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A origem do Feijão: um dos alimentos mais importantes no combate a fome

A origem do Feijão e sua importância

Alguns historiadores acreditam que o feijão teve origem há cerca de 11.000 anos no Sudeste Asiático e depois se espalhou por todo o planeta, levado pelas tribos nômades. Outros pesquisadores relatam o surgimento do feijão há 7.000 anos no Continente Americano.

O feijão está entre os alimentos mais antigos, remontando aos primeiros registros da história da humanidade. Eram cultivados no antigo Egito e na Grécia, sendo, também, cultuados como símbolo da vida. Os antigos romanos usavam extensivamente feijões nas suas festas gastronômicas, utilizando-os até mesmo como pagamento de apostas. Foram encontradas referências aos feijões na Idade do Bronze, na Suíça, e entre os hebraicos, cerca de 1.000 a.C. As ruínas da antiga Tróia revelam evidências de que os feijões eram o prato favorito dos robustos guerreiros troianos.

A maioria dos historiadores atribui a disseminação dos feijões no mundo em decorrência das guerras, uma vez que esse alimento fazia parte essencial da dieta dos guerreiros em marcha. Os grandes exploradores ajudaram a difundir o uso e o cultivo de feijão para as mais remotas regiões do planeta.


Cultivado por pequenos e grandes produtores, em diversificados sistemas de produção e em todas as regiões brasileiras, o feijoeiro comum reveste-se de grande importância econômica e social.


Graças às suas comprovadas propriedades nutritivas e terapêuticas, o feijão é altamente desejável como componentes em dietas de combate à fome e à desnutrição. Ademais, ocorre uma interessante complementação proteica quando o feijão é combinado com cereais, especialmente o arroz.


Entre as centenas de variedades os mais populares no Brasil são: preto, carioca, branco, rosinha, jalo, cavalo, fradinho, mulatinho, roxo , rajado e feijão-de-corda.

Criação e consumo de marrecos cresce no Brasil


Cresce o consumo de marrecos no território brasileiro



Marrecos de Pequim

Dados revelam a origem da criação de marrecos Pequim a mais de 500 anos, nas regiões da capital chinesa, Pequim. O objetivo principal de criá-los era para limparem as plantações de arroz. Até serem descobertos como pratos de iguarias comestíveis pelos imperadores e autoridade de alta patente entre os anos de 1368 à 1644.

Na Europa os primeiros exemplares chegaram ha alguns séculos. Sendo apreciadas logo, pelos europeus. No continente americano, data de 1873 a chegada deles. Aqui, no Brasil é bem mais recente e a sua propagação tem sido rápida. Há estudos sobre o seu consumo, só perde para o frango em todo mundo. Sua carne têm se tornado uma fina iguaria para os gourmerts.

Marreco Mandarim

Os marrecos são animais muito rústicos, resistentes às doenças e que requerem instalações simples e de pouco custo, relativamente às destinadas à galinhas. Criar marrecos é, realmente, muito mais fácil do que criar galinhas.

São muito precoces e pesam bem mais do que os frangos da mesma idade. Além disso, ficam prontos para o mercado com mais rapidez. Com 60 dias, um marreco já está pronto para o corte.

Os marrecos comem mais do que os frangos mas, a rapidez com que já estão prontos e a diferença de produção superam e muito este fato. Os da raça Pekin, por exemplo, têm um desenvolvimento extraordinário pois, pesando na primeira semana, 86gr, na segunda já dobraram de peso, na quarta, já têm mais de 500gr, na sexta, 1,700gr, na sétima, 2kg, podendo, na oitava semana, atingir a 3kg, o que é realmente notável.

As raças de marrecos podem ser divididas em três grupos:

- para carne, entre as quais temos as de Pekin, a Aylesbury e a Rouen;

- para ovos existem a Campbell, a Orpington, e o corredor indiano. Originário da Índia Oriental. Especializada na produção de ovos. Há 3 variedades: amarelo-avermelhada e branca, a pintada e a branca. Têm o corpo comprido estreito e muito inclinado para trás, peito cheio e tarsos e dedos laranja.

- ornamentais, a raça anã (com ou sem topete), a pingüim, o marreco chato, canadense, marreco-da-carolina e mandarim.

