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A importância da rotação de culturas para preservação do solo


Rotação de Culturas: uma técnica para preservação do solo


Esta é uma técnica que tem se difundido entre cada vez mais entre os agricultores com o propósito único de conservação do seu maior patrimônio que é a terra.

Com a rotação de culturas o agricultor conserva e diminui a exaustão e exploração do solo agrícola. Esta técnica é feita fazendo um rodízio entre as culturas a cada novo plantio de forma que as necessidades de adubação sejam diferentes a cada ciclo.

Conforme definição do wikipédia consiste em alternar espécies vegetais, numa mesma área agrícola. As espécies escolhidas devem ter, ao mesmo tempo, propósitos comercial e de recuperação do solo.

Escalando diferentes culturas, promovendo a rotação de herbicidas e inseticidas, melhora o controle de plantas daninhas e insetos, pela quebra de seu ciclo de desenvolvimento, variação da absorção de nutrientes,e ainda variação radicular explorando de diferentes formas o solo.

A rotação de culturas tem outros objetivos tais como: utilizar da melhor forma a capacidade de produção dos solos, mantendo e melhorando suas propriedades físicas,químicas e biológicas; diminuir a incidência de doenças, pragas e ervas daninhas; reduzir perdas de solo por erosão; diversificar renda; explorar sinergias.

O uso da rotação de culturas conduz à diversificação das atividades na propriedade, possibilitando estabelecer esquemas que envolvam apenas culturas anuais, tais como: soja, milho, arroz, sorgo, algodão, feijão e girassol, ou de culturas anuais e pastagem. Em ambos os casos, o planejamento da propriedade a médio e longo prazos faz-se necessário para que a implementação seja exeqüível e economicamente viável.

A rotação de culturas envolve o cultivo de diferentes espécies numa mesma safra e, portanto, aumenta o número e a complexidade tarefas na propriedade. Exige o planejamento do uso do solo segundo princípios básicos, onde deve ser considerada a aptidão agrícola de cada gleba.

Orizicultura: governo expõe política de armazenagem para o setor

A política de armazenagem para a orizicultura safra 2012/13 foi detalhada pelo secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Caio Rocha, durante evento que integra a programação da 23ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz em Restinga Seca, no Rio Grande do Sul. Foi nesta sexta-feira, dia 22 de fevereiro.

Caio Rocha abordou a armazenagem dentro da política de regionalização defendida pelo Ministério, também destacou a utilização de consórcios públicos para execução dessas políticas e reiterou a importância da certificação das unidades armazenadoras. Dos 4.826 armazéns existentes no Rio Grande do Sul, apenas 431 estão credenciados junto à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ou seja 8,9%.



Sobre a certificação, o secretário ressaltou a importância e disse ser o reconhecimento formal, concedido por um organismo autorizado, de que uma entidade tem competência técnica para realizar serviços específicos. O Brasil é o único país no mundo que tem um sistema específico de qualificação da atividade armazenadora.

"O Ministério está trabalhando na construção de uma política de armazenagem para constar no próximo Plano Agrícola e Pecuário 2013/2014. A novidade é possibilitar permitir o credenciamento de pessoas físicas junto à Conab", salientou.

Caio Rocha está em Restinga Seca, onde participa no sábado, dia 23 de fevereiro, da 23ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz. O evento será aberto oficialmente pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho. A cerimônia está prevista para às 10h30min, no Centro de Eventos do município gaúcho.

Pesquisadora da Empaer realiza o plantio de arroz em Sinop com inovação tecnológica

A bactéria evita o uso de adubo nitrogenado e a contaminação do meio ambiente por nitrato, que polui as águas dos rios.
A doutora em fertilidade do solo da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Maria Luiza Perez Villar, começa nesta terça-feira (13.12), no campo experimental da Empresa, no município de Sinop (500 km ao Norte de Cuiabá), o plantio de arroz de terras altas com a bactéria Azospirillum, que fixa o nitrogênio do ar e repassa para a planta.

O projeto de desenvolvimento de tecnologia para a cadeia produtiva do arroz iniciado em 2010 terá resultados com a bactéria em abril de 2012, quando ocorrerá a colheita.

A bactéria evita o uso de adubo nitrogenado e a contaminação do meio ambiente por nitrato, que polui as águas dos rios. A bactéria Azospirillum para a cultura do arroz, segundo Maria Luiza, trará economia no custo de produção e ganho ambiental. A bactéria penetra na raiz da planta, associa-se com várias gramíneas tais como, milho, trigo, sorgo e outras, multiplica bem quando A fonte de Nitrogênio é o carbono, produz fitohormônios que alteram o metabolismo da planta, aumentando a absorção de água e mineral. Isso ocorre em todos os tipos de solo e clima e o uso da bactéria (inoculante) reduz até 50% o uso de fertilizantes.

