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A importância da rotação de culturas para preservação do solo


Rotação de Culturas: uma técnica para preservação do solo


Esta é uma técnica que tem se difundido entre cada vez mais entre os agricultores com o propósito único de conservação do seu maior patrimônio que é a terra.

Com a rotação de culturas o agricultor conserva e diminui a exaustão e exploração do solo agrícola. Esta técnica é feita fazendo um rodízio entre as culturas a cada novo plantio de forma que as necessidades de adubação sejam diferentes a cada ciclo.

Conforme definição do wikipédia consiste em alternar espécies vegetais, numa mesma área agrícola. As espécies escolhidas devem ter, ao mesmo tempo, propósitos comercial e de recuperação do solo.

Escalando diferentes culturas, promovendo a rotação de herbicidas e inseticidas, melhora o controle de plantas daninhas e insetos, pela quebra de seu ciclo de desenvolvimento, variação da absorção de nutrientes,e ainda variação radicular explorando de diferentes formas o solo.

A rotação de culturas tem outros objetivos tais como: utilizar da melhor forma a capacidade de produção dos solos, mantendo e melhorando suas propriedades físicas,químicas e biológicas; diminuir a incidência de doenças, pragas e ervas daninhas; reduzir perdas de solo por erosão; diversificar renda; explorar sinergias.

O uso da rotação de culturas conduz à diversificação das atividades na propriedade, possibilitando estabelecer esquemas que envolvam apenas culturas anuais, tais como: soja, milho, arroz, sorgo, algodão, feijão e girassol, ou de culturas anuais e pastagem. Em ambos os casos, o planejamento da propriedade a médio e longo prazos faz-se necessário para que a implementação seja exeqüível e economicamente viável.

A rotação de culturas envolve o cultivo de diferentes espécies numa mesma safra e, portanto, aumenta o número e a complexidade tarefas na propriedade. Exige o planejamento do uso do solo segundo princípios básicos, onde deve ser considerada a aptidão agrícola de cada gleba.

Valorização do milho aumenta custo da pecuária em MT

A valorização do milho deixou muitos produtores satisfeitos, mas ao mesmo tempo muitos pecuaristas estão desanimados com a rentabilidade da atividade. Com o custo de produção mais caro, pois o milho é o principal insumo do setor, os pecuaristas esperavam receber mais pela produção, porém a realidade mostra justamente o contrário.

Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), de novembro do ano passado até setembro deste ano, os preços da arroba do boi gordo em Mato Grosso registraram queda de 13,7%. Na outra ponta, o preço para o consumidor reduziu apenas 2,2%.

Apesar do avanço tecnológico dos últimos tempos, a atividade da pecuária de corte teve sua rentabilidade reduzida se comparado a outras atividades. E a baixa redução do preço final ao consumidor comprova a contradição da cadeia pecuarista. De um lado o produtor enfrenta a realidade de uma atividade com baixa rentabilidade e na outra ponta o consumidor se queixa da valorização da carne bovina, que compromete boa parte do salário no final do mês.

Ainda conforme o Imea, a valorização da carne no varejo de agosto para setembro foi de 6,2%. Em contrapartida, de 2005 até agora, a valorização no preço pago ao pecuarista foi de 73,73%, já o aumento da carne bovina nas prateleiras foi de 145,82%.

De acordo com o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari, não existe nenhuma explicação técnica para esse aumento no preço da carne nesse período do ano, que muitos alegam ser motivado pela chamada entressafra. “A arroba teve uma desvalorização e a entressafra, que seria a diminuição de oferta de boi gordo, não existiu, pelo contrário, a oferta de gado foi suficiente para atender a demanda”. Na avaliação de Vacari, o aumento nos preços da carne para o consumidor final “continua sendo uma política do varejo injusta e prejudicial ao consumidor”.

Cotação do milho tem segunda alta consecutiva em Chicago

Os contratos para entrega em março encerraram o dia com alta de 4,50 centavos de dólar, a US$ 6,6575 por bushel. Analistas consultados pela Bloomberg disseram que o declínio da cotação da commodity no início do mês vai estimular a demanda de investidores e produtores de alimentos, ração animal e biocombustíveis.

