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A importância da rotação de culturas para preservação do solo


Rotação de Culturas: uma técnica para preservação do solo


Esta é uma técnica que tem se difundido entre cada vez mais entre os agricultores com o propósito único de conservação do seu maior patrimônio que é a terra.

Com a rotação de culturas o agricultor conserva e diminui a exaustão e exploração do solo agrícola. Esta técnica é feita fazendo um rodízio entre as culturas a cada novo plantio de forma que as necessidades de adubação sejam diferentes a cada ciclo.

Conforme definição do wikipédia consiste em alternar espécies vegetais, numa mesma área agrícola. As espécies escolhidas devem ter, ao mesmo tempo, propósitos comercial e de recuperação do solo.

Escalando diferentes culturas, promovendo a rotação de herbicidas e inseticidas, melhora o controle de plantas daninhas e insetos, pela quebra de seu ciclo de desenvolvimento, variação da absorção de nutrientes,e ainda variação radicular explorando de diferentes formas o solo.

A rotação de culturas tem outros objetivos tais como: utilizar da melhor forma a capacidade de produção dos solos, mantendo e melhorando suas propriedades físicas,químicas e biológicas; diminuir a incidência de doenças, pragas e ervas daninhas; reduzir perdas de solo por erosão; diversificar renda; explorar sinergias.

O uso da rotação de culturas conduz à diversificação das atividades na propriedade, possibilitando estabelecer esquemas que envolvam apenas culturas anuais, tais como: soja, milho, arroz, sorgo, algodão, feijão e girassol, ou de culturas anuais e pastagem. Em ambos os casos, o planejamento da propriedade a médio e longo prazos faz-se necessário para que a implementação seja exeqüível e economicamente viável.

A rotação de culturas envolve o cultivo de diferentes espécies numa mesma safra e, portanto, aumenta o número e a complexidade tarefas na propriedade. Exige o planejamento do uso do solo segundo princípios básicos, onde deve ser considerada a aptidão agrícola de cada gleba.

STJ nega extensão de patente de soja à Monsanto e entidades comemoram

É uma grande vitória para a agricultura brasileira”, disse o presidente da Aprosoja, Carlos Fávaro, em coletiva de imprensa nesta sexta (22), ao comentar a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de não autorizar a extensão da patente da soja RR, da Monsanto. O Tribunal negou o recurso da multinacional, que entrou na Justiça contra o Instituto Nacional de Patentes Industriais (INPI) pedindo a extensão da patente até 2014.


O fato referenda a Ação Coletiva movida pela Famato e Sindicatos Rurais de Mato Grosso, que questiona esta validade e apresentou estudos que mostram que a patente está vencida desde setembro de 2010.

“Agora vamos traçar estratégias para que esta decisão seja incluída o mais rápido possível em nossa Ação Coletiva e esperamos um resultado positivo rapidamente”, explicou Fávaro. O advogado José Guilherme Júnior, da equipe jurídica que está à frente da Ação Coletiva, explicou que as entidades solicitarão à Justiça uma nova decisão, frente aos fatos desta semana.

O presidente da Famato, Rui Prado, lembrou que todas as patentes no Brasil têm 20 anos de validade e, depois, tornam-se de domínio público. “Isso aconteceu com os medicamentos e com alguns produtos da pecuária. A decisão deixou claro que a multinacional vem agindo de forma ilegal”, frisou.

As lideranças reforçaram a compreensão de que a Monsanto tinha o direito de pedir a prorrogação da patente, mas, enquanto não conseguia o veredicto dos órgãos responsáveis, não poderia continuar cobrando dos produtores rurais brasileiros. “É também uma questão de soberania nacional. Uma multinacional não pode vir ao país e ficar alheia à legislação do Brasil”, disse Rui Prado.

“Tomamos a decisão certa, não nos intimidamos diante da maior empresa de biotecnologia do mundo. Nosso papel é classista, precisamos defender os direitos do produtor rural mato-grossense e brasileiro”, disse Carlos Fávaro. Ele ressaltou, mais uma vez, que nenhum produtor é contrário ao uso da biotecnologia nem ao pagamento pelas pesquisas que melhoram o agronegócio nacional.

