Jacu Bird Coffee - O café mais caro do mundo é encontrado nas fezes do Jacu

Muitas matérias sobre prodrutos agricolas suas origens, formas de plantio, colheita, safra. Formas de criação e origem dos animais da suinocultura, bovinos, caprinos, e tantos outros.

De acordo com a fundação, os preços dos produtos agrícolas caíram 3,73% este ano, após avançarem 3,91% em 2008, no âmbito do IGP-M. Já os preços dos produtos industriais registraram queda de 4,74% no atacado em 2009, em comparação com a elevação de 13,52% apurada em 2008.
Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais subiram 0,93% este ano, após avançarem 4,22% em 2008. Por sua vez, os preços dos bens intermediários tiveram queda de 7,29% este ano, em comparação com o aumento de 15,61% em 2008. Já os preços das matérias-primas brutas acumularam queda de 6,80% em 2009, após subirem 11,85% em 2008.
A FGV esclareceu ainda que, na análise por produtos, as altas de preços mais expressivas no atacado em dezembro, no âmbito do IGP-M, foram registradas em laranja (8,90%); mamão (44,27%); e café em grão (3,69%). Já as mais expressivas quedas de preço, no atacado em dezembro, foram apuradas em batata-inglesa (-24,09%); leite in natura (-5,26%); e tomate (-27,55%).
Ultimo segundo
Beber café pode ajudar a diminuir os riscos de que a pessoa desenvolva formas agressivas de câncer da próstata, segundo um estudo americano. O trabalho concluiu que os homens que consumiam quantidades grandes de café tinham 60% menos riscos de apresentar tumores agressivos do que os que não bebiam café.
O café tem efeito sobre a forma como o corpo quebra as moléculas de açúcar e também sobre os índices dos hormônios sexuais, ambos fenômenos que já foram associados ao câncer da próstata em outros estudos.
A pesquisa, feita por especialistas da Harvard Medical School, foi apresentada durante uma conferência da American Association for Cancer Research.
"Poucos fatores ligados ao estilo de vida foram associados de forma consistente aos riscos de câncer na próstata, especialmente aos riscos de formas mais agressivas da doença, então será muito estimulante se esse vínculo for confirmado em outros estudos", disse Kathryn Wilson, uma das pesquisadoras.
Os pesquisadores não sabem ao certo que componentes do café poderiam ter esse efeito positivo. Entretanto, sabe-se que ele contém minerais e antioxidantes, que limitam danos aos tecidos causados pela liberação de energia nas células.
Mais Estudos
Os pesquisadores monitoraram o consumo de café em quase 50 mil homens a cada quatro anos entre 1986 e 2006. Eles ressaltam que mais pesquisas são necessárias antes que se tire qualquer conclusão sobre os efeitos benéficos do café.
Mas uma coisa é certa, disse Wilson: "Nossos resultados indicam que não há razão para deixar de beber café em função de preocupações sobre o câncer da próstata".
Comentando o novo estudo, uma representante da entidade beneficente The Prostate Cancer Charity, Helen Rippon, disse que pesquisas anteriores a respeito do efeito da bebidas cafeinadas sobre o câncer da próstata tiveram resultados ambíguos.
"Não recomendaríamos que homens adotem o hábito de beber muito café baseados nesse estudo, até porque o alto consumo de cafeína podem causar outros problemas à saúde".
"Por outro lado, os que já tomam regularmente uma xícara de café vão ficar aliviados em sabe que não precisam desistir do hábito por conta da próstata".
BBCBrasil
Os números de café beneficiado no Brasil em 2009, de acordo com a segunda estimativa divulgada nesta quinta-feira (7) pela Conab, apontam para uma produção de 39,1 milhões de sacas de 60 quilos. Isto representa uma redução de 15% em relação à colheita passada, de 45,9 milhões de sacas, resultado da bienalidade negativa da cultura, que é intercalada entre um ciclo alto e baixo. A regularidade das chuvas a partir de janeiro evitou uma queda mais acentuada nas lavouras.
O café tipo arábica, 72,5% da produção total, está projetado em 28,3 milhões de sacas, contra 35,5 milhões do ano passado. A redução é de 20,2%. Já o conilon ou robusta representa 27,5% da produção nacional, equivalendo a 10,8 milhões de sacas.
A maior produção está em Minas Gerais, que detém 49,2% do total nacional, sendo 98,5% do tipo arábica. Em segundo lugar vem o Espírito Santo, com 25,7% da colheita do País, com destaque para a produção do conilon.
