Jacu Bird Coffee - O café mais caro do mundo é encontrado nas fezes do Jacu

Muitas matérias sobre prodrutos agricolas suas origens, formas de plantio, colheita, safra. Formas de criação e origem dos animais da suinocultura, bovinos, caprinos, e tantos outros.


O Brasil neste primeiro trimestre de 2011, importou 1,495 milhão de toneladas, o menor volume importado desde os 1,174 importados em 2005 no mesmo período. No primeiro trimestre de 2010, a importação de trigo foi de 1,805 milhão de toneladas. Dois fatores foram determinantes para esta redução: Os altos preços da matéria prima importada e o aumento da produção nacional observada na safra passada.
Atualmente, o Vale do São Francisco colhe 272.400 toneladas de cebola em 13.620 hectares. Praticamente toda ela é cultivada de forma convencional, em sistemas de produção que tem por base o uso intensivo de insumos químicos. “Há espaço para implantar no campo e oferecer aos consumidores uma cebola orgânica de boa qualidade”, assegura Nivaldo Costa, pesquisador da Embrapa Semi-árido, em Petrolina.
Prezado Luis, quanto tempo. Um estudo recente da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) mostra que as áreas de pastagens tem vasto potencial (ainda não explorado) de mitigação das mudanças climáticas por meio da absorção e armazenamento de CO2.
Segundo o relatório, essas regiões representam uma concentração de carbono maior do que a das florestas, caso sejam devidamente administradas.
Hectares
O documento da FAO mostra que existem 3,4 bilhões de hectares de pastagens no mundo, que abrangem cerca de 30% da superfície de terras onde não há presença de gelo.
O texto alerta que esses locais podem também desempenhar papel importante no apoio à adaptação e vulnerabilidade às alterações do clima de mais de um bilhão de pessoas que dependem do gado para viver.
Para o diretor-geral assistente da FAO, Alexander Müller, o mundo vai ter que usar todas as opções para conter o aquecimento global.
Biomassa
Ele destacou que a agricultura tem potencial para ajudar a minimizar as emissões líquidas de gases de efeito estufa por intermédio de práticas específicas, como construção do solo e biomassa de carbono.
Segundo o estudo da FAO, estima-se que as áreas de pastagens possam armazenar 30% do carbono do mundo no solo.
Terra
São aproximadamente 34 mil hectares de trigo que passam pelo processo, em três estados. O valor é superior ao da safra de 2008, quando 32 mil hectares foram inscritos para a certificação.
As amostras da semente produzida são coletadas por amostradores credenciados pela Fundação Pró-Sementes e encaminhadas aos laboratórios de análise credenciados pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). O boletim de análise da semente é emitido pelo laboratório e entregue a entidade certificadora. Com base nas informações do boletim de análise e nas demais informações geradas pelo controle de qualidade do sistema de certificação, a Fundação Pró-Sementes emite o certificado de qualidade da semente ao produtor.
Todo o sistema de certificação conduzido pela Fundação Pró-Sementes está informatizado, garantindo, conforme a responsável administrativa da Certificação, Franciele Ana Carniel, maior agilidade e segurança ao processo.
ExpressoMT
Representantes de países da África, América do Sul, América Central, Ásia e Oceania defendem a necessidade de expandir o mercado de etanol e deixaram clara essa posição durante a 2ª Semana do etanol: compartilhando a experiência brasileira, que acontece até amanhã (20), em Ribeirão Preto/SP. O encontro reúne delegações estrangeiras de órgãos governamentais e privados, interessados em desenvolver o setor sucroenergético em seus países.
“Queremos aprender com a experiência brasileira e obter transferência de tecnologia”, ressaltou Tran Canh Lac, que atua em empresa privada de produção de açúcar e etanol, no Vietnã. Segundo ele, são essenciais informações sobre treinamento de pessoal envolvido na cadeia produtiva do etanol, funcionamento de usinas e indústrias para desenvolver a mão-de-obra especializada. País do continente asiático, o Vietnã produz etanol apenas para uso local.
Presente no encontro, Mongkol Prongjuntuek, representante do governo tailandês, disse que o país tem cerca de um milhão de hectares de cana-de-açúcar plantada, mas produz apenas 10% de etanol. “Um problema que temos enfrentado é quanto ao rendimento. Uma mesma área rende muito em uma safra, mas rende menos na seguinte e queremos informações para corrigir o que está errado”, informou. A Tailândia é um país asiático, que produz cerca de 10 milhões de litros de etanol por ano e 150 mil toneladas de açúcar.
Localizadas na Oceania, as Ilhas Fiji enviaram o assessor do Ministério da Agricultura, Poasa Nauluvula, que relatou experiências com etanol no seu país. “Há dois anos estamos fortalecendo as políticas públicas para desenvolver o setor, temos expectativas positivas e queremos muito aprender com o Brasil”, afirmou.
Em Botsuana, país da África, não há produção de etanol disse Boiki Mabowe, que veio em nome do governo. “Como a nossa região não produz biocombustível, temos potencial e necessidade de desenvolver o setor, em busca de benefícios econômicos e sociais. Em dois anos queremos produzir cana-de-açúcar, etanol, açúcar e outros biocombustíveis”, assegurou
“Hoje produzimos açúcar e energia para consumo local”, declarou Hugo Patt, do Ministério da Agricultura de Belize, na América Central, que executa projeto, com mais seis países vizinhos, para alavancar a agricultura de subsistência e a produção de combustível, em benefício da própria economia.
Na Guiana, país da América do Sul, não há etanol para comercialização. “Plantamos 150 mil hectares de cana, mas investimos toda a produção em açúcar porque seu preço é bastante competitivo no mercado internacional”, esclareceu o gerente de qualidade de uma empresa privada guianense, Sharma Dwarka. Ele lembrou que seu país utiliza máquinas antigas e o trabalho é feito manualmente. Por isso, conta com a tecnologia brasileira para se aperfeiçoar na área.
Na tarde desta quinta-feira (19) os 60 participantes visitam uma usina em Pradópolis/SP, para conhecer o seu funcionamento, o plantio de cana-de-açúcar e a produção de etanol e açúcar.
www.agricultura.gov.br(Sophia Gebrim)
A empresa israelense OrganiTech, de Haifa, desenvolveu um processo hi-tech para a produção de verduras em locais com pouco espaço e escassez de água e de mão-de-obra especializada.
São “plantações informatizadas” que utilizam a técnica da hidroponia (cultura feita em meio aquoso com nutrientes orgânicos), sob supervisão de robôs e computadores. Um contêiner de aço inoxidável ou alumínio funciona como estufa; computadores monitoram a temperatura, o nível de minerais da água e as condições climáticas; o plantio e a colheita são feitos por um robô computadorizado.
O robô pode monitorar, por exemplo, 500 pés de alface por dia num espaço de 12 x 2,5 metros. O ciclo de crescimento da verdura, que em plantações convencionais exige meses, nessas estufas se completa em apenas 40 dias. O processo também é ecologicamente correto, já que não utiliza agrotóxicos.
Por:Por Fernando Souza Filho -
PC Magazine