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O plantio do Morango e suas principais cultivares

Morango: características e principais variedades

A cultura do morango é conduzida como cultura anual, com novos plantios a cada ano-safra. A produção de mudas é efetuada do final da primavera ao início do outono; a colheita dos frutos inicia-se dois meses após o transplante e estende-se do final do outono à primavera seguinte.
O morango está entre as espécies cultivadas com maior sensibilidade a pragas e doenças e alta perecibilidade. Esta condição exige do produtor um contínuo esforço de manejo, especialmente fitossanitário, para que a fruta seja produzida com a aparência e a produtividade capazes de lhe proporcionar lucro. Entretanto, o uso indiscriminado e sem critérios plenamente definidos dos agrotóxicos pode originar problemas ainda mais sérios, reduzindo a qualidade e o acesso aos mercados.

Recomenda-se colocar conjuntos de caixas de abelhas próximos a área de plantio. Utiliza-se, como atrativo para as abelhas, principalmente no início da floração, mel, água e açúcar, visto que essa prática será realizada em períodos desfavoráveis para atividade dos insetos (temperatura baixa).
Plantio de Morango em Minas Gerais. Foto:patosnoticias.com.br.

O interesse pelo cultivo do morango é justificado pela alta rentabilidade da cultura, o amplo conhecimento e aceitação da fruta pelo consumidor e pela diversidade de opções de comercialização e processamento do morango. O fruto é processado na forma de polpa, sorvetes, geléia, compotas e sucos.

O morango é uma cultura típica de climas mais amenos, não sendo muito tolerante a temperaturas elevadas. No Brasil o morango tem se adaptado melhor do sul de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, porém existem experiências até mesmo no cerrado.

O morangueiro é uma cultura especialmente exigente em condições físicas e nutricionais do solo. Produz melhor em solos areno-argilosos, bem drenados, ricos em matéria orgânica e de boa constituição física. A faixa de pH preferido fica entre 5,5 e 6,0. Em solos mais ácidos é recomendável uma calagem.A adubação orgânica traz uma série de benefícios que resultam em melhoria de produtividade e resistência das plantas. Por isso, inicialmente pode-se proceder a adubação orgânica em toda área e, em seguida, realiza-se a preparação de canteiros. Após o levantamento de canteiros, ainda pode-se utilizar o húmus que pode ser espalhado homogeneamente e incorporado com enxada rotativa.

Principais Cultivares:

As principais cultivares destinada à industria são: Santa Clara, Burlkey, Dover. Para consumo in natura Tangi, Campinas, Osogrande, Tudla, Selva e Seascape. Para dupla finalidade Vila Nova.

Campinas: cultivar de dias curtos e rústica; fruto grande e de bom sabor; tolerância à mancha angular.
Vila Nova: cultivar de dias curtos; planta de porte médio; folhas de densidade e tamanho médios e de coloração verde escura; ciclo precoce e alta produtividade. Frutos de formato cônico, longos e graúdos quando das flores primárias e secundárias e pequenos quando das flores terciárias e quaternárias.
Santa Clara: cultivar de dias curtos; planta de alto vigor, boa densidade de folhas que recobrem os frutos. Frutos de tamanho médio, formato irregular, epiderme vermelha escura; polpa de textura média e cor vermelha uniforme; ciclo médio e produtividade alta; sabor ácido e próprio para industrialização.
Bürkley: cultivar de dias curtos; planta de alto vigor; folhas grandes e de coloração verde escura; muito alta capacidade de produção e ciclo precoce: Frutos grandes, polpa de textura média e de coloração vermelha clara; epiderme vermelha; sabor ácido próprio para a industrialização.
Tangi: cultivar de dias curtos; planta vigorosa, com folhas grandes e de coloração verde escura, apresentando muita pilosidade nos folíolos, característica que evidencia tolerância ao ácaro rajado; ciclo tardio e capacidade de produção mediana. Frutos de tamanho médio,
Oso Grande: cultivar de dias curtos e de grande adaptabilidade; planta vigorosa, com folhas grandes e de coloração verde escura; ciclo mediano e elevada capacidade produtiva. Frutos de tamanho grande.
Tudla Milsey: cultivar de dias curtos; planta vigorosa com folhas grandes de coloração verde escura; ciclo tardio e com grande capacidade produtiva. Frutos de formato cônico ou de cunha alongado, de tamanho grande, polpa de textura firme e de coloração vermelha.
Camarosa: cultivar de dias curtos; planta vigorosa com folhas grandes e coloração verde escura; ciclo precoce e com alta capacidade de produção. Frutos de tamanho grande.
Selva: cultivar de dias neutros; média produtividade; frutos de tamanho irregular, de coloração vermelha clara.
Seascape: cultivar de dias neutros; comportamento parecido com o da cultivar Selva, diferenciando-se principalmente por apresentar frutos grandes e de maior uniformidade.


