprados nos supermercados controlados pela marca no país.

Atualmente, clientes de quatro supermercados da rede Nacional em bairros nobres de Porto Alegre – Auxiliadora, Três Figueiras, Bela Vista e Boa Vista – já podem conferir pela internet, através de um código na embalagem, qual é a fazenda de procedência dos cortes especiais para churrasco vendidos na marca Novilho Campeiro.

Segundo o site Baguete, a novidade é possível graças a tecnologia da CheckPlant, com o apoio do Mafrig, frigorífico que abate o gado oriundo de 70 fazendas gaúchas que supre as gôndolas do Nacional e de quatro produtores de hortifrutis orgânicos.

No site, o consumidor pode conferir fotos e a localização exata da fazenda criadora, indicada no Google Maps, assim como a data de abatimento no Marfrig.

Quem quiser fazer o teste sem sair da frente do computador, deve acessar http://walmart.rastreabilidadeonline.com.br/ e digitar 00334X183F42, a identificação de um corte de picanha mostrada em coletiva de imprensa realizada em Porto Alegre nessa sexta, dia 17.

– Esperamos ter essa novidade disponível em todos os 100 Nacionais que vendem Novilho Campeiro até a meta de 2011 – prevê José Noeli, gerente comercial do Walmart para o Rio Grande do Sul.

É um bocado de carne. A marca Novilho Campeiro responde por 10% das vendas totais de carne bovina do Nacional no estado, algo em torno de seis a sete toneladas de carne mensais.

Noeli destaca que o custo de implementação da novidade – não revelado pelo Walmart – não será transmitido para o consumidor final.

– O custo é dividido entre nós e os produtores e a vantagem é mostrar que oferecemos um produto com origem garantida – comenta o executivo.

A possibilidade do consumidor rastrear a origem da carne é originada em um acordo assinado entre Walmart, Carrefour e Pão de Açúcar com frigoríficos em 2009, pelo qual os fornecedores se comprometiam a não comprar gado oriundo de fazendas que praticassem desmatamento ou trabalho escravo.

– Esse tipo de informação e garantia será cada vez mais exigida pelos consumidores – acredita Noeli.

Experiente no ramo de carnes, onde atua há 15 anos, o profissional estabelece uma comparação com os cortes vendidos a vácuo, cuja oferta e consumo começaram pequenas e hoje representam metade das vendas.

Fundada por dois ex-alunos de 30 anos da Ciência da Computação da UCPel, com mestrados pela UFSC e Ufrgs, a CheckPlant emprega 15 profissionais das áreas de TI e agronomia em Pelotas.
A empresa é especialmente forte na área de frutas para exportação, onde é grande a exigência dos compradores por rastreabilidade: metade das frutas rastreadas vendidas no país usa tecnologia da CheckPlant.


fonte: Canal Rural

Lavoura de girassol torna-se uma ótima opção de renda agrícola

A lavoura que mais parece um jardim de tom amarelo chama a atenção de quem passa na vicinal que liga Rio Preto à Potirendaba. A produção de girassol não traz vantagens só pela beleza. Nesta propriedade a planta é usada para alimentar o gado de confinamento. O plantio é feito durante o período de entressafra de outras culturas, como o trigo, por exemplo. E a produção é rápida.

“Seo” Laércio fez das condições favoráveis uma estratégia para aumentar os lucros. Quinze hectares da propriedade são reservados para o plantio do girassol. A produção de 35 toneladas por hectare vira silagem para as 330 cabeças de gado confinado na fazenda.
Segundo o produtor, o girassol reduz em 20% os gastos, se comparado ao milho e a outros farelos. Ele usa 20 kg por dia de girassol por cabeça para engordar 1,4 kg/dia.

A máquina colhe e tritura o produto ao mesmo tempo. Depois o girassol é misturado com milho e cana de açúcar, além de receber o chamado concentrado, composto por outros farelos. Assim, a mistura que vai no cocho fica mais barata e mais nutritiva.

O rebanho parece achar saboroso. O produtor fica satisfeito e quem passa pela lavoura se sente maravilhado com a paisagem.
Fonte:Nosso Campo 

Produtor poderá emitir Guia de Trânsito Animal (GTA) via Internet

A implantação da Guia de Trânsito Animal eletrônica (e-GTA) é mais um passo para a modernização tributária do setor produtivo de Mato Grosso do Sul promovida pelo governo do Estado, que inclui também a emissão da Nota Fiscal do Produtor Eletrônica (NFP-e). A emissão dos documentos via internet vai proporcionar mais comodidade aos proprietários rurais.

A Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) começou a cadastrar os produtores que vão utilizar a e-GTA por 60 dias em fase de teste. O período em que o sistema será avaliado vai permitir realizar transações de compra, venda, abate, transferência e leilão de bovinos para os ajustes necessários.

A diretora-presidente da Iagro, Maria Cristina Carrijo, esclarece que para poder emitir a GTA via internet o pecuarista deve renovar seu cadastro na Agência Estadual de Defesa Sanitária e ter um responsável técnico pela propriedade cadastrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária e no Ministério da Agricultura. Outro requisito é estar com a vacinação do rebanho em dia - contra febre aftosa e brucelose - e não possuir nenhuma pendência sanitária em nome da propriedade.

O papel para emissão do e-GTA será numerado e timbrado pelo Ministério da Agricultura. O papel especial não terá custo adicional, o produtor continuará a pagar o valor de R$ 8,26 por meio de boleto bancário, que poderá ser recolhido pela internet ou no banco.
 


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Embrapa apresenta tecnologias para pecuária sustentável em Londres

O chefe-geral da Embrapa Acre, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Judson Valentim fez apresentações para a imprensa e para os empresários e acionistas. Valentim enfatizaou as alternativas tecnológicas desenvolvidas ou recomendadas pela Embrapa Acre que tem contribuído para aumentar a produtividade da pecuária na Amazônia.

"Nós mostramos que é possível conciliar pecuária e conservação na Amazônia. Desde que sejam recuperadas áreas abertas e que haja manejo adequado das pastagens e do rebanho. Nas propriedades que adotam as tecnologias da Embrapa temos uma taxa de lotação de 2,9 cabeças por hectares, enquanto que a média nacional é de aproximadamente uma cabeça por hectare".

Para Valentim, os principais desafios da área dizem respeito à adoção, em larga escala, de tecnologias capazes de aumentar a atual produção pecuária; implementação de políticas públicas que possam aliar ganho em produtividade com redução do desmatamento; redirecionamento de linhas de crédito; e adoção de uma política de compra positiva ao longo da cadeia, com medidas que valorizem práticas sustentáveis. "O relatório da Forest Footprint Disclosure é um passo importante nesse sentido porque vai orientar o investimento dos acionistas", diz.

PEGADA FLORESTAL

As discussões sobre a pegada ecológica e a pegada de carbono foram seguidas pelo conceito pegada florestal (forest footprint). Seria o cálculo que permite quantificar a área de terreno produtivo necessária para sustentar o estilo de vida das pessoas. No caso da pegada florestal, o impacto das cadeias produtivas sobre os recursos florestais.

O projeto Forest Footprint Disclosure foi lançado em junho de 2009 por um conjunto de ONGs, coordenadas pela inglesa Global Canopy Programme. O relatório que será lançado é o resultado de um levantamento com 150 das maiores multinacionais do mundo para avaliar o papel que exercem no desmatamento. O documento recebeu o suporte de 34 investidores cujas empresas possuem valor de mercado de mais 3,5 trilhões de dólares.

O governo do Reino Unido é um dos principais apoiadores da iniciativa que tem seu foco nas comodities de soja, carne bovina (e couro), madeira, óleo de palma e biocombustíveis. Os dados gerados pelas pesquisas da Embrapa Acre fazem parte da publicação inicial do projeto, que discorre sobre as oportunidades de mudança ambiental para as empresas.