O Projeto de pesquisa está trabalhando na qualidade do arroz produzido e que atendam as normas do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), com a produção de grãos tipo 1, considerado o melhor arroz para mesa. Novas variedades mais produtivas estão sendo desenvolvidas com material genético resistente à praga, doença e baixa fertilidade do solo. Conforme Villar, o projeto já apresenta bons resultados com a difusão de novas cultivares de arroz, melhoria na qualidade dos grãos, produtividade e redução no custo de produção

O trabalho de pesquisa é financiado pela Fapemat (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso) em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), universidades, instituições de pesquisas, organizações e empresas ligadas a cadeia produtiva do arroz. “Uma das inovações no plantio de arroz de terras altas é o teste que está sendo realizado com a bactéria Azospirillum”, destaca Maria Luiza.

Mercado gaúcho de arroz mantém a tendência de alta

O mercado brasileiro de arroz manteve a tendência altista nos últimos dias. No Rio Grande do Sul, o maior produtor e o principal referencial do país, a saca de 50 quilos é cotada, em média, a R$ 24,17, aumento de 4,5% em relação ao mês setembro, quando valia R$ 23,12. Levando em consideração o valor pago em igual momento em 2010, que era de R$ 25,80 por saca, a variação é de 6,3% para baixo.

Em Porto Nacional, no Tocantins, a saca de 60 quilos do arroz Longo Fino é cotada atualmente na média de R$ 28,50, ficando 14% acima do valor pago em setembro, que era de R$ 25,00. Se comparado com igual momento em outubro de 2010, quando a saca estava a R$ 33,00, há retração de 13,6%. 

Conforme o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Brasil exportou, aproximadamente, 235,4 mil toneladas de arroz (base casca) no mês de setembro. Com isso, o volume acumulado nos sete primeiros meses do ano comercial 2011/12 (que vai de março de 2011 a fevereiro de 2012) atingiu 1,1 milhão de toneladas, recorde histórico para as exportações do grão.

O resultado positivo pode ser imputado, em parte, ao bom andamento dos leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) realizados pelo Governo Federal. Desde março, já ocorreram 16 leilões de PEP, com oferta de 2,1 milhões de toneladas e negociação de 1,4 milhão. Já as importações de arroz (base casca) atingiram a marca de 103,1 mil toneladas em setembro. De março a setembro importou-se 492,9 mil toneladas, montante 17% menor do que no mesmo período do ano anterior, quando o Brasil importou 591,6 mil toneladas de
arroz.

O relatório de outubro de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado nesta quarta-feira, estimou a produção mundial de arroz beneficiado em 461,39 milhões de toneladas para 2011/12, ante os 458,38 milhões de toneladas apontadas no mês anterior. As exportações mundiais de arroz beneficiado foram estimadas em 32,96 milhões de toneladas para 2011/12, ante 31,86 milhões indicadas no mês passado. A estimativa para o consumo é de 457,78 milhões de toneladas de beneficiado para 2011/12, ante 456,02 milhões de toneladas indicadas no mês passado. Baseado nas estimativas de produção, exportação e consumo, os estoques finais mundiais de arroz beneficiado na temporada 2011/12 foram previstos em 101,41 milhões de toneladas, ante 98,65 milhões de toneladas no relatório anterior.

A India deverá produzir 100 milhões de toneladas beneficiadas em 2011/12, a Tailândia 21,25 milhões e o Vietnã 25,43 milhões. A safra brasileira está estimada em 8,84 milhões de toneladas de beneficiado. A safra da Indonésia está projetada em 37,3 milhões de toneladas. A produção chinesa está estimada em 139,00 milhões de toneladas.
Planeta Arroz

Arrozeiros gaúchos tem dívidas prorrogadas pelo governo federal

A União prorrogou em 180 dias o prazo para que os produtores de arroz do Rio Grande do Sul paguem dívidas oriundas da safra 2009/2010. A decisão foi comunicada, nesta quinta-feira, pelo gabinete da presidente Dilma Roussef. A medida era reivindicada pelos agricultores que, desde o início do ano, tem pedido apoio aos governos federal e estadual, para minimizar os efeitos da crise de comercialização em pelo menos 140 municípios gaúchos.

Para ter direito à prorrogação, os produtores deverão pagar 20% do saldo devedor do financiamento. Neste mês, o governo federal também anunciou a compra de 1,78 milhão de toneladas de arroz e feijão, para garantir preço mínimo dos grãos. A operação permite a manutenção do valor médio do arroz, em R$ 25,80 por saca de 60Kg. A partir de 1º de março começam os leilões para escoamento e aquisição direta do total adquirido pela União.


