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Preços do algodão seguem em queda devido aumento da oferta

Os preços do algodão em pluma seguem em queda no mercado brasileiro, devido à maior oferta, segundo pesquisadores do Cepea. 

Com o avanço da colheita e o ritmo acelerado do beneficiamento, o interesse de produtores por novas vendas tem aumentado. Assim, entre 9 e 16 de agosto, o Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento em 8 dias recuou 8%, fechando a R$ 1,7094/lp nessa terça-feira.

 O mercado brasileiro de algodão tem sido influenciado pelas incertezas de oferta e de demanda internas e externas. Em semanas em que indústrias precisam renovar estoques, as cotações encontram sustentação. Em outros períodos, quando produtores precisam fazer caixa, os preços cedem.

Nos últimos dias, de acordo com informações do Cepea, além da maior oferta, boa parte de compradores brasileiros esteve recuada, diminuindo a liquidez.
Fonte(s): Cepea/Esalq

Montana Agriculture montadora de colheitadeiras de algodão adensado

A Montana Agriculture está sediada em São José dos Pinhais (PR), na Região Metropolitana de Curitiba e sua história de compromisso com o agronegócio nacional começa em 1996. De lá para cá, uma emocionante trajetória, que se confunde com as conquistas da  ciência, do talento, da nossa indústria e da nossa agricultura.

A Montana produz a única colhedora no mercado específica para lavouras de algodão adensado, uma modalidade de cultivo que usa a metade do espaço normal entre as linhas de plantio, elevando a quantidade de plantas por hectare.

O proprietário da Montana Gilberto Zancopé já recusou propostas de venda da empresa para Case, John Deere e Agco. Gilberto afirma que preferiu recusar pois acredita que pode  agregar muito valor ao seu negócio.

Uma das grandes vantagens do sistema adensado é o custo de produção, que fica em torno de US$ 1.300/hectare, ante US$ 2.500 no sistema convencional. Os cotonicultores brasileiros estão de olho no sistema que a cada ano tem um crescimento acentuado e proporcionado maiores lucros.

Com a ideia, a empresa já vendeu toda a produção de 40 unidades da colheitadeira modelo Cotton Blue 2826 Stripper prevista para 2011, com custo unitário próximo dos 400 mil reais, e prepara expansão da linha de produção para fazer cem máquinas em 2012.



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Preços dos produtos agrícolas sobem 5,43% na segunda semana de Fevereiro

O Índice quadrissemanal de Preços Recebidos (IqPR) pelo produtor rural paulista apresentou alta de 5,43% na segunda semana de fevereiro. O levantamento é de pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. O IqPR-V (produtos de origem vegetal) e o IqPR-A (produtos de origem animal) fecharam com variação positiva, respectivamente, de 7,17% e de 1,11%. No período analisado, 14 produtos apresentaram alta de preços (nove de origem vegetal e cinco de origem animal) e quatro apresentaram queda (três vegetal e um animal). 

Os produtos do IqPR que registraram as maiores altas na semana foram: laranja para mesa (57,64%), laranja para indústria (22,96%), tomate para mesa (7,46%), arroz (7,33%), algodão (6,02%), amendoim (5,52%) e feijão (4,89%). Segundo os pesquisadores, alta da laranja é atribuída ao aumento do consumo durante o verão, além das chuvas no segundo semestre de 2009, que prejudicaram as floradas, causando uma diminuição da oferta nesse início de ano.

Os produtos que apresentaram queda de preços no período foram: soja (14,19%), banana nanica (9,85%), carne suína (9,34%) e milho (7,56%). O IEA informa que a safra recorde de soja pressiona as cotações do grão. As mudanças na economia chinesa, que podem implicar menor importação do produto, também estariam influenciando negativamente os preços da oleaginosa.
Agência Estado 
Clicrbs 

Governo aprova zoneamento agrícola para coco, mandioca e algodão

Bonsai Jovem

O melhor período e os municípios mais aptos para o plantio de algodão, mandioca e coco nos estados do Tocantins, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia estão descritos no zoneamento agrícola publicado na segunda-feira (09/11) no Diário Oficial da União.

Conforme a Portaria nº 267, que traz o zoneamento do coco para o estado do Tocantins, o coqueiro se desenvolve melhor com volume de chuvas de 1.500 mm ao ano e em temperatura média de 27ºC. A árvore pode ser cultivada em diferentes tipos de solos, mas as melhores condições são encontradas nos terrenos arenosos.

O estudo para o cultivo da mandioca no Pará pode ser encontrado na Portaria nº 269. De acordo com a norma, as melhores condições térmicas para o crescimento da raiz estão nas temperaturas entre 20º C e 27º C, com precipitações de 1000 mm a 1500 mm por ano.

Nas Portarias 270, 271, 272, 273 estão descritos os zoneamentos agrícolas para o algodão na Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia. Dependendo do clima e da duração do ciclo, o algodoeiro precisa de 700 mm a 1300 mm de chuva ao ano e de maior volume de precipitação durante a floração.

Publicado zoneamento agrícola para algodão no Diário Oficial da União

Sementes de Girassol

As portarias que autorizam o zoneamento agrícola para a cultura de algodão no Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso e Piauí, foram publicadas, nesta segunda-feira (5), no Diário Oficial da União (DOU).

Para cada município, o estudo identifica a melhor época de plantio, baseado em análise de séries climáticas históricas de mais de 15 anos, correlacionadas ao ciclo das cultivares e ao tipo de solo, conforme sua retenção de água. O objetivo é informar ao agricultor como minimizar os riscos de ocorrência de adversidades climáticas coincidentes com as fases mais sensíveis das culturas.

