Consumo de etanol recua refletindo alta de preços
Técnico da Seleção Brasileira de Vôlei Feminino visita a fábrica de tratores da Massey Ferguson
No início deste mês a fábrica da Massey Ferguson teve o privilégio de receber a visita do famoso técnico da Seleção Brasileira de Vôlei Feminino, José Roberto Guimarães.
O técnico Zé Roberto visitou a fábrica da Massey Ferguson em Canoas (RS) e conheceu todo o processo de fabricação dos tratores Massey Ferguson e teve a oportunidade de experimentar um MF 275, o trator mais vendido da história da mecanização brasileira.
Zé Roberto, como é conhecido, e as meninas da Seleção Brasileira de Vôlei estiveram no Rio Grande do Sul para disputar o Campeonato Sul-americano de Voleibol Feminino, de onde saíram vencedores. A final, em Porto Alegre, teve placar de 3 a 0 contra a seleção da Argentina.
Plantadeira Agrícola John Deere Série 1100
Esta é a plantadeira John Deere série 1100. Possui chassi em aço modular reforçado de elevada resistência e durabilidade. Seu chassi é projetado para possibilitar a montagem de vários espaçamentos entre linhas, garantindo total adequação as suas necessidades de plantio. Grande facilidade de remoção das linhas de plantio, sem interrupções por longarinas soldadas. 
Possui cabeçalho escamoteável reforçado de alta resistência e durabilidade, grande facilidade de transporte. Seu engate com diversas regulagens de altura e grande mobilidade horizontal e vertical, garante facilidade e rapidez de engate da plantadeira ao trator e permite que o conjunto ultrapasse obstáculos sem danificar o cabeçalho e a barra de tração do trator.
A nova plantadeira 1100 John Deere conta também com extensor da plataforma, que permite abastecer a plantadeira diretamente de uma carreta, permitindo a aproximação da carreta sem riscos com manobras. 
Vão livre do disco de corte ao solo permite grande capacidade de sobrepor obstáculos em transporte sem danificar os discos.
Rodado com suporte reforçado de alta durabilidade posicionado bem ao centro da plantadeira permite que ela copie o terreno com maior desempenho.

Possui marcador de linha com acionamento hidráulico (opcional) de fácil regulagens que facilita o plantio evitando sobreposição ou falhas.
A hidroponia e o meio ambiente
A técnica de cultivo de plantas em hidroponia é uma ferramenta poderosa na preservação e uso racional da água, permitindo a economia deste recurso natural da ordem de dez vezes, quando comparado a outros sistemas de cultivo (convencional ou orgânico) no solo fazendo uso de irrigação. Baseia-se no princípio de reciclagem do uso da água por períodos de 30, 60 dias ou mais.
Reduz drasticamente o uso de agrotóxicos: não utiliza herbicidas, diminui a aplicação de inseticidas e fungicidas, por ser feito em ambiente protegido (estufas ou viveiros). Evita problemas de poluição de mananciais causados pelo carreamento de solo e fertilizante nos processos de erosão. Possibilita o cultivo em áreas íngremes e o reaproveitamento das áreas degradadas, impróprias para o cultivo convencional no solo.
A técnica do cultivo hidropônico garante ainda a obtenção de alimentos saudáveis e livres de contaminações biológicas ou químicas devido à obrigatoriedade de uso de água potável no processo produtivo. Países como Holanda, Bélgica e Alemanha descartam a solução nutritiva das modernas estufas, destinando-a às estações de tratamento de água para impedir a degradação do meio ambiente. No Brasil recomenda-se sua diluição em irrigação de outras culturas.
A técnica do cultivo hidropônico com reuso de água da criação de peixes ou Aquaponia começa a ser desenvolvida comercialmente no Brasil.
Em breve estaremos consumindo também produtos da nova tecnologia de hidroponia orgânica com o uso de fontes não minerais dos elementos químicos essenciais às plantas.
Mais Informações:www.hidroponia.com.br
Brasil é modelo para países do Cone Sul na recuperação de pastagens degradadas
Práticas adotadas no Brasil, como o plantio direto e o uso de um sistema integrado agrícola-pecuário-florestal são exemplos de estratégias de pecuária associada ao desenvolvimento sustentável recomendadas entre as conclusões da 10ª Reunião da Codegalac – Comissão de Desenvolvimento da Pecuária para América Latina e Caribe, da FAO, capítulo Cone Sul.
O principal alerta do encontro foi de que a pecuária tem crescido mais de 3,7% ao ano na região, um aumento associado à redução da área de florestas. Hoje, 70% dos pastos se encontram num processo de degradação, o que se reflete em baixa produtividade e no avanço em zonas ambientalmente frágeis.
A degradação dos pastos aumenta a vulnerabilidade às mudanças climáticas e à produção de gases de efeito estufa. E a Amazônia está entre os ecossistemas mais afetados pela ampliação da fronteira agropecuária.
Por outro lado, os países do Cone Sul são os principais exportadores de carne bovina no mundo e os estudos indicam que o consumo de carne se duplicará nos próximos 20 anos, gerando novas oportunidades de mercado para a carne produzida na região. Mas os países importadores cada vez mais exigem produção em áreas ambientalmente sustentáveis, o que mostra a necessidade de políticas e programas estratégicos de grande escala.
Os países da região têm recursos naturais e tecnológicos suficientes para a intensificação sustentável da produção sem necessidade de ampliar a fronteira agropecuária até os ecossistemas mais frágeis. No entanto, as pressões de mercado estão provocando o avanço da atividade em zonas de maior vulnerabilidade ambiental, o que pode aumentar os níveis de desmatamento, degradação de solos, perda de biodiversidade, diminuição de recursos hídricos e vulnerabilidade às mudanças climáticas.
Nesse contexto, os governos necessitam com urgência desenvolver mecanismos e políticas para enfrentar essa situação, através de um marco de referência para a tomada de decisões e a formulação de instrumentos e programas de desenvolvimento pecuário sustentável.
Se nenhuma iniciativa for tomada, o processo de degradação pode ser irreversível, ou de grande custo. E o avanço às áreas mais sensíveis pode aumentar por causa das pressões do mercado, mas com consequências de maiores custos de produção, baixa rentabilidade, perda de competitividade, menores rendas para os produtores, desemprego e aumento da migração do campo para a cidade. Também poderá haver perda dos mercados atuais pela degradação ambiental e perda de oportunidades de novos mercados, com o aumento da pobreza em zonas já vulneráveis.
Os participantes do encontro recomendaram que, com o suporte da FAO, os governos nacionais criem iniciativas para identificar as áreas mais vulneráveis e de maior risco; pesquisar o estado atual da produção pecuária e promover a inserção dos pequenos produtores ao mercado e à tecnologia.
Os países também solicitaram à FAO o apoio técnico para formular um Marco Orientador para o desenvolvimento de políticas e programas de gestão agro-ambiental e inovação tecnológica para o desenvolvimento sustentável, a recuperação de pastos degradados em ecossistemas pecuários estratégicos e a promoção de sistemas integrados agrícola-pecuário-florestais que permitam a intensificação sustentável da produção, reduzam a vulnerabilidade às mudanças climáticas e melhorem a rentabilidade do setor.
Será criado ainda um grupo de trabalho de centros de pesquisa do Cone Sul, liderado pela Embrapa, para a elaboração de uma proposta de ação e avaliação técnica, econômica e ambiental das tecnologias disponíveis para a recuperação de áreas degradadas e intensificação sustentável da produção pecuária.
Fonte: Portal do Agronegôcio