Informações sobre o Forest Footprint Diclosure podem ser obtidas no endereço www.forestdisclosure.com. Os textos estão em inglês.

FONTE
Priscila Viudes - Jornalista
Telefone: (68) 3212-3272

Preços da Uréia pecuária estáveis em Janeiro com tendência de alta

Revolução Verde e Amarela

Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, os preços da uréia pecuária, que vinham em queda desde agosto de 2009, ficaram praticamente estáveis em janeiro.

Atualmente a tonelada do insumo está cotada em R$1,3 mil, mesmo preço vigente em dezembro último.

Em relação a janeiro de 2009, a cotação atual é 40% menor, no entanto, a estabilização de preços pode indicar o início de um possível aumento nos próximos meses.

Isso porque, os fertilizantes nitrogenados, grandes concorrentes da uréia pecuária, pela matéria-prima nitrogênio, já deu os primeiros sinais de alta, e a tendência é que continuem com mercado em alta no curto prazo.

Pantanal News

Pastagens podem ajudar no combate às mudanças climáticas

Revolução Verde e Amarela

Um estudo recente da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) mostra que as áreas de pastagens tem vasto potencial (ainda não explorado) de mitigação das mudanças climáticas por meio da absorção e armazenamento de CO2.

Segundo o relatório, essas regiões representam uma concentração de carbono maior do que a das florestas, caso sejam devidamente administradas.

Hectares
O documento da FAO mostra que existem 3,4 bilhões de hectares de pastagens no mundo, que abrangem cerca de 30% da superfície de terras onde não há presença de gelo.

O texto alerta que esses locais podem também desempenhar papel importante no apoio à adaptação e vulnerabilidade às alterações do clima de mais de um bilhão de pessoas que dependem do gado para viver.

Para o diretor-geral assistente da FAO, Alexander Müller, o mundo vai ter que usar todas as opções para conter o aquecimento global.

Biomassa
Ele destacou que a agricultura tem potencial para ajudar a minimizar as emissões líquidas de gases de efeito estufa por intermédio de práticas específicas, como construção do solo e biomassa de carbono.

Segundo o estudo da FAO, estima-se que as áreas de pastagens possam armazenar 30% do carbono do mundo no solo.

Terra


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Governador de Alagoas participa de leilão de gado no Parque da Pecuária

O governador Teotonio Vilela participou, neste sábado, do leilão de gado dos Irmãos Barros Correia, no Parque da Pecuária, o primeiro no Estado depois que Alagoas saiu da zona de risco desconhecido da aftosa. “É uma felicidade estarmos aqui vendo criadores de todo o Nordeste, de todo o Brasil, podendo comprar o nosso gado, que sempre teve uma genética de qualidade”, afirmou Teotonio, ao lado dos secretários de Estado Jorge Dantas, da Agricultura, Nelson Ferreira, da Comunicação, e do presidente da Adeal, Hibernon Cavalcante.

Teotonio elogiou o leilão, que acontece há vários anos, e destacou o empenho dos irmãos Celso, Ricardo e Aluízio Barros Correia. “Esse é um evento que dinamiza a economia alagoana; fortalece o agronegócio; mostra ao Brasil todo que aqui nós temos condições de competir em igualdade com qualquer Estado do Nordeste nesta área”, disse o governador. No local, ele conversou com produtores locais e de fora e deu entrevista à TV Rural e emissoras de televisão de Alagoas, falando sobre a importância de tirar o Estado da zona de risco da aftosa.

Meta — Segundo o governador, a sua meta é a de que até o final de seu governo Alagoas possa comemorar estar totalmente livre da aftosa. “Estamos trabalhando nesse sentido”, avisou. Ele também visitou a exposição de animais e assegurou que este é um dos maiores leilões já realizado em Alagoas. “Sinto-me feliz que este leilão, com esse porte, aconteça exatamente quando estamos vivendo um novo momento em nosso Estado; um momento de crescimento econômico, de avanço em todas as áreas”, comemorou.