“O que queremos é pagar um preço justo e que esta cobrança seja feita dentro da legalidade”, explicou.

As entidades reforçaram que os produtores rurais de Mato Grosso devem continuar procurando os Sindicatos Rurais assim que receberem o boleto de cobrança de royalties para saber como proceder ao depósito judicial. “Até o dia 28, que é data de vencimento do boleto, algumas novidades positivas para o setor podem chegar”, finalizou Fávaro.

  Midianews

Coamo distribui R$160 milhões em sobras aos cooperados

Em assembleia realizada ontem, os cooperados da Coamo aprovaram as contas do Conselho de Administração e anunciaram a distribuição de mais de R$ 160 milhões em sobras que começam a ser pagas a partir desta segunda-feira em todas as unidades da cooperativa.

Em 2011, o faturamento ficou em 5,96 bilhões, o que representou um crescimento de 25% em relação a 2010.

Hoje a cooperativa está espalhada por 63 municípios nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Nas 115 unidades foram entregues uma produção de 5,65 milhões de toneladas, equivalente a 3,5% da produção nacional de grãos e fibras.

O engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, diretor-presidente da Coamo explicou que o ano de 2011 foi especial. “Ele pode ser considerado um marco na história da Coamo, que registrou um sólido desempenho econômico-financeiro com receitas globais de R$ 5,97 bilhões.”

O montante de R$ 161 milhões em sobras é referente ao exercício de 2011 e será entregue de acordo com a movimentação de cada associado na cooperativa. “Os bons resultados alcançados pela Coamo neste ano são frutos da confiança e apoio dos nossos associados e do comprometimento, esforço e profissionalismo dos nossos funcionários, que juntos possibilitaram o recebimento de uma grande safra e o fornecimento dos insumos necessários, culminando em um dos melhores desempenhos econômico e financeiro de nossa cooperativa”, destaca Gallassini.

Para a diretoria, os resultados positivos também foram fruto das orientações quando a tecnologias e procedimentos operacionais para a produção responsável de alimentos repassadas pelos profissionais que disponibilizaram assistência técnica agronômica e veterinária. No ano passado, foram investidos mais de R$ 150 milhões para reduzir os custos e agregar valor à produção. Além disso, houve aumento da capacidade de recebimento e armazenagem de produtos agrícolas com a construção, ampliação e melhorias em diversas unidades.

Outro investimento foi no parque industrial, que foi responsável por 1,76 milhões de toneladas de soja, 49,61 mil toneladas de trigo, 2,04 mil toneladas de café beneficiado e 6,68 mil toneladas de algodão em pluma. Ao longo do ano também foram recolhidos R$ 284,34 milhões em impostos, taxas e contribuições sociais.

Produtores paulistas intensificam plantio da soja

O feriado do Dia de Finados não teve descanso para os produtores de soja do oeste de São Paulo. Eles aproveitam a umidade das últimas chuvas e colocaram as máquinas no campo para intensificar plantio.

No campo, a pressa agora é amiga da produção. O agricultor Carlos Custódio apalpa a terra e sabe que este é o momento para o plantio da soja. É preciso correr para aproveitar a umidade do solo. “Você tem de trabalhar de sol a sol. Inclusive, entrar um pouco a noite. Quando não, fazer dois turnos para poder plantar no momento certo. Adiantar o plantio e aproveitar a umidade do solo, que é importante”, explicou.

Para escapar esta safra o produtor decidiu ampliar a área de plantio, de 200 para 220 hectares, e está otimista. “O agricultor está sempre esperançoso que chova e não falte umidade porque é disso que a gente precisa”, completou Custódio.

O agricultor Júlio César Antonucci decidiu manter a mesma área de plantio do ano passado, de 450 hectares. Mas para diminuir os custos ele investiu na agricultura de precisão. “Para não desperdiçar e não jogar adubo onde não precisa e calcário onde não precisa. Estamos trabalhando para aumentar a produtividade com menor custo”, justificou.

No oeste paulista, a saca da soja está em torno de R$ 47. Mas para os produtores o preço só vai ter importância daqui a quatro meses, quando começar a colheita.
Fonte: Globo Rural

Longa estiagem atinge o Paraná e prejudica setor agrícola

A estiagem que atinge o Paraná há alguns meses - o maior produtor de grãos do país, com uma participação de 31,84 milhões de toneladas, preocupa o setor agrícola em relação ao plantio da safra de verão 2010/11.

"Em diversas regiões, áreas estão preparadas aguardando a ocorrência de chuvas em volume mais expressivo para o plantio do milho e encerrar o de feijão da primeira safra" explicou à Agência Brasil o agrônomo Otmar Hubner, do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná.

Segundo ele, o atraso no cronograma traz prejuízo para o plantio de outras culturas e, consequentemente, ao agricultor. "E a meteorologia não prevê chuvas significativas para os próximos meses", observou o agrônomo.

A preocupação com a estiagem também se estende em relação às pastagens de inverno, que estão prejudicadas, obrigando os pecuaristas a buscar alternativas, de custo maior, para a alimentação do rebanho.

De acordo com Hubner, entretanto, a escassez de chuvas está beneficiando o encerramento da colheita de café e a continuidade da colheita da safra de trigo, que foi plantada entre os meses de março e julho.

Atualmente, no Paraná, está em andamento a colheita do trigo e também do milho safrinha, culturas que apresentam rendimento elevado.

"Segundo o IBGE, a segunda safra de milho é 42,3% maior que a anterior (2009) e a safra de trigo é 25,7% maior em relação ao ano passado", disse Hubner.

O Paraná está colhendo um volume total de 6,37 milhões de toneladas de milho da segunda safra. No mesmo período do ano passado colheu 4,48 milhões toneladas. Com esse volume, o estado produziu 13,3 milhões de toneladas entre as duas safras (verão e safrinha), se destacando como o maior produtor nacional.

O trigo deve atingir uma produção de 3,12 milhões de toneladas, No ano passado, foram colhidos 2,48 milhões de toneladas do grão. O Paraná é responsável por 58% da produção nacional, estimada em 5,39 milhões de toneladas.

A produção de feijão ficou praticamente estável em relação ao ano passado, quando foi registrado um volume de 787.180 toneladas entre as três safras colhidas no Paraná.
parana-online 

O que é o vazio sanitário da soja?



O vazio sanitário é uma medida sanitária recomendada pela pesquisa, que orienta a eliminação do hospedeiro - a planta de soja -, para se eliminar o fungo causador da doença “ferrugem asiática da soja”, que provoca queda das folhas e prejudica a formação dos grãos, derrubando drasticamente a produtividade das lavouras.

Quase 10 anos depois do surgimento dos primeiros focos da doença no Brasil, a Embrapa estima que a ferrugem asiática já provocou perdas de US$ 13,4 bilhões (R$ 24,3 bilhões) ao País. “O alerta é importante para todo o setor. O produtor deve eliminar a soja que sobrou no campo o quanto antes. Isso será benéfico para ele mesmo. Se não houve soja no campo, o fungo não terá hospedeiro (plantas vivas de soja) e o produtor ganhará com a aplicação de menos fungicidas na próxima safra de verão”.

O período do Vazio Sanitário geralmente está entre os meses de Julho a Setembro conforme determinação das autoridades competentes. Neste período todas as plantas de soja existentes na propriedade devem ser erradicadas, por meio de produtos químicos ou equipamentos.

O vazio sanitário vai reduzir o impacto negativo causado pela doença. O produtor terá menos gastos com defensivos agrícolas e mais chance de total aproveitamento da safra.

Os órgãos fiscalizadores estarão em campo para que se faça o cumprimento da lei e evite que os maus produtores prejudiquem a maioria. O infrator será autuado de acordo com a Lei de cada Secretaria Estadual de Defesa Sanitária e Vegetal.


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Levantamento da Conab aponta Paraná como maior produtor nacional de grãos

Paraná, Goiás e Mato Grosso voltaram a contribuir para o bom desempenho da safra de grãos no país, ajudando a superar em 8,7% a expectativa de recorde da maior colheita da história no setor agrícola. Segundo os dados divulgados nesta quinta-feira (06) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o resultado do oitavo levantamento do ciclo 2009/2010 aponta uma estimativa de 146,87 milhões de toneladas de grãos, ou seja, 11,5 milhões a mais que os 135,13 milhões de toneladas da última safra.

No Paraná, a safra estimada é de 31,32 milhões toneladas. Para o secretário de Agricultura e do Abastecimento, Erikson Chandoha, as previsões confirmam os trabalhos realizados pelo Governo do Estado, produtores, técnicos e cooperativas em favor da agricultura paranaense. “Temos uma importante e estreita ligação com o setor produtivo, buscando sempre atender e estabelecer novas fronteiras de atuação no setor agrícola”, disse Chandoha, lembrando de alguns dos programas desenvolvidos pelo Estado, como a Irrigação Noturna, Trator Solidário, Fundo de Aval entre outros, que também contribuíram para o desempenho da boa safra.

O diretor do Deral (Departamento de Economia Rural), Francisco Simioni, comentou sobre os dados divulgados pela Conab e que apontam o Paraná novamente como importante produtor de grãos no país, responsável em média por 20% do total da produção nacional. “O clima tem nos favorecido nesta safra, ajudando não só no plantio, como também na possibilidade das colheitas regulares”, explicou.

SOJA - A produção nacional de soja deve alcançar 67,86 milhões toneladas, 18,7% a mais que na safra anterior (57,17 milhões de toneladas da safra 2008/09). O Paraná, por sua vez, vai colher 14 milhões de toneladas. A atual safra foi beneficiada principalmente pela chuva.

MILHO - O milho segunda safra cresceu 16,8%, totalizando 20,26 milhões toneladas. Somadas a primeira e a segunda safras, a produção deverá atingir 54,18 milhões toneladas, com ganho de 6,2% em relação ao período anterior. O percentual representa 3,18 milhões toneladas a mais. A produção paranaense deverá ficar em 5,8 milhões de toneladas e os agricultores já estão iniciando a colheita. Somando a 1ª e a 2ª safras o Estado deverá colher 12,6 milhões de toneladas, o que corresponde a 23% da produção nacional, mantendo-se como o principal produtor.

FEIJÃO - O feijão primeira safra está com a colheita encerrada, enquanto que o de segunda está ainda no início, com a cultura enfrentando altos e baixos nos últimos anos. Na safra 2007/2008 os preços altíssimos praticados levaram os produtores a aumentar a área de cultivo, e por consequência a produção. Com o excesso de produto colocado no mercado, os preços despencaram levando junto a lucratividade dos produtores e o desestímulo chegou rapidamente.

A área plantada com feijão na chamada segunda safra, 2009/2010, soma 1.686,7 mil hectares, em todo o país. No Paraná, principal produtor, ela é de 185,9 mil hectares, ficando 14,5% menor que a área semeada na safra passada. A estimativa de colheita é de 309 mil toneladas.

No Estado, o plantio do feijão segunda safra foi finalizado e a colheita já atingiu 31% da área. O restante encontra-se nas fases de desenvolvimento vegetativo (5%), floração (10%), frutificação (42%) e em maturação (43%).

A produção de feijão no Brasil, juntando-se as três safras previstas, está estimada em 3.344,7 toneladas, 4,2% menor que a safra anterior. Já a safra paranaense deve ficar em 810 mil toneladas.

SAFRA DE INVERNO - A pesquisa preliminar sobre a safra de inverno indica que haverá redução na área semeada com trigo. O Rio Grande do Sul e Paraná respondem por 89% do total nacional. A previsão é de que os dois Estados produzam 4,43 milhões de toneladas, ou seja, 86,4% da totalidade no País que deve ser de 5,14 milhões de toneladas. Estão em fase inicial de plantio, além do trigo, as outras culturas de inverno - aveia, cevada, centeio, canola e triticale.

