Mostrando postagens com marcador Caprinos e Ovinos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Caprinos e Ovinos. Mostrar todas as postagens

O que é sanidade animal?

A saúde animal, numa visão ampliada, envolve questões relacionadas a enfermidades dos animais, saúde pública, controle dos riscos em toda a cadeia alimentar, assegurando a oferta de alimentos seguros e bem estar animal.

Para assegurar a saúde animal, é necessária a existência de serviços veterinários bem estruturados, capacitados e aptos para detecção e adoção precoce das medidas de controle e erradicação das doenças.
Em sintonia com a Organização Mundial de Saúde Animal – OIE, que reconhece os serviços veterinários como um bem público mundial, o serviço veterinário brasileiro, responsável pela condução da política de saúde animal, compartilha com o setor privado as responsabilidades para aplicação das medidas que objetivam a melhoria da saúde animal.

A extensão territorial e as condições climáticas; os programas voltados para a sanidade animal e segurança do alimento posicionam o Brasil como um dos maiores produtores de carne bovina e com potencial para atender as exigências específicas de mercado.

A cadeia produtiva é caracterizada pela criação de animais a pasto, ou pelo sistema intensivo ou semi-intensivo (confinamento), no qual, o gado é alimentado por grãos, sendo proibido o uso de proteína de origem animal (exceto produtos lácteos).

Também atendendo exigências internacionais, a rastreabilidade na cadeia produtiva inicia-se na fazenda e estende-se a indústria frigorífica, desde a recepção e abate dos animais, até o processamento, estocagem e expedição dos produtos, conforme o Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (SISBOV).

Com tantas vantagens competitivas, o Brasil segue na disputa e conquista de novos mercados de modo que a carne bovina brasileira continue sendo apreciada por consumidores no mundo todo.

Uso de leguminosas em pastagens e na alimentação animal

Debulhador de Milho Elétrico

As leguminosas, como o amendoim forrageiro, servem para alimentar bois, cabras, ovelhas, cavalos e até porcos e galinhas. Essas plantas conseguem fixar nitrogênio e por isso são capazes de produzir grande quantidade de alimento de qualidade, mesmo em solos de média e baixa fertilidade.

O programa Prosa Rural desta semana fala sobre o uso das leguminosas na alimentação animal e traz como entrevistado o pesquisador da Embrapa Acre, Judson Valentim. Segundo o pesquisador, o amendoim forrageiro pode ser utilizado no pasto, triturado e oferecido para alimentação de aves confinadas, ou cortado verde para nutrição de porcos. “É uma leguminosa de uso bastante amplo. No Acre, mais de 2,5 mil produtores utilizam a tecnologia, envolvendo cerca de 115 mil hectares de área plantada”, afirma.

As leguminosas apresentam ainda a vantagem de recuperar pastos degradados. “O nitrogênio absorvido pelo amendoim forrageiro é convertido em adubo para as plantas. As folhas desta leguminosa também servem para adubar a terra, o que permite ao produtor não só recuperar o pasto, mas também preparar o solo para produção de outras culturas”, explica Valentim.

O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Portal do Agronegôcio

Stefhanes diz que agronegôcio está dentro da normalidade

Apesar da agropecuária brasileira estar abalada com a atual conjuntura econômica, no qual segmentos como o da pecuária de corte, vem enfrentando graves abalos, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Reinhold Stephanes, afirmou que o setor do agronegócio ainda mantém-se em certa normalidade. Segundo ele, o segmento de bovinos é o que está enfrentando a maior dificuldade nos últimos tempos, porém, com apenas três Estados afetados: Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

"Nos outros Estados, o problema foi contornado com a abertura de novas empresas, que substituíram as que fecharam", explicou. Ele acrescenta que, enquanto a pecuária de corte enfrenta os obstáculos, a exportação de suínos registrou alta no primeiro trimestre de 2009, se comparado ao mesmo período de 2008, e o frango teve redução de 5% nas vendas para o mercado externo, mas com perspectivas de voltar retomar a comercialização com a abertura do mercado chinês.

Reinhold Stephanes foi um dos palestrantes da Tecnoshow Comigo 2009, feira tecnológica e de negócios, que será realizada até sábado (4), em Rio Verde. Com o tema "Legislação Ambiental", o ministro, em entrevista coletiva, comentou que ninguém é multado por ser agente poluidor de rios que passam dentro das cidades, como o Rio Tiete, por exemplo. "O agricultor é um ecologista, pois é do meio ambiente que ele tira o próprio sustento." Por outro lado, ele afirma que se a Legislação Ambiental for aplicada conforme está previsto, 1 milhão de produtores terão que deixar o campo.