Fonte:Alagoas em Tempo Real

Leia também:
►O fósforo na dieta dos bovinos leiteiros
►Associação defende liberação de registro para clonagem de gado zebu
►Uso de leguminosas em pastagens e na alimentação animal

Uso de leguminosas em pastagens e na alimentação animal

Debulhador de Milho Elétrico

As leguminosas, como o amendoim forrageiro, servem para alimentar bois, cabras, ovelhas, cavalos e até porcos e galinhas. Essas plantas conseguem fixar nitrogênio e por isso são capazes de produzir grande quantidade de alimento de qualidade, mesmo em solos de média e baixa fertilidade.

O programa Prosa Rural desta semana fala sobre o uso das leguminosas na alimentação animal e traz como entrevistado o pesquisador da Embrapa Acre, Judson Valentim. Segundo o pesquisador, o amendoim forrageiro pode ser utilizado no pasto, triturado e oferecido para alimentação de aves confinadas, ou cortado verde para nutrição de porcos. “É uma leguminosa de uso bastante amplo. No Acre, mais de 2,5 mil produtores utilizam a tecnologia, envolvendo cerca de 115 mil hectares de área plantada”, afirma.

As leguminosas apresentam ainda a vantagem de recuperar pastos degradados. “O nitrogênio absorvido pelo amendoim forrageiro é convertido em adubo para as plantas. As folhas desta leguminosa também servem para adubar a terra, o que permite ao produtor não só recuperar o pasto, mas também preparar o solo para produção de outras culturas”, explica Valentim.

O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Portal do Agronegôcio

As principais raças e a origem do equino Pônei

Tudo sobre cavalos-Um guia 200 raças

Os pôneis são uma família de eqüinos de pequeno porte e ao contrário do que muitos criadores pensam, são animais primitivos, ligados e identificados com a própria origem dos eqüinos. A definição das diversas raças de pôneis ocorreu mais recentemente e expressa a ação selecionadora do homem e os novos ambientes de criação disponíveis desde os primórdios da domesticação dos cavalos.

Existem muitas raças de pôneis espalhadas por vários continentes, sendo que as mais tradicionais se encontram na Europa. Na América do Sul além dos pôneis argentinos, uruguaios e paraguaios destacam-se os pôneis brasileiros que são as raças Piquira e Brasileira. A Associação Brasileira dos Criados do Cavalo Pônei (ABCCP), procura, através do Padrão Racial, padronizar os animais das raças Brasileira e Piquira, controlando também as raças exóticas como Shetland inglesa e americana, Welsh Moutain Pony também inglesa e, a austríaca, Haflinger. Cada raça controlada pela ABCCP seguem seu Padrão Racial apresentando desclassificações comuns.

A raça Brasileira é a mais popular raça pônei de origem nacional, sendo simplesmente conhecida como Pônei. Ainda está em formação e caracteriza-se por animais de pequeno porte cujo objetivo é estimular o interesse, na criança, pelas atividades eqüestres, além de serem utilizados na tração de pequenas viaturas e em diversas atividades esportivas.

Esta raça originou-se do cavalo pônei da raça Shetland, da Escócia, e dos animais Falabella, da Argentina, além da influência de animais oriundos do Uruguai e Paraguai. Nos últimos cinco anos, o criatório nacional começou a ter infusão de animais provenientes dos Estados Unidos da América, os minicavalos americanos. É criada em todo território Nacional, snedo os Estados de maior expressão o Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, este último considerado o Estado berço da raça.

A raça Piquira é caracterizada por animais de pequeno porte pertencendo, portanto, à família pônei, é de origem nacional e bastante rústico. É conhecido popularmente como "mangalarga em miniatura".
O que destaca o Piquira das outras raças de pôneis é a qualidade do seu andamento e a sua docilidade. A marcha é o objetivo primário dos criadores não importando se batida ou picada sendo que o trote e andadura são desclassificantes para registro definitivo. Quanto ao temperamento é um animal bastante dócil e resistente. É usado na lida com o gado, para esporte e lazer. É pouco difundida no Sul do país mas bem apreciada em Minas Gerais e Nordeste.

