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Nutrição animail: Coamo lança ração animal para seus cooperados

Rações e Concentrados Coamo. Está é a novidade que a Coamo Agroindustrial Cooperativa lançou para os seus cooperados recentemente, em todas as suas unidades nos estados no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. “Trata-se de um importante benefício para a melhoria do potencial produtivo na área de nutrição animal e vem ao encontro das necessidades do nosso quadro social”, informa o diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, que participou do lançamento em Campo Mourão. 

As rações e Concentrados com a marca Coamo em diversas espécies para bovinocultura de leite ou corte, piscicultura, suinocultura e avicultura, estão disponíveis a partir de hoje nas lojas da cooperativa e vem agregar o desenvolvimento das atividades dos cooperados com fornecimento de produtos com qualidade comprovada.

O médico veterinário do Detec da Coamo, Hérico Alexandre Rosseto, explica que as rações e concentrados Coamo são produzidos com o objetivo de alta performance e controle de qualidade. “As rações e concentrados Coamo foram elaboradas através de pesquisa fundamentada nas necessidades nutricionais de cada animal. Os ingredientes são preparados com qualidade avaliada para que possam dar o melhor aporte nutricional e desempenho para cada categoria animal”, esclarece.

Para o diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, a chegada do mais novo produto da cooperativa é motivo de satisfação para os produtores associados. “Hoje é um dia especial para a Coamo e seus cooperados. Trata-se um pedido do quadro social que passa a contar com rações e concentrados de qualidade”, explica Gallassini, informando que inicialmente, a produção será terceirizada, mas conforme a ampliação dos volumes no fornecimento, a cooperativa estudará a possibilidade de contar com uma fábrica própria de rações e concentrados.

Qualidade- Durante o lançamento oficial das rações Coamo em Campo Mourão, o cooperado Wilson Pereira de Godói foi o primeiro a receber o novo produto da Coamo. “É um orgulho e satisfação receber essa primeira unidade das rações Coamo, que é um produto que vem com a marca da nossa cooperativa, que é de confiança, credibilidade, por isso, temos a certeza de levar qualidade para nossa propriedade”, comemora Godói.

Valorização do milho aumenta custo da pecuária em MT

A valorização do milho deixou muitos produtores satisfeitos, mas ao mesmo tempo muitos pecuaristas estão desanimados com a rentabilidade da atividade. Com o custo de produção mais caro, pois o milho é o principal insumo do setor, os pecuaristas esperavam receber mais pela produção, porém a realidade mostra justamente o contrário.

Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), de novembro do ano passado até setembro deste ano, os preços da arroba do boi gordo em Mato Grosso registraram queda de 13,7%. Na outra ponta, o preço para o consumidor reduziu apenas 2,2%.

Apesar do avanço tecnológico dos últimos tempos, a atividade da pecuária de corte teve sua rentabilidade reduzida se comparado a outras atividades. E a baixa redução do preço final ao consumidor comprova a contradição da cadeia pecuarista. De um lado o produtor enfrenta a realidade de uma atividade com baixa rentabilidade e na outra ponta o consumidor se queixa da valorização da carne bovina, que compromete boa parte do salário no final do mês.

Ainda conforme o Imea, a valorização da carne no varejo de agosto para setembro foi de 6,2%. Em contrapartida, de 2005 até agora, a valorização no preço pago ao pecuarista foi de 73,73%, já o aumento da carne bovina nas prateleiras foi de 145,82%.

De acordo com o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari, não existe nenhuma explicação técnica para esse aumento no preço da carne nesse período do ano, que muitos alegam ser motivado pela chamada entressafra. “A arroba teve uma desvalorização e a entressafra, que seria a diminuição de oferta de boi gordo, não existiu, pelo contrário, a oferta de gado foi suficiente para atender a demanda”. Na avaliação de Vacari, o aumento nos preços da carne para o consumidor final “continua sendo uma política do varejo injusta e prejudicial ao consumidor”.

Carnes: Brasil aguarda missão russa para discutir embargos

Após 4 meses de embargos russos à carne brasileira, o Ministério da Agricultura anuncia um novo encontro entre os Governos brasileiros e russos para avaliação do sistema de inspeção nacional e verificação de empresas habilitadas a exportações. A visita está programada para o fim de novembro ou início de dezembro.

Segundo nota do Conselho de Governo da Câmara de Comércio Exterior (Camex) os motivos pelos quais a entrada de carne brasileira em solo russo sofreu retaliações foram o aval do Brasil à Rússia na OMC (Organização Mundial do Comércio), restrições sanitárias e pressões de produtores e importadores russos.
No entanto, o Brasil tem se esforçado para responder a todos os questionamentos quanto às questões sanitárias apresentadas pela Rússia, mas a solução para o embargo depende também das empresas interessadas no acordo, afirma a nota.

De acordo com o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto, a visita russa também mostra a necessidade de importações do país com a chegada do frio e dos importadores, que possuem licenças e necessitam do produto brasileiro.

Bezerro nasce com duas cabeças em zona rural no sertão da Paraíba

Um bezerro com duas cabeças nasceu neste final de semana no sertão da Paraiba. O animal nasceu na propriedade do casal José e Aldeires Nunes.

O bezerro continua vivo, e segundo informações dos proprietários, estão fazento de tudo para que o animal continue vivendo.

A casa do senhor José amanheceu esta segunda-feira (19), cheia de visitantes, que estavam curiosos para ver o bezerro de duas cabeças e confirmar a veracidade do fato, que tomou conta das rodas de conversas do município.




Paraguai sacrifica mil cabeças de gado por causa da febre aftosa

Pelo menos 819 cabeças de gado serão sacrificadas a partir desta quinta-feira (22) no Paraguai, como parte da extensão do bloqueio por causa dos focos de febre aftosa confirmados no último domingo.

A informação é do titular interino do Serviço Pecuário Oficial do Paraguai (Senacsa), Carlos Simón. Ele confirmou a nova data para o sacrifício do gado, que iniciaria nesta quarta-feira (21) e foi adiada para esta quinta-feira (22). Equipes executarão os animais da Fazenda Santa Helena onde foram localizados focos da febre aftosa, em San Pedro no Paraguai.

Ele ainda explicou que é preciso ajustar alguns detalhes, como a extensão de valas, cavadas com tratores do Ministério de Obras Públicas, onde serão depositados os corpos dos 819 animais mortos com tiros de rifle.


O procedimento conta com o apoio das Forças Armadas e Polícia Nacional. A tarefa se realizará em procedimento fechado, o que significa que a entrada da imprensa está proibida por questões de segurança. Porém, Simón garantiu que serão divulgados registros fotográficos para garantir que o processo foi realizado de acordo com as regras de segurança sanitária.

Depois de mortos e depositados nas valas, os animais serão cobertos por cal, e sua venda será estritamente proibida.

O que é sanidade animal?

A saúde animal, numa visão ampliada, envolve questões relacionadas a enfermidades dos animais, saúde pública, controle dos riscos em toda a cadeia alimentar, assegurando a oferta de alimentos seguros e bem estar animal.

Para assegurar a saúde animal, é necessária a existência de serviços veterinários bem estruturados, capacitados e aptos para detecção e adoção precoce das medidas de controle e erradicação das doenças.
Em sintonia com a Organização Mundial de Saúde Animal – OIE, que reconhece os serviços veterinários como um bem público mundial, o serviço veterinário brasileiro, responsável pela condução da política de saúde animal, compartilha com o setor privado as responsabilidades para aplicação das medidas que objetivam a melhoria da saúde animal.

A extensão territorial e as condições climáticas; os programas voltados para a sanidade animal e segurança do alimento posicionam o Brasil como um dos maiores produtores de carne bovina e com potencial para atender as exigências específicas de mercado.

A cadeia produtiva é caracterizada pela criação de animais a pasto, ou pelo sistema intensivo ou semi-intensivo (confinamento), no qual, o gado é alimentado por grãos, sendo proibido o uso de proteína de origem animal (exceto produtos lácteos).

Também atendendo exigências internacionais, a rastreabilidade na cadeia produtiva inicia-se na fazenda e estende-se a indústria frigorífica, desde a recepção e abate dos animais, até o processamento, estocagem e expedição dos produtos, conforme o Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (SISBOV).

Com tantas vantagens competitivas, o Brasil segue na disputa e conquista de novos mercados de modo que a carne bovina brasileira continue sendo apreciada por consumidores no mundo todo.

Expointer: inscrição do Gado Holandês cresce 16 % em relação ao ano passado

As inscrições da raça Holandês para a Expointer deste ano cresceram 16,11% em relação à edição do ano passado. O número de animais participantes saltou de 180 para 209, com 26 expositores oriundos de 22 municípios. O maior volume foi inscrito pela Granja Tang, de Farroupilha, com 25 animais.

A entrada do gado Holandês no parque está prevista para os dias 24 a 26 de agosto. A programação da raça começa na segunda-feira (29), com a primeira ordenha do Concurso Leiteiro. O tradicional Banho de Leite acontece na terça-feira (30), após as cinco ordenhas previstas para o concurso.

O julgamento da raça está agendado para a quarta-feira (31) e quinta (1º). Neste dia, a partir das 14h, no Pavilhão de Gado Leiteiro, acontece o I Leilão Tipo Leite, com oferta de até 40 animais.

A premiação do concurso Exceleite 2011, circuito que premia os melhores animais em três modalidades, está marcada para a sexta-feira (2). O vencedor será premiado com um automóvel.
Assessoria de Comunicação Social
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(51) 3288-6210 / (51) 3288-6228

Produção de leite pode diminuir no RS

A produção de leite no Rio Grande do Sul está normalizada na maioria das regiões produtoras do Estado, mas a redução das chuvas pode prejudicar o desenvolvimento da atividade, informou o relatório semanal divulgado pela Emater. As propriedades que possuem boa quantidade de pastagens cultivadas ainda apresentam boa produção. 

Aveia e azevém encontram-se na fase reprodutiva e em final de ciclo, e trevos e cornichão apresentam bom desenvolvimento. Os produtores estão realizando o preparo do solo ou a dessecação das áreas para a implantação da pastagem de verão e dos cultivos de milho ou sorgo para silagem. No entanto, a falta de umidade no solo está dificultando a germinação e a emergência das plântulas, com alguns bovinocultores interrompendo a semeadura ou o plantio.

O preço do leite está com uma leve tendência de queda, atualmente o preço está entre 50 e 70 centavos o litro. Os pequenos produtores que produzem à base de campo nativo começam a apresentar aumento de produção, mas a recuperação é muito lenta.
Fonte: Só Notícias

Produtor poderá emitir Guia de Trânsito Animal (GTA) via Internet

A implantação da Guia de Trânsito Animal eletrônica (e-GTA) é mais um passo para a modernização tributária do setor produtivo de Mato Grosso do Sul promovida pelo governo do Estado, que inclui também a emissão da Nota Fiscal do Produtor Eletrônica (NFP-e). A emissão dos documentos via internet vai proporcionar mais comodidade aos proprietários rurais.

A Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) começou a cadastrar os produtores que vão utilizar a e-GTA por 60 dias em fase de teste. O período em que o sistema será avaliado vai permitir realizar transações de compra, venda, abate, transferência e leilão de bovinos para os ajustes necessários.

A diretora-presidente da Iagro, Maria Cristina Carrijo, esclarece que para poder emitir a GTA via internet o pecuarista deve renovar seu cadastro na Agência Estadual de Defesa Sanitária e ter um responsável técnico pela propriedade cadastrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária e no Ministério da Agricultura. Outro requisito é estar com a vacinação do rebanho em dia - contra febre aftosa e brucelose - e não possuir nenhuma pendência sanitária em nome da propriedade.

O papel para emissão do e-GTA será numerado e timbrado pelo Ministério da Agricultura. O papel especial não terá custo adicional, o produtor continuará a pagar o valor de R$ 8,26 por meio de boleto bancário, que poderá ser recolhido pela internet ou no banco.
 


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Embrapa apresenta tecnologias para pecuária sustentável em Londres

O chefe-geral da Embrapa Acre, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Judson Valentim fez apresentações para a imprensa e para os empresários e acionistas. Valentim enfatizaou as alternativas tecnológicas desenvolvidas ou recomendadas pela Embrapa Acre que tem contribuído para aumentar a produtividade da pecuária na Amazônia.

"Nós mostramos que é possível conciliar pecuária e conservação na Amazônia. Desde que sejam recuperadas áreas abertas e que haja manejo adequado das pastagens e do rebanho. Nas propriedades que adotam as tecnologias da Embrapa temos uma taxa de lotação de 2,9 cabeças por hectares, enquanto que a média nacional é de aproximadamente uma cabeça por hectare".

Para Valentim, os principais desafios da área dizem respeito à adoção, em larga escala, de tecnologias capazes de aumentar a atual produção pecuária; implementação de políticas públicas que possam aliar ganho em produtividade com redução do desmatamento; redirecionamento de linhas de crédito; e adoção de uma política de compra positiva ao longo da cadeia, com medidas que valorizem práticas sustentáveis. "O relatório da Forest Footprint Disclosure é um passo importante nesse sentido porque vai orientar o investimento dos acionistas", diz.

PEGADA FLORESTAL

As discussões sobre a pegada ecológica e a pegada de carbono foram seguidas pelo conceito pegada florestal (forest footprint). Seria o cálculo que permite quantificar a área de terreno produtivo necessária para sustentar o estilo de vida das pessoas. No caso da pegada florestal, o impacto das cadeias produtivas sobre os recursos florestais.

O projeto Forest Footprint Disclosure foi lançado em junho de 2009 por um conjunto de ONGs, coordenadas pela inglesa Global Canopy Programme. O relatório que será lançado é o resultado de um levantamento com 150 das maiores multinacionais do mundo para avaliar o papel que exercem no desmatamento. O documento recebeu o suporte de 34 investidores cujas empresas possuem valor de mercado de mais 3,5 trilhões de dólares.

O governo do Reino Unido é um dos principais apoiadores da iniciativa que tem seu foco nas comodities de soja, carne bovina (e couro), madeira, óleo de palma e biocombustíveis. Os dados gerados pelas pesquisas da Embrapa Acre fazem parte da publicação inicial do projeto, que discorre sobre as oportunidades de mudança ambiental para as empresas.

Informações sobre o Forest Footprint Diclosure podem ser obtidas no endereço www.forestdisclosure.com. Os textos estão em inglês.

FONTE
Priscila Viudes - Jornalista
Telefone: (68) 3212-3272

Preços da Uréia pecuária estáveis em Janeiro com tendência de alta

Revolução Verde e Amarela

Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, os preços da uréia pecuária, que vinham em queda desde agosto de 2009, ficaram praticamente estáveis em janeiro.

Atualmente a tonelada do insumo está cotada em R$1,3 mil, mesmo preço vigente em dezembro último.

Em relação a janeiro de 2009, a cotação atual é 40% menor, no entanto, a estabilização de preços pode indicar o início de um possível aumento nos próximos meses.

Isso porque, os fertilizantes nitrogenados, grandes concorrentes da uréia pecuária, pela matéria-prima nitrogênio, já deu os primeiros sinais de alta, e a tendência é que continuem com mercado em alta no curto prazo.

Pantanal News

Diplomatas conhecem pecuária leiteira e de corte em Uberaba

Há hoje no mundo um grande interesse pelo material genético do Brasil e não apenas na produção de carne e no animal vivo.

Foi o que disse o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Célio Porto, do Ministério da Agricultura,ao iniciar visita de 28 diplomatas estrangeiros à cidade mineira de Uberaba, na última semana.

A expectativa do ministério é que esses representantes estrangeiros conheçam e entendam o potencial da pecuária leiteira e de corte, em função do melhoramento genético da raça zebuína, que contribuiu para a evolução da carne e do leite produzidos hoje no país. Participaram da visita diplomatas de países como a Arábia Saudita, Egito, Filipinas, Nova Zelândia, Vietnã e Coreia do Sul.

O grupo conheceu dados sobre a produção e a comercialização de sêmen e embriões das várias espécies de zebu, como guzerá, gir, nelore e tabapuã. Os diplomatas também visitaram uma central de inseminação artificial e uma fazenda, considerada referência na criação de gir.

– Desejamos que esses representantes de potenciais países importadores tenham contato direto com a produção da raça zebu no Brasil e o com o trabalho genético que é realizado há 70 anos – afirmou o assessor especial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Newton Ribas.
Fonte:clicrbs.com.br


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Governador de Alagoas participa de leilão de gado no Parque da Pecuária

O governador Teotonio Vilela participou, neste sábado, do leilão de gado dos Irmãos Barros Correia, no Parque da Pecuária, o primeiro no Estado depois que Alagoas saiu da zona de risco desconhecido da aftosa. “É uma felicidade estarmos aqui vendo criadores de todo o Nordeste, de todo o Brasil, podendo comprar o nosso gado, que sempre teve uma genética de qualidade”, afirmou Teotonio, ao lado dos secretários de Estado Jorge Dantas, da Agricultura, Nelson Ferreira, da Comunicação, e do presidente da Adeal, Hibernon Cavalcante.

Teotonio elogiou o leilão, que acontece há vários anos, e destacou o empenho dos irmãos Celso, Ricardo e Aluízio Barros Correia. “Esse é um evento que dinamiza a economia alagoana; fortalece o agronegócio; mostra ao Brasil todo que aqui nós temos condições de competir em igualdade com qualquer Estado do Nordeste nesta área”, disse o governador. No local, ele conversou com produtores locais e de fora e deu entrevista à TV Rural e emissoras de televisão de Alagoas, falando sobre a importância de tirar o Estado da zona de risco da aftosa.

Meta — Segundo o governador, a sua meta é a de que até o final de seu governo Alagoas possa comemorar estar totalmente livre da aftosa. “Estamos trabalhando nesse sentido”, avisou. Ele também visitou a exposição de animais e assegurou que este é um dos maiores leilões já realizado em Alagoas. “Sinto-me feliz que este leilão, com esse porte, aconteça exatamente quando estamos vivendo um novo momento em nosso Estado; um momento de crescimento econômico, de avanço em todas as áreas”, comemorou.

Fonte:Alagoas em Tempo Real

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Uso de leguminosas em pastagens e na alimentação animal

Debulhador de Milho Elétrico

As leguminosas, como o amendoim forrageiro, servem para alimentar bois, cabras, ovelhas, cavalos e até porcos e galinhas. Essas plantas conseguem fixar nitrogênio e por isso são capazes de produzir grande quantidade de alimento de qualidade, mesmo em solos de média e baixa fertilidade.

O programa Prosa Rural desta semana fala sobre o uso das leguminosas na alimentação animal e traz como entrevistado o pesquisador da Embrapa Acre, Judson Valentim. Segundo o pesquisador, o amendoim forrageiro pode ser utilizado no pasto, triturado e oferecido para alimentação de aves confinadas, ou cortado verde para nutrição de porcos. “É uma leguminosa de uso bastante amplo. No Acre, mais de 2,5 mil produtores utilizam a tecnologia, envolvendo cerca de 115 mil hectares de área plantada”, afirma.

As leguminosas apresentam ainda a vantagem de recuperar pastos degradados. “O nitrogênio absorvido pelo amendoim forrageiro é convertido em adubo para as plantas. As folhas desta leguminosa também servem para adubar a terra, o que permite ao produtor não só recuperar o pasto, mas também preparar o solo para produção de outras culturas”, explica Valentim.

O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Portal do Agronegôcio

CNA vai sugerir ao Ministério preço mínimo por cabeça de bovinos

A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) vai sugerir ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que o preço mínimo para a cabeça de gado seja de R$ 1,3 mil, independente da idade, raça ou tamanho do boi. A informação foi dada hoje a jornalistas pelo presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antenor Nogueira, após a participação de audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara.

Durante a audiência, Nogueira enfatizou por duas vezes que o setor de carne bovina está excluído da Política de Garantia do Preço Mínimo (PGPM) e que já solicitou encontro com o ministro para incluir a solicitação do setor antes do lançamento do Plano Agrícola e Pecuário, previsto para ser divulgado no dia 22 deste mês. "Peço aos senhores deputados que nos ajudem a incluir a carne no PGPM porque ficamos alheios", defendeu.

"A ave pode, o suíno pode e ninguém nos dá uma explicação técnica e plausível para o motivo de a carne bovina não poder (fazer parte do programa). O presidente do Fórum disse ainda estar confiante em ser recebido pelo ministro Stephanes nos próximos dias para discutir o tema.

Associação defende liberação de registro para clonagem de gado zebu

O superintendente técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, Luiz Antônio Josahkian, destacou a importância para a pecuária brasileira da liberação de registro no país dos bovinos clonados, que antes era proibido. Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, ele justificou que, de um universo estimado em 200 milhões de cabeças de gado, o Brasil conta com cerca de 160 milhões de genes zebuínos.

O país desde 2003 vem liderando o mercado internacional de carnes e, segundo ele, não poderia ficar em situação de desigualdade em relação a outros países criadores, onde o registro é permitido. Isto porque o desenvolvimento da raça é um fator econômico importante, levando em conta que a clonagem envolve a valorização genética dos modelos obtidos.

Com o registro de clonagem do zebu liberado, a quantidade da linhagem fica assegurada. Mas, Josahkian lembra que a medida tomada pelo Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, não reflete no consumo da carne, mas apenas no desenvolvimento da raça, e destaca que "tudo pode ser feito com transparência e sob o acompanhamento da sociedade".
Fonte:Globo Rural


MULHERES SENSUAIS

Governo Paulista reduz a zero ICMS para o setor de carne

A partir da próxima terça-feira, 1º de setembro, entra em vigor no Estado de São Paulo regime especial de tributação que isenta a produção e comercialização de carnes e produtos resultantes de abate em frigorífico paulista da cobrança do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).

A medida reduz a carga tributária de 7% para zero e beneficia setores industriais, atacadistas e empresas de varejo de carnes bovina, suína e de aves. A isenção do ICMS simplifica todo o processo da escrituração das operações que envolvem os produtos beneficiados e as atividades de fiscalização.

O decreto 54.650/2009 reduz a burocracia para as empresas, favorece os consumidores e, ao mesmo tempo, resguarda a competitividade da economia paulista, desestimulando a guerra fiscal entre os Estados.A medida abrange a distribuição de carnes e demais produtos comestíveis frescos, resfriados, congelados, salgados, secos ou temperados, resultantes do abate de aves, leporídeos (coelhos e lebres) e animais dos rebanhos bovino, bufalino, caprino, ovino e suíno.
Invertia

ICMS

O campo de incidência do ICMS é definido, na origem, pela própria Constituição Federal, em seu Art.155.

A Constituição atribuiu competência tributária à União para criar uma lei geral sobre o ICMS, através de Lei Complementar (Lei Complementar 87/1996, a chamada "Lei Kandir"). A partir dessa lei geral, cada Estado institui o tributo por lei ordinária, o chamado "regulamento do ICMS" ou "RICMS", que é uma consolidação de toda a legislação sobre o ICMS vigente no Estado, e é aprovada por Decreto do Governador.

Cada uma dessas leis está numa hierarquia, capitaneada pela Constituição Federal e que segue pela Lei Complementar, a Lei Ordinária e até o RICMS. Nenhuma dessas leis pode criar obrigações que não estejam contidas nas leis superiores a ela, sob pena de serem inválidas.

Receitas de Carne de Soja

Exportações crescem acima de 81% no ano em Sorriso

As exportações de diferentes produtos para o mercado internacional cresceram 81,72% entre janeiro a julho no comparativo com o mesmo período do ano passado. Os embarques avançaram de US$ 180,1 milhões para US$ 327,3 milhões conforme dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No desempenho individual de julho as vendas foram 16% menores.

O agronegócio principal base econômica do município despontou. Somente de grãos de soja foram exportados US$ 303,3 milhões, um crescimento de 91% se levado em conta o volume negociado até julho de 2008 (US$ 158,7 milhões). De milho em grão foram comercializados US$ 21,4 milhões. De madeiras não coníferas, US$ 1 milhão.

Na relação citada pelo ministério aparecem ainda o algodão simplesmente debulhado, não cardado, nem penteado (US$ 745,8 mil), portas, caixilhos, alizares e soleiras de madeira (US$ 496,7 mil), outras madeiras serradas/cortadas em folhas com espessura superior a seis milímetros (US$ 370,3 mil).

O principal mercado consumidor foi a China. Somente o país importou US$ 170,6 milhões em mercadoria. Já a Espanha, outros US$ 48,6 milhões e a Holanda, US$ 37,9 milhões.
Brazsoft

A exportação pode ser caracterizada como 'direta' e 'indireta'. A exportação direta ocorre quando a própria empresa faz a exportação, sem a utilização de intermediários no processo de introdução do produto no mercado-alvo.

Exportação indireta trata-se de uma alternativa disponível para empresas que desejam iniciar seu processo de internacionalização, porém não possuem experiência suficiente para fazê-lo de forma independente.

A primeira Exportação a Gente Nunca Esquece

Presidente da CNA vem a Mato Grosso para discutir crise no setor

A senadora e presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu, programou viagem para Mato Grosso nesta semana. A visita é parte das atividades do programa CNA em Campo. Na sexta-feira (24), ela se reunirá com lideranças do setor produtivo, parlamentares e líderes do governo para debater as questões do agronegócio no País e no Estado.
Durante as visitas, Kátia Abreu será acompanhada pelo presidente da Famato, Rui Prado, e diretores; presidente do Senar-AR/MT, Normando Corral e superintendentes; consultores técnicos da CNA e parlamentares mato-grossenses.

De Cuiabá, a senadora segue viagem para o município de Sorriso, no Norte do Estado. Em evento na cidade, Kátia Abreu fará a palestra sobre o papel da agropecuária no desenvolvimento socioeconômico do País. Na ocasião, o secretário executivo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) também fala sobre a entidade.

No dia 25 de abril, sábado, o grupo segue para Tangará da Serra, no Médio Norte do Estado. A região, que inclui os municípios de Nova Olímpia e Barra do Bugres, é produtora de cana-de-açúcar. Atualmente, há duas usinas instaladas e novos projetos estão em fase de planejamento.
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Reprodutor Touros





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Brasil previne contra febre aftosa nas fronteiras

Seiscentas mil doses de vacina contra febre aftosa foram entregues ao Serviço Nacional de Sanidade Agropecuária e Alimentar da Bolívia (Senasag) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A doação começou no início deste mês e faz parte de acordo firmado pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e o vice-ministro de Agricultura e Desenvolvimento Rural da Bolívia, Remy González, em setembro de 2008, em Brasília. Até o final do ano, o governo brasileiro enviará mais 1,4 milhão de doses da vacina.

A entrega da primeira remessa foi na cidade de Corumbá/MS, no pátio da Receita Federal, com fiscalização e acompanhamento de técnicos do Mapa. Segundo o Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), outras ações estão sendo realizadas em parceria com o governo boliviano para avançar no processo de erradicação da febre aftosa.

Vacinação - Cerca de 800 mil bovídeos de propriedades de Mato Grosso do Sul, que ficam na fronteira com Paraguai e Bolívia (Zona de Alta Vigilância), devem ser imunizados até 15 de maio. Catorze municípios começaram, este mês, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Febre Aftosa. As vacinas são aplicadas e declaradas pelos veterinários e servidores.

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