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Receita de arroz com legumes - Cuide da alimentação e preserve a saúde


RECEITA DE ARROZ COM LEGUMES

Ingredientes

- 400 g de arroz cozido
- 2 berinjelas grandes
- 3 abobrinhas
- 1 pimentão vermelho
- 1 pimentão verde
- 1 cebola pequena
- 3 tomates
- 1 dente de alho picado
- 100 g de margarina

Modo de preparar


-Retire as cascas da abobrinha e da berinjela, mantendo dois centímetros da polpa. Corte em cubos pequenos e reserve.
-Pique a cebola e os pimentões em cubos pequenos. Reserve.
-Retire a pele e a semente dos tomates e corte-os em cubos. Reserve.
-Derreta a margarina, refogue o alho, a cebola e acrescente os legumes, exceto os tomates. Acrescente o arroz, verifique o tempero e por último adicione os cubos de tomate. Misture delicadamente e disponha em um refratário.

Porquinho da Índia - origem e características dos roedores

O porquinho-da-índia doméstico tem origem desconhecida. Acredita-se que tenha sido domesticado na América do Sul desde os tempos pré-incas. 

Foram levados para Europa no século XVI, e durante os quatro séculos seguintes foram conservados na maioria dos países europeus e América do Norte como animais domésticos e foram usados como alimento nos países Mediterrâneos e na América do Norte.

O porquinho da índia é um animal muito dócil e amável e faz muito bem para a distração das crianças. Costumeiramente este bichinho  não morde a não ser que se sinta ameaçado por algum intruso.

Seu sentido mais apurado é a audição, muito mais apurada que a nossa. A visão desenvolveu-se de forma a distinguir bem os movimentos rápidos, já que as aves são uns dos seus principais predadores. 

O cheiro varia de porquinho para porquinho, enquanto uns conseguem cheirar à distância um bocadinho de legumes, outros nem debaixo do nariz distinguem o cheiro.
Para criar o porquinho é muito fácil porque os bichinhos são muito pequenos e se adaptam em pouco espaço. A começar pelo alojamento que de preferência é melhor usar uma gaiola em função de possuir uma boa ventilação que é de extrema importância aos animais.

O espaço escolhido deve ser o suficiente para que eles possam se movimentar livremente e para que os porquinhos possam brincar, uma vez que são de ótimo temperamento. Por isso é interessante ter no mínimo dois indivíduos para que possam fazer suas artes. Se não quiser que aumente tenha duas fêmeas.

Não se esqueçam dos recipientes especialmente feitos pra roedores que existem para vendas nas casas especializadas em produtos para agropecuária.


A alimentação se da à base de ração peletizada e para diversificar dê feno, capim, folhas como brócolis, espinafre e couve-flor. Evite ao máximo dar alface pois não faz bem ao seu intestino.

Curiosidades:

  • É importante que aguarde a fêmea ter três meses de vida para cruzar com um macho. E que nunca passe de sete meses para cruzar pela primeira vez.
  • Os porquinhos vivem de três a quatro anos de acordo com o tratamento que receberam ao longo da vida.
  • Os porquinhos não precisam tomar banho ao não ser que estejam com piolhos ou outras doenças. Neste caso o melhor  é seguir os cuidados do veterinário.
  • Os porquinhos saudáveis não passam doenças, porém se estiverem com salmonelose poderão passar aos seres humanos. Se estiverem doentes é melhor lavar bem as mãos quando fizer contato.
  • Eles somente poderão tomar sol nas primeiras horas do dia e ao entardecer para não desidratar.
  • A ração para coelhos é o ideal para os bichinhos, más não se esqueçam das verduras pois eles precisam de muita vitamina C.
Assistir o vídeo dos porquinhos da Índia do garoto Igor (Pais Ana e Lucas)




Garoto possui doença rara e fica laranja quando come cenouras

Um menino de três anos fica laranja sempre que come cenouras. Leo Barnett, da cidade Odiham, no Reino Unido, sofre de uma doença rara chamada hiperbetacarotenemia.

A doença faz com que o pequeno não consiga digerir caroteno, substância encontrada em cenouras e laranjas. A mãe notou o "bronzeado" no filho quando ele tinha seis meses de vida.

Os médicos detectaram através de exames, que Leo não possui uma enzima que transforma o caroteno em vitamina A. Essa conversão auxilia no sistema imunológico.