Para o ministro, as causas dos fechamentos dos frigoríficos são de conhecimento. Segundo ele, a visão do ministério é de que o produtor tem matéria-prima para oferecer, há mercado, porém os problemas financeiros que assolaram as indústrias fez a diferença. "Eles não esperavam a crise, que elevou o valor do dólar perante o real e consequentemente todos os créditos que deveriam ser pagos na moeda americana deveriam ser feitas com o valor do dia, e não mais com o valor negociado", esclarece.

Quanto ao seguro rural, Stephanes observou que "o modelo não é adequado.

Precisamos de seguros que garantam o preço e cubram efeitos das condições climáticas", enfatizou.

A Tecnoshow Comigo prossegue até sábado (04). Amanhã (02), a programação abrange reuniões técnicas da Comissão de Pecuária de Leite da FAEG, às 10h e reunião da Comissão de Pecuária de Corte, marcada para as 16h. As informações são da Faeg/Senar, de Rio Verde.
http://ultimosegundo.ig.com.br


LEIA OUTRAS NOTÍCIAS AGRÍCOLAS:

►Mandioca gigante! Essa é para o fome zero
►A hidroponia e o meio ambiente
►O fósforo na dieta dos bovinos leiteiros
►Como plantar o Ipê-amarelo?


Confira:

BALANÇA TRONCO ANIMAIS





Digite seu email e receba as notícias da roça Grátis:

FeedBurner

Feira Internacional de caprinos e ovinos

Reconhecida como um dos principais eventos da cadeia produtiva da ovinocaprinocultura, a 6ª edição da Feira Internacional de Caprinos e Ovinos (Feinco), que acontece entre 10 a 14 de março, no Centro de Exposições Imigrantes (São Paulo/SP), será também uma grande base de negócios do setor. Sua programação inclui a realização de 11 leilões, que apresentarão excelentes oportunidades para quem busca investir neste mercado ou aprimorar seu plantel.

Na ocasião, serão ofertados 420 lotes, entre matrizes, machos e animais de pista. São ovinos e caprinos frutos de plantéis consagrados, expoentes do potencial da genética nacional. Neste ano, a Feinco abrigará os seguintes leilões: Leilão Mumbuca, Leilão Oficial ABC Dorper, Leilão Três Azes e Um Coringa, Leilão Doadoras Dorper VPJ, Leilão Campo Verde, Leilão Excelência Dorper, Ovinogen, Leilão Paulitexel, Leilão Santa Inês de Valor, Leilão Chave de Ouro e Leilão Nacional Sulfolk.

Diretor do Agrocentro, empresa promotora da feira, Décio Ribeiro dos Santos explica que a ovinocaprinocultura está em plena expansão. “As oportunidades que o criador e investidor encontrarão na Feinco serão únicas. Serão onze possibilidades de aquisição de genética de ponta, com condições favoráveis de compra. É a grande chance para investir na atividade ou aprimorar a genética do próprio rebanho”, completa.

Solicite Credenciamento gratuito e participe da 6ª Feira Internacional de Caprinos e Ovinos. Aproveite para conhecer tudo sobre a raça e aproveitar a oportunidade para degustar as melhores receitas de ovinos e caprinos.

Quem tiver a oportunidade da feira conhecerá os setores mais variados tais como: Nutrição Animal, Genética, Produtos Veterinários, Adubos e Fertilizantes, Sementes, Defensivos Agrícolas, Máquinas eEquipamentos, Implementos Agrícolas, Frigoríficos, Órgãos de Pesquisa e Desenvolvimento, Insumos para Agropecuária, Balanças, Troncos, Cochos, Veículos Utilitários, Bancos, Seguradoras, Universidades, Informática e Internet.
Agrocentro

Raças e Cruzamentos para produção de Carne de Caprinos e Ovinos

A escolha da raça ou grupo genético é um aspecto de grande importância para o sucesso do agronegócio da carne e da pele ovina e caprina, no Nordeste do Brasil.

Estas espécies animal apresentam grande potencial fisiológico para produção de carne e pele, especialmente os ovinos deslanados e os caprinos naturalizados da Região Nordeste. Trata-se de grupos sexualmente precoces, em especial, quando submetidos a manejo nutricional diferenciado. O curto período de prenhez (150 dias de duração) e a prolificidade (crias nascidas/por fêmea parida), nestes pequenos ruminantes domésticos, favorecem a obtenção de uma elevada eficiência produtiva, por unidade de tempo.