Para maiores informações consultem:
Embrapa
Sebrae

Jacu Bird Coffee - O café mais caro do mundo é encontrado nas fezes do Jacu

Para os amantes do café que gostam de apreciar e discutir o aroma desta bebida saborosa, agora tem um motivo a mais para ser reunir nos pontos de encontro e dar opinião sobre o famoso café "Jacu Bird Coffee" ou o café do Jacu brasileiro.

A grande descoberta deste tipo de café vem do povoado de Sumatra na Indonésia onde existe o café mais caro do mundo o "Kopi Luwak". Nas lavouras de café onde os grãos são cultivados existem os gatos de algalha. Esses gatos comem os grãos, ingerem e depois defecam. Os aldeões coletam e processam as fezes. É a combinação de grãos e sucos gástricos destes gatos que dá ao Kopi Luwak o sabor e aroma que não se compara.

Gatos de algalha ou Kopi Luwak que da sabor e aroma ao café
Agora estas novidade vem sendo empregada no Brasil especialmente no estado do Espírito Santo na região de Venda Nova do Imigrantes na fazenda Camocim. A fazenda de tem aproximadamente 300 ha entre produção de café e eucalíptos. A diferença básica é o processo do animal. O gato de Sumatra faz uma digestão mais lenta, é um mamífero. O jacu uma ave, tem uma digestão muito mais rápida.

Como aqui no brasil não tem os gatos de algalha, quem processa o café para deixa-lo saboroso é o Jacu. O jacu vem de manhã cedo ou madrugada, come o café, que passa por um processo no intestino, depois defeca os mesmos debaixo dos pés de café. O trabalhador com muito cuidado para não deixar nada para trás, passa a recolher em meio dos cafezais os dejetos que valem ouro que o jacu deposita. Posteriormente são devidamente higienizados e torrados e os grãos viram o café mais caro do mundo.

Com o nome inglês de “Jacu Bird Coffee”, Henrique Slope, proprietário da Fazenda Camocim, está levando para o mundo inteiro este café.



O Jacu-coffe só é servido em determinadas cafeterias de Tóquio, Londres, Los Angeles e São Francisco. A produção da Camocim ainda é pequena e tudo que produz tem consumo certo. No Brasil é possível encontrar e saborear o Jacu Bird Coffee na rede Suplicy de Cafés Especiais, chegando a custar em torno de R$2.400,00 o kilo. Uma xícara deste café especial custa em torno de R$14,00.



Como plantar e cultivar o tomate?


Plantio - O tomate pode ser plantado o ano todo, desde que em regiões onde o clima é ameno. Temperaturas muito baixas, como geadas, ou calor em excesso, prejudicam o desenvolvimento e a produção do tomateiro. Em locais frios, o cultivo deve ser realizado entre os meses de agosto e janeiro. Plante de março a maio em áreas com temperaturas elevadas. A colheita é feita de 90 a 100 dias depois do início do transplante.

Ambiente - O tomateiro se dá bem em locais com condições climáticas variadas, porém com pouca chuva. Pode ser encontrado em regiões de clima tropical de altitude, subtropical e temperado. Mas a cultura prefere ambientes com temperatura noturna entre 15 e 19 graus e diurna de 19 a 24 graus.

Local - Para cultivar o tomate, o terreno deve ser profundo, solto, permeável, bem drenado, areno-argiloso e com pH entre 5,5 e 6,5. O espaçamento entre plantas pode variar de 50 a 60 centímetros e, entre os sulcos, de um a 1,20 metro.

Irrigação - Mantenha o terreno sempre úmido. Irrigue as plantas a cada dois ou três dias. Boa incidência de sol também é recomendado, pois evita o desenvolvimento de plantas finas e quebradiças.

Dica - O tomateiro apresenta bom crescimento quando no mesmo canteiro são plantadas ervas aromáticas.

Propagação - Inicie o plantio do tomateiro pelo sistema de mudas produzidas em bandejas de isopor. Coloque as sementes, que podem ser compradas em lojas de produtos agropecuários, nas células preenchidas com um substrato comercial. Evite o excesso, porém molhe diariamente as mudas nessa fase inicial. Mantenha as bandejas em ambiente protegido, para impedir ataque de pragas e insetos transmissores de doenças, como traça-do-tiro, ácaros, mosca branca, tripes, pulgões e burrinho.

Transplante - As plantas são transplantadas para o local definitivo assim que as mudas atingirem de quatro a cinco folhas, ou de sete a dez centímetros de altura. Sem apertar muito as hastes, amarre varas de bambu ou madeira de dois metros de altura em cada planta.

Colheita - Com muitos ramos e caule flexível, o tomateiro tem sua colheita depois de 90 a 100 dias do início do transplante. Como o tomate continua amadurecendo fora do pé, pode ser colhido ainda não maduros.