Com a deficiência, Leo precisa tomar pílulas de vitamina A e outras todos os dias. O britânico só pode comer couve-flor, dentre os vegetais.



ONU informa que produção global de trigo será recorde em 2011

A produção global de trigo deve aumentar 6,5% neste ano e atingir um recorde de 694,8 milhões de toneladas em 2011, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Amplas safras na Rússia e na Ásia motivaram a elevação na estimativa de produção da FAO em relação ao mês passado.

Apesar a perspectiva de que o início da temporada não indicará um crescimento forte, a FAO declarou que a produção global será cerca de 10 milhões de toneladas maior do que no pico anterior, observado em 2009. Reduções expressivas na oferta da América serão compensadas por uma forte recuperação nos países da antiga União Soviética, depois da seca do ano passado.

A FAO afirmou que o cultivo de trigo deve continuar sendo uma opção atrativa para os produtores, já que os preços do grão estão semelhantes aos do ano passado e consumo deve superar a oferta em 2011/2012. Isso deve levar os agricultores a manter ou até ampliar a área plantada com o cereal.

A Organização reduziu marginalmente sua previsão para a safra global de cereais em 2011, mas disse que ainda espera produção recorde de 2,323 milhões de toneladas, um aumento de 3,5% na comparação com o ano passado. As previsões para cereais secundários e arroz foram levemente reduzidas. No caso dos cereais secundários, reflete em grande parte ajustes para o milho nos Estados Unidos. Já para o arroz a mudança se deve a perspectivas menores na Indonésia.

Jovem é diagnosticada com síndrome da alergia a frutas e legumes

Chrissie Roberts, 22 anos, desenvolveu uma inusitada doença quando ainda tinha 15 anos: a jovem é alérgica a frutas e legumes. Segundo os médicos, Chrissie foi diagnosticada com a síndrome da alergia oral, um grupo de reações alérgicas que ocorrem quando ela ingere frutas e legumes frescos. E o problema não vem só na alimentação: produtos de limpeza ou de beleza que tragam frutas na fórmula também devem ser evitados.

Após a descoberta, a jovem britânica quer sensibilizar as pessoas sobre sua rara doença. Ela conta que estava no colegial quando apresentou o primeiro sintoma da doença. "Eu costumava comer uma fatia de melão todos os dias durante o intervalo. Um dia eu estava brincando com meus amigos e coloquei meu rosto inteiro na fruta. Depois de cerca de 10 minutos surgiu uma enorme mancha vermelha no meu rosto e minha garganta começou a se fechar". 

Em entrevista ao Daily Mail, Chrissie conta que tentou comer a fruta novamente, mas a reação alérgica foi ainda mais forte. "Depois disso eu comecei a ter reações a todas as frutas e alguns vegetais. Ficou tão ruim que eu fui forçada a cortá-las da minha dieta completamente".

Chrissie contou que uma noite de sono transformou-se em um pesadelo quando ela experimentou um novo condicionador de cabelos. "Eu estava na casa de uma amiga e decidimos usar o condicionador que ela comprou. Depois de alguns minutos eu senti uma sensação de queimação nas minhas costas e enormes manchas vermelhas onde nos locais onde passei o produto".

Ao ler a embalagem, ela percebeu que o cosmético continha abacate em sua fórmula.

A mãe e o padrasto de Chrissie, que são farmacêuticos, sempre colocam anti-histamínicos na bolsa da filha, além de um estoque em seu alojamento na faculdade.

"A maioria dos meus amigos procuram não comer frutas na minha frente, para que eu não me sinta mal", falou. "Mas eu sinto falta de comê-los. É irônico, porque eu estava realmente saudável antes do que aconteceu e eu sempre gostei deste tipo de alimentação".

Segundo o alergista de Chrissie, síndrome de alergia oral é o termo médico utilizado para designar a reação alérgica a alguns tipos de alimentos que passam por lábios, boca e garganta. Pessoas que sofrem com rinite alérgica têm maior probabilidade de desenvolver a doença", disse.

Mercado gaúcho de arroz mantém a tendência de alta

O mercado brasileiro de arroz manteve a tendência altista nos últimos dias. No Rio Grande do Sul, o maior produtor e o principal referencial do país, a saca de 50 quilos é cotada, em média, a R$ 24,17, aumento de 4,5% em relação ao mês setembro, quando valia R$ 23,12. Levando em consideração o valor pago em igual momento em 2010, que era de R$ 25,80 por saca, a variação é de 6,3% para baixo.

Em Porto Nacional, no Tocantins, a saca de 60 quilos do arroz Longo Fino é cotada atualmente na média de R$ 28,50, ficando 14% acima do valor pago em setembro, que era de R$ 25,00. Se comparado com igual momento em outubro de 2010, quando a saca estava a R$ 33,00, há retração de 13,6%. 

Conforme o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Brasil exportou, aproximadamente, 235,4 mil toneladas de arroz (base casca) no mês de setembro. Com isso, o volume acumulado nos sete primeiros meses do ano comercial 2011/12 (que vai de março de 2011 a fevereiro de 2012) atingiu 1,1 milhão de toneladas, recorde histórico para as exportações do grão.

O resultado positivo pode ser imputado, em parte, ao bom andamento dos leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) realizados pelo Governo Federal. Desde março, já ocorreram 16 leilões de PEP, com oferta de 2,1 milhões de toneladas e negociação de 1,4 milhão. Já as importações de arroz (base casca) atingiram a marca de 103,1 mil toneladas em setembro. De março a setembro importou-se 492,9 mil toneladas, montante 17% menor do que no mesmo período do ano anterior, quando o Brasil importou 591,6 mil toneladas de
arroz.

O relatório de outubro de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado nesta quarta-feira, estimou a produção mundial de arroz beneficiado em 461,39 milhões de toneladas para 2011/12, ante os 458,38 milhões de toneladas apontadas no mês anterior. As exportações mundiais de arroz beneficiado foram estimadas em 32,96 milhões de toneladas para 2011/12, ante 31,86 milhões indicadas no mês passado. A estimativa para o consumo é de 457,78 milhões de toneladas de beneficiado para 2011/12, ante 456,02 milhões de toneladas indicadas no mês passado. Baseado nas estimativas de produção, exportação e consumo, os estoques finais mundiais de arroz beneficiado na temporada 2011/12 foram previstos em 101,41 milhões de toneladas, ante 98,65 milhões de toneladas no relatório anterior.

A India deverá produzir 100 milhões de toneladas beneficiadas em 2011/12, a Tailândia 21,25 milhões e o Vietnã 25,43 milhões. A safra brasileira está estimada em 8,84 milhões de toneladas de beneficiado. A safra da Indonésia está projetada em 37,3 milhões de toneladas. A produção chinesa está estimada em 139,00 milhões de toneladas.
Planeta Arroz

Condições de mercado incentivam a produção de trigo no Sul do país

No ano de 2011 o Brasil produziu menos trigo e exportou mais. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento – Conab, a produção de trigo deve alcançar 5,15 milhões de toneladas na safra 2011/2012, 12,5% menos que a safra 2010/11, quando o País colheu 5,88 milhões de toneladas. As principais razões que levaram a queda da produção foram as geadas, a redução da área plantada e a quebra da safra. Com isso, é possível que as importações aumentem e os produtores recebam preços internos melhores, principalmente se o valor do dólar continuar aumentando em relação ao real.

Frente à grande oportunidade de mercado para o produtor, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, indica as cultivares com alta produtividade de grãos e adaptadas à região sul: BRS Guamirim, BRS 327 e BRS 331.

A cultivar BRS Guamirim foi a mais plantada nas últimas safras, é classificada como trigo pão com alto potencial produtivo, média de força de glúten e ciclo superprecoce. É indicada para a panificação industrial e mesclas de farinha. Apresenta porte baixo e alto potencial de perfilhamento, o que garante grande quantidade de espigas por metro quadrado. É moderadamente resistente à ferrugem da folha, ao oídio, à giberela e às manchas foliares.

Lançada em 2010, a BRS 327 é classificada como trigo pão, farinha branca, de porte médio/alto e ciclo precoce. Essa cultivar conquista o produtor por causa da produtividade, sanidade e tolerância a alguns estresses abióticos. Além de ser moderadamente resistente à ferrugem da folha (suscetível a Raça B34), à giberela, ao oídio, às manchas foliares e ao mosaico do trigo.