Geralmente, a capacidade produtiva das raças ou dos grupos genéticos de caprinos e ovinos é inversamente relacionada com a sua rusticidade. Portanto, para a região semi-árida os tipos mais indicados são os indicados a seguir.

Raças e Grupos Raciais de Caprinos de Corte

A escolha da raça ou grupo genético é um aspecto de grande importância para o sucesso do agronegócio da carne e da pele ovina e caprina, no Nordeste do Brasil.

Estas espécies animal apresentam grande potencial fisiológico para produção de carne e pele, especialmente os ovinos deslanados e os caprinos naturalizados da Região Nordeste. Trata-se de grupos sexualmente precoces, em especial, quando submetidos a manejo nutricional diferenciado. O curto período de prenhez (150 dias de duração) e a prolificidade (crias nascidas/por fêmea parida), nestes pequenos ruminantes domésticos, favorecem a obtenção de uma elevada eficiência produtiva, por unidade de tempo. Geralmente, a capacidade produtiva das raças ou dos grupos genéticos de caprinos e ovinos é inversamente relacionada com a sua rusticidade. Portanto, para a região semi-árida os tipos mais indicados são os indicados a seguir.

Raças e Grupos Raciais de Caprinos de Corte

As principais raças de caprinos indicadas para o Nordeste brasileiro são a Anglo-nubiana linhagem corte, a Boer, a Savana, a Kalahari, a Moxotó e a Canindé além dos tipos raciais Marota, Repartida, Gurguéia e SRD.

Raças e Grupos Raciais de Ovinos de Corte

As principais raças de ovinos de corte indicadas para utilização na região Nordeste são Santa Inês, Morada Nova, Somalis Brasileira, Dorper, Rabo Largo ou Dâmara, Cariri e o tipo Sem Raça Definida (SRD). Vale salientar que os grupos genéticos de cauda gorda, ou seja, Somalis Brasileira e Rabo Largo, estão incluídos entre as de menor necessidades nutricionais, sendo assim mais rústicos, em virtude da existência de uma reserva de gordura, localizada na base da cauda.

Cruzamentos

Cruzamento é quando se acasalam, ou seja, são colocados para se reproduzir, indivíduos de raças ou grupamentos genéticos distintos. Por exemplo, quando se acasalam animais da raça Santa Inês com animais da raça Morada Nova, se diz que se está realizando o cruzamento entre estas raças.

Os produtos dos cruzamentos são conhecidos por mestiços. Realiza-se o cruzamento quando se deseja obter o vigor híbrido, ou heterose, que é a superioridade da progênie em relação à média dos pais.

Existem vários tipos de cruzamento. A escolha de qual tipo usar depende do objetivo da criação. Se o produtor desejar vender todos os animais, provenientes do cruzamento entre duas raças, o cruzamento mais indicado é o simples ou industrial. Neste tipo de cruzamento os animais ½ sangue originados do acasalamento entre duas raças serão levados todos para o abate, independente do sexo da cria. O máximo vigor híbrido é alcançado neste tipo de cruzamento.

Quando se deseja reunir características de várias raças em um animal, realiza-se o cruzamento rotativo ou alternado, que consiste em ir alternando no acasalamento, uma raça e outra, sucessivamente. Exemplo: um rebanho de fêmeas SRD é acasalado com reprodutores Santa Inês, as fêmeas oriundas deste cruzamento serão acasaladas com reprodutores Somalis, as fêmeas provenientes do cruzamento com Somalis serão acasaladas com reprodutores Santa Inês, e assim sucessivamente.

Para a realização do cruzamento, o primeiro passo é selecionar a(s) raça(s) paterna(s), que fornecerá (ão) os reprodutores, e a(s) raça(s) materna(s), que fornecerá (ao) as matrizes, servindo de base para o cruzamento. Isto é importante, uma vez que existem raças com maiores velocidades de crescimento, mais indicadas para serem paternas, e outras que apresentam melhor fertilidade, boa habilidade materna e boa condição corporal.

Cruzamentos para Caprinos de Corte

No Nordeste, especialmente no Semi-Árido, onde as condições de alimentação são desfavoráveis durante boa parte do ano é conveniente que a linhagem materna seja constituída de animais de elevada rusticidade. Nestas condições, para caprinos, o tipo racial SRD e as raças Moxotó e Anglo Nubiana devem ser utilizadas como linhagem materna e como linhagem paterna reprodutores das raças Boer, Anglo Nubiana e Savana.

Cruzamentos para Ovinos de Corte

No Nordeste, especialmente no Semi-Árido, onde as condições de alimentação são desfavoráveis durante boa parte do ano é conveniente que a linhagem materna seja constituída de animais de elevada rusticidade. Nestas condições, para ovinos, o tipo racial SRD e as raças Morada Nova, Cariri e Dâmara devem ser utilizadas como linhagem materna e reprodutores das raças Santa Inês, Somalis Brasileira ou Dorper, como linhagem paterna.