Área – A área de café em produção sofreu redução de 3,3%, ou seja, 72,6 mil hectares a menos que em 2008. Agora são 2,10 milhões contra 2,17 milhões de hectares do ciclo passado. Cerca de 90% do plantio estão em produção e o restante dos cafezais em formação.
A pesquisa foi realizada no período de 13 a 25 do mês passado, junto a instituições parceiras da Conab nos principais estados produtores, como Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Paraná, Rondônia e Rio de Janeiro.
Raimundo Estevam/Conab)
MULHERES SENSUAIS A PROCURA DE HOMENS
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, o secretário de Agricultura do Estado, Gilman Viana Rodrigues e parlamentares de Minas Gerais, entre eles o deputado federal Paulo Piau (PMDB-MG) reuniram-se hoje em Brasília, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega para discutir as reivindicações do governo de Minas e dos produtores rurais para a cafeicultura brasileira.
De acordo com Paulo Piau a reunião foi objetiva, com proposta de solução rápida visto que o ministro e parlamentares entraram em acordo.
“Todos concordaram que o Brasil não tem uma política para o café e o preço de venda é muito baixo trazendo poucas divisas para o país e pouca renda aos cafeicultores. A política de estocagem através de opção de compra e rever a governança da agricultura são pontos fundamentais”, coloca.
Mantega também sinalizou favoravelmente a conversão das dívidas financeiras do setor em sacas de café a um preço base de R$ 320,00 por saca, com pagamento num prazo de até 20 anos. A primeira parcela do pagamento seria em novembro de 2010. Caso o mercado apresente preços mais remuneradores que o valor de referência na data do pagamento da prestação, cabe ao produtor optar pela entrega do produto físico ou quitar a prestação em dinheiro.
O governo de Minas e os produtores também reivindicam a implantação, pelo governo federal, de um programa de leilões de Opções Públicas de Venda de Café com suporte orçamentário de R$ 1 bilhão. O objetivo é evitar o excesso de oferta do produto. A dívida dos cafeicultores brasileiros está estimada em R$ 4,2 bilhões.
O Ministro da Fazenda disse também que discutirá as questões na próxima semana com o Ministro da Agricultura, Pecuária Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Reinhold Sthephanes e tão logo sejam acertadas as questões finais os parlamentares serão comunicados.
Minas Gerais é o maior produtor de café do Brasil. Em 2008, a produção mineira foi de 23 milhões de sacas, cerca de 50% da safra nacional. O café é o principal produto da pauta de exportações do agronegócio estadual. No ano passado, as vendas de Minas para o mercado internacional movimentaram US$ 3 bilhões.
No Brasil, a cadeia produtiva do café gera 10 milhões de empregos diretos e indiretos. As lavouras de café estão presentes em 1,8 mil municípios do país.
Diovana Miziara
Assessora de Comunicação Dep. Paulo Piau
Com informações da Secretaria de Agricultura de Minas Gerais
A produção brasileira de café beneficiado deve atingir neste ano 45,54 milhões de sacas de 60 quilos. O volume representa 35% a mais que a safra anterior. Serão 34,70 milhões de sacas do tipo arábica e 10,84 milhões de conilon. Os números fazem parte do segundo levantamento da safra de café 2008, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Esta é a segunda maior safra dos últimos 10 anos, ficando atrás apenas da produção histórica do ciclo 2002/03, quando alcançou 48,48 milhões. De acordo com a estatal, o rendimento é conseqüência da bienalidade positiva da cultura, que se altera entre um ano de alta, seguido por outro de baixa. Os investimentos em tratos culturais e as chuvas, que ocorreram no fim de 2007 nas principais regiões produtoras, também contribuíram para resultado atual.
O Sudeste responde por 84,32% da produção nacional. O maior destaque fica com Minas Gerais (22,9 milhões de sacas). O Espírito Santo ocupa o segundo lugar com 10,52 milhões de sacas, seguido por São Paulo com 4,7 milhões. Nas outras regiões, os maiores produtores são a Bahia e o Paraná que produzem, juntos, 4,62 milhões de sacas.
Área - A área total está estimada em 2,29 milhões de hectares, um crescimento de 1,08%, quando comparada à safra anterior. As terras cultivadas estão divididas em 91,95% com cafeeiros em produção e o restante com plantas ainda em formação.
A colheita começou na última quinzena de março e deve se estender até o início de outubro, dependendo da região. O pico ocorrerá entre maio e julho, quando 75% da colheita estarão concluídas.
A pesquisa de campo foi realizada no período de 31 de março a 11 de abril e mobilizou 189 técnicos da estatal e de instituições parceiras. Foram entrevistados 2.750 representantes do setor, entre agricultores, cooperativas, órgãos públicos e privados. (Conab)