Os animais são registrados com 36 meses de idade e a altura máxima hoje, é 1,30 para machos e 1,28 para fêmeas com altura ideal de 1,22 m para machos e 1,20 m para as fêmeas, sendo que a altura da garupa não deve exceder mais de 0,02 m da altura na cernelha. Todas as pelagens são permitidas exceto pseudo-algina (gázeo ou pombo).

As raças que contribuíram para a formação do Piquira foram a Mangalarga Marchador, Brasileira e os animais nordestinos cruzados com éguas comuns de menor porte, sendo que hoje já está bastante padronizada e a infusão destas raças ocorre em pequena escala. Apenas o "Catingueiro" ainda é aceito pelos criadores do Nordeste e como o livro do Registro Genealógico continua aberto, estes animais são registrados por se enquadrarem bem no Padrão Racial em vigor. Os criadores hoje buscam um animal harmonioso mas rústico, com aptidão para sela, de andamento marchado e muito cômodo.

Associação defende liberação de registro para clonagem de gado zebu

O superintendente técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, Luiz Antônio Josahkian, destacou a importância para a pecuária brasileira da liberação de registro no país dos bovinos clonados, que antes era proibido. Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, ele justificou que, de um universo estimado em 200 milhões de cabeças de gado, o Brasil conta com cerca de 160 milhões de genes zebuínos.

O país desde 2003 vem liderando o mercado internacional de carnes e, segundo ele, não poderia ficar em situação de desigualdade em relação a outros países criadores, onde o registro é permitido. Isto porque o desenvolvimento da raça é um fator econômico importante, levando em conta que a clonagem envolve a valorização genética dos modelos obtidos.

Com o registro de clonagem do zebu liberado, a quantidade da linhagem fica assegurada. Mas, Josahkian lembra que a medida tomada pelo Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, não reflete no consumo da carne, mas apenas no desenvolvimento da raça, e destaca que "tudo pode ser feito com transparência e sob o acompanhamento da sociedade".
Fonte:Globo Rural


MULHERES SENSUAIS

Brasil é modelo para países do Cone Sul na recuperação de pastagens degradadas

Práticas adotadas no Brasil, como o plantio direto e o uso de um sistema integrado agrícola-pecuário-florestal são exemplos de estratégias de pecuária associada ao desenvolvimento sustentável recomendadas entre as conclusões da 10ª Reunião da Codegalac – Comissão de Desenvolvimento da Pecuária para América Latina e Caribe, da FAO, capítulo Cone Sul.

O principal alerta do encontro foi de que a pecuária tem crescido mais de 3,7% ao ano na região, um aumento associado à redução da área de florestas. Hoje, 70% dos pastos se encontram num processo de degradação, o que se reflete em baixa produtividade e no avanço em zonas ambientalmente frágeis.

A degradação dos pastos aumenta a vulnerabilidade às mudanças climáticas e à produção de gases de efeito estufa. E a Amazônia está entre os ecossistemas mais afetados pela ampliação da fronteira agropecuária.

Por outro lado, os países do Cone Sul são os principais exportadores de carne bovina no mundo e os estudos indicam que o consumo de carne se duplicará nos próximos 20 anos, gerando novas oportunidades de mercado para a carne produzida na região. Mas os países importadores cada vez mais exigem produção em áreas ambientalmente sustentáveis, o que mostra a necessidade de políticas e programas estratégicos de grande escala.

Os países da região têm recursos naturais e tecnológicos suficientes para a intensificação sustentável da produção sem necessidade de ampliar a fronteira agropecuária até os ecossistemas mais frágeis. No entanto, as pressões de mercado estão provocando o avanço da atividade em zonas de maior vulnerabilidade ambiental, o que pode aumentar os níveis de desmatamento, degradação de solos, perda de biodiversidade, diminuição de recursos hídricos e vulnerabilidade às mudanças climáticas.

Nesse contexto, os governos necessitam com urgência desenvolver mecanismos e políticas para enfrentar essa situação, através de um marco de referência para a tomada de decisões e a formulação de instrumentos e programas de desenvolvimento pecuário sustentável.

Se nenhuma iniciativa for tomada, o processo de degradação pode ser irreversível, ou de grande custo. E o avanço às áreas mais sensíveis pode aumentar por causa das pressões do mercado, mas com consequências de maiores custos de produção, baixa rentabilidade, perda de competitividade, menores rendas para os produtores, desemprego e aumento da migração do campo para a cidade. Também poderá haver perda dos mercados atuais pela degradação ambiental e perda de oportunidades de novos mercados, com o aumento da pobreza em zonas já vulneráveis.

Os participantes do encontro recomendaram que, com o suporte da FAO, os governos nacionais criem iniciativas para identificar as áreas mais vulneráveis e de maior risco; pesquisar o estado atual da produção pecuária e promover a inserção dos pequenos produtores ao mercado e à tecnologia.

Os países também solicitaram à FAO o apoio técnico para formular um Marco Orientador para o desenvolvimento de políticas e programas de gestão agro-ambiental e inovação tecnológica para o desenvolvimento sustentável, a recuperação de pastos degradados em ecossistemas pecuários estratégicos e a promoção de sistemas integrados agrícola-pecuário-florestais que permitam a intensificação sustentável da produção, reduzam a vulnerabilidade às mudanças climáticas e melhorem a rentabilidade do setor.

Será criado ainda um grupo de trabalho de centros de pesquisa do Cone Sul, liderado pela Embrapa, para a elaboração de uma proposta de ação e avaliação técnica, econômica e ambiental das tecnologias disponíveis para a recuperação de áreas degradadas e intensificação sustentável da produção pecuária.
Fonte: Portal do Agronegôcio

O fósforo na dieta e na suplementação dos bovinos leiteiros

O mineral mais importante na suplementação de bovinos em pastagens é o fósforo, sendo essencial como componente estrutural dos tecidos, fluidos e ativador de processos enzimáticos. Ele pode ser encontrado em diversas fontes como o fosfato bicálcico, fosfato de rocha, fosfato monoamônio e outros, sendo o fosfato bicálcico o mais utilizado e de maior biodisponibilidade.
A deficiência de fósforo é muito importante para bovinos, principalmente em relação àqueles mantidos em regime de campo. Extensas áreas com deficiência de P nas pastagens ocorrem em todo mundo e não há dúvida que essa deficiência é o distúrbio mineral mais comum e, também economicamente, mais importante afetando os herbívoros em regime de campo no Brasil.
Diversos alimentos podem ser utilizados na dieta do animal para atender as exigências de fósforo. Os teores em gramíneas forrageiras tropicais variam de 0,8 a 3 g de P/kg de matéria seca. Certamente, em termos de fósforo, tais níveis não permitem elevados desempenhos na ausência de suplementação com outras fontes de fósforo, entretanto, tem-se observado que em pastagens tropicais bem manejadas os teores de fósforo tendem a ser mais elevados (2 a 3g de P/kg de MS), o que reduz, mas não elimina a necessidade de fornecimento suplementar de fósforo.
Os componentes fosfatados nos suplementos minerais e nos concentrados utilizados em rações para gado de leite apresentam de uma maneira geral uma elevada disponibilidade de fósforo. Quando alimentos concentrados são incorporados na dieta em níveis de 10-20%, eles tendem quase sempre a atender ou até mesmo a superar as exigências de fósforo dos animais. Este efeito obviamente está vinculado ao tipo de alimento e aos fatores inerentes ao próprio animal.
Para as vacas em início de lactação, a elevada demanda por fósforo aumenta a absorção deste elemento no trato digestivo, ao mesmo tempo em que as exigências de cálcio repercutem na maior mobilização de fósforo a partir dos ossos.
Com o objetivo de assegurar um consumo adequado de fósforo no início da lactação (o pico no consumo de MS é posterior ao pico na produção de leite), as recomendações de fósforo são maiores nesta fase, o que pode gerar um excesso desse elemento no organismo do animal. Em outras palavras, é possível que no início da lactação os níveis de fósforo na dieta não precisem ser tão elevados, visto que o excedente não utilizado pelo animal seja excretado principalmente nas fezes e no leite e, em menor quantidade, na urina.
Solano Alex Oldoni – veterinário da Coamo em Toledo (Oeste do Paraná)

