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Olimpíadas terão praças para produtos da agricultura familiar

Iniciativa quer estimular o consumo consciente e aumentar a demanda de produtos saudáveis durante evento; organizações podem se inscrever até 2 de março

Organizações da agricultura familiar poderão se inscrever para participar da campanha Brasil Saudável e Sustentável, que vai montar praças com estandes de alimentos no Rio de Janeiro durantes os Jogos Olímpicos de 2016.

Olimpíada terá praça de agricultura familiar


Segundo o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Arnoldo de Campos, as praças são mais uma oportunidade de mercado para os empreendimentos de produtos orgânicos e para a agricultura familiar. “Além de gerar renda e inserir produtivamente os agricultores familiares, a campanha mostra ao consumidor o potencial do setor, que está cada vez está mais organizado para atender ao mercado.”

O edital, lançado pelos ministério do Desenvolvimento social e Combate à Fome (MDS) e do Desenvolvimento Agrário (MDA), vai selecionar até 45 organizações. Os empreendimentos têm até o dia 2 de março para participar da chamada pública.

Para participar, as organizações devem ter a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e estar de acordo com a Política Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais. Além disso, para a classificação, serão levados em consideração alguns critérios, como possuir o Selo da Agricultura Familiar (Sipaf) e trabalhar com produtos agroecológicos e da sociobiodiversidade.

Fonte: Portal Brasil, com informações do MDS

Faet busca ampliar seguro rural no estado do Tocantins

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet), o deputado federal Junior Marzola (DEM), se reuniu ontem com a diretoria dos Sindicatos Rurais do Estado para discutir o seguro rural. A Faet elaborou um protocolo de intenções com a empresa Allianz Seguros, que tem a proposta de criar produtos específicos para o Tocantins, atendendo às necessidades de cada produtor e região do Estado.

Em matéria publicada pelo Jornal do Tocantins no último dia 7, foi mostrado que o seguro rural está distante da realidade tocantinense e que entre as modalidades ofertadas o seguro agrícola é o mais buscado. Mesmo assim teve, em 2010, somente 22 contratações, contra 123 em 2009, conforme dados do Banco do Brasil (BB). Para Marzola, esta baixa procura deve ser creditada ao alto custo do seguro e à dificuldade de acesso por parte dos produtores.

A partir daí, a entidade convidou a Allianz a apresentar os seus produtos. Na reunião de ontem a empresa ouviu dos presidentes dos sindicatos rurais do Estado as necessidades de cada município. (Maisa Lima, com Faet)



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Governo aprova zoneamento agrícola para coco, mandioca e algodão

Bonsai Jovem

O melhor período e os municípios mais aptos para o plantio de algodão, mandioca e coco nos estados do Tocantins, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia estão descritos no zoneamento agrícola publicado na segunda-feira (09/11) no Diário Oficial da União.

Conforme a Portaria nº 267, que traz o zoneamento do coco para o estado do Tocantins, o coqueiro se desenvolve melhor com volume de chuvas de 1.500 mm ao ano e em temperatura média de 27ºC. A árvore pode ser cultivada em diferentes tipos de solos, mas as melhores condições são encontradas nos terrenos arenosos.

O estudo para o cultivo da mandioca no Pará pode ser encontrado na Portaria nº 269. De acordo com a norma, as melhores condições térmicas para o crescimento da raiz estão nas temperaturas entre 20º C e 27º C, com precipitações de 1000 mm a 1500 mm por ano.

Nas Portarias 270, 271, 272, 273 estão descritos os zoneamentos agrícolas para o algodão na Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia. Dependendo do clima e da duração do ciclo, o algodoeiro precisa de 700 mm a 1300 mm de chuva ao ano e de maior volume de precipitação durante a floração.

Governo prorroga prazo para renegociação de dívidas rurais em Santa Catarina

O governo através do CMN (Conselho Monetário Nacional) tomou uma decisão importante aos agricultores de Santa Catarina. O CMN os prorrogou prazos para que produtores rurais possam aderir a programas de renegociação de dívidas em diversas linhas de financiamento.

Em reunião extraordinária nesta quinta-feira, o conselho decidiu estender até 15 de julho de 2010, o prazo para pagamento de operações de crédito rural por agricultores de Santa Catarina que foram prejudicados pelas chuvas no fim do ano passado e inicio deste ano. De acordo com o secretário-adjunto de Política Econômica do Tesouro Nacional, Gilson Bittencourt, isso dará prazo para que o governo publique decreto facilitando o pagamento dessas dívidas.

O conselho estendeu ainda a pequenos agricultores catarinenses prejudicados por chuvas e vendavais em Santa Catarina em setembro uma linha especial de crédito para reconstrução e revitalização. O governo prorrogou também o prazo para renegociação de dívidas de diversas operações, entre elas as enquadradas no Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) e Recoop (Programa de Revitalização de Cooperativas de Produção Agropecuária), e com créditos do Pronaf (Programa Nacional de Agricultura Familiar) e dos fundos constitucionais.

O período de adesão para o programa de renegociação havia vencido no fim do ano passado. O CMN estendeu o prazo para adesão para 30 de novembro e de renegociação até 30 de junho de 2010.

www.capitalnews.com.br