As portarias são as de números:

Nº 241 - Zoneamento para cultura do algodão no Distrito Federal

Nº 242 - Zoneamento para cultura do algodão em Goiás

Nº 243 - Zoneamento para cultura do algodão no Maranhão

Nº 244 - Zoneamento para cultura do algodão em Mato Grosso do Sul

Nº 245 - Zoneamento para cultura do algodão em Mato Grosso

Nº 246 - Zoneamento para cultura do algodão no Piauí

Preço do algodão estabiliza com retração vendedora

Os preços do algodão em pluma se estabilizaram no mercado interno, após atingirem os menores patamares do histórico do Cepea. Entre 24 e 31 de março, o Indicador CEPEA/ESALQ ? 8 dias para pagamento ? permaneceu estável, fechando na terça-feira, 31, em R$ 1,1153/lp.

No acumulado do mês, contudo, o Indicador apresentou queda de 3,22%. Produtores continuaram resistentes a novos negócios, o que manteve a liquidez baixa. As ligeiras altas das cotações no mercado externo também retraíram ainda mais as vendas internas. Compradores, por sua vez, tiveram dificuldades em encontrar tipos mais finos da pluma.
Fonte: Cepea

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Empresas têxteis estão otimistas com a desvalorização do câmbio

Apesar da desaceleração prevista para a economia brasileira, as indústrias têxteis e de vestuário esperam ser beneficiadas pela crise. O motivo é a desvalorização do câmbio, que abre a oportunidade de recuperar espaço no mercado interno.

Com o real valorizado frente ao dólar, as empresas do setor estavam sendo prejudicadas pelo aumento das importações de produtos concorrentes, principalmente da China. Agora, as compras externas devem ser afetadas não apenas pelo dólar mais caro. Também deve haver restrição de crédito a empresas que já tinham fechado negócio para importação de têxteis.

Este ano, a balança comercial do setor deve ter déficit de US$ 1,6 bilhão. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT). A expectativa das empresas é recuperar este espaço no mercado interno.

Com a queda nas importações, as vendas da indústria de tecidos e vestuário podem fechar o ano com acréscimo de 8%. Por isso, segundo a entidade, a crise pouco deve interferir nos investimentos previstos. Para 2009, a previsão é de que seja injetado US$ 1 bilhão no setor, volume próximo ao deste ano (em torno de US$ 1,3 bilhão).

CTNBio aprova plantio de algodão transgênico no Brasil

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou nesta quinta-feira o plantio comercial de uma variedade de algodão transgênico da Bayer, tolerante ao herbicida glufosinato de amônia.

Com aval da comissão formada por cientistas, o próximo passo é a liberação do produto pelo Ministério da Agricultura.

No entanto, se houver recursos contra a decisão da CTNBio no prazo de 30 dias -como ocorreu nas últimas liberações de milho transgênico-, o processo tem que ser encaminhado para o Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), órgão formado por representantes de 11 ministérios, que analisa a questão sob o ponto de vista sócio-político.

A decisão da CTNBio teve 18 votos a favor. Três integrantes da comissão votaram contra. Houve duas abstenções.

Foi a primeira aprovação de transgênico pela CTNBio desde setembro de 2007, quando autorizou o milho Bt11 da Syngenta, resistente a insetos.

"Estamos trabalhando desde fevereiro em pareceres e outras atividades, e só agora conseguimos votar", disse o presidente da CTNBio, Walter Colin, em comunicado.

O Brasil já planta comercialmente há alguns anos outras duas variedades de produtos agrícolas transgênicos, a soja (resistente ao herbicida glifosato), e o algodão (resistente a insetos), ambos com patente da Monsanto .

Três varidades de milho já aprovadas pelos órgãos governamentais e com registro no Ministério da Agricultura -da Syngenta, Bayer e Monsanto- estão em processo de multiplicação de sementes.

Para a próxima safra, estima-se que algumas lavouras de milho transgênico já possam ser semeadas comercialmente.
O globo

A origem do algodão


 A história do algodão
As primeiras referências históricas do algodão vêm de muitos séculos antes de Cristo. Em escavações arqueológicas nas ruínas de Mohenjo-Daro, no Paquistão, onde se encontrou vestígios de tela e cordão de algodão com mais de 5.000 anos.

Na América, vestígios encontrados no litoral norte do Peru evidenciam que povos milenares daquela região já manipulavam o algodão, há 4.500 anos. Com os Incas, o artesanato têxtil atingiu culminância, pois amostras de tecidos de algodão por eles deixadas, maravilham pela beleza, perfeição e combinação de cores.
No Brasil, pouco se sabe sobre a pré-história dessa malvácea. Pela época do descobrimento do nosso país, os indígenas já cultivavam o algodão e convertiam-no em fios e tecidos.
Algodão colorido
Com amostras encontradas a cerca de 2.500 a.C, no Peru, o algodão colorido é tão antigo quanto o algodão de fibra branca. O processo de melhoramento, fez com que um número grande de variedades de algodão de fibra branca fosse disponibilizado para os produtores, com vantagens tanto econômicas quanto produtivas, com variedades resistentes a determinadas pragas ou doenças que afetam a cultura.

Já o algodão de fibra colorida, por não ter um estudo comparável ao outro tipo de algodão, possui características como menor rendimento de fibras e menor número de variedades comerciais dos que as variedades de fibra branca.

Cultivares de fibra colorida para produzirem bem e ter fibra de boa qualidade intrínseca (Comprimento, finura, resistência, etc) necessitam que o produtor tome algumas providências relacionadas ao seu cultivo, estabelecendo passos tecnológicos que possibilitem o seu crescimento e seu desenvolvimento em níveis satisfatórios.