A origem dos cavalos e as principais raças

O cavalo tem origem no continente americano, durante a idade glacial . Passou do continente americano para o continente europeu. Há cerca de 10.000 anos este processo foi encerrado e o cavalo desapareceu do continente americano. Quatro tipos de cavalos se desenvolveram na Europa e Ásia, foram os Przewalski, Tarpan, o Cavalo da Floresta e o Cavalo de Tundra. Mais adiante, os cavalos se adaptaram ao ambiente em que viviam dando origem as raças atuais, estando divididos em cavalos Árabes, Berbere, Espanhol e Thoroughbred. Dentro desta divisão encontramos 3 tipos de cavalos: Os cavalos pesados, os cavalos leves e os pôneis.

Os cavalos criados soltos pastam a maior parte do tempo, geralmente as pastagens são deficientes e esparsas, isto faz com que os cavalos estejam sempre a procura de alimento. Os cavalos estão sempre pastando, pois não comem grandes quantidades de uma só vez. Cavalos têm estômago pequeno, precisam se alimentar aos poucos, nunca de uma só vez. Quando mantemos o cavalo em estábulos ou cocheiras devemos fornecer alimento da mesma forma que quando estão soltos, devemos alimentá-los 3 a 4 vezes por dia. É importante que os cavalos tenham sempre água à disposição. A quantidade consumida por um cavalo varia entre 2 a 2,5% do seu peso. Sal também faz parte da alimentação, recomenda-se ter sal sempre à disposição, a falta de sal faz com que os cavalos roam objetos de madeira.

A raça dos equinos é definida pela semelhança dos animais, a similaridade da conformação, cor, andamento, tamanho e temperamento. Já o tipo é definido por animais que apresentam características próprias e permanentes como o cavalo nordestino ou o pantaneiro.

Desde os mais longínquos tempos vemos cavalos e jumentos servindo ao homem. Usados como meio de transporte, carregando peso (quase sempre em excesso), puxando charretes enormes e pesadas lotadas de pessoas, puxando carroças, ajudando na sobrevivência de tantas famílias, servindo de divertimento (circos, rodeios, corridas, lutas, saltos, polo, etc). Os cavalos também participaram de inúmeras guerras e batalhas.
Algumas Raças de cavalos:(equinos)
- Cavalo Árabe, Anglo-Árabe, Cavalo Puro Sangue Inglês, Lusitano, Sorraia, Garrano, Alter Real, Hanoveriano, Trakehner, Holstein, Oldenburg, Falabela, Crioulo, Mangalarga, Mangalarga Marchador,Morgan, Palomino, Bretão, Fjord Noruegues, Frisio, Hannoveriano, Welsh Cob, Gypsy Vanner, Orlov Trotter, Trotador Russian, Guarapuava, Sertaneja, Andaluz, Trotador Americano, Hackney, Persa, Quarto-de-milha, Trakehnen, Poneis, Apaloosa, Pinto (tobiano americano) American Saddle Horse, Pecherin, Bolonhês, Clydesdale, Bretão, Suffolk, Ardenesa, Hackney, Alemã, Francesa, Orloff e Standardbred, Galiceno, etc.