De acordo com os levantamentos do Deral, a área de trigo a ser plantada no Paraná é de 1,1 milhão de hectares, ou seja, 16% inferior à do ano passado, que foi de 1,3 milhão de hectares. “Apesar de uma área menor a previsão de colheita é maior devido as condições climáticas. Estima-se 2,94 milhões de toneladas, o que representa 10% a mais sobre do que a safra anterior, que foi de 2,67 milhões de toneladas”, explicou o chefe da Divisão da Conjuntura Agropecuária do Deral, engenheiro agrônomo Otmar Hubner.

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Preços dos produtos agrícolas sobem 5,43% na segunda semana de Fevereiro

O Índice quadrissemanal de Preços Recebidos (IqPR) pelo produtor rural paulista apresentou alta de 5,43% na segunda semana de fevereiro. O levantamento é de pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. O IqPR-V (produtos de origem vegetal) e o IqPR-A (produtos de origem animal) fecharam com variação positiva, respectivamente, de 7,17% e de 1,11%. No período analisado, 14 produtos apresentaram alta de preços (nove de origem vegetal e cinco de origem animal) e quatro apresentaram queda (três vegetal e um animal). 

Os produtos do IqPR que registraram as maiores altas na semana foram: laranja para mesa (57,64%), laranja para indústria (22,96%), tomate para mesa (7,46%), arroz (7,33%), algodão (6,02%), amendoim (5,52%) e feijão (4,89%). Segundo os pesquisadores, alta da laranja é atribuída ao aumento do consumo durante o verão, além das chuvas no segundo semestre de 2009, que prejudicaram as floradas, causando uma diminuição da oferta nesse início de ano.

Os produtos que apresentaram queda de preços no período foram: soja (14,19%), banana nanica (9,85%), carne suína (9,34%) e milho (7,56%). O IEA informa que a safra recorde de soja pressiona as cotações do grão. As mudanças na economia chinesa, que podem implicar menor importação do produto, também estariam influenciando negativamente os preços da oleaginosa.
Agência Estado 
Clicrbs 

Exportações crescem acima de 81% no ano em Sorriso

As exportações de diferentes produtos para o mercado internacional cresceram 81,72% entre janeiro a julho no comparativo com o mesmo período do ano passado. Os embarques avançaram de US$ 180,1 milhões para US$ 327,3 milhões conforme dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No desempenho individual de julho as vendas foram 16% menores.

O agronegócio principal base econômica do município despontou. Somente de grãos de soja foram exportados US$ 303,3 milhões, um crescimento de 91% se levado em conta o volume negociado até julho de 2008 (US$ 158,7 milhões). De milho em grão foram comercializados US$ 21,4 milhões. De madeiras não coníferas, US$ 1 milhão.

Na relação citada pelo ministério aparecem ainda o algodão simplesmente debulhado, não cardado, nem penteado (US$ 745,8 mil), portas, caixilhos, alizares e soleiras de madeira (US$ 496,7 mil), outras madeiras serradas/cortadas em folhas com espessura superior a seis milímetros (US$ 370,3 mil).

O principal mercado consumidor foi a China. Somente o país importou US$ 170,6 milhões em mercadoria. Já a Espanha, outros US$ 48,6 milhões e a Holanda, US$ 37,9 milhões.
Brazsoft

A exportação pode ser caracterizada como 'direta' e 'indireta'. A exportação direta ocorre quando a própria empresa faz a exportação, sem a utilização de intermediários no processo de introdução do produto no mercado-alvo.

Exportação indireta trata-se de uma alternativa disponível para empresas que desejam iniciar seu processo de internacionalização, porém não possuem experiência suficiente para fazê-lo de forma independente.