Lançada este ano, a BRS 331 é também classificada como trigo pão e tem ciclo superprecoce. O bom desempenho frente às intempéries do clima posicionam essa cultivar como um trigo bem adaptado às condições de cultivo das regiões frias do sul do país. Em virtude do melhoramento genético, esse trigo apresenta moderada resistência à geada na fase vegetativa (queima de folhas), excelente tipo agronômico com folhas eretas e colmo resistente ao acamamento. E, ainda, tem moderada resistência à giberela.

Embrapa promove reunião para discutir ampliação de cooperação internacional sobre cogumelos

A Embrapa e a Assessoria Internacional da Governadoria do Distrito Federal realizaram hoje (29/7) pela manhã uma reunião na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, em Brasília (DF), com o objetivo de ampliar a cooperação internacional no desenvolvimento de pesquisas científicas com cogumelos comestíveis.
O evento contou com a presença do Ministro Conselheiro da Embaixada da Índia, Vinod Sachdeva; do Conselheiro Científico da Embaixada da Alemanha, Volker Niklahs e do Conselheiro da Embaixada da China, Jiang Dehua. A Embrapa esteve representada pelo Chefe Substituto da Secretaria de Relações Internacionais, Antônio Carlos do Prado; pelo Chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, João Batista Teixeira e o GDF, pelo Coordenador Substituto da Assessoria Internacional, Cláudio Heckmann.

Hoje, a Embrapa mantém uma forte cooperação com a Coreia do Sul, através da Administração de Desenvolvimento Rural da Coréia (RDA, sigla em inglês) e do Laboratório Virtual da Embrapa no Exterior (Labex Coreia) para desenvolver pesquisas com esses fungos, além de ampliar o conhecimento sobre metodologias de cultivo. A intenção, nesse momento, é estender a parceria para outros países.

A reunião teve ainda como objetivo divulgar o VI Simpósio Internacional sobre Cogumelos no Brasil (VI SICOG), que acontece no período de 29 de agosto a 1º de setembro no Hotel Nacional, em Brasília, DF, e vai reunir mais de cinco países (Brasil, China, Coreia do Sul, Argentina e Holanda) com o objetivo de ampliar o intercâmbio científico, tecnológico e cultural de profissionais, pesquisadores e estudantes que atuam com cogumelos comestíveis e medicinais.

Benefícios dos cogumelos para a nutrição humana

Durante a reunião, a pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e especialista em cogumelos comestíveis, Arailde Urben, apresentou os benefícios dos cogumelos para a nutrição humana. Além de saborosos, esses fungos são ricos em proteínas, carboidratos, vitaminas e sais minerais, possuem 21 aminoácidos essenciais, além de fibras.

Em 1995, a pesquisadora trouxe da China para o Brasil a tecnologia Jun-Cao, que torna o cultivo de cogumelos mais barato já que utiliza substratos de gramíneas ao invés de troncos de madeira e serragem, como nos meios de cultivo tradicionais. De lá para cá, ela vem promovendo cursos todos os anos para produtores brasileiros com o objetivo de divulgar a tecnologia e aumentar a produção desses fungos no país.

Atualmente, o consumo de cogumelos pela população brasileira alcançou 160 gramas por habitante em 2011 (era de apenas 30 gramas em 1995). Mas ainda é muito pouco quando comparado com outros países como a China, onde o consumo chega a 10 kg por pessoa; França com cerca de 2 kg por habitante, Itália, onde se consome cerca de 1,3 kg, e a Alemanha e Coreia, países nos quais o consumo alcança 4 kg per capita.

“Por isso, precisamos continuar investindo esforços para que os cogumelos possam fazer parte da alimentação diária da população brasileira”, explica Urben, lembrando que um dos fatores que ainda separa esses alimentos da nossa mesa é o alto preço dos produtos encontrados no mercado. “A adaptação da técnica Jun-Cao às condições brasileiras foi um passo para mudar esse panorama e a sua divulgação e disseminação para os produtores brasileiros é um trabalho constante e sistemático na Embrapa”, afirma a pesquisadora.

Além da cooperação formal com a Coreia, Urben mantém um relacionamento estreito com a China, onde é professora visitante da universidade da província de Fuzhou e ministra aulas todos os anos; e no Brasil, com a USP, Faculdade de Sorocaba, Universidade Federal do Paraná e Universidade Federal do Rio de Janeiro, nas quais profere palestras.

