Mostrando postagens com marcador Ração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ração. Mostrar todas as postagens

Criação e consumo de marrecos cresce no Brasil


Cresce o consumo de marrecos no território brasileiro



Marrecos de Pequim

Dados revelam a origem da criação de marrecos Pequim a mais de 500 anos, nas regiões da capital chinesa, Pequim. O objetivo principal de criá-los era para limparem as plantações de arroz. Até serem descobertos como pratos de iguarias comestíveis pelos imperadores e autoridade de alta patente entre os anos de 1368 à 1644.

Na Europa os primeiros exemplares chegaram ha alguns séculos. Sendo apreciadas logo, pelos europeus. No continente americano, data de 1873 a chegada deles. Aqui, no Brasil é bem mais recente e a sua propagação tem sido rápida. Há estudos sobre o seu consumo, só perde para o frango em todo mundo. Sua carne têm se tornado uma fina iguaria para os gourmerts.

Marreco Mandarim

Os marrecos são animais muito rústicos, resistentes às doenças e que requerem instalações simples e de pouco custo, relativamente às destinadas à galinhas. Criar marrecos é, realmente, muito mais fácil do que criar galinhas.

São muito precoces e pesam bem mais do que os frangos da mesma idade. Além disso, ficam prontos para o mercado com mais rapidez. Com 60 dias, um marreco já está pronto para o corte.

Os marrecos comem mais do que os frangos mas, a rapidez com que já estão prontos e a diferença de produção superam e muito este fato. Os da raça Pekin, por exemplo, têm um desenvolvimento extraordinário pois, pesando na primeira semana, 86gr, na segunda já dobraram de peso, na quarta, já têm mais de 500gr, na sexta, 1,700gr, na sétima, 2kg, podendo, na oitava semana, atingir a 3kg, o que é realmente notável.

As raças de marrecos podem ser divididas em três grupos:

- para carne, entre as quais temos as de Pekin, a Aylesbury e a Rouen;

- para ovos existem a Campbell, a Orpington, e o corredor indiano. Originário da Índia Oriental. Especializada na produção de ovos. Há 3 variedades: amarelo-avermelhada e branca, a pintada e a branca. Têm o corpo comprido estreito e muito inclinado para trás, peito cheio e tarsos e dedos laranja.

- ornamentais, a raça anã (com ou sem topete), a pingüim, o marreco chato, canadense, marreco-da-carolina e mandarim.

Assuntos relacionados:
-A origem da avicultura

-Receita das carnes avícolas em 2009 já chega aos US$5,8 bi

-Ovos Especiais apresentam altos índices de ácidos graxos poliinsaturados

Avestruz:origem e características da maior ave do planeta


O avestruz é considerada a maior ave do planeta e tem como habitat natural as regiões leste e sul da África. 


avestruz a maior ave do planeta


São aves corredoras (atingem até 60 km/h), incapazes de voar, pois não possuem quilha sobre o esterno nem musculatura peitoral adequada para o vôo. Suas plumas também não possuem a típica estrutura interligada de penas de aves voadoras.

É uma ave de planície e prados abertos áridos e semi-áridos, mas se adapta a uma grande variedade de climas desde os invernos chuvosos e a neve na região do Cabo, até as condições extremamente quentes dos verões no deserto africano.

O avestruz possuem longas pernas, pés com dois dedos e, apenas um dedo com unha. Seus músculos mais importantes são os das pernas. Como em todas aves, o esôfago do avestruz está localizado no lado direito do pescoço, não possuem papo e sim um proventrículo grande e distensível, onde a água e o alimento volumoso são estocados e misturados com as excreções glandulares e um ventrículo (moela).

Possuem dois cecos e intestinos longos, que promovem a digestão bacteriana, e sua temperatura corpórea permanece entre 37,8o.C – 39o.C. Os avestruzes são estritamente bipodais (não podem se apoiar ou pular com uma perna, nem podem pular com as duas simultaneamente), atingem quando adultos a altura de 2,00m à 2,70m e pesam entre 150kg à 160kg.

Possuem dimorfismo sexual marcante que aparece a partir dos 18 meses de idade: os machos são pretos com a ponta das asas brancas e as fêmeas são cinza, não importando a raça. A vida reprodutiva das fêmeas tem início aos 24 meses e a dos machos a partir dos 30 meses, durando aproximadamente 40 anos.

São aves de vida longa, aproximadamente 70 anos. A estação reprodutiva dura em média 6 a 7 meses, sendo que no Brasil este período ocorre entre os meses de agosto a fevereiro. Geralmente a ave coloca um ovo a cada 48 horas (há alguns dias de intervalo e recomeça a postura). O período de incubação é de 42 dias, em média uma boa fêmea bota de 50 a 60 ovos por ano, algumas ultrapassam essa marca.

Raças


Blue Neck (pescoço azul) - habita o Nordeste africano, é a subespécie mais corpulenta, apresentando pele de um tom cinzento azulado.

Red Neck (pescoço vermelho) - habita o Quênia e parte da Tanzânia, é uma ave de corpo corpulento e apresenta a pele de um tom vermelho.

African Black - é um híbrido resultado do cruzamento entre subespécie da África do Sul e as subespécies do Nordeste da África, sendo normalmente a mais baixa de todas as subespécies. Possui como característica principal a qualidade de suas penas, superior em relação às outras subespécies.

A família Struthionidae apresenta um único gênero e uma espécie. Existem quatro subespécies selvagens de avestruz, cuja classificação é feita de acordo com o tamanho, plumagem, porosidade da casca dos ovos e outras diferentes características externas. As subespécies de avestruzes encontradas hoje são:

Avestruz da África do Norte, conhecido como “avestruz Mali”. É encontrado ao longo do continente africano, desde a Mauritânia até a Etiópia. São mais altos, com patas mais largas, apresentando o pescoço avermelhado, plumagem ondulada e de maior densidade, e na cabeça uma região nua. Os ovos são maiores e mais lisos que os das espécies da África do Sul.

Avestruz da África Oriental, conhecido como “avestruz Masai”. Encontrado principalmente na Tanzânia e Quênia. São ligeiramente maiores que os da África do Sul e possuem pescoço rosado, que se torna vermelho na época de reprodução.

Encontrado na Somália, Etiópia e Quênia, conhecido como “avestruz da Somália”. Menores que os da África do Sul, possuem uma região nua e córnea na cabeça. O pescoço e as pernas apresentam coloração cinza-azulada.

Avestruz da África do Sul, encontrado ao sul dos Rios Zambezi e Cunane. Apresentam o pescoço cinza-azulado e uma espécie de penugem na cabeça.


CARNE DE AVESTRUZ


carne de avestruz



A carne de avestruz é tão saborosa quanto um bom filet-mignon, não deixa nada a desejar aos tradicionais bifes de boi. É uma carne com baixos índices de calorias, colesterol e gorduras são inferiores ao da carne de frango e a de peru sem pele e com muitas proteínas. O avestruz é um animal tão precoce (abate aos 13 meses) que o produtor rural não precisa administrar hormônios, aditivos ou esteróides para eles, deixando sua carne totalmente natural.

Com a procura cada vez maior por alimentação saudável, aliada a altíssima produtividade de sua carne, o avestruz se posicionou como um ótimo produto e preços rentáveis ao produtor no mercado mundial. Para ressaltarmos o grau de aceitação dessa carne, vale lembrar que a rede Mc Donald's já oferece, em alguns países, o hambúrguer light, onde é utilizada a carne de avestruz.

O criador de avestruz também tem ótimos ganhos ao comercializar as plumas, os ossos do animal que podem ser utilizados na composição de rações, o óleo extraído da sua gordura que é utilizado na indústria de cosméticos e o couro do avestruz que tem grande aceitação no mercado mundial sendo o 2º mais caro do mundo só perdendo para o couro de crocodilo.

Rancho4s

Leia também:
►Criação e consumo de marrecos cresce no Brasil
►Abate de frango cresce no Paraná e oferta de carne de aves aumenta
►O Agronegôcio é uma atividade em expansão

Porquinho da Índia - origem e características dos roedores

O porquinho-da-índia doméstico tem origem desconhecida. Acredita-se que tenha sido domesticado na América do Sul desde os tempos pré-incas. 

Foram levados para Europa no século XVI, e durante os quatro séculos seguintes foram conservados na maioria dos países europeus e América do Norte como animais domésticos e foram usados como alimento nos países Mediterrâneos e na América do Norte.

O porquinho da índia é um animal muito dócil e amável e faz muito bem para a distração das crianças. Costumeiramente este bichinho  não morde a não ser que se sinta ameaçado por algum intruso.

Seu sentido mais apurado é a audição, muito mais apurada que a nossa. A visão desenvolveu-se de forma a distinguir bem os movimentos rápidos, já que as aves são uns dos seus principais predadores. 

O cheiro varia de porquinho para porquinho, enquanto uns conseguem cheirar à distância um bocadinho de legumes, outros nem debaixo do nariz distinguem o cheiro.
Para criar o porquinho é muito fácil porque os bichinhos são muito pequenos e se adaptam em pouco espaço. A começar pelo alojamento que de preferência é melhor usar uma gaiola em função de possuir uma boa ventilação que é de extrema importância aos animais.

O espaço escolhido deve ser o suficiente para que eles possam se movimentar livremente e para que os porquinhos possam brincar, uma vez que são de ótimo temperamento. Por isso é interessante ter no mínimo dois indivíduos para que possam fazer suas artes. Se não quiser que aumente tenha duas fêmeas.

Não se esqueçam dos recipientes especialmente feitos pra roedores que existem para vendas nas casas especializadas em produtos para agropecuária.


A alimentação se da à base de ração peletizada e para diversificar dê feno, capim, folhas como brócolis, espinafre e couve-flor. Evite ao máximo dar alface pois não faz bem ao seu intestino.

Curiosidades:

  • É importante que aguarde a fêmea ter três meses de vida para cruzar com um macho. E que nunca passe de sete meses para cruzar pela primeira vez.
  • Os porquinhos vivem de três a quatro anos de acordo com o tratamento que receberam ao longo da vida.
  • Os porquinhos não precisam tomar banho ao não ser que estejam com piolhos ou outras doenças. Neste caso o melhor  é seguir os cuidados do veterinário.
  • Os porquinhos saudáveis não passam doenças, porém se estiverem com salmonelose poderão passar aos seres humanos. Se estiverem doentes é melhor lavar bem as mãos quando fizer contato.
  • Eles somente poderão tomar sol nas primeiras horas do dia e ao entardecer para não desidratar.
  • