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Safra de trigo do Paraná será menor este ano conforme Deral

De acordo com o Departamento de Economia Rural - Deral- o Paraná terá este ano 785 mil hectares de trigo plantado, a menor área em 37 anos.

A redução, considerada drástica, seria causada pelo desestímulo do produtor, que enfrenta problemas de liquidez no período da comercialização e não consegue vender a safra por causa da concorrência do produto argentino.

Já a estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), é que a produção no Brasil chegue a 5 milhões de toneladas, com queda de 13% em relação à safra passada. 




Bayer e KWS desenvolverão beterraba torerante a herbicida

A tecnologia deve estar disponível no mercado em alguns anos 

A unidade CropScience da Bayer e a empresa de melhoramento KWS Saat assinaram nesta quinta-feira (12/4) um acordo para desenvolver e comercializar em conjunto um novo sistema de controle de ervas daninhas para as plantações de beterraba. 


A tecnologia se baseia em variedades de beterraba tolerantes a herbicidas da classe de inibidores de ALS com amplo espectro de controle de ervas daninhas, e deve estar disponível no mercado em alguns anos.


Fonte:Globo


IGPM indica deflação no setor agropecuário atacadista

A deflação voltou ao setor agropecuário atacadista, que mostrou queda de 0,77% na segunda prévia do IGP-M de dezembro, frente à elevação de 0,49% apurada na segunda prévia do mesmo índice em novembro. 

Os preços dos produtos industriais assumiram trajetória idêntica a dos agrícolas, e caíram 0,24% na segunda prévia de dezembro, em comparação com a alta de 0,42% na segunda prévia de novembro.

No âmbito do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais subiram 0,62% na segunda prévia de dezembro.

Já os preços dos bens intermediários apresentaram queda de 0,13% na prévia divulgada nesta segunda-feira (19/12), em comparação com a elevação de 0,31% na segunda prévia do IGP-M de novembro. Por fim, os preços das matérias-primas brutas tiveram taxa negativa de 1,81% na segunda prévia de dezembro, em comparação com a elevação de 0,65% na segunda prévia de novembro.

Empresa vai produzir frutas em barras de produtos naturais

A partir do próximo ano vai poder comer fruta de uma forma mais prática, sem ter de se preocupar com a casca ou o caroço do alimento. A ideia de produzir fruta em barra surgiu da empresa portuguesa Nutrigreen e já conquistou prémios internacionais.

"O cada vez mais acelerado ritmo de vida combinado com a necessidade de consumir alimentos que são benéficos para o organismo levou à criação e pesquisa sobre comida que seja fácil de transportar, conservar e consumir", é assim que a Nutrigreen apresenta o seu produto inovador.
A empresa sediada em Torres Novas está a produzir barras de fruta, feitas a partir de produtos naturais convertidos em puré e adicionados a gelatina vegetal (algas), indica a Lusa.

A Nutrigreen está a desenvolver este produto há dois e vai finalmente apresentá-lo no mercado no próximo ano. Desta forma a empresa torna-se pioneira a nível mundial, título que, aliás, já foi reconhecido com um prémio de inovação. "Temos apresentado o nosso produto em feiras e a recetividade tem sido muito boa", disse a empresária. A feira alemã Anuga, o maior certame para o setor da alimentação a nível mundial, foi o evento que premiou a ideia. 

O produto vai destinar-se essencialmente ao mercado "healthy" e os principais consumidores vão ser as mulheres e crianças, explicou à Lusa Lídia Santos. "É um produto que tem, no máximo, 40 calorias, é fácil de transportar e pode ser consumido em qualquer lugar e entre refeições", notou.

Estas barras de fruta vão estar disponíveis no mercado em 2012, segundo contou a administradora da empresa, Lídia Santos. Os primeiros sabores disponíveis vão ser o de abacaxi, manga, tutti-fruti e abacaxi/coco. A fruta usada é essencialmente nacional (cerca de 80%) e importa apenas os abacaxis e as mangas.

O mercado internacional é uma das grandes apostas da empresa que pretende também vender em Portugal. Lídia Santos contou à Lusa que acredita que a restauração e grande distribuição, assim como as máquinas de venda automática vão oferecer uma grande procura pelo produto.

Além das barras de fruta, produzidas 100% a partir de produtos naturais, a empresa é responsável também pela produção de sumos e purés de fruta naturais. Entre 19 e 21 de Outubro a Nutrigreen é uma das empresas presentes na feira Fruit Attraction, que decorre em Madrid. 

Carnes: Brasil aguarda missão russa para discutir embargos

Após 4 meses de embargos russos à carne brasileira, o Ministério da Agricultura anuncia um novo encontro entre os Governos brasileiros e russos para avaliação do sistema de inspeção nacional e verificação de empresas habilitadas a exportações. A visita está programada para o fim de novembro ou início de dezembro.

Segundo nota do Conselho de Governo da Câmara de Comércio Exterior (Camex) os motivos pelos quais a entrada de carne brasileira em solo russo sofreu retaliações foram o aval do Brasil à Rússia na OMC (Organização Mundial do Comércio), restrições sanitárias e pressões de produtores e importadores russos.
No entanto, o Brasil tem se esforçado para responder a todos os questionamentos quanto às questões sanitárias apresentadas pela Rússia, mas a solução para o embargo depende também das empresas interessadas no acordo, afirma a nota.

De acordo com o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto, a visita russa também mostra a necessidade de importações do país com a chegada do frio e dos importadores, que possuem licenças e necessitam do produto brasileiro.

Produção de mel é bom negócio em MS

Esses fatores fazem da produção de mel um bom negócio para apicultores de Mato Grosso do Sul. Para evidenciar essas potencialidades e propagar a qualidade dos produtos derivados das colmeias, a Federação de Apicultura e Meliponicultura de MS (Feams) realiza a I Feira Regional do Mel, de 07 a 09 de outubro de 2011, em Guia Lopes da Laguna. 

O evento tem apoio da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) e participação de apicultores de cinco municípios da região, que concentra o maior número de produtores de mel do Estado. Mato Grosso do Sul tem aproximadamente 700 apicultores e produz cerca de 650 toneladas de mel por ano. “O que não atende a demanda de consumo, pois além do consumo normal, atendemos as escolas”, salienta o presidente da Feams, Gustavo Nadeu Bijos. E é na rede escolar que se encontra um grande mercado instalado, pois a legislação estadual inclui o mel como integrante obrigatório da merenda dos alunos. “Mel é um excelente negócio, basta gostar da atividade”, ressalva o presidente da Feams. A feira terá exposição de equipamentos, eleição da Rainha do Mel a apresentações culturais. 

Por reunir o maior número de apicultores do Estado, cerca de 100, a região conta com três entrepostos que inspecionam o envasamento do mel, localizados em Jardim, Guia Lopes e Nioaque. “Com o evento, queremos estimular a adesão e investimento de produtores e municípios na apicultura”, assinala Bijos. A I Feira Regional do Mel de Mato Grosso do Sul será realizada no Ginásio de Esportes de Guia Lopes da Laguna, das 14h às 22h. O evento terá participação de apicultores de Bela Vista, Porto Murtinho, Jardim, Guia Lopes da Laguna e Nioaque.

Cotação do milho tem segunda alta consecutiva em Chicago

Os contratos para entrega em março encerraram o dia com alta de 4,50 centavos de dólar, a US$ 6,6575 por bushel. Analistas consultados pela Bloomberg disseram que o declínio da cotação da commodity no início do mês vai estimular a demanda de investidores e produtores de alimentos, ração animal e biocombustíveis.

"As commodities foram subvalorizadas e estamos vendo o desenvolvimento das compras", afirmou o presidente da U.S. Commodities, Don Roose. "A oferta apertada deve sustentar os preços", acrescentou. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para o milho ficou em R$ 32,40 por saca, alta de 0,12% sobre a segunda-feira.

Trigo - O adiamento do plantio do trigo de inverno nos EUA, provocado pela seca prolongada que assola o país, levou a commodity à maior alta em três semanas. Os contratos futuros com vencimento em março fecharam a terça-feira cotados a US$ 6,92 por bushel, ganho de 8,75 centavos de dólar no dia.

Consultado pela Bloomberg, Tomm Pfitzenmaier, da corretora Summit Commodity, diz que "as planícies do sul estão tão secas como sempre, o que dá suporte" aos preços. Segundo ele, os produtores estão "deixando as plantadoras na garagem e aguardando para ver o que o clima pode fazer". No mercado interno, o preço médio do trigo pago ao produtor do Rio Grande do Sul, encerrou a R$ 446,71 por tonelada, alta de 0,23%, segundo o Cepea/Esalq.

Condições de mercado incentivam a produção de trigo no Sul do país

No ano de 2011 o Brasil produziu menos trigo e exportou mais. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento – Conab, a produção de trigo deve alcançar 5,15 milhões de toneladas na safra 2011/2012, 12,5% menos que a safra 2010/11, quando o País colheu 5,88 milhões de toneladas. As principais razões que levaram a queda da produção foram as geadas, a redução da área plantada e a quebra da safra. Com isso, é possível que as importações aumentem e os produtores recebam preços internos melhores, principalmente se o valor do dólar continuar aumentando em relação ao real.

Frente à grande oportunidade de mercado para o produtor, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, indica as cultivares com alta produtividade de grãos e adaptadas à região sul: BRS Guamirim, BRS 327 e BRS 331.

A cultivar BRS Guamirim foi a mais plantada nas últimas safras, é classificada como trigo pão com alto potencial produtivo, média de força de glúten e ciclo superprecoce. É indicada para a panificação industrial e mesclas de farinha. Apresenta porte baixo e alto potencial de perfilhamento, o que garante grande quantidade de espigas por metro quadrado. É moderadamente resistente à ferrugem da folha, ao oídio, à giberela e às manchas foliares.

Lançada em 2010, a BRS 327 é classificada como trigo pão, farinha branca, de porte médio/alto e ciclo precoce. Essa cultivar conquista o produtor por causa da produtividade, sanidade e tolerância a alguns estresses abióticos. Além de ser moderadamente resistente à ferrugem da folha (suscetível a Raça B34), à giberela, ao oídio, às manchas foliares e ao mosaico do trigo.

Lançada este ano, a BRS 331 é também classificada como trigo pão e tem ciclo superprecoce. O bom desempenho frente às intempéries do clima posicionam essa cultivar como um trigo bem adaptado às condições de cultivo das regiões frias do sul do país. Em virtude do melhoramento genético, esse trigo apresenta moderada resistência à geada na fase vegetativa (queima de folhas), excelente tipo agronômico com folhas eretas e colmo resistente ao acamamento. E, ainda, tem moderada resistência à giberela.

EUA perdem 'um Brasil' em consumo de suco de laranja

Líder em demanda e berço da produção mundial de suco de laranja, os EUA perderam 42 mil toneladas de consumo em 2010 ante 2009, segundo estudo da CitrusBR (Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos).


O volume praticamente equivale ao consumo brasileiro, que foi de 45 mil toneladas no ano passado.

Essa foi a primeira vez na história em que o consumo nos EUA caiu acompanhado de queda de preço. "Isso nos leva a crer que os americanos estão ficando mais pobres", afirma Christian Lohbauer, presidente da CitrusBR.

Outro indicativo de menor poder aquisitivo nos EUA é o aparecimento do néctar (suco de laranja concentrado, misturado à água) nas estatísticas de consumo americanas pela primeira vez. Os americanos são tradicionais consumidores do chamado NFC (o puro suco de laranja).

Além da questão econômica, mudanças nos hábitos de consumo com a maior penetração de águas com sabor e isotônicos no mercado contribuem para as vendas menores de suco de laranja.

Marcos Fava Neves, coordenador do Markestrat (centro de pesquisa que compilou os dados), acredita que o problema esteja mais ligado ao perfil do consumidor do que à economia americana.

"O consumidor tradicional de suco de laranja nos EUA está morrendo, e os jovens são mais suscetíveis a novos produtos", diz o especialista.
AN 

Quiabo de um metro atrai visitantes em propriedade rural em Cuiaba

O agricultor José Gomes de Alcântara de 71 anos possui uma pequena propriedade em Cuiabá e costumeiramente possui o hábito de cultivar sua hortaliças e  outras plantações.

Neste ano, uma das cercas da propriedade foi tomada por uma rama de quiabo gigante. De longe é possível ver que o tamanho do quiabo raro alcança um metro e destoa dos quiabos comercializados nos supermercados, que não chegam a ter 10 centímetros.

O senhor José afirma que conhecia a espécie há vários anos e encontrou sementes da hortaliça-fruto por acaso e passou a cultivá-la em casa. “Eu plantei e vi que quanto mais eu molhava, mais o quiabo ia crescendo feito pé de abóbora”, ressaltou.

O pé de quiabo é uma atração do sítio do idoso que tem recebido muitos visitantes.

Todos que visitam o sítio ficam espantados com o tamanho da hortaliça-fruto que segundo o professor universitário Mauro Mundin pertence a família da abóboras, pepinos e melão.

Preços do algodão seguem em queda devido aumento da oferta

Os preços do algodão em pluma seguem em queda no mercado brasileiro, devido à maior oferta, segundo pesquisadores do Cepea. 

Com o avanço da colheita e o ritmo acelerado do beneficiamento, o interesse de produtores por novas vendas tem aumentado. Assim, entre 9 e 16 de agosto, o Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento em 8 dias recuou 8%, fechando a R$ 1,7094/lp nessa terça-feira.

 O mercado brasileiro de algodão tem sido influenciado pelas incertezas de oferta e de demanda internas e externas. Em semanas em que indústrias precisam renovar estoques, as cotações encontram sustentação. Em outros períodos, quando produtores precisam fazer caixa, os preços cedem.

Nos últimos dias, de acordo com informações do Cepea, além da maior oferta, boa parte de compradores brasileiros esteve recuada, diminuindo a liquidez.
Fonte(s): Cepea/Esalq

Cooperativismo é tema da Semana do Pimentão no DF

Há dez anos, Taquara e Pipiripau, comunidades na área rural de Planaltina (DF), tinham apenas oito pequenos comércios. Hoje já passam de 30. O aumento representa o desenvolvimento que chegou ao local desde que os produtores rurais fundaram, em 2001, a Cootaquara. Essa forma de organização, que permitiu aos núcleos rurais prosperarem, é o tema da principal festa da região, a 13ª Semana do Pimentão, que vai até sábado (13) em Planaltina.
Taquara e Pipiripau têm, juntos, cerca de 6 mil moradores e são considerados o maior polo de produção de pimentão de alta tecnologia do país. Mais de 7 mil toneladas do produto por ano são comercializadas pela cooperativa, que abastece supermercados do Centro-Oeste e até exporta o excedente.

Para o superintendente da Cootaquara, Maurício Severo de Rezende, o cooperativismo é responsável pelo desenvolvimento da região. “Só a Agrovila gera 50 empregos diretos, o que provoca circulação de dinheiro aqui. Nesses anos, aumentou também o número de pequenos comércios. Até as terras foram valorizadas”, conta.

Sorvete de pimentão

Na programação da Semana do Pimentão, estão cursos e atrações musicais. O objetivo do evento, organizado pela Cootaquara, Secretaria de Agricultura do DF, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/DF) e Sebrae no Distrito Federal, entre outros parceiros, é divulgar a região e proporcionar capacitação aos agricultores.

“Queremos mostrar novas tecnologias aos produtores da região e de outros núcleos rurais. Além disso, a festa é uma forma de confraternização entre as famílias da comunidade”, ressalta o presidente da Cootaquara, Maurílio Cezar Silveira Cardoso. Hoje, a entidade reúne 159 produtores.

O evento oferece ainda aos participantes uma feira de comidas que levam na receita o pimentão. Entre as opções mais curiosas estão estrogonofe no pimentão, tapioca, croquete e até sorvete de pimentão. “Fui convidada a participar da feira e resolvi criar dois sabores de sorvete que levam o produto: o de pimentão com passas ao rum e o de nata com pimentão cristalizado. É bem diferente, mas, até agora, quem provou, gostou”, garante a idealizadora do alimento, Bernadete Ghisolfi, 48 anos.
Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Produção nacional de fertilizantes cresce 5,3%

A produção brasileira de fertilizantes cresceu 5,3% de janeiro a março de 2011, em compração com o mesmo período de 2010. Os números da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda) foram apresentados nesta segunda-feira, 9 de maio, durante a 53ª Reunião da Câmara Temática de insumos Agropecuários, no Ministério da Agricultura, em Brasília. Segundo o levantamento da associação, no primeiro trimestre deste ano o país produziu cerca de 2,14 milhões de toneladas (t) do produto. No mesmo período do ano passado, foram produzidas 2,03 milhões de t.

As entregas de fertilizantes ao consumidor final, número que contabiliza a produção nacional e importações do mercado externo, também registraram crescimento. Levantamento divulgado pela Anda mostra que, no primeiro trimestre de 2011, foram entregues às empresas que comercializam insumos no Brasil cerca de 4,99 milhões de t, o segundo maior número da história, ficando atrás apenas das vendas realizadas em 2008, que chegaram a 5,44 milhões de toneladas.

“Os bons preços das commodities agrícolas estão favorecendo a venda de fertilizantes do país”, destaca o diretor-executivo da Anda, David Roquetti Filho. Para o representante da Associação Nacional para a Difusão de Adubos, o aumento da demanda pelo produto também foi responsável pelo aquecimento do mercado de insumos.

As expectativas para o futuro também são bastante positivas. Segundo Roquetti, a partir de projeções realizadas por uma empresa de consultoria, as entregas de fertilizantes ao consumidor final no Brasil devem fechar o ano de 2011 com a comercialização de cerca de 26 milhões de t, 6% acima do valor alcançado em 2010, que foi de 24,5 milhões de t.

Nova presidência

Após sete anos na presidência da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, o engenheiro agrônomo Cristiano Simon, consultor da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), passou o cargo para o também engenheiro agrônomo Luiz Antonio Piazza, diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).

À frente dos trabalhos da Câmara Setorial de Insumos desde a sua criação, em 2003, Cristiano Simon ocupará o cargo de consultor especial da Câmara. “Estamos muito confiantes no trabalho do novo presidente”, afirma Simon.

Safra de grãos no Paraná deverá ser 5% menor que em 2010

No Paraná a safra de grãos de verão e de inverno 2010/11 está se consolidando e poderá atingir 30,95 milhões de toneladas, volume 5% inferior à produção da safra passada quando foram colhidas 32,71 toneladas de grãos no Estado.

A previsão, divulgada recentemente pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, inclui também a primeira intenção de plantio para o trigo da safra 2011.

O diretor do Departamento de Economia Rural (Deral), Otmar Hubner, disse que a safra de grãos 2010/11 ainda poderá oscilar para mais ou menos dependendo da colheita do milho safrinha que ainda está sendo plantado e do desempenho das lavouras de trigo, cujo plantio inicia dia 11 de março. “Por enquanto a safra 2010/11 está abaixo da anterior, que foi recorde. As chuvas deram uma trégua na colheita de grãos da safra de verão e algumas lavouras poderão surpreender”, afirmou.







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Arrozeiros gaúchos tem dívidas prorrogadas pelo governo federal

A União prorrogou em 180 dias o prazo para que os produtores de arroz do Rio Grande do Sul paguem dívidas oriundas da safra 2009/2010. A decisão foi comunicada, nesta quinta-feira, pelo gabinete da presidente Dilma Roussef. A medida era reivindicada pelos agricultores que, desde o início do ano, tem pedido apoio aos governos federal e estadual, para minimizar os efeitos da crise de comercialização em pelo menos 140 municípios gaúchos.

Para ter direito à prorrogação, os produtores deverão pagar 20% do saldo devedor do financiamento. Neste mês, o governo federal também anunciou a compra de 1,78 milhão de toneladas de arroz e feijão, para garantir preço mínimo dos grãos. A operação permite a manutenção do valor médio do arroz, em R$ 25,80 por saca de 60Kg. A partir de 1º de março começam os leilões para escoamento e aquisição direta do total adquirido pela União.


A atividade movimenta R$ 4 bilhões somente na lavoura e envolve 230 mil pessoas que vivem direta e indiretamente da cultura do arroz. "Esta medida irá beneficiar, inclusive, os produtores que não fizeram o empréstimo, porque tira a pressão do mercado, impedindo que o preço do cereal caia, o que prejudicaria todo o conjunto de produtores", disse o secretário estadual de Agricultura, Luis Fernando Mainardi.
Fonte: Estevão Pires/Rádio Guaíba



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