A origem dos ovinos

Ainda não é claro quando ou onde ocorreu a origem da civilização. Indubitavelmente, a civilização está relacionada com a domesticação dos animais e, provavelmente, o cão foi o primeiro animal a ser domesticado. Certamente, não distante do cão, veio à domesticação dos ovinos, caprinos e bovinos. Aparentemente, por 10.000 anos, estas espécies têm servido as pessoas.

O relacionamento entre seres humanos e ovinos foi sempre benéfico para ambos. Os carneiros são insuperáveis na conversão de forrageiras em produtos para o consumo humano de alta qualidade, como a carne e o leite; já a lã e a pele, protegem o homem do frio. A contribuição do ser humano consiste no cuidado e proteção dos ovinos.

Onde a domesticação dos ovinos e ovelhas ocorreu, não foi estabelecido firmemente, mas evidências indicam que provavelmente aconteceu na Ásia Central. A criação de ovinos na Planície Mesopotâmica pelos pastores hebreus antecede a história escrita. Há 179 referências aos ovinos, 137 a carneiro ou carneiros, 167 a cordeiro ou cordeiros, ou ovelhas no Antigo Testamento.

O primeiro animal doméstico citado na bíblia é o ovino (Gênesis 4:2). Abel, filho de Adão e Eva, era um pastor. Jacó serviu Laban por sete anos como pastor para ganhar a mão de Raquel. Entretanto, Laban quebrou a sua promessa e exigiu mais sete anos de serviço. Jacó conseguiu Raquel, mas nenhum salário. O negócio prosperou sob orientação de Jacó, que concordou continuar a trabalhar para Laban em troca dos ovinos manchados, malhados e listrados do rebanho.

Pela seleção, pelas mutações e utilizando a reprodução dos animais, Jacó produziu os primeiros ovinos de coloração diferente. Jacó era proprietário de rebanhos numerosos quando deixou o serviço de Laban. Os descendentes de Jacó selecionaram os ovinos que apresentavam lã mais branca, até conseguirem a coloração totalmente branca. Davi e Salomão citaram a existência de ovinos brancos em seus escritos. Jacó pode ser lembrado como o primeiro melhorador de ovinos. A descendência de seus ovinos possuía mais de um par de chifres.

O mundo pode nunca saber como os ovinos foram domesticados ou qual era a ascendência destes animais. Há razões para acreditar que o ovino doméstico pode ter surgido do Muflon, originário da Europa e Ásia ou do Urial Asiático. Ambos são ovinos selvagens, que têm chifres caudas curtas e o corpo coberto mais por pêlos do que por lã, indicando um processo de seleção antigo até chegar ao ovino doméstico.



A Cultura da Cevada

A cevada foi o primeiro cereal plantado pelo homem. Na Antiguidade, já era usada para preparar o malte, utilizado na fabricação da cerveja. Também entrava como ingrediente básico do pão. É rica em fibras, proteínas, carboidratos e minerais, como cálcio, magnésio e fósforo.

A cevada é um cereal de inverno que ocupa a quinta posição, em ordem de importância econômica, no mundo. O grão é utilizado na industrialização de bebidas, cerveja e destilados, na composição de farinhas ou flocos para panificação, na produção de medicamentos e na formulação de produtos dietéticos e de sucedâneos de café.

A cevada é ainda empregada em alimentação animal como forragem verde e na fabricação de ração. No Brasil, a malteação é o principal uso econômico da cevada, já que o país produz apenas 30% da demanda da indústria cervejeira.O ciclo é aproximadamente de 100 a 140 dias, e porte herbáceo de 60 a 110 cm de altura.

A produção brasileira de CEVADA está concentrada na Região Sul, com registros de cultivo também nos estados de Goiás, de Minas Gerais e de São Paulo. Atualmente, a cevada é mais cultivada em mais de 140 mil hectares, e a produção é de aproximadamente 380 mil toneladas. Há três maltarias em atividade, instaladas no Rio Grande do Sul,Paraná e em São Paulo.

Clima, genética e manejo são fatores determinantes da produção de cevada com o padrão de qualidade para malteação, particularmente em relação ao poder germinativo, tamanho do grão e teor de proteínas e à sanidade de grãos.

Entre os principais países produtores da cevada estão:Rússia, Canadá, Ucrânia, Turquia, Espanha, Austrália, Marrocos, Estados Unidos da América.