A primeira Exportação a Gente Nunca Esquece

EUA terão uma maior plantação de soja

Os agricultores americanos plantarão neste ano o maior volume de soja da história do país, avançando sobre as áreas de trigo e milho, segundo uma pesquisa da Allendale. A plantação subirá 6,2%, para 80.439 milhões de acres, contra os 75.718 milhões de acres em 2007/08. Será também 24% a mais que há dois anos. A estimativa supera também as projeções do USDA, divulgadas no último dia 27, de 77 milhões de acres plantados.

O trigo, por sua vez, recuará 8,2% (para 57.977 milhões de acres), e o milho 0,7% (85.406 milhões de acres). Em Chicago, os papéis para maio fecharam a US$ 8,7650 por bushel, queda de 5,50 centavos. No Paraná, a saca de 60 quilos fechou a R$ 44,65, com alta de 0,22%, segundo o Cepea/Esalq. No mês, a commodity acumula perda de 0,11%.
Fonte:Agrolink.com.br

Importância e uso de Germoplasma

Sabe-se, que a maior parte dos produtos que compõem a dieta do povo brasileiro, não é originária do Brasil. Foi introduzida de outros países e adaptada às nossas condições edafoclimáticas. São exemplos o arroz, feijão, milho, trigo, soja, frutíferas e hortaliças exóticas. Portanto, a agricultura brasileira tem se beneficiado com o intercâmbio de germoplasma de diversas espécies vegetais que propiciaram ao país, o desenvolvimento de pesquisas fitotécnicas e a obtenção de novas e mais produtivas cultivares com características agronômicas, morfológicas, nutricionais, terapêuticas e outras.

Graças ao trabalho de intercâmbio de germoplasma desenvolvido pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, e o fantástico programa de melhoramento genético de plantas desenvolvido pelas várias unidades descentralizadas da Embrapa, tivemos oportunidades de obter cultivares de soja, milho, arroz, feijão, hortaliças e frutíferas altamente produtivas.Isto tem propiciado uma contribuição fantástica de nossa agricultura para o nosso Produto Interno Bruto.
Embrapa

CTNBio aprova plantio de algodão transgênico no Brasil

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou nesta quinta-feira o plantio comercial de uma variedade de algodão transgênico da Bayer, tolerante ao herbicida glufosinato de amônia.

Com aval da comissão formada por cientistas, o próximo passo é a liberação do produto pelo Ministério da Agricultura.

No entanto, se houver recursos contra a decisão da CTNBio no prazo de 30 dias -como ocorreu nas últimas liberações de milho transgênico-, o processo tem que ser encaminhado para o Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), órgão formado por representantes de 11 ministérios, que analisa a questão sob o ponto de vista sócio-político.

A decisão da CTNBio teve 18 votos a favor. Três integrantes da comissão votaram contra. Houve duas abstenções.

Foi a primeira aprovação de transgênico pela CTNBio desde setembro de 2007, quando autorizou o milho Bt11 da Syngenta, resistente a insetos.

"Estamos trabalhando desde fevereiro em pareceres e outras atividades, e só agora conseguimos votar", disse o presidente da CTNBio, Walter Colin, em comunicado.

O Brasil já planta comercialmente há alguns anos outras duas variedades de produtos agrícolas transgênicos, a soja (resistente ao herbicida glifosato), e o algodão (resistente a insetos), ambos com patente da Monsanto .

Três varidades de milho já aprovadas pelos órgãos governamentais e com registro no Ministério da Agricultura -da Syngenta, Bayer e Monsanto- estão em processo de multiplicação de sementes.

Para a próxima safra, estima-se que algumas lavouras de milho transgênico já possam ser semeadas comercialmente.
O globo

Brasil tem recorde de exportação de soja com protesto argentino

As exportações de soja em grão do Brasil bateram um recorde em maio, com os embarques somando 4,442 milhões de toneladas, cerca de 1 milhão de toneladas a mais na comparação com abril (3,34 milhões) e contra 3,15 milhões de toneladas em maio de 2007, apontam dados do Ministério da Agricultura apurados pela Reuters.Segundo fontes do mercado, o principal motivo foi o protesto de produtores na Argentina.

As exportações do grão em maio apagaram o recorde anterior registrado em julho de 2006, quando o Brasil exportou 4,37 milhões de toneladas. No mês passado, as exportações de farelo de soja e óleo, produtos cujas taxas no Brasil impedem um melhor desempenho exportador, também foram fortes, mas abaixo de recordes anteriores.

O país vendeu 1,74 milhão de toneladas de farelo de soja em maio, contra 819 mil em abril, ante um recorde histórico de 2,33 milhões de toneladas em setembro de 2002. Já os embarques do óleo no mês passado somaram 147 mil toneladas, ante 102 mil em abril, mas distante das 525 mil toneladas naquele mesmo mês de 2002, quando os embarques de soja em grão somaram 3,8 milhões de toneladas.

Com uma produção recorde de soja em 2007/08 e uma forte demanda externa, o Brasil, segundo exportador mundial atrás dos EUA, deve exportar neste ano 27,3 milhões de toneladas do grão, quase 4 milhões a mais em relação a 2007, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), que prevê também vendas externas de 13,1 milhões de toneladas de farelo e 2,1 milhões de toneladas de óleo.A Argentina é o terceiro exportador mundial de soja em grão, mas lidera nas vendas de derivados.
Fondte:Reuters

Soja verde não pode ficar no campo paranaense após o dia 15

O vazio sanitário, período de três meses em que fica proibida a presença de soja no campo, começa no próximo domingo. As lavouras que ainda estiverem verdes terão que ser dessecadas pelos produtores rurais, caso contrário, estarão sujeitos a sanções previstas em lei.

O sistema foi adotado pela primeira vez no Estado. A partir dessa semana os fiscais da Secretaria da Agricultura do Paraná (Seab), já começarão a notificar os agricultores que plantaram a soja safrinha para que tomem as medidas. “No dia 14 há necessidade dos produtores tomarem as devidas providências. Se tiver soja verde terão que fazer a dessecação. Se no dia 15 ocorrer uma vistoria na propriedade e encontrar as lavouras secas entendemos que ele (o agricultor) adotou as medidas.

Caso seja encontrada soja em estado vegetativo o agricultor receberá a inflação determinada em lei que varia de R$ 50 até R$ 5 mil”, assina o chefe regional da Seab de Campo Mourão, Erickson Camargo Chandoha. Os produtores estão sujeitos ainda a impedimento do crédito rural e interdição da propriedade.
Tribuna do Interior- Campo Mourão

A Importância da Soja para a Saúde

Os primeiros indícios do cultivo da soja são relatados na China há mais de cinco mil anos. A soja é um dos alimentos mais completos e versáteis que o homem conhece. Considerada um alimento funcional, fornece nutrientes ao organismo e traz benefícios para o homem.

A soja é uma das plantas mais difundidas no Brasil e seus derivados tem sido muito importante para nossa saúde.Apesar de ser conhecido como um alimento essencial para a saúde não podemos nos restringir somente a ele pois o mesmo não possui todos os nutrientes necessários do dia-a-dia.

O Brasil é o segundo maior produtor de soja do mundo perdendo apenas para os Estados Unidos. O País apresenta uma forte perspectiva de nós próximos anos ultrapassar os Estados Unidos na produção de soja umas vez que a área plantada ainda tem muito a se explorar.

A soja é uma planta pertencente à família das leguminosas, ou seja, do feijão, lentilha, grão de bico, ervilha e, destaca-se por ser rica em proteínas, lipídeos, fibras e algumas vitaminas e minerais.

Estudos indicam que tais substâncias atuam como um elemento anti-oxidante reduzindo as taxas do colesterol ruim (LDL) no sangue e, conseqüentemente, diminuindo o risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, além de exercer também atividade hormonal equilibrando a quantidade do hormônio estrógeno no organismo feminino podendo amenizar, dessa forma, os sintomas da menopausa.

Na culinária, são muitas as finalidades da soja na elaboração de sopas, petiscos, saladas, molhos e temperos, sobremesas, bolos, pães, bebidas etc.