"As commodities foram subvalorizadas e estamos vendo o desenvolvimento das compras", afirmou o presidente da U.S. Commodities, Don Roose. "A oferta apertada deve sustentar os preços", acrescentou. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para o milho ficou em R$ 32,40 por saca, alta de 0,12% sobre a segunda-feira.

Trigo - O adiamento do plantio do trigo de inverno nos EUA, provocado pela seca prolongada que assola o país, levou a commodity à maior alta em três semanas. Os contratos futuros com vencimento em março fecharam a terça-feira cotados a US$ 6,92 por bushel, ganho de 8,75 centavos de dólar no dia.

Consultado pela Bloomberg, Tomm Pfitzenmaier, da corretora Summit Commodity, diz que "as planícies do sul estão tão secas como sempre, o que dá suporte" aos preços. Segundo ele, os produtores estão "deixando as plantadoras na garagem e aguardando para ver o que o clima pode fazer". No mercado interno, o preço médio do trigo pago ao produtor do Rio Grande do Sul, encerrou a R$ 446,71 por tonelada, alta de 0,23%, segundo o Cepea/Esalq.

A Renda agrícola volta a nível pré-crise no Brasil

Em 2009, a receita total foi de R$ 164,9 bilhões e, em 2008, de R$ 174,2 bilhões. Neste ano, a cana e o café, juntos, vão contribuir com R$ 10,1 bilhões para o crescimento da receita. A cifra praticamente equivale à perda da renda do campo que ocorreu em 2009 por causa da crise.

Ao contrário dos últimos anos em que os grãos, sustentados pela soja e o milho, foram os responsáveis pela expansão da receita agrícola, agora duas lavouras permanentes, a cana e o café, são as estrelas da safra.

Os preços da cana estão em alta por causa da redução da oferta de açúcar no mercado internacional. No caso do café, apesar da grande safra, os estoques mundiais estão baixos e o consumo crescente. Na soja, safras abundantes nos principais produtores derrubaram os preços.

"O ano será mais favorável às lavouras permanentes", observa o sócio da consultoria e responsável pelas projeções, Fabio Silveira. Numa série iniciada em 1994, ele observa que o comportamento mais frequente da renda agrícola foi de expansão da receita com grãos e recuo das lavouras permanentes, aquelas que são plantadas uma única vez e colhidas durante muitos anos. Neste ano, o quadro se inverteu.

A renda projetada para a cana é de R$ 34,1 bilhões, com acréscimo de R$ 7,1 bilhões na comparação com 2009, segundo o estudo da consultoria, que considera dados de produção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e preços no atacado pesquisados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Para o café, a perspectiva é de que a receita atinja R$ 18,9 bilhões, com expansão de R$ 3 bilhões sobre a de 2009. Enquanto isso, as rendas da soja e do milho devem encolher R$ 2,3 bilhões e R$ 1,3 bilhão, respectivamente.


(O Estado de S.Paulo

Embrapa desenvolve farinha de milho e soja

Em geral, o processo de extrusão resulta na gelatinização do amido, desnaturação da proteína, formação de complexos entre amido e lipídio e entre proteína e lipídio. Estas mudanças estruturais permitem o aproveitamento integral das matérias-primas em variadas combinações, aparências, sabores e texturas.

O milho é uma das matérias-primas mais utilizadas na indústria de alimentos. No entanto, o teor de proteína não passa de 7,5% e o alimento é deficiente em lisina e tripofano, dois aminoácidos essenciais importantes para a nutrição humana.

A soja em grão concentra 20% de proteína e tem sido reconhecida como excelente fonte para melhorar o perfil de aminoácidos e aumentar os conteúdos totais de proteínas e minerais como fósforo, cálcio, potássio, sódio, magnésio, ferro e cobre. Combinados, soja e milho geram um alimento de excelente qualidade nutricional capaz de fornecer 18% de proteína, 7% de lipídeos e 71% de carboidratos.

