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Produção nacional de fertilizantes cresce 5,3%

A produção brasileira de fertilizantes cresceu 5,3% de janeiro a março de 2011, em compração com o mesmo período de 2010. Os números da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda) foram apresentados nesta segunda-feira, 9 de maio, durante a 53ª Reunião da Câmara Temática de insumos Agropecuários, no Ministério da Agricultura, em Brasília. Segundo o levantamento da associação, no primeiro trimestre deste ano o país produziu cerca de 2,14 milhões de toneladas (t) do produto. No mesmo período do ano passado, foram produzidas 2,03 milhões de t.

As entregas de fertilizantes ao consumidor final, número que contabiliza a produção nacional e importações do mercado externo, também registraram crescimento. Levantamento divulgado pela Anda mostra que, no primeiro trimestre de 2011, foram entregues às empresas que comercializam insumos no Brasil cerca de 4,99 milhões de t, o segundo maior número da história, ficando atrás apenas das vendas realizadas em 2008, que chegaram a 5,44 milhões de toneladas.

“Os bons preços das commodities agrícolas estão favorecendo a venda de fertilizantes do país”, destaca o diretor-executivo da Anda, David Roquetti Filho. Para o representante da Associação Nacional para a Difusão de Adubos, o aumento da demanda pelo produto também foi responsável pelo aquecimento do mercado de insumos.

As expectativas para o futuro também são bastante positivas. Segundo Roquetti, a partir de projeções realizadas por uma empresa de consultoria, as entregas de fertilizantes ao consumidor final no Brasil devem fechar o ano de 2011 com a comercialização de cerca de 26 milhões de t, 6% acima do valor alcançado em 2010, que foi de 24,5 milhões de t.

Nova presidência

Após sete anos na presidência da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, o engenheiro agrônomo Cristiano Simon, consultor da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), passou o cargo para o também engenheiro agrônomo Luiz Antonio Piazza, diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).

À frente dos trabalhos da Câmara Setorial de Insumos desde a sua criação, em 2003, Cristiano Simon ocupará o cargo de consultor especial da Câmara. “Estamos muito confiantes no trabalho do novo presidente”, afirma Simon.

Preços da Uréia pecuária estáveis em Janeiro com tendência de alta

Revolução Verde e Amarela

Segundo levantamento realizado pela Scot Consultoria, os preços da uréia pecuária, que vinham em queda desde agosto de 2009, ficaram praticamente estáveis em janeiro.

Atualmente a tonelada do insumo está cotada em R$1,3 mil, mesmo preço vigente em dezembro último.

Em relação a janeiro de 2009, a cotação atual é 40% menor, no entanto, a estabilização de preços pode indicar o início de um possível aumento nos próximos meses.

Isso porque, os fertilizantes nitrogenados, grandes concorrentes da uréia pecuária, pela matéria-prima nitrogênio, já deu os primeiros sinais de alta, e a tendência é que continuem com mercado em alta no curto prazo.

Pantanal News

Café reduz risco de câncer de próstata, indica estudo da Harvard Medical School

presentes a sua escolha

Beber café pode ajudar a diminuir os riscos de que a pessoa desenvolva formas agressivas de câncer da próstata, segundo um estudo americano. O trabalho concluiu que os homens que consumiam quantidades grandes de café tinham 60% menos riscos de apresentar tumores agressivos do que os que não bebiam café.

O café tem efeito sobre a forma como o corpo quebra as moléculas de açúcar e também sobre os índices dos hormônios sexuais, ambos fenômenos que já foram associados ao câncer da próstata em outros estudos.

A pesquisa, feita por especialistas da Harvard Medical School, foi apresentada durante uma conferência da American Association for Cancer Research.

"Poucos fatores ligados ao estilo de vida foram associados de forma consistente aos riscos de câncer na próstata, especialmente aos riscos de formas mais agressivas da doença, então será muito estimulante se esse vínculo for confirmado em outros estudos", disse Kathryn Wilson, uma das pesquisadoras.

Os pesquisadores não sabem ao certo que componentes do café poderiam ter esse efeito positivo. Entretanto, sabe-se que ele contém minerais e antioxidantes, que limitam danos aos tecidos causados pela liberação de energia nas células.

