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Fórum mundial da agricultura cria expectativa ao agronegócio

O World Agricultural Forum (WAF), o Fórum Mundial de Agricultura, vai reunir esta semanas, dias 12 e 13, líderes políticos e da iniciativa privada, como ex-presidentes, ex-ministros, ex-senadores e representantes das principais empresas do agronegócio mundial para debater o papel da região no desafio de dobrar a produção de alimentos até 2050, além do abastecimento mundial de fibras, biocombustíveis e água.

O evento, tradicional nos Estados Unidos, vai acontecer pela primeira vez na América Latina, no Hotel Royal Tulip, em Brasília. A participação de congressistas será restrita a convidados.


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Preços dos produtos agrícolas sobem 5,43% na segunda semana de Fevereiro

O Índice quadrissemanal de Preços Recebidos (IqPR) pelo produtor rural paulista apresentou alta de 5,43% na segunda semana de fevereiro. O levantamento é de pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. O IqPR-V (produtos de origem vegetal) e o IqPR-A (produtos de origem animal) fecharam com variação positiva, respectivamente, de 7,17% e de 1,11%. No período analisado, 14 produtos apresentaram alta de preços (nove de origem vegetal e cinco de origem animal) e quatro apresentaram queda (três vegetal e um animal). 

Os produtos do IqPR que registraram as maiores altas na semana foram: laranja para mesa (57,64%), laranja para indústria (22,96%), tomate para mesa (7,46%), arroz (7,33%), algodão (6,02%), amendoim (5,52%) e feijão (4,89%). Segundo os pesquisadores, alta da laranja é atribuída ao aumento do consumo durante o verão, além das chuvas no segundo semestre de 2009, que prejudicaram as floradas, causando uma diminuição da oferta nesse início de ano.

Os produtos que apresentaram queda de preços no período foram: soja (14,19%), banana nanica (9,85%), carne suína (9,34%) e milho (7,56%). O IEA informa que a safra recorde de soja pressiona as cotações do grão. As mudanças na economia chinesa, que podem implicar menor importação do produto, também estariam influenciando negativamente os preços da oleaginosa.
Agência Estado 
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Cai o PIB do agronegôcio brasileiro conforme estimativas do CEPEA e CNA

O Produto Interno Bruto  (PIB) do agronegócio brasileiro fechará 2009 com uma queda de 6%, segundo estimativa feita pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea), com apoio da CNA.

De acordo com a CNA, os dados apurados até novembro do ano passado mostram que a recuperação modesta e tardia de alguns segmentos do agronegócio brasileiro não compensou as perdas acumuladas até aquele momento. Além disso, a estimativa indicou que a valorização do real pesou no resultado. Dados do Cepea/CNA revelam que o PIB agropecuário decresceu 0,47% em novembro. No acumulado do ano até esse mês, as perdas já eram de 5,66%
 

Preço agrícola teve retração de 3,73% em 2009, informa FGV

De acordo com a fundação, os preços dos produtos agrícolas caíram 3,73% este ano, após avançarem 3,91% em 2008, no âmbito do IGP-M. Já os preços dos produtos industriais registraram queda de 4,74% no atacado em 2009, em comparação com a elevação de 13,52% apurada em 2008.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais subiram 0,93% este ano, após avançarem 4,22% em 2008. Por sua vez, os preços dos bens intermediários tiveram queda de 7,29% este ano, em comparação com o aumento de 15,61% em 2008. Já os preços das matérias-primas brutas acumularam queda de 6,80% em 2009, após subirem 11,85% em 2008.

A FGV esclareceu ainda que, na análise por produtos, as altas de preços mais expressivas no atacado em dezembro, no âmbito do IGP-M, foram registradas em laranja (8,90%); mamão (44,27%); e café em grão (3,69%). Já as mais expressivas quedas de preço, no atacado em dezembro, foram apuradas em batata-inglesa (-24,09%); leite in natura (-5,26%); e tomate (-27,55%).
Ultimo segundo

Previsão do Tempo - Chuva e vento intenso em parte do RS e SC e pancadas fortes de chuva em parte do PR, SP, RJ, MG

Hoje (12/12), as chuvas continuarão sobre o leste e norte do RS, e poderá ocorrer acumulados significativos principalmente no leste deste Estado; no norte e nordeste de SC, no leste e norte do PR, no oeste, centro, leste e sul de MS ( a partir da tarde também o norte), SP (de forma bastante localizada e principalmente no oeste e centro-sul), Triângulo Mineiro (no final do dia), sul do RJ, sul de GO, MT, centro-norte do TO, MA, sul do PI, PA (exceto o nordeste), sul de RR, AM, AC e RO.

Nesse mesmo dia os ventos serão intensos sobre o sul, litoral e leste do RS e no litoral sul de SC. A intensidade média dos ventos oscilará entre 50 e 70 Km/h, com rajadas que ultrapassarão a 100 km/h principalmente na costa do RS.
No litoral catarinense os ventos intensos deverão ocorrer a partir da tarde e noite deste dia e estendendo-se para o domingo (13/12).

No domingo (13/12) as chuvas intensas se concentrarão sobre o centro-leste e norte de SP, centro-sul e norte do RJ, centro-sul de MG, Triângulo Mineiro, centro-sul do ES, GO, TO, centro-sul e norte do PI, MA, centro-leste e norte de MT, grande parte do PA (exceto o nordeste e noroeste), oeste e sul de RO, AC, centro-sul e oeste do AM.

O GPT recomenda acompanhar as periódicas atualizações deste aviso. Vale a pena ressaltar que o impacto das chuvas previstas neste aviso meteorológico depende da vulnerabilidade das áreas atingidas. Por isso, o GPT recomenda entrar em contato com Defesa Civil.


Em situações de risco consulte a Defesa Civil.
Defesa Civil
CPTEC-INPE

Comissão de agricultura e reforma agrária analisa benefício para produtor que preservar cobertura florestal

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) se reúne neste momento para analisar uma pauta com quatro projetos, entre os quais texto que prevê compensação financeira a produtores rurais que mantenham a cobertura florestal de suas áreas. Conforme a proposta, os recursos serão pagos como compensação ambiental, mecanismo criado pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza.

De acordo com o projeto (PLS 483/09), de autoria do senador Gilberto Goellner (DEM-MT), proprietários rurais com áreas vizinhas às unidades de conservação, que mantiverem cobertura florestal, especialmente em torno de nascentes e ao longo de cursos d'água, terão direito a receber compensação financeira. O benefício também é previsto para agricultores que conservarem a qualidade do solo, impedindo os processos erosivos.

Os senadores também votam na reunião de hoje proposta que autoriza o aproveitamento, apenas para fins de transporte fluvial, dos trechos dos rios das Mortes, Araguaia e Tocantins situados no interior ou às margens de reservas indígenas homologadas e demarcadas na forma da legislação indigenista pertinente. A autorização abrange os estados de Mato Grosso, Goiás, Tocantins e Pará (PDS 232/04).

Consta ainda da pauta da CRA projeto (PLS 324/09) que estende o Benefício Garantia-Safra aos agricultores familiares da área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).

A comissão também examinará proposta que altera regras para o trabalho rural. O texto em análise (PLS 458/09), também de autoria de Gilberto Goellner, especifica a duração do trabalho para empregados rurais, prevendo intervalos para repouso e alimentação.

http://www.senado.gov.br

Publicado zoneamento agrícola para algodão no Diário Oficial da União

Sementes de Girassol

As portarias que autorizam o zoneamento agrícola para a cultura de algodão no Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso e Piauí, foram publicadas, nesta segunda-feira (5), no Diário Oficial da União (DOU).

Para cada município, o estudo identifica a melhor época de plantio, baseado em análise de séries climáticas históricas de mais de 15 anos, correlacionadas ao ciclo das cultivares e ao tipo de solo, conforme sua retenção de água. O objetivo é informar ao agricultor como minimizar os riscos de ocorrência de adversidades climáticas coincidentes com as fases mais sensíveis das culturas.

As portarias são as de números:

Nº 241 - Zoneamento para cultura do algodão no Distrito Federal

Nº 242 - Zoneamento para cultura do algodão em Goiás

Nº 243 - Zoneamento para cultura do algodão no Maranhão

Nº 244 - Zoneamento para cultura do algodão em Mato Grosso do Sul

Nº 245 - Zoneamento para cultura do algodão em Mato Grosso

Nº 246 - Zoneamento para cultura do algodão no Piauí

Agricultores do Chile acusam empresa de promover lei em detrimento da 'Agricultura Familiar'

Organizações de camponeses e indígenas que promovem a "Agricultura Familiar e Orgânica no Chile" acusam a empresa Monsanto de promover um projeto de lei no Congresso que busca, segundo as entidades locais, a privatização das sementes nativas.

A Monsanto, que detém 90% da produção global de transgênicos e que, no Chile, reproduz sementes transgênicas de milho e soja para exportação, é acusada pelas organizações de estar por trás do projeto de lei enviado pelo governo.

Junto à Rede de Ação em Praguicidas e suas Alternativas para a América Latina (Rapal), a comunidade local conseguiu adiar a aprovação dos artigos 46, 47 e 48 da nova lei chilena, que é analisada pela Comissão de Agricultura da Câmara Baixa.
O artigo 48 - que será analisado na terça-feira - legaliza o fim dos direitos dos agricultores sobre o produto total da colheita.

As organizações, que acusam a medida de ser prejudicial à biodiversidade e de abrir o Chile aos produtos transgênicos, também recordam que em fevereiro de 2008 foi aprovado um projeto semelhante na Costa Rica. Contudo, o agricultor costa-riquenho não perdeu todos os seus direitos. Já no Chile, a norma abriria caminho para que "as plantações fossem apropriadas por uma transnacional ou uma outra empresa".

Para Guillermo Riveros, presidente da Associação de Agricultores Orgânicos de BioBio, "estes artigos implicam a introdução dos cultivos transgênicos". "Não sabemos onde estão os cultivos de sementes orgânicas de exportação e demonstra-se que não é possível a co-existência entre transgênicos e cultivos orgânicos. É o futuro da agricultura orgânica que está em jogo", completou.
Ansa)