Extrusoras de pequeno porte fazem até 50kg de mix de soja e milho por hora. O custo de um quilo de mix fica em torno de R$ 0,50 sem embalagem. Em condições adequadas, o produto pode ser estocado por até um ano sem perda da qualidade.

"O mix é versátil e entra como ingrediente numa ampla rede de produtos, podendo atender demandas específicas para creches, empresas e hospitais", afirmou o pesquisador José Luis Asqueri, da Embrapa Agroindústria de Alimentos.

O produto será mostrado no Show Rural Coopavel 2009 (www.showrural.com.br), em Cascavel (PR), de 9 a 13 de fevereiro. O evento é uma oportunidade de integração entre consumidores, produtores, empresários, técnicos e pesquisadores para discutir inovações na agricultura familiar, agroindústria, agroecologia, biotecnologia, informática e meio ambiente. As tecnologias da Embrapa estarão organizadas em dois espaços: a Casa da Embrapa e a Vitrine Tecnológica.

Pesquisador José Luis Asqueri
Embrapa Agroindústria de Alimentos
Telefones: (21) 3622-9600 ou 3622-9796


Show Rural Coopavel 2009
www.showruralcoopavel.com.br

Produtores de milho de Mato Grosso já sentem os reflexos da crise

Os custos de produção subiram e a escassez de crédito tomou conta do setor. Estes podem ser indicativos de que a crise no agronegócio chegou e pode provocar sérias conseqüências. Os produtores de milho de Mato Grosso já sentem os reflexos da crise.

Os estoques do produto ainda estão cheios. Pelo menos 2,3 milhões toneladas do grão ainda ocupam os armazéns instalados no Estado, segundo estimativa dos especialistas.

Ainda é cedo para dizer com certeza qual vai ser o cenário da produção de milho safrinha em Mato Grosso. No entanto, a estimativa mais concreta é de que, durante a safra de inverno, grande parte do campo que seria destinado à lavoura fique completamente vazio. A Associação dos Produtores de Sementes acredita que a diminuição possa chegar a 50% da área plantada na safrinha deste ano, que foi de 1,6 milhão hectares.

Para o produtor Sérgio Luís Mattei, esta estimativa deve se concretizar. O agricultor ainda tem 200 mil sacas do grão estocadas e para não ter problemas de armazenamento na hora da colheita da soja vai ter que vender o milho com um valor bem abaixo do custo de produção. Um prejuízo de R$ 5 por saca de 60 quilos. Como não quer correr o risco de passar novamente pela mesma situação no ano que vem, ele decidiu suspender a compra de sementes e insumos para plantação de milho.
Luiz Patroni | Campo Grande (MT) |canalrural.com.br

Importância e uso de Germoplasma

Sabe-se, que a maior parte dos produtos que compõem a dieta do povo brasileiro, não é originária do Brasil. Foi introduzida de outros países e adaptada às nossas condições edafoclimáticas. São exemplos o arroz, feijão, milho, trigo, soja, frutíferas e hortaliças exóticas. Portanto, a agricultura brasileira tem se beneficiado com o intercâmbio de germoplasma de diversas espécies vegetais que propiciaram ao país, o desenvolvimento de pesquisas fitotécnicas e a obtenção de novas e mais produtivas cultivares com características agronômicas, morfológicas, nutricionais, terapêuticas e outras.

Graças ao trabalho de intercâmbio de germoplasma desenvolvido pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, e o fantástico programa de melhoramento genético de plantas desenvolvido pelas várias unidades descentralizadas da Embrapa, tivemos oportunidades de obter cultivares de soja, milho, arroz, feijão, hortaliças e frutíferas altamente produtivas.Isto tem propiciado uma contribuição fantástica de nossa agricultura para o nosso Produto Interno Bruto.
Embrapa

CTNBio aprova plantio de algodão transgênico no Brasil

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou nesta quinta-feira o plantio comercial de uma variedade de algodão transgênico da Bayer, tolerante ao herbicida glufosinato de amônia.

Com aval da comissão formada por cientistas, o próximo passo é a liberação do produto pelo Ministério da Agricultura.

No entanto, se houver recursos contra a decisão da CTNBio no prazo de 30 dias -como ocorreu nas últimas liberações de milho transgênico-, o processo tem que ser encaminhado para o Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), órgão formado por representantes de 11 ministérios, que analisa a questão sob o ponto de vista sócio-político.

A decisão da CTNBio teve 18 votos a favor. Três integrantes da comissão votaram contra. Houve duas abstenções.

Foi a primeira aprovação de transgênico pela CTNBio desde setembro de 2007, quando autorizou o milho Bt11 da Syngenta, resistente a insetos.

"Estamos trabalhando desde fevereiro em pareceres e outras atividades, e só agora conseguimos votar", disse o presidente da CTNBio, Walter Colin, em comunicado.

O Brasil já planta comercialmente há alguns anos outras duas variedades de produtos agrícolas transgênicos, a soja (resistente ao herbicida glifosato), e o algodão (resistente a insetos), ambos com patente da Monsanto .

Três varidades de milho já aprovadas pelos órgãos governamentais e com registro no Ministério da Agricultura -da Syngenta, Bayer e Monsanto- estão em processo de multiplicação de sementes.

Para a próxima safra, estima-se que algumas lavouras de milho transgênico já possam ser semeadas comercialmente.
O globo

O milho é uma grande fonte de energia

O milho é grande fonte de energia por conter alto teor de carboidratos, além de possuir quantidades consideráveis de vitaminas B1 e E e sais minerais.

A vitamina B1 (tiamina) ajuda na regularização do sistema nervoso e aparelho digestivo, e tonifica o músculo cardíaco. A vitamina E apresenta propriedades antioxidantes sendo, por isso, utilizada na conservação de alimentos. Ela combate a degeneração muscular, atua no crescimento e protege o sistema reprodutor, aumentando a potência sexual.É ainda rico em Fósforo (necessário ao cérebro).

O milho deve ser comprado fresco, com as folhas bem verdes e vivas e cabelos marrom-escuro. Se ele estiver à venda já sem casca, verifique se a ponta inferior da espiga é afilada e macia. Isso indica que ele está em boas condições.

O milho pode ser consumido por pessoas que possuam o aparelho digestivo delicado, por ser de fácil digestão. O óleo de milho é indicado porque dificulta a formação de gordura no sangue, reduzindo o nível de colesterol.

Pode ser preparado em espigas inteira, grelhado ou cozido em grãos. E fica mais saboroso quando se espalha manteiga ou margarina sobre as espigas.

Seu período de safra vai de dezembro a abril.

O Agronegôcio é Uma Atividade em Expansão

O agronegócio brasileiro é uma atividade próspera, segura e rentável. Com um clima diversificado, chuvas regulares, energia solar abundante e quase 13% de toda a água doce disponível no planeta, o Brasil tem 388 milhões de hectares de terras agricultáveis férteis e de alta produtividade, dos quais 90 milhões ainda não foram explorados.

Esses fatores fazem do país um lugar de vocação natural para a agropecuária e todos os negócios relacionados à suas cadeias produtivas. O agronegócio é hoje a principal locomotiva da economia brasileira e responde por um em cada três reais gerados no país.

O Brasil é um dos líderes mundiais na produção e exportação de vários produtos agropecuários, como o café, açúcar, álcool e sucos de frutas, soja, carne bovina, carne de frango, tabaco, couro e calçados de couro. As projeções indicam que o país também será, em pouco tempo, o principal pólo mundial de produção de algodão e biocombustíveis, feitos a partir de cana-de-açúcar e óleos vegetais.

Milho, arroz, frutas frescas, cacau, castanhas, nozes, além de suínos e pescados, são destaques no agronegócio brasileiro, que emprega atualmente 17,7 milhões de trabalhadores somente no campo.