Mais Estudos

Os pesquisadores monitoraram o consumo de café em quase 50 mil homens a cada quatro anos entre 1986 e 2006. Eles ressaltam que mais pesquisas são necessárias antes que se tire qualquer conclusão sobre os efeitos benéficos do café.

Mas uma coisa é certa, disse Wilson: "Nossos resultados indicam que não há razão para deixar de beber café em função de preocupações sobre o câncer da próstata".

Comentando o novo estudo, uma representante da entidade beneficente The Prostate Cancer Charity, Helen Rippon, disse que pesquisas anteriores a respeito do efeito da bebidas cafeinadas sobre o câncer da próstata tiveram resultados ambíguos.

"Não recomendaríamos que homens adotem o hábito de beber muito café baseados nesse estudo, até porque o alto consumo de cafeína podem causar outros problemas à saúde".

"Por outro lado, os que já tomam regularmente uma xícara de café vão ficar aliviados em sabe que não precisam desistir do hábito por conta da próstata".

BBCBrasil

Robôs cuidam de plantação de verduras no deserto em Israel

sementes exóticas

A empresa israelense OrganiTech, de Haifa, desenvolveu um processo hi-tech para a produção de verduras em locais com pouco espaço e escassez de água e de mão-de-obra especializada.

São “plantações informatizadas” que utilizam a técnica da hidroponia (cultura feita em meio aquoso com nutrientes orgânicos), sob supervisão de robôs e computadores. Um contêiner de aço inoxidável ou alumínio funciona como estufa; computadores monitoram a temperatura, o nível de minerais da água e as condições climáticas; o plantio e a colheita são feitos por um robô computadorizado.

O robô pode monitorar, por exemplo, 500 pés de alface por dia num espaço de 12 x 2,5 metros. O ciclo de crescimento da verdura, que em plantações convencionais exige meses, nessas estufas se completa em apenas 40 dias. O processo também é ecologicamente correto, já que não utiliza agrotóxicos.

Por:Por Fernando Souza Filho -
PC Magazine

O fósforo na dieta e na suplementação dos bovinos leiteiros

O mineral mais importante na suplementação de bovinos em pastagens é o fósforo, sendo essencial como componente estrutural dos tecidos, fluidos e ativador de processos enzimáticos. Ele pode ser encontrado em diversas fontes como o fosfato bicálcico, fosfato de rocha, fosfato monoamônio e outros, sendo o fosfato bicálcico o mais utilizado e de maior biodisponibilidade.
A deficiência de fósforo é muito importante para bovinos, principalmente em relação àqueles mantidos em regime de campo. Extensas áreas com deficiência de P nas pastagens ocorrem em todo mundo e não há dúvida que essa deficiência é o distúrbio mineral mais comum e, também economicamente, mais importante afetando os herbívoros em regime de campo no Brasil.
Diversos alimentos podem ser utilizados na dieta do animal para atender as exigências de fósforo. Os teores em gramíneas forrageiras tropicais variam de 0,8 a 3 g de P/kg de matéria seca. Certamente, em termos de fósforo, tais níveis não permitem elevados desempenhos na ausência de suplementação com outras fontes de fósforo, entretanto, tem-se observado que em pastagens tropicais bem manejadas os teores de fósforo tendem a ser mais elevados (2 a 3g de P/kg de MS), o que reduz, mas não elimina a necessidade de fornecimento suplementar de fósforo.
Os componentes fosfatados nos suplementos minerais e nos concentrados utilizados em rações para gado de leite apresentam de uma maneira geral uma elevada disponibilidade de fósforo. Quando alimentos concentrados são incorporados na dieta em níveis de 10-20%, eles tendem quase sempre a atender ou até mesmo a superar as exigências de fósforo dos animais. Este efeito obviamente está vinculado ao tipo de alimento e aos fatores inerentes ao próprio animal.
Para as vacas em início de lactação, a elevada demanda por fósforo aumenta a absorção deste elemento no trato digestivo, ao mesmo tempo em que as exigências de cálcio repercutem na maior mobilização de fósforo a partir dos ossos.
Com o objetivo de assegurar um consumo adequado de fósforo no início da lactação (o pico no consumo de MS é posterior ao pico na produção de leite), as recomendações de fósforo são maiores nesta fase, o que pode gerar um excesso desse elemento no organismo do animal. Em outras palavras, é possível que no início da lactação os níveis de fósforo na dieta não precisem ser tão elevados, visto que o excedente não utilizado pelo animal seja excretado principalmente nas fezes e no leite e, em menor quantidade, na urina.
Solano Alex Oldoni – veterinário da Coamo em Toledo (Oeste do Paraná)

Governo quer acelerar produção nacional de fertilizantes

O Ministério de Minas e Energia, em conjunto com o Ministério da Agricultura a Civil, estudam medidas para acelerar a produção nacional de fertilizantes e acelerar a exploração das matérias-primas em solo nacional. A intenção é reduzir os preços dos insumos, que já aumentaram 300% nos últimos dois anos e estão pesando no bolso do produtor.

O deputado Luis Carlos Heinze, sub-relator da proposta de fiscalização e controle da Comissão de Agricultura, se reuniu com o diretor do Departamento Nacional de Produção Mineral, Miguel Antonio Nery, para discutir alternativas. O governo pretende pressionar as empresas que já estão com a concessão de minas e jazidas a começarem logo os trabalhos. O trabalho é para agilizar, no menor tempo possível, os trabalhos das empresas que já possuem a concessão e ainda não começaram a explorar os produtos.

O país importa atualmente quase 80% dos insumos e esta dependência impede que o Brasil influencie nos preços praticados no mercado mundial, que já aumentaram mais de 300% nos últimos anos.
O potássio foi a matéria-prima que mais subiu de preço. Segundo a cooperativa agrícola do Centro-Oeste, a tonelada do produto passou de US$ 140 para mais de US$ 850 nos últimos oito anos. E o problema é ainda maior, pois 90% do potássio consumido no Brasil é importado.

O país possui apenas uma reserva de potássio em funcionamento, que fica no Estado de Sergipe. Há outra ainda inexplorada na Amazônia.
A mineradora da reserva de sergipe já nos informou a possibilidade aumentar a produção do local e nós estamos estudando esta possibilidade. Existe ainda uma outra no seio da floresta amazônica e já começaram os estudos para avaliar a possibilidade de exploração do potassio no local – afirma Nery.

A Cultura da Cevada

A cevada foi o primeiro cereal plantado pelo homem. Na Antiguidade, já era usada para preparar o malte, utilizado na fabricação da cerveja. Também entrava como ingrediente básico do pão. É rica em fibras, proteínas, carboidratos e minerais, como cálcio, magnésio e fósforo.

A cevada é um cereal de inverno que ocupa a quinta posição, em ordem de importância econômica, no mundo. O grão é utilizado na industrialização de bebidas, cerveja e destilados, na composição de farinhas ou flocos para panificação, na produção de medicamentos e na formulação de produtos dietéticos e de sucedâneos de café.

A cevada é ainda empregada em alimentação animal como forragem verde e na fabricação de ração. No Brasil, a malteação é o principal uso econômico da cevada, já que o país produz apenas 30% da demanda da indústria cervejeira.O ciclo é aproximadamente de 100 a 140 dias, e porte herbáceo de 60 a 110 cm de altura.

A produção brasileira de CEVADA está concentrada na Região Sul, com registros de cultivo também nos estados de Goiás, de Minas Gerais e de São Paulo. Atualmente, a cevada é mais cultivada em mais de 140 mil hectares, e a produção é de aproximadamente 380 mil toneladas. Há três maltarias em atividade, instaladas no Rio Grande do Sul,Paraná e em São Paulo.

Clima, genética e manejo são fatores determinantes da produção de cevada com o padrão de qualidade para malteação, particularmente em relação ao poder germinativo, tamanho do grão e teor de proteínas e à sanidade de grãos.

Entre os principais países produtores da cevada estão:Rússia, Canadá, Ucrânia, Turquia, Espanha, Austrália, Marrocos, Estados Unidos da América.