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Agricultura orgânica sem agrotôxicos é sinônimo de produtos saudáveis

Os produtos orgânicos são cultivados sem o uso de agrotóxicos, adubos químicos e outras substâncias tóxicas e sintéticas. 

A ideia é evitar a contaminação dos alimentos ou do meio ambiente. O resultado desse processo são produtos mais saudáveis, nutritivos e com mais qualidade de produção, o que garante a saúde de sua família e a do Planeta.

A agricultura orgânica busca criar ecossistemas mais equilibrados, preservar a biodiversidade, os ciclos e as atividades biológicas do solo. Esta é a razão pela qual o agricultor orgânico não cultiva produtos transgênicos, pois ele não quer colocar em risco a diversidade de variedades que existem na natureza.

produtos organicos sem uso de agrotóxicos
Verduras, legumes, frutas, castanhas, carnes, pães, café, laticínios, sucos e outros produtos "in natura" e processados _ só podem ser considerados orgânicos se forem cultivados dentro de ambiente de plantio orgânico, respeitando todas as regras do setor.

O comércio de produtos orgânicos no Brasil, bem como no mundo, depende da relação de confiança entre produtores e consumidores e dos sistemas de controle de qualidade. As leis brasileiras abriram uma exceção à obrigatoriedade de certificação dos produtos orgânicos para agricultura familiar que hoje pode vender os orgânicos diretamente aos consumidores finais. Para isso, porém, os agricultores precisam estar vinculados a uma Organização de Controle Social - OCS.

Porquinho da Índia - origem e características dos roedores

O porquinho-da-índia doméstico tem origem desconhecida. Acredita-se que tenha sido domesticado na América do Sul desde os tempos pré-incas. 

Foram levados para Europa no século XVI, e durante os quatro séculos seguintes foram conservados na maioria dos países europeus e América do Norte como animais domésticos e foram usados como alimento nos países Mediterrâneos e na América do Norte.

O porquinho da índia é um animal muito dócil e amável e faz muito bem para a distração das crianças. Costumeiramente este bichinho  não morde a não ser que se sinta ameaçado por algum intruso.

Seu sentido mais apurado é a audição, muito mais apurada que a nossa. A visão desenvolveu-se de forma a distinguir bem os movimentos rápidos, já que as aves são uns dos seus principais predadores. 

O cheiro varia de porquinho para porquinho, enquanto uns conseguem cheirar à distância um bocadinho de legumes, outros nem debaixo do nariz distinguem o cheiro.
Para criar o porquinho é muito fácil porque os bichinhos são muito pequenos e se adaptam em pouco espaço. A começar pelo alojamento que de preferência é melhor usar uma gaiola em função de possuir uma boa ventilação que é de extrema importância aos animais.

O espaço escolhido deve ser o suficiente para que eles possam se movimentar livremente e para que os porquinhos possam brincar, uma vez que são de ótimo temperamento. Por isso é interessante ter no mínimo dois indivíduos para que possam fazer suas artes. Se não quiser que aumente tenha duas fêmeas.

Não se esqueçam dos recipientes especialmente feitos pra roedores que existem para vendas nas casas especializadas em produtos para agropecuária.


A alimentação se da à base de ração peletizada e para diversificar dê feno, capim, folhas como brócolis, espinafre e couve-flor. Evite ao máximo dar alface pois não faz bem ao seu intestino.

Curiosidades:

  • É importante que aguarde a fêmea ter três meses de vida para cruzar com um macho. E que nunca passe de sete meses para cruzar pela primeira vez.
  • Os porquinhos vivem de três a quatro anos de acordo com o tratamento que receberam ao longo da vida.
  • Os porquinhos não precisam tomar banho ao não ser que estejam com piolhos ou outras doenças. Neste caso o melhor  é seguir os cuidados do veterinário.
  • Os porquinhos saudáveis não passam doenças, porém se estiverem com salmonelose poderão passar aos seres humanos. Se estiverem doentes é melhor lavar bem as mãos quando fizer contato.
  • Eles somente poderão tomar sol nas primeiras horas do dia e ao entardecer para não desidratar.
  • A ração para coelhos é o ideal para os bichinhos, más não se esqueçam das verduras pois eles precisam de muita vitamina C.
Assistir o vídeo dos porquinhos da Índia do garoto Igor (Pais Ana e Lucas)




Cientistas criam cebola geneticamente modificada que não provoca lágrimas

Os cozinheiros de plantão tem motivos de sobra para comemorar. Afinal de contas os cientistas neo-zelandeses com a colaboração dos japoneses, anunciaram a descoberta de uma cebola geneticamente modificada (GM) incapaz de produzir lágrimas nos seres humanos.

A cebola que não deixa chorar deve demorar um pouco ainda para ser comercializada, porém tem sido muito comemorada pela equipe do cientista neo-zelandês Colin Eady, coordenador do projeto encabeçado pela empresa Crop&Food.

Conforme Eady disse à revista científica Growers of Biotechnology, as lágrimas provocadas por cebolas são uma espécie de mecanismo de defesa da planta. Ele explica que, quando uma cebola convencional é cortada ou ralada, aminoácidos sulfóxidos e enzimas são liberadas no ar. "A enzima transforma os aminoácidos sulfóxidos em vapor e este, em contato com os olhos dos seres humanos, provocam irritação e lágrimas", disse Eady, que "desligou" essa enzima na cebola GM.

A pesquisa acerca desta cebola começou com uma descoberta ocorrida no Japão. Cientistas daquele país foram os primeiros a identificar os genes da planta responsáveis pela produção das lágrimas nos humanos. Já na Nova Zelânda, os cientistas concluíram o trabalho de desligamento da enzima a estes genes.

Eady diz que, diferentemente de outros produtos geneticamente modificados, na cebola a enzima não é neutralizada pela adição de um gene ao genoma da planta. "Nesse caso, o gene foi silenciado pelo processo de RNA interferência e assim, os sulfóxidos não são convertidos em vapor", diz. "Ao desligar o gene do fator lacrimogêneo, impedimos a formação de enxofre, tornando-o assim disponível para ser transformado em outros compostos relacionados a saber ou propriedades nutritivas".

Quiabo de um metro atrai visitantes em propriedade rural em Cuiaba

O agricultor José Gomes de Alcântara de 71 anos possui uma pequena propriedade em Cuiabá e costumeiramente possui o hábito de cultivar sua hortaliças e  outras plantações.

Neste ano, uma das cercas da propriedade foi tomada por uma rama de quiabo gigante. De longe é possível ver que o tamanho do quiabo raro alcança um metro e destoa dos quiabos comercializados nos supermercados, que não chegam a ter 10 centímetros.

O senhor José afirma que conhecia a espécie há vários anos e encontrou sementes da hortaliça-fruto por acaso e passou a cultivá-la em casa. “Eu plantei e vi que quanto mais eu molhava, mais o quiabo ia crescendo feito pé de abóbora”, ressaltou.

O pé de quiabo é uma atração do sítio do idoso que tem recebido muitos visitantes.

Todos que visitam o sítio ficam espantados com o tamanho da hortaliça-fruto que segundo o professor universitário Mauro Mundin pertence a família da abóboras, pepinos e melão.

Robôs cuidam de plantação de verduras no deserto em Israel

sementes exóticas

A empresa israelense OrganiTech, de Haifa, desenvolveu um processo hi-tech para a produção de verduras em locais com pouco espaço e escassez de água e de mão-de-obra especializada.

São “plantações informatizadas” que utilizam a técnica da hidroponia (cultura feita em meio aquoso com nutrientes orgânicos), sob supervisão de robôs e computadores. Um contêiner de aço inoxidável ou alumínio funciona como estufa; computadores monitoram a temperatura, o nível de minerais da água e as condições climáticas; o plantio e a colheita são feitos por um robô computadorizado.

O robô pode monitorar, por exemplo, 500 pés de alface por dia num espaço de 12 x 2,5 metros. O ciclo de crescimento da verdura, que em plantações convencionais exige meses, nessas estufas se completa em apenas 40 dias. O processo também é ecologicamente correto, já que não utiliza agrotóxicos.

Por:Por Fernando Souza Filho -
PC Magazine