Pecuaristas beneficiados em mudanças no ICMS de Mato Grosso
O documento será assinado pela Secretaria da Fazenda de Mato Grosso e a Secretaria de Finanças de Rondônia no próximo dia 1º e entra em vigor assim que for publicado no Diário Oficial da União.
Expointer: inscrição do Gado Holandês cresce 16 % em relação ao ano passado
A entrada do gado Holandês no parque está prevista para os dias 24 a 26 de agosto. A programação da raça começa na segunda-feira (29), com a primeira ordenha do Concurso Leiteiro. O tradicional Banho de Leite acontece na terça-feira (30), após as cinco ordenhas previstas para o concurso.imprensa@agricultura.rs.gov.br
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Embrapa quer instalar Centro de Inteligência do Leite no Paraná
Produção de leite pode diminuir no RS
Walmart oferece rastreamento de cortes de carne pela internet
fonte: Canal Rural
Lavoura de girassol torna-se uma ótima opção de renda agrícola
“Seo” Laércio fez das condições favoráveis uma estratégia para aumentar os lucros. Quinze hectares da propriedade são reservados para o plantio do girassol. A produção de 35 toneladas por hectare vira silagem para as 330 cabeças de gado confinado na fazenda.
Segundo o produtor, o girassol reduz em 20% os gastos, se comparado ao milho e a outros farelos. Ele usa 20 kg por dia de girassol por cabeça para engordar 1,4 kg/dia.
A máquina colhe e tritura o produto ao mesmo tempo. Depois o girassol é misturado com milho e cana de açúcar, além de receber o chamado concentrado, composto por outros farelos. Assim, a mistura que vai no cocho fica mais barata e mais nutritiva.
O rebanho parece achar saboroso. O produtor fica satisfeito e quem passa pela lavoura se sente maravilhado com a paisagem.
Fonte:Nosso Campo
Produtor poderá emitir Guia de Trânsito Animal (GTA) via Internet
Cai o PIB do agronegôcio brasileiro conforme estimativas do CEPEA e CNA
De acordo com a CNA, os dados apurados até novembro do ano passado mostram que a recuperação modesta e tardia de alguns segmentos do agronegócio brasileiro não compensou as perdas acumuladas até aquele momento. Além disso, a estimativa indicou que a valorização do real pesou no resultado. Dados do Cepea/CNA revelam que o PIB agropecuário decresceu 0,47% em novembro. No acumulado do ano até esse mês, as perdas já eram de 5,66%
Embrapa apresenta tecnologias para pecuária sustentável em Londres
Preços da Uréia pecuária estáveis em Janeiro com tendência de alta
Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, os preços da uréia pecuária, que vinham em queda desde agosto de 2009, ficaram praticamente estáveis em janeiro.
Atualmente a tonelada do insumo está cotada em R$1,3 mil, mesmo preço vigente em dezembro último.
Em relação a janeiro de 2009, a cotação atual é 40% menor, no entanto, a estabilização de preços pode indicar o início de um possível aumento nos próximos meses.
Isso porque, os fertilizantes nitrogenados, grandes concorrentes da uréia pecuária, pela matéria-prima nitrogênio, já deu os primeiros sinais de alta, e a tendência é que continuem com mercado em alta no curto prazo.
Pantanal News
Pastagens podem ajudar no combate às mudanças climáticas
Um estudo recente da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) mostra que as áreas de pastagens tem vasto potencial (ainda não explorado) de mitigação das mudanças climáticas por meio da absorção e armazenamento de CO2.
Segundo o relatório, essas regiões representam uma concentração de carbono maior do que a das florestas, caso sejam devidamente administradas.
Hectares
O documento da FAO mostra que existem 3,4 bilhões de hectares de pastagens no mundo, que abrangem cerca de 30% da superfície de terras onde não há presença de gelo.
O texto alerta que esses locais podem também desempenhar papel importante no apoio à adaptação e vulnerabilidade às alterações do clima de mais de um bilhão de pessoas que dependem do gado para viver.
Para o diretor-geral assistente da FAO, Alexander Müller, o mundo vai ter que usar todas as opções para conter o aquecimento global.
Biomassa
Ele destacou que a agricultura tem potencial para ajudar a minimizar as emissões líquidas de gases de efeito estufa por intermédio de práticas específicas, como construção do solo e biomassa de carbono.
Segundo o estudo da FAO, estima-se que as áreas de pastagens possam armazenar 30% do carbono do mundo no solo.
Terra
Diplomatas conhecem pecuária leiteira e de corte em Uberaba
Há hoje no mundo um grande interesse pelo material genético do Brasil e não apenas na produção de carne e no animal vivo.
Foi o que disse o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Célio Porto, do Ministério da Agricultura,ao iniciar visita de 28 diplomatas estrangeiros à cidade mineira de Uberaba, na última semana.
A expectativa do ministério é que esses representantes estrangeiros conheçam e entendam o potencial da pecuária leiteira e de corte, em função do melhoramento genético da raça zebuína, que contribuiu para a evolução da carne e do leite produzidos hoje no país. Participaram da visita diplomatas de países como a Arábia Saudita, Egito, Filipinas, Nova Zelândia, Vietnã e Coreia do Sul.
O grupo conheceu dados sobre a produção e a comercialização de sêmen e embriões das várias espécies de zebu, como guzerá, gir, nelore e tabapuã. Os diplomatas também visitaram uma central de inseminação artificial e uma fazenda, considerada referência na criação de gir.
– Desejamos que esses representantes de potenciais países importadores tenham contato direto com a produção da raça zebu no Brasil e o com o trabalho genético que é realizado há 70 anos – afirmou o assessor especial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Newton Ribas.
Fonte:clicrbs.com.br
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Governador de Alagoas participa de leilão de gado no Parque da Pecuária
O governador Teotonio Vilela participou, neste sábado, do leilão de gado dos Irmãos Barros Correia, no Parque da Pecuária, o primeiro no Estado depois que Alagoas saiu da zona de risco desconhecido da aftosa. “É uma felicidade estarmos aqui vendo criadores de todo o Nordeste, de todo o Brasil, podendo comprar o nosso gado, que sempre teve uma genética de qualidade”, afirmou Teotonio, ao lado dos secretários de Estado Jorge Dantas, da Agricultura, Nelson Ferreira, da Comunicação, e do presidente da Adeal, Hibernon Cavalcante.
Teotonio elogiou o leilão, que acontece há vários anos, e destacou o empenho dos irmãos Celso, Ricardo e Aluízio Barros Correia. “Esse é um evento que dinamiza a economia alagoana; fortalece o agronegócio; mostra ao Brasil todo que aqui nós temos condições de competir em igualdade com qualquer Estado do Nordeste nesta área”, disse o governador. No local, ele conversou com produtores locais e de fora e deu entrevista à TV Rural e emissoras de televisão de Alagoas, falando sobre a importância de tirar o Estado da zona de risco da aftosa.
Meta — Segundo o governador, a sua meta é a de que até o final de seu governo Alagoas possa comemorar estar totalmente livre da aftosa. “Estamos trabalhando nesse sentido”, avisou. Ele também visitou a exposição de animais e assegurou que este é um dos maiores leilões já realizado em Alagoas. “Sinto-me feliz que este leilão, com esse porte, aconteça exatamente quando estamos vivendo um novo momento em nosso Estado; um momento de crescimento econômico, de avanço em todas as áreas”, comemorou.
Fonte:Alagoas em Tempo Real
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CNA vai sugerir ao Ministério preço mínimo por cabeça de bovinos
A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) vai sugerir ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que o preço mínimo para a cabeça de gado seja de R$ 1,3 mil, independente da idade, raça ou tamanho do boi. A informação foi dada hoje a jornalistas pelo presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antenor Nogueira, após a participação de audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara.Durante a audiência, Nogueira enfatizou por duas vezes que o setor de carne bovina está excluído da Política de Garantia do Preço Mínimo (PGPM) e que já solicitou encontro com o ministro para incluir a solicitação do setor antes do lançamento do Plano Agrícola e Pecuário, previsto para ser divulgado no dia 22 deste mês. "Peço aos senhores deputados que nos ajudem a incluir a carne no PGPM porque ficamos alheios", defendeu.
"A ave pode, o suíno pode e ninguém nos dá uma explicação técnica e plausível para o motivo de a carne bovina não poder (fazer parte do programa). O presidente do Fórum disse ainda estar confiante em ser recebido pelo ministro Stephanes nos próximos dias para discutir o tema.
Associação defende liberação de registro para clonagem de gado zebu
O superintendente técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, Luiz Antônio Josahkian, destacou a importância para a pecuária brasileira da liberação de registro no país dos bovinos clonados, que antes era proibido. Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, ele justificou que, de um universo estimado em 200 milhões de cabeças de gado, o Brasil conta com cerca de 160 milhões de genes zebuínos.
O país desde 2003 vem liderando o mercado internacional de carnes e, segundo ele, não poderia ficar em situação de desigualdade em relação a outros países criadores, onde o registro é permitido. Isto porque o desenvolvimento da raça é um fator econômico importante, levando em conta que a clonagem envolve a valorização genética dos modelos obtidos.
Com o registro de clonagem do zebu liberado, a quantidade da linhagem fica assegurada. Mas, Josahkian lembra que a medida tomada pelo Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, não reflete no consumo da carne, mas apenas no desenvolvimento da raça, e destaca que "tudo pode ser feito com transparência e sob o acompanhamento da sociedade".
Fonte:Globo Rural
Brasil é modelo para países do Cone Sul na recuperação de pastagens degradadas
Práticas adotadas no Brasil, como o plantio direto e o uso de um sistema integrado agrícola-pecuário-florestal são exemplos de estratégias de pecuária associada ao desenvolvimento sustentável recomendadas entre as conclusões da 10ª Reunião da Codegalac – Comissão de Desenvolvimento da Pecuária para América Latina e Caribe, da FAO, capítulo Cone Sul.
O principal alerta do encontro foi de que a pecuária tem crescido mais de 3,7% ao ano na região, um aumento associado à redução da área de florestas. Hoje, 70% dos pastos se encontram num processo de degradação, o que se reflete em baixa produtividade e no avanço em zonas ambientalmente frágeis.
A degradação dos pastos aumenta a vulnerabilidade às mudanças climáticas e à produção de gases de efeito estufa. E a Amazônia está entre os ecossistemas mais afetados pela ampliação da fronteira agropecuária.
Por outro lado, os países do Cone Sul são os principais exportadores de carne bovina no mundo e os estudos indicam que o consumo de carne se duplicará nos próximos 20 anos, gerando novas oportunidades de mercado para a carne produzida na região. Mas os países importadores cada vez mais exigem produção em áreas ambientalmente sustentáveis, o que mostra a necessidade de políticas e programas estratégicos de grande escala.
Os países da região têm recursos naturais e tecnológicos suficientes para a intensificação sustentável da produção sem necessidade de ampliar a fronteira agropecuária até os ecossistemas mais frágeis. No entanto, as pressões de mercado estão provocando o avanço da atividade em zonas de maior vulnerabilidade ambiental, o que pode aumentar os níveis de desmatamento, degradação de solos, perda de biodiversidade, diminuição de recursos hídricos e vulnerabilidade às mudanças climáticas.
Nesse contexto, os governos necessitam com urgência desenvolver mecanismos e políticas para enfrentar essa situação, através de um marco de referência para a tomada de decisões e a formulação de instrumentos e programas de desenvolvimento pecuário sustentável.
Se nenhuma iniciativa for tomada, o processo de degradação pode ser irreversível, ou de grande custo. E o avanço às áreas mais sensíveis pode aumentar por causa das pressões do mercado, mas com consequências de maiores custos de produção, baixa rentabilidade, perda de competitividade, menores rendas para os produtores, desemprego e aumento da migração do campo para a cidade. Também poderá haver perda dos mercados atuais pela degradação ambiental e perda de oportunidades de novos mercados, com o aumento da pobreza em zonas já vulneráveis.
Os participantes do encontro recomendaram que, com o suporte da FAO, os governos nacionais criem iniciativas para identificar as áreas mais vulneráveis e de maior risco; pesquisar o estado atual da produção pecuária e promover a inserção dos pequenos produtores ao mercado e à tecnologia.
Os países também solicitaram à FAO o apoio técnico para formular um Marco Orientador para o desenvolvimento de políticas e programas de gestão agro-ambiental e inovação tecnológica para o desenvolvimento sustentável, a recuperação de pastos degradados em ecossistemas pecuários estratégicos e a promoção de sistemas integrados agrícola-pecuário-florestais que permitam a intensificação sustentável da produção, reduzam a vulnerabilidade às mudanças climáticas e melhorem a rentabilidade do setor.
Será criado ainda um grupo de trabalho de centros de pesquisa do Cone Sul, liderado pela Embrapa, para a elaboração de uma proposta de ação e avaliação técnica, econômica e ambiental das tecnologias disponíveis para a recuperação de áreas degradadas e intensificação sustentável da produção pecuária.
Fonte: Portal do Agronegôcio
O fósforo na dieta e na suplementação dos bovinos leiteiros
Solano Alex Oldoni – veterinário da Coamo em Toledo (Oeste do Paraná)
A Cultura da Cevada
A cevada foi o primeiro cereal plantado pelo homem. Na Antiguidade, já era usada para preparar o malte, utilizado na fabricação da cerveja. Também entrava como ingrediente básico do pão. É rica em fibras, proteínas, carboidratos e minerais, como cálcio, magnésio e fósforo.
A cevada é um cereal de inverno que ocupa a quinta posição, em ordem de importância econômica, no mundo. O grão é utilizado na industrialização de bebidas, cerveja e destilados, na composição de farinhas ou flocos para panificação, na produção de medicamentos e na formulação de produtos dietéticos e de sucedâneos de café.
A cevada é ainda empregada em alimentação animal como forragem verde e na fabricação de ração. No Brasil, a malteação é o principal uso econômico da cevada, já que o país produz apenas 30% da demanda da indústria cervejeira.O ciclo é aproximadamente de 100 a 140 dias, e porte herbáceo de 60 a 110 cm de altura.
A produção brasileira de CEVADA está concentrada na Região Sul, com registros de cultivo também nos estados de Goiás, de Minas Gerais e de São Paulo. Atualmente, a cevada é mais cultivada em mais de 140 mil hectares, e a produção é de aproximadamente 380 mil toneladas. Há três maltarias em atividade, instaladas no Rio Grande do Sul,Paraná e em São Paulo.
Clima, genética e manejo são fatores determinantes da produção de cevada com o padrão de qualidade para malteação, particularmente em relação ao poder germinativo, tamanho do grão e teor de proteínas e à sanidade de grãos.
Entre os principais países produtores da cevada estão:Rússia, Canadá, Ucrânia, Turquia, Espanha, Austrália, Marrocos, Estados Unidos da América.