A atividade movimenta R$ 4 bilhões somente na lavoura e envolve 230 mil pessoas que vivem direta e indiretamente da cultura do arroz. "Esta medida irá beneficiar, inclusive, os produtores que não fizeram o empréstimo, porque tira a pressão do mercado, impedindo que o preço do cereal caia, o que prejudicaria todo o conjunto de produtores", disse o secretário estadual de Agricultura, Luis Fernando Mainardi.
Fonte: Estevão Pires/Rádio Guaíba



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Empresários Chineses têm interesse em investir no Tocantins



O governador Carlos Henrique Gaguim apresentou as potencialidades do Tocantins a um grupo de empresários chineses do ramo de agronegócio, que tem interesse em investir no Estado.

O governador foi recebido pelo secretário adjunto de Relações Institucionais do Mapa, Lino Colsera, que intermediou o encontro.

O vice-governador de Guangdong, Li Ronggen, afirmou que apesar da província ser a mais industrializada da China, possui um terreno montanhoso e apenas 25% das suas terras são agricultáveis. Ronggen trouxe um grupo de empresários chineses que quer investir em arroz e carnes bovina, suína e de aves no Brasil.

Diante da explanação do governo do Tocantins, os chineses demonstraram interesse em conhecer o Estado. “A relação entre a província e o Tocantins certamente será bastante promissora. Essa visita ao Brasil vai trazer boas oportunidades, especialmente ao Tocantins, fortalecendo as relações bilaterais”, disse Roggen.

O governador destacou a posição geográfica do Estado no Corredor Centro-Norte de Exportação, a intermodalidade de transportes e o potencial agrícola do Tocantins. “Eles querem investir no ramo agrícola, pois é uma província de 100 mil habitantes com muitas indústrias, mas pouco alimento. A gente quer fazer essa parceria entre Brasil e China”, afirmou Carlos Gaguim depois de demonstrar o potencial do Estado para produção de alimentos.

O governador convidou a comitiva chinesa para visitar o Tocantins e afirmou que pretende conhecer a província e as instalações das empresas em breve.

Participaram da reunião os secretários de Agricultura, Roberto Sahium; de Representação, Carlos Patrocínio, e o de Relações Internacionais, Júlio César Resende. (Ascom/Representação Brasília)
Fonte: Secom Portal Vermelho


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Arrozeiro destroi tudo antes de sair da reserva em RR

O fazendeiro Paulo César Quartiero, maior produtor rural instalado no interior da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, decidiu adotar a política da terra arrasada. Insatisfeito com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a sua saída daquela área até quinta-feira, ele está disposto a não deixar nada em pé. Nenhuma casa, galpão, curral, rede de eletricidade, sistema de irrigação, nada que possa ser utilizado pelos índios, que, na sexta-feira, devem tomar posse das duas fazendas que ele possui naquela área.

Ontem à tarde, na Fazenda Depósito, que fica a cerca de 170 quilômetros da capital, Boa Vista, a movimentação era intensa. Carretas enormes e fechadas deixavam a fazenda levando o rebanho da raça canchim que Quartiero possui, com quase 5.000 cabeças. Em outra parte, grupos de peões retiravam telhas, portas, esquadrias, estruturas metálicas, enfim, todo o material que pode ser aproveitado em outra obra. Logo atrás deles, vinha uma enorme retroescavadeira, derrubando paredes e revolvendo pisos.

Quartiero é o maior produtor de arroz irrigado de Roraima, com índices de produtividade que se aproximam dos obtidos nos Estados do Sul. Ele também planta soja e cria gado. Mas não possui títulos legais das terras que começou a ocupar no final dos anos 70.

De acordo com as leis do país, ele não tem direito a indenização pelas terras nas quais investiu pesadamente, devendo receber apenas pelas benfeitorias. Mas, ele contestou o valor avaliado pelo governo e se recusou a receber a primeira parcela depositada. A decisão de destruir tudo cria um novo atrito com a Justiça e com o governo.

Técnicos da área ambiental que estiveram em sua fazenda o acusam de ter destruído matas ciliares, áreas de preservação permanente, além de ter poluído os rios. As multas chegam a R$ 36 milhões.

Comentando sua saída, Quartiero disse: "Perdemos. Mas vamos sair de cabeça erguida. Quem vai ficar aqui são os fundamentalistas da Igreja Católica (numa referência ao Conselho Indigenista Missionário), a serviço dos interesses internacionais." As Fonte:O Estado de S. Paulo.


Gestão Agribusiness




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Arroz deverá ter produção maior que safra passada

Segundo levantamento de grãos da safra 2008/2009 a área plantada de arroz deve ter um pequeno aumento que deve girar em torno de 0,7% em relação à safra 2007/08, passando de 2.875,0 para 2.893,9 mil hectares.