O desenvolvimento das pesquisas levou à formação de um banco de cogumelos para uso humano na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que hoje conta com 320 espécies coletadas em todas as regiões brasileiras. A pesquisadora faz questão de enfatizar que esse banco está disponível para todas as instituições de pesquisa do Brasil e do exterior que tenham interesse em ampliar o conhecimento sobre esses alimentos funcionais.
Fernanda Diniz
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Contatos: (61) 3448-4769 e 3340-3672
fernanda@cenargen.embrapa.br

Produção de leite pode diminuir no RS

A produção de leite no Rio Grande do Sul está normalizada na maioria das regiões produtoras do Estado, mas a redução das chuvas pode prejudicar o desenvolvimento da atividade, informou o relatório semanal divulgado pela Emater. As propriedades que possuem boa quantidade de pastagens cultivadas ainda apresentam boa produção. 

Aveia e azevém encontram-se na fase reprodutiva e em final de ciclo, e trevos e cornichão apresentam bom desenvolvimento. Os produtores estão realizando o preparo do solo ou a dessecação das áreas para a implantação da pastagem de verão e dos cultivos de milho ou sorgo para silagem. No entanto, a falta de umidade no solo está dificultando a germinação e a emergência das plântulas, com alguns bovinocultores interrompendo a semeadura ou o plantio.

O preço do leite está com uma leve tendência de queda, atualmente o preço está entre 50 e 70 centavos o litro. Os pequenos produtores que produzem à base de campo nativo começam a apresentar aumento de produção, mas a recuperação é muito lenta.
Fonte: Só Notícias

Embrapa lança livro sobre embalagens de frutas e hortaliças

As embalagens utilizadas pelas cadeias produtivas de frutas e hortaliças, desde a colheita até a comercialização, são uma das principais causas de perdas destes produtos registradas no País, com índices que variam entre 20% e 30%. Com o propósito de reduzir esse percentual e melhorar a qualidade dos alimentos que chegam ao consumidor, a unidade Hortaliças da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lançou o livro Embalagens para comercialização de frutas e hortaliças no Brasil.

Os autores Rita Luengo e Adonai Gimenez Calbo consultaram especialistas de instituições de pesquisa, órgãos de regulação e centrais de abastecimento. Pesquisadores de duas instituições de Portugal, a Universidade do Porto e a Universidade Católica Portuguesa também contribuíram com informações técnicas.

Com 256 páginas, a publicação aborda temas, como embalagens usadas no Brasil e na União Europeia, legislação, tipos e novas opções de matérias-primas, higienização, doenças transmitidas e interações com o meio ambiente.

O livro custa R$ 45,00 e pode ser adquirido na Livraria Virtual da Embrapa (livraria.sct.embrapa.br) ou no Setor de Vendas da Embrapa Hortaliças, pelo telefone (61) 3385-9115.


debulhador de milho elétrico 




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Café reduz risco de câncer de próstata, indica estudo da Harvard Medical School

presentes a sua escolha

Beber café pode ajudar a diminuir os riscos de que a pessoa desenvolva formas agressivas de câncer da próstata, segundo um estudo americano. O trabalho concluiu que os homens que consumiam quantidades grandes de café tinham 60% menos riscos de apresentar tumores agressivos do que os que não bebiam café.

O café tem efeito sobre a forma como o corpo quebra as moléculas de açúcar e também sobre os índices dos hormônios sexuais, ambos fenômenos que já foram associados ao câncer da próstata em outros estudos.

A pesquisa, feita por especialistas da Harvard Medical School, foi apresentada durante uma conferência da American Association for Cancer Research.

"Poucos fatores ligados ao estilo de vida foram associados de forma consistente aos riscos de câncer na próstata, especialmente aos riscos de formas mais agressivas da doença, então será muito estimulante se esse vínculo for confirmado em outros estudos", disse Kathryn Wilson, uma das pesquisadoras.

Os pesquisadores não sabem ao certo que componentes do café poderiam ter esse efeito positivo. Entretanto, sabe-se que ele contém minerais e antioxidantes, que limitam danos aos tecidos causados pela liberação de energia nas células.

Mais Estudos

Os pesquisadores monitoraram o consumo de café em quase 50 mil homens a cada quatro anos entre 1986 e 2006. Eles ressaltam que mais pesquisas são necessárias antes que se tire qualquer conclusão sobre os efeitos benéficos do café.

Mas uma coisa é certa, disse Wilson: "Nossos resultados indicam que não há razão para deixar de beber café em função de preocupações sobre o câncer da próstata".

Comentando o novo estudo, uma representante da entidade beneficente The Prostate Cancer Charity, Helen Rippon, disse que pesquisas anteriores a respeito do efeito da bebidas cafeinadas sobre o câncer da próstata tiveram resultados ambíguos.

"Não recomendaríamos que homens adotem o hábito de beber muito café baseados nesse estudo, até porque o alto consumo de cafeína podem causar outros problemas à saúde".

"Por outro lado, os que já tomam regularmente uma xícara de café vão ficar aliviados em sabe que não precisam desistir do hábito por conta da próstata".

BBCBrasil

O fósforo na dieta e na suplementação dos bovinos leiteiros

O mineral mais importante na suplementação de bovinos em pastagens é o fósforo, sendo essencial como componente estrutural dos tecidos, fluidos e ativador de processos enzimáticos. Ele pode ser encontrado em diversas fontes como o fosfato bicálcico, fosfato de rocha, fosfato monoamônio e outros, sendo o fosfato bicálcico o mais utilizado e de maior biodisponibilidade.
A deficiência de fósforo é muito importante para bovinos, principalmente em relação àqueles mantidos em regime de campo. Extensas áreas com deficiência de P nas pastagens ocorrem em todo mundo e não há dúvida que essa deficiência é o distúrbio mineral mais comum e, também economicamente, mais importante afetando os herbívoros em regime de campo no Brasil.
Diversos alimentos podem ser utilizados na dieta do animal para atender as exigências de fósforo. Os teores em gramíneas forrageiras tropicais variam de 0,8 a 3 g de P/kg de matéria seca. Certamente, em termos de fósforo, tais níveis não permitem elevados desempenhos na ausência de suplementação com outras fontes de fósforo, entretanto, tem-se observado que em pastagens tropicais bem manejadas os teores de fósforo tendem a ser mais elevados (2 a 3g de P/kg de MS), o que reduz, mas não elimina a necessidade de fornecimento suplementar de fósforo.
Os componentes fosfatados nos suplementos minerais e nos concentrados utilizados em rações para gado de leite apresentam de uma maneira geral uma elevada disponibilidade de fósforo. Quando alimentos concentrados são incorporados na dieta em níveis de 10-20%, eles tendem quase sempre a atender ou até mesmo a superar as exigências de fósforo dos animais. Este efeito obviamente está vinculado ao tipo de alimento e aos fatores inerentes ao próprio animal.
Para as vacas em início de lactação, a elevada demanda por fósforo aumenta a absorção deste elemento no trato digestivo, ao mesmo tempo em que as exigências de cálcio repercutem na maior mobilização de fósforo a partir dos ossos.
Com o objetivo de assegurar um consumo adequado de fósforo no início da lactação (o pico no consumo de MS é posterior ao pico na produção de leite), as recomendações de fósforo são maiores nesta fase, o que pode gerar um excesso desse elemento no organismo do animal. Em outras palavras, é possível que no início da lactação os níveis de fósforo na dieta não precisem ser tão elevados, visto que o excedente não utilizado pelo animal seja excretado principalmente nas fezes e no leite e, em menor quantidade, na urina.
Solano Alex Oldoni – veterinário da Coamo em Toledo (Oeste do Paraná)

Abate de frango cresce no Paraná e oferta de carne de aves aumenta

O abate de frango de corte no Brasil no primeiro trimestre do ano registrou alta de 12,2% comparado com o mesmo período do ano passado. Pelos resultados, a carne de frango foi a que teve a maior alta no número de abates, comparada com a carne bovina e suína.No mesmo período, o abate de boi gordo apresentou queda de 10,1% e o abate de suínos teve crescimento de 2,7%.

Segundo o levantamento do IBGE, nos primeiros três meses deste ano o abate de frango atingiu 1.184 bilhão de cabeças. O Paraná principal produtor nacional de carne de frango respondeu por 22,95% da produção avícola brasileira.

No primeiro trimestre do ano o estado abateu 301.392.830 cabeças, registrando um crescimento de 9,82% comparado ao desempenho paranaense no primeiro trimestre de 2007.

Origem e curiosidades sobre a plantação de arroz

O arroz é uma das culturas agrícolas mais fundamentais no mundo. Nos remotos povos do sudoeste asiático, os agricultores todavia comparam um grão de arroz com uma «grama de ouro». No Japão atual, os indivíduos consideram o arroz como um autêntico suporte da sua cultura. No Senegal, os aldeões dão as boas vindas aos visitantes com pratos de arroz especialmente preparados por eles. Inclusive nos países onde o arroz é novidade, o seu cultivo mudou as paisagens, introduziu uma nova forma de cozinhar e proporcionou aos agricultores novas fontes de rentabilidade.

Existem diversas lendas que contam sobre a origem do arroz. Os árabes acreditam que o arroz se originou de uma gota de suor de Maomé. Já os chineses contam que durante uma grande fome, os habitantes da região de Sichuam enviaram pássaros aos deuses pedindo um alimento para aliviar a sua fome, e como resposta os pássaros trouxeram grãos de arroz.

Os maiores consumidores de arroz no mundo são China, Índia e Indonésia. Na China são colhidas 197 milhões de toneladas por ano.

Em muitas línguas asiáticas algumas palavras e expressões estão relacionadas ao arroz? No Vietnã, quando alguém encontra um amigo passeando com seu filho pequeno e deseja saber como anda a criança ele pergunta: "Quantas tigelas de arroz ele comeu hoje?". Na Tailândia a palavra refeição significa "comer arroz".

Jogar arroz nos noivos após a cerimônia religiosa virou tradição e vem de um ritual chinês usada há mais de dois mil anos antes de Cristo. A chuva de arroz significa fartura, vida, fertilidade e abundância para a vida do casal, já que para os chineses, o arroz é símbolo de fartura.

Alguns autores apontam o Brasil como o primeiro país a cultivar esse cereal no continente americano. Consta que integrantes da expedição de Pedro Álvares Cabral, após uma peregrinação por cerca de 5 km em solo brasileiro, traziam consigo amostras de arroz, confirmando registros de Américo Vespúcio que trazem referência a esse cereal em grandes áreas alagadas do Amazonas. Em 1587, lavouras arrozeiras já ocupavam terras na Bahia e, por volta de 1745, no Maranhão. Em 1766, a Coroa Portuguesa autorizou a instalação da primeira descascadora de arroz no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro.

A Cultura da Cevada

A cevada foi o primeiro cereal plantado pelo homem. Na Antiguidade, já era usada para preparar o malte, utilizado na fabricação da cerveja. Também entrava como ingrediente básico do pão. É rica em fibras, proteínas, carboidratos e minerais, como cálcio, magnésio e fósforo.

A cevada é um cereal de inverno que ocupa a quinta posição, em ordem de importância econômica, no mundo. O grão é utilizado na industrialização de bebidas, cerveja e destilados, na composição de farinhas ou flocos para panificação, na produção de medicamentos e na formulação de produtos dietéticos e de sucedâneos de café.

A cevada é ainda empregada em alimentação animal como forragem verde e na fabricação de ração. No Brasil, a malteação é o principal uso econômico da cevada, já que o país produz apenas 30% da demanda da indústria cervejeira.O ciclo é aproximadamente de 100 a 140 dias, e porte herbáceo de 60 a 110 cm de altura.

A produção brasileira de CEVADA está concentrada na Região Sul, com registros de cultivo também nos estados de Goiás, de Minas Gerais e de São Paulo. Atualmente, a cevada é mais cultivada em mais de 140 mil hectares, e a produção é de aproximadamente 380 mil toneladas. Há três maltarias em atividade, instaladas no Rio Grande do Sul,Paraná e em São Paulo.

Clima, genética e manejo são fatores determinantes da produção de cevada com o padrão de qualidade para malteação, particularmente em relação ao poder germinativo, tamanho do grão e teor de proteínas e à sanidade de grãos.

Entre os principais países produtores da cevada estão:Rússia, Canadá, Ucrânia, Turquia, Espanha, Austrália, Marrocos, Estados Unidos da América.