*Leonardo Silva Boiteux e Leonardo de Britto Giordano são pesquisadores em genética e melhoramento de hortaliças da Embrapa Hortaliças, Rod. BR-060, km 9, Caixa Postal 218, CEP 70359-970, Brasília, DF, tel. (61) 3385-9072 e 3385-9073, boiteux@cnph.embrapa.br e giordano@cnph.embrapa.br
Mais informações: Para outras orientações sobre cultivo de tomate, entre em contato com a Emater - Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do seu estado

Alface - origem e plantio desta hortaliça de gosto popular

A alface é uma hortaliça da família Cichoriaceae, de origem asiática, mas segundo informações essa verdura foi utilizada por egípcios gregos e romanos a 4500 anos A.C.Chegou ao Brasil no século XVI, através dos portugueses.

Na mitologia grega, a alface é citada quando a deusa Vênus esconde o belo e jovem Adônis, filho de Mirra, num pé de alface. Entre os Romanos a alface era consagrada a Vênus e não se comia por ser uma profanação; Macer Floridus, livro de plantas dos antigos romanos, falava das virtudes desta planta, sendo a principal a de evitar a embriaguez.


A folha contém vitamina A, C, Niacina, minerais, como Cálcio, Fósforo e Ferro. A vitamina A auxilia no funcionamento dos órgãos da visão, é boa para a pele. A vitamina C atua contra infecções, auxilia no processo de cicatrização, evita a fragilidade dos ossos e má formação dos dentes. Funciona como calmante, combate a insônia. Utilizada também em aplicações tópicas de cataplasmas quentes em casos de inchaço e inflamações.


Evite comprar alfaces molhadas, normalmente os comerciantes molham para dar uma aparencia mais fresca. Veja se as folhas já não estão moles ou "quebradas", as folhas devem estar firmes e consistentes.


Existe também a alface de coloração roxa intensa que se deve à presença em larga quantidade da antocianina, substância que confere ao alimento uma cor vermelha que, ao se misturar com o tom verde da clorofila, resulta na cor roxa. A Pira Roxa contém três vezes mais antocianina que as alfaces comuns e um teor também maior de antioxidantes, substâncias que ajudam no combate ao envelhecimento.



Para os alfacicultores, a Pira Roxa também oferece vantagens. Essa espécie de alface é mais resistente ao fungo míldio, que aparece na forma de lesões amareladas nas folhas e um pó esbranquiçado mais próximo à raiz.


Alguns tipos de alface
grupo manteiga (lisa) - áurea, Babá (principalmente para o verão), Brasil 303, Carolina, Elisa, Floresta, Minie (principalmente para o inverno), Monalisa e Regina;
grupo crespa - Brisa (verão), Elba (inverno), Grand Rapids, Veneza Roxa, hortênsia, Maresia, Nacional e Verônica;
grupo americana (crespa repolhuda) - Great Lakes, Inajá , Lorca, Mesa 659, Nabuco, Salinas e Tainá ;
grupo romana - Corsica, Lente a Monter, Lucy Brown, Niner, Rider e Trianon (Parris Cos lsland);
grupo mimosa - Green Bowl e Salad Bowl;
grupo de folha roxa - Grenoble, Quatro Estações, Red Fire, Red Head e Veneza.


Alface repolhuda - tem como característica as folhas verde-escuras, tenras, lustrosas e onduladas , tem o miolo bem firme e cor amarelo-creme.
Alface crespa - folhas soltas, largas, crespas e cor verde-amarelada.
Alface romana - folhas mais lisas e compridas de cor verde-claro, com miolo macio.
Alface mimosa - Apresenta plantas compactas e mais arredondadas, com folhas de coloração verde claro. Possui boa tolerância ao pendoamento precoce e alta uniformidade de plantas.
Alface americana - A alface americana se diferencia dos demais grupos por apresentar folhas externas de coloração verde-escura, folhas internas de coloração amarela ou branca, imbricadas, semelhantes ao repolho e crocantes. Apresenta também maior vida pós-colheita, possibilitando o transporte a longas distâncias.
Alface manteiga -A alface manteiga se caracteriza por uma folhagem lisa e pouco recortada.


Essa verdura tem preferência em solos arenosos argilosos com baixa acidez e com bastante matérias orgânicas pH 6 a 6,8. O plantio do alface pode ser feito durante todo o ano. A germinação leva de 4 a 6 dias. Quando estiverem com 2 a 3 folhas e com 8 a 10cm, devem ser replantados em canteiros bem adubados, de modo que a planta fique com o colo acima do nível do solo e com espaçamento de 30cm entre as plantas. Só devem ser plantadas as mudas mais desenvolvidas, fortes e sadias. Após 60 à 70 dias a alface está pronta para ser colhida.


Produtividade normal da alface: 80.000 a 120.000 plantas/ha em campo.

Garoto possui doença rara e fica laranja quando come cenouras

Um menino de três anos fica laranja sempre que come cenouras. Leo Barnett, da cidade Odiham, no Reino Unido, sofre de uma doença rara chamada hiperbetacarotenemia.

A doença faz com que o pequeno não consiga digerir caroteno, substância encontrada em cenouras e laranjas. A mãe notou o "bronzeado" no filho quando ele tinha seis meses de vida.

Os médicos detectaram através de exames, que Leo não possui uma enzima que transforma o caroteno em vitamina A. Essa conversão auxilia no sistema imunológico.

Com a deficiência, Leo precisa tomar pílulas de vitamina A e outras todos os dias. O britânico só pode comer couve-flor, dentre os vegetais.



Jovem é diagnosticada com síndrome da alergia a frutas e legumes

Chrissie Roberts, 22 anos, desenvolveu uma inusitada doença quando ainda tinha 15 anos: a jovem é alérgica a frutas e legumes. Segundo os médicos, Chrissie foi diagnosticada com a síndrome da alergia oral, um grupo de reações alérgicas que ocorrem quando ela ingere frutas e legumes frescos. E o problema não vem só na alimentação: produtos de limpeza ou de beleza que tragam frutas na fórmula também devem ser evitados.

Após a descoberta, a jovem britânica quer sensibilizar as pessoas sobre sua rara doença. Ela conta que estava no colegial quando apresentou o primeiro sintoma da doença. "Eu costumava comer uma fatia de melão todos os dias durante o intervalo. Um dia eu estava brincando com meus amigos e coloquei meu rosto inteiro na fruta. Depois de cerca de 10 minutos surgiu uma enorme mancha vermelha no meu rosto e minha garganta começou a se fechar". 

Em entrevista ao Daily Mail, Chrissie conta que tentou comer a fruta novamente, mas a reação alérgica foi ainda mais forte. "Depois disso eu comecei a ter reações a todas as frutas e alguns vegetais. Ficou tão ruim que eu fui forçada a cortá-las da minha dieta completamente".

Chrissie contou que uma noite de sono transformou-se em um pesadelo quando ela experimentou um novo condicionador de cabelos. "Eu estava na casa de uma amiga e decidimos usar o condicionador que ela comprou. Depois de alguns minutos eu senti uma sensação de queimação nas minhas costas e enormes manchas vermelhas onde nos locais onde passei o produto".

Ao ler a embalagem, ela percebeu que o cosmético continha abacate em sua fórmula.

A mãe e o padrasto de Chrissie, que são farmacêuticos, sempre colocam anti-histamínicos na bolsa da filha, além de um estoque em seu alojamento na faculdade.

"A maioria dos meus amigos procuram não comer frutas na minha frente, para que eu não me sinta mal", falou. "Mas eu sinto falta de comê-los. É irônico, porque eu estava realmente saudável antes do que aconteceu e eu sempre gostei deste tipo de alimentação".

Segundo o alergista de Chrissie, síndrome de alergia oral é o termo médico utilizado para designar a reação alérgica a alguns tipos de alimentos que passam por lábios, boca e garganta. Pessoas que sofrem com rinite alérgica têm maior probabilidade de desenvolver a doença", disse.

O que é sanidade animal?

A saúde animal, numa visão ampliada, envolve questões relacionadas a enfermidades dos animais, saúde pública, controle dos riscos em toda a cadeia alimentar, assegurando a oferta de alimentos seguros e bem estar animal.

Para assegurar a saúde animal, é necessária a existência de serviços veterinários bem estruturados, capacitados e aptos para detecção e adoção precoce das medidas de controle e erradicação das doenças.
Em sintonia com a Organização Mundial de Saúde Animal – OIE, que reconhece os serviços veterinários como um bem público mundial, o serviço veterinário brasileiro, responsável pela condução da política de saúde animal, compartilha com o setor privado as responsabilidades para aplicação das medidas que objetivam a melhoria da saúde animal.

A extensão territorial e as condições climáticas; os programas voltados para a sanidade animal e segurança do alimento posicionam o Brasil como um dos maiores produtores de carne bovina e com potencial para atender as exigências específicas de mercado.

A cadeia produtiva é caracterizada pela criação de animais a pasto, ou pelo sistema intensivo ou semi-intensivo (confinamento), no qual, o gado é alimentado por grãos, sendo proibido o uso de proteína de origem animal (exceto produtos lácteos).

Também atendendo exigências internacionais, a rastreabilidade na cadeia produtiva inicia-se na fazenda e estende-se a indústria frigorífica, desde a recepção e abate dos animais, até o processamento, estocagem e expedição dos produtos, conforme o Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (SISBOV).

Com tantas vantagens competitivas, o Brasil segue na disputa e conquista de novos mercados de modo que a carne bovina brasileira continue sendo apreciada por consumidores no mundo todo.

Cosalfa define próximas etapas no combate à febre aftosa

Encontro realizado em Recife aprova a criação de um fundo financeiro para aumentar apoio aos países mais fragilizados em relação aftosa.

Depois de dois dias de debate, os 11 países integrantes da Comissão Sulamericana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa) divulgaram as resoluções para avançar no Plano de Ação 2011-2020 do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA). O anúncio foi no encerramento da 38ª reunião da Cosalfa, na última sexta-feira, 1º. de abril, em Recife.

A principal decisaõ foi a criação de um fundo específico - mantido pelos setores privados das nações que formam a entidade. O recurso será utilizado no financiamento de cooperação técnica e apoio à erradicação do vírus da febre aftosa nos países que registraram casos recentes da doença, como Equador, Venezuela e Bolívia. O Brasil deverá colaborar com cerca de US$ 300 mil por ano.

Durante o encontro, os participantes solicitaram que o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (Panaftosa) coordene a realização de estudos complementares de variedades de vírus encontrados no Equador. Pediram, ainda, o fortalecimento das ações de fronteira internacional e a formação de um grupo de trabalho para identificar e implementar mecanismos de prosseguimento do PHEFA.

“Foram nove resoluções no total, além das discussões e informes importantes. Houve avanços em relação aos compromissos de alguns países da América do Sul para continuar com os programas estabelecidos. Acho que o bloco sai fortalecido para podermos avançar na erradicação da doença em um curto espaço de tempo”, salienta o diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Guilherme Henrique Marques.

Aproximadamente 350 profissionais dos serviços veterinários oficiais e representantes do setor privado dos países integrantes da Cosalfa - Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Venezuela e Uruguai - participaram do evento. Ficou decidido que o Paraguai sediará a 39ª reunião ordinária da Cosalfa, em 2012.

Avanços na América do Sul

Os programas de erradicação da febre aftosa da América do Sul mantêm uma cobertura de 100% do território (17,6 milhões de km2), com uma população animal estimada em mais de 325 milhões de cabeças de bovinos e bubalinos. Desse total, cerca de 88% são reconhecidos pela Organização Mundial de Sanidade Animal (OIE) como livres da enfermidade. Apenas 11,2% estão em áreas que não são consideradas imunes da doença.

Durante 2010, os países sulamericanos, exceto Equador e Venezuela, não registraram a ocorrência de febre aftosa. No ano passado, os serviços veterinários oficiais atenderam a 1.210 notificações de rebanhos infectados com sintomas de outras doenças vesiculares. A maior parte - 650 casos - ocorreu na Colômbia, seguida de 313 registros no Brasil, 117 no Equador e 101 no Peru.

A estrutura dos serviços veterinários oficiais dos países integrantes da Cosalfa conta com 2.663 unidades locais de atenção veterinária, que incorporam um contingente humano formado por 7.238 profissionais. A grande maioria está lotada no campo (93%) e apenas 7% trabalham em laboratórios.

Os recursos financeiros destinados à execução dos programas nacionais de erradicação alcançaram US$ 1,06 bilhão no ano anterior, sendo US$ 652,9 milhões investidos pelo setor público e US$ 415,7 milhões da iniciativa privada.
No ano passado, na América do Sul, foram disponibilizadas 567,2 milhões de doses de vacina contra febre aftosa para uso nos programas nacionais de erradicação.

O que é o vazio sanitário da soja?



O vazio sanitário é uma medida sanitária recomendada pela pesquisa, que orienta a eliminação do hospedeiro - a planta de soja -, para se eliminar o fungo causador da doença “ferrugem asiática da soja”, que provoca queda das folhas e prejudica a formação dos grãos, derrubando drasticamente a produtividade das lavouras.

Quase 10 anos depois do surgimento dos primeiros focos da doença no Brasil, a Embrapa estima que a ferrugem asiática já provocou perdas de US$ 13,4 bilhões (R$ 24,3 bilhões) ao País. “O alerta é importante para todo o setor. O produtor deve eliminar a soja que sobrou no campo o quanto antes. Isso será benéfico para ele mesmo. Se não houve soja no campo, o fungo não terá hospedeiro (plantas vivas de soja) e o produtor ganhará com a aplicação de menos fungicidas na próxima safra de verão”.

O período do Vazio Sanitário geralmente está entre os meses de Julho a Setembro conforme determinação das autoridades competentes. Neste período todas as plantas de soja existentes na propriedade devem ser erradicadas, por meio de produtos químicos ou equipamentos.

O vazio sanitário vai reduzir o impacto negativo causado pela doença. O produtor terá menos gastos com defensivos agrícolas e mais chance de total aproveitamento da safra.

Os órgãos fiscalizadores estarão em campo para que se faça o cumprimento da lei e evite que os maus produtores prejudiquem a maioria. O infrator será autuado de acordo com a Lei de cada Secretaria Estadual de Defesa Sanitária e Vegetal.


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Amendoim: a origem e características nutritivas deste múltiplo alimento



Cyclamen


O amendoim é a semente da planta Arachis hypogaea L. É uma leguminosa originária da América do Sul e que cresce em solos úmidos. A semente começou a ser apreciada pelos indígenas, tendo sido difundida por toda a América, Europa, Ásia e África. Nesse último continente, o amendoim passou a se constituir um dos principais alimentos de sua população, sendo utilizado em muitos pratos típicos africanos.

Mais existem documentação arqueológica de 3800 a 2900 a.C., que comprova que o amendoim teve sua origem a leste dos Andes e, não se sabe quantos anos ou séculos que o amendoim vem sendo domesticado pelo homem. Segundo Evaristo Eduardo e Miranda, chefe geral da Embrapa Monitoramento por Satélite, o amendoim foi descoberto e explorado muito antes de os atuais índios surgirem.

O amendoim possui um ótimo valor nutritivo, uma vez que é rico em vitamina E, proteínas, carboidratos, e importantes sais minerais, como o fósforo e o zinco. A semente pode ser consumida in natura ou usada no preparo de doces e outros pratos. No Brasil, os maiores produtores são os Estados de São Paulo, Bahia, Sergipe, Ceará e Paraíba.

Avalia-se que há em torno de 30% de proteínas nas sementes do amendoim. No óleo contém cerca de 50%. Sém dúvidas o amendoim é uma das fontes vegetais com maior quantidade de proteína.

O amendoim também sofre com o ataque das pragas e as doenças que podem ocorrer na cultura chegam a causar a redução de 10% a mais de 50% na produção de vagens, quando medidas de controle não são utilizadas. Os principais problemas podem ocorrer tanto na fase de plantio, com as doenças de sementes e plântulas, como durante o desenvolvimento da cultura, com as doenças causadas por fungo do solo ou da parte aérea, e após a colheita, com fungos produtores de aflatoxina ou de grãos armazenados.

Entre as várias doenças descritas nas diferentes regiões do mundo onde se cultiva o amendoim (cerca de 32 são causadas por fungos, 14 por vírus, uma por bactéria, além de 8 nematóides parasitas), algumas são de ocorrência esporádica ou podem aparecer sem contudo causar danos significativos, em nossas condições. Outras, como é o caso das doenças de sementes e plântulas, das cercosporioses, da verrugose e atualmente da ferrugem, exigem o uso medidas de controle para que o amendoim possa ser produzido comercialmente.

Dezenas de cultivares de amendoim são plantados no Brasil, nas mais variadas regiões, de Norte a Sul do país. Dezoito deles são oficialmente registrados para cultivo comercial e reprodução de sementes certificadas, visando preservar as suas qualidades.

Alguns cultivares do amendoim do IAC que predominam no estado de São Paulo: Runner IAC 886,IAC Tatu ST, IAC 213, IAC Caiapó.

Clima ajuda, mas produção de café sofre redução

Os números de café beneficiado no Brasil em 2009, de acordo com a segunda estimativa divulgada nesta quinta-feira (7) pela Conab, apontam para uma produção de 39,1 milhões de sacas de 60 quilos. Isto representa uma redução de 15% em relação à colheita passada, de 45,9 milhões de sacas, resultado da bienalidade negativa da cultura, que é intercalada entre um ciclo alto e baixo. A regularidade das chuvas a partir de janeiro evitou uma queda mais acentuada nas lavouras.

O café tipo arábica, 72,5% da produção total, está projetado em 28,3 milhões de sacas, contra 35,5 milhões do ano passado. A redução é de 20,2%. Já o conilon ou robusta representa 27,5% da produção nacional, equivalendo a 10,8 milhões de sacas.

A maior produção está em Minas Gerais, que detém 49,2% do total nacional, sendo 98,5% do tipo arábica. Em segundo lugar vem o Espírito Santo, com 25,7% da colheita do País, com destaque para a produção do conilon.

Área – A área de café em produção sofreu redução de 3,3%, ou seja, 72,6 mil hectares a menos que em 2008. Agora são 2,10 milhões contra 2,17 milhões de hectares do ciclo passado. Cerca de 90% do plantio estão em produção e o restante dos cafezais em formação.

A pesquisa foi realizada no período de 13 a 25 do mês passado, junto a instituições parceiras da Conab nos principais estados produtores, como Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Paraná, Rondônia e Rio de Janeiro.
Raimundo Estevam/Conab)


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Smithfield realiza testes em suínos do México

Smithfield Foods, maior empresa produtora e processadora de carne suína do mundo, entregou para análise do governo mexicano, no domingo, amostras colhidas em uma granja de suínos da empresa, para confirmar que os animais não estão infectados pelo vírus da gripe A H1N1
Em uma carta aos trabalhadores, na semana passada, a empresa informou que contratou um laboratório independente para realizar testes adicionais sobre a presença do vírus A H1N1 na granja do México. As inspeções iniciais realizadas por funcionários da empresa e agentes de saúde internacionais não encontraram nenhum indício da doença.

Autoridades do governo mexicano autoridades vão realizar novos testes, incluindo o seqüenciamento genético para verificar se há presença de qualquer mutação do vírus. Os testes devem levar até 12 dias para ficarem prontos. "Os resultados nos permitem concluir com certeza que o vírus A (H1N1) não está presente nas granjas da empresa", afirmou Keira Ullrich, gerente de relações da Smithfield Foods.
Fonte : Redação PorkWorld

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A origem e o cultivo do Mamão

A origem do mamoeiro se perde nos tempos. O que se pode dizer com segurança é que, quando os europeus aportaram no continente americano, essa planta já era conhecida e seus frutos, folhas, látex e sementes bastante utilizados pelos habitantes da terra. Presume-se que o mamão tenha nascido na América tropical, e dali a fruta teria rapidamente se espalhado por todo o continente, devido a velocidade de seu ciclo vital, a facilidade com que a planta se propaga e se multiplica e a rapidez com que nascem seus frutos.

O mamoeiro exige climas quentes e úmidos, não tolerando o frio. O solo deve ser adubado ou fértil, humoso e bem drenado. O mamoeiro cresce rápido e produz bastante, florescendo e frutificando muitas vezes ao mesmo tempo e durante o ano todo. Atualmente, ele pode ser encontrado em praticamente todos os países tropicais do globo.

O Brasil é o maior produtor de mamão do mundo. Com excelentes condições de desenvolvimento no País, com possibilidade de cultivo em todas regiões. A Bahia, mais precisamente a região de Teixeira de Freitas, tem o maior foco produtivo, seguido pela região de Linhares, no norte do Espírito Santo. No entanto, o mamão cultivado no Espírito Santo, por se tratar da variedade papaia, é o que tem mais prestígio junto aos consumidores, principalmente entre os estrangeiros.

O cultivo e plantio de mamão papaya, atualmente, no Brasil é uma atividade agrícola especializada, que exige dedicação, conhecimentos técnicos de alto nível e utilização de métodos modernos de manejo da cultura (pontos que combinados e conduzidos em bases racionais, proporcionam rendimentos compensadores). É fundamental o acompanhamento de um agrônomo na fase inicial, com objetivo de aprender a lidar com as doenças e evitar a perda da plantio e colheitas. As colheitas ocorrem ente marco e maio. As estimativas preliminares de produção são de 5t/ha.

O cultivo do mamão papaya dá-se bem solos de textura média, profundos, permeáveis e com bom teor de matéria orgânica. Como o mamoeiro é muito sensível ao excesso de água, será preciso utilizar drenagem, sempre que necessário. Prefere os solos neutros e não tolera salinidade, mesmo em níveis baixos. Para produzir bem, o mamoeiro exige que o solo receba calagem com calcáreo dolomítico, que lhe assegura saturação de bases de 80%.

O plantio ocorre em agosto e setembro, em covas de 30 x 30 x 30cm, cavadas ou feitas com sulcador na profundidade 30cm. São necessários 1.500 a 1.700 laminados ou sacos plásticos/hectare, com três a quatro mudas por recipiente. No plantio, retirar o recipiente para o bom desenvolvimento das raízes e comprimir cuidadosamente o terreno que circunda os torrões para que estes não se desfaçam. Para combater a erosão, recomenda-se o plantio em nível, uso de terraços, patamares e banquetas, capinas em ruas alternadas.

CTNBio aprova plantio de algodão transgênico no Brasil

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou nesta quinta-feira o plantio comercial de uma variedade de algodão transgênico da Bayer, tolerante ao herbicida glufosinato de amônia.

Com aval da comissão formada por cientistas, o próximo passo é a liberação do produto pelo Ministério da Agricultura.

No entanto, se houver recursos contra a decisão da CTNBio no prazo de 30 dias -como ocorreu nas últimas liberações de milho transgênico-, o processo tem que ser encaminhado para o Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), órgão formado por representantes de 11 ministérios, que analisa a questão sob o ponto de vista sócio-político.

A decisão da CTNBio teve 18 votos a favor. Três integrantes da comissão votaram contra. Houve duas abstenções.

Foi a primeira aprovação de transgênico pela CTNBio desde setembro de 2007, quando autorizou o milho Bt11 da Syngenta, resistente a insetos.

"Estamos trabalhando desde fevereiro em pareceres e outras atividades, e só agora conseguimos votar", disse o presidente da CTNBio, Walter Colin, em comunicado.

O Brasil já planta comercialmente há alguns anos outras duas variedades de produtos agrícolas transgênicos, a soja (resistente ao herbicida glifosato), e o algodão (resistente a insetos), ambos com patente da Monsanto .

Três varidades de milho já aprovadas pelos órgãos governamentais e com registro no Ministério da Agricultura -da Syngenta, Bayer e Monsanto- estão em processo de multiplicação de sementes.

Para a próxima safra, estima-se que algumas lavouras de milho transgênico já possam ser semeadas comercialmente.
O globo

A origem do algodão


 A história do algodão
As primeiras referências históricas do algodão vêm de muitos séculos antes de Cristo. Em escavações arqueológicas nas ruínas de Mohenjo-Daro, no Paquistão, onde se encontrou vestígios de tela e cordão de algodão com mais de 5.000 anos.

Na América, vestígios encontrados no litoral norte do Peru evidenciam que povos milenares daquela região já manipulavam o algodão, há 4.500 anos. Com os Incas, o artesanato têxtil atingiu culminância, pois amostras de tecidos de algodão por eles deixadas, maravilham pela beleza, perfeição e combinação de cores.
No Brasil, pouco se sabe sobre a pré-história dessa malvácea. Pela época do descobrimento do nosso país, os indígenas já cultivavam o algodão e convertiam-no em fios e tecidos.
Algodão colorido
Com amostras encontradas a cerca de 2.500 a.C, no Peru, o algodão colorido é tão antigo quanto o algodão de fibra branca. O processo de melhoramento, fez com que um número grande de variedades de algodão de fibra branca fosse disponibilizado para os produtores, com vantagens tanto econômicas quanto produtivas, com variedades resistentes a determinadas pragas ou doenças que afetam a cultura.

Já o algodão de fibra colorida, por não ter um estudo comparável ao outro tipo de algodão, possui características como menor rendimento de fibras e menor número de variedades comerciais dos que as variedades de fibra branca.

Cultivares de fibra colorida para produzirem bem e ter fibra de boa qualidade intrínseca (Comprimento, finura, resistência, etc) necessitam que o produtor tome algumas providências relacionadas ao seu cultivo, estabelecendo passos tecnológicos que possibilitem o seu crescimento e seu desenvolvimento em níveis satisfatórios.

Principais raças de suínos e sua origem

Duroc - Raça Suina

O Duroc foi a primeira raça de suínos a ser introduzida no país e, portanto, a que iniciou o melhoramento e a tecnificação da suinocultura brasileira. A rusticidade e a fácil adaptação a todas as regiões do país, fizeram com que seu uso em cruzamentos industriais propiciasse uma melhoria na qualidade da carne das raças brancas.

Já foi a raça mais registrada no PBB, hoje participa com 1,94% do total emitido no país, com previsão de manter esta participação.


Large White - Raça Suína

No registro genealógico, participou com 22,55% em 1998, passando a ocupar o primeiro lugar na composição do rebanho das granjas produtoras de animais puros de origem. Das raças puras criadas, foi última a ser introduzida no país, no início da década de 1970 e, pelo desempenho apresentado, vem aumentando anualmente a sua participação. A raça é muito utilizada na produção de híbridos e se caracteriza pela sua prolificidade. Origem: Inglaterra Pelagem: Branca.


Pietrain - Raça Suína


É uma raça que possui uma excelente massa muscular, sendo muito utilizada em cruzamentos. Nos últimos anos tem sido importado suínos e sêmen da Inglaterra, Alemanha e França. Apresenta como principais características, ótimos pernis, menor camada de gordura e muito boa para cruzamentos. Tem aumentado sua participação no registro genealógico, este ano com 3,42% do total registrado. Origem: Bélgica Pelagem: Branca com manchas pretas (oveira)


Hampshire - Raça Suína

É uma raça que se caracteriza pela qualidade de carcaça, rusticidade e pela preferência dos criadores em usá-la nos cruzamentos. Participou com 0,18% no registro genealógico. É uma raça que tem tido um desempenho negativo no registro genealógico nos últimos 5 anos. Origem: E. U. A. Pelagem: Preta com faixas brancas nas cruzes e membros anteriores.


Moura - Raça Suína


É uma raça nativa, há muito tempo criada no país, no entanto, somente em 26 de abril de 1990, foi aprovada pelo MA e registrada no livro do PBB, como cadastro inicial. De 1990 a 1995, foram registrados na ABCS, 1.668 suínos, no estado do Paraná. É uma raça que está disseminada principalmente nos estados do sul do país. Suas principais características são, a prolificidade, comprimento e rusticidade. Nos últimos 4 anos não houve registro genealógico da raça. Origem: Brasil (RS, SC e PR) Pelagem: Preta entremeada de pelos brancos (Tordilho).


Wessex - Raça Suína


Foi uma raça preferida pelas granjas que utilizavam o sistema de produção extensivo ou criação ao ar livre. Como este sistema é pouco utilizado no Brasil, os registros vem diminuindo. Apresenta como principais características, a prolificidade, rusticidade e habilidade materna. Em 1998 não emitiu nenhum registro genealógico e a tendência é de que seja extinta ou substituída por outra raça mais moderna. Origem: Inglaterra. Pelagem: Preta com faixas brancas nas cruzes e membros anteriores .


Landrace - Raça Suína


Em 1998, a raça Landrace participou com 15,47% dos registros PO emitidos no país, ficando atrás apenas da raça Large White. Suas características básicas são prolificidade, habilidade materna e desempenho, é muito utilizada nos programas de produção de híbridos.


Piau - Raça Suína


Foi a primeira raça nativa a ser registrada no livro do PBB, em 1989, em caráter de cadastro inicial, de acordo com a aprovação do MA, em 28 de setembro de 1986. De 1989 a 1995, já foram registrados na ABCS, 1.250 suínos nos estados do RS, SC e PR. É uma raça que se caracteriza pela sua rusticidade. Nos 4 últimos anos não houve registro genealógico da raça. Origem: Brasil (GO, MG e SP) Pelagem: Oveira Branca-creme, com manchas pretas)