No Rio Grande do Sul, houve alguns corriqueiros problemas mas nada que possa vir a interferir em sua colheita.A cultura do arroz se desenvolve em ritmo satisfatório, e está, na maioria das áreas, nos estágios reprodutivo e de maturação, tendo iniciado a colheita em um pequeno percentual de cerca 6%.

Em Santa Catarina, a colheita está em franco andamento, alcançando produtividades melhores do que o estimado anteriormente. A comercialização da produção é imediata a colheita, uma vez que os preços estão aquecidos na região.

Apesar do aumento substancial no custo dos insumos, e a estiagem que atingiu as lavouras, os produtores esperam aumento médio na produtividade, em nível Brasil, de 3,1% para a próxima safra, passando de 4.195 para 4.326 kg por hectare', revela o levantamento. Os maiores aumentos deverão ocorrer nas Regiões Norte e Sudeste, em torno de 5,3% e 3,4%. Os aumentos de produtividade nas Regiões Centro-Oeste e Sul deverão ser da ordem de 1,3% e 2,1%, respectivamente.

O Brasil deve ter um melhor desempenho de produtividade nas principais regiões produtoras. O país deverá colher 12,5 milhões de toneladas de arroz na safra 2008/09, representando assim um aumento de 3,8% em relação ao volume produzido na safra passada.

Importância e uso de Germoplasma

Sabe-se, que a maior parte dos produtos que compõem a dieta do povo brasileiro, não é originária do Brasil. Foi introduzida de outros países e adaptada às nossas condições edafoclimáticas. São exemplos o arroz, feijão, milho, trigo, soja, frutíferas e hortaliças exóticas. Portanto, a agricultura brasileira tem se beneficiado com o intercâmbio de germoplasma de diversas espécies vegetais que propiciaram ao país, o desenvolvimento de pesquisas fitotécnicas e a obtenção de novas e mais produtivas cultivares com características agronômicas, morfológicas, nutricionais, terapêuticas e outras.

Graças ao trabalho de intercâmbio de germoplasma desenvolvido pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, e o fantástico programa de melhoramento genético de plantas desenvolvido pelas várias unidades descentralizadas da Embrapa, tivemos oportunidades de obter cultivares de soja, milho, arroz, feijão, hortaliças e frutíferas altamente produtivas.Isto tem propiciado uma contribuição fantástica de nossa agricultura para o nosso Produto Interno Bruto.
Embrapa

Origem e curiosidades sobre a plantação de arroz

O arroz é uma das culturas agrícolas mais fundamentais no mundo. Nos remotos povos do sudoeste asiático, os agricultores todavia comparam um grão de arroz com uma «grama de ouro». No Japão atual, os indivíduos consideram o arroz como um autêntico suporte da sua cultura. No Senegal, os aldeões dão as boas vindas aos visitantes com pratos de arroz especialmente preparados por eles. Inclusive nos países onde o arroz é novidade, o seu cultivo mudou as paisagens, introduziu uma nova forma de cozinhar e proporcionou aos agricultores novas fontes de rentabilidade.

Existem diversas lendas que contam sobre a origem do arroz. Os árabes acreditam que o arroz se originou de uma gota de suor de Maomé. Já os chineses contam que durante uma grande fome, os habitantes da região de Sichuam enviaram pássaros aos deuses pedindo um alimento para aliviar a sua fome, e como resposta os pássaros trouxeram grãos de arroz.

Os maiores consumidores de arroz no mundo são China, Índia e Indonésia. Na China são colhidas 197 milhões de toneladas por ano.

Em muitas línguas asiáticas algumas palavras e expressões estão relacionadas ao arroz? No Vietnã, quando alguém encontra um amigo passeando com seu filho pequeno e deseja saber como anda a criança ele pergunta: "Quantas tigelas de arroz ele comeu hoje?". Na Tailândia a palavra refeição significa "comer arroz".

Jogar arroz nos noivos após a cerimônia religiosa virou tradição e vem de um ritual chinês usada há mais de dois mil anos antes de Cristo. A chuva de arroz significa fartura, vida, fertilidade e abundância para a vida do casal, já que para os chineses, o arroz é símbolo de fartura.

Alguns autores apontam o Brasil como o primeiro país a cultivar esse cereal no continente americano. Consta que integrantes da expedição de Pedro Álvares Cabral, após uma peregrinação por cerca de 5 km em solo brasileiro, traziam consigo amostras de arroz, confirmando registros de Américo Vespúcio que trazem referência a esse cereal em grandes áreas alagadas do Amazonas. Em 1587, lavouras arrozeiras já ocupavam terras na Bahia e, por volta de 1745, no Maranhão. Em 1766, a Coroa Portuguesa autorizou a instalação da primeira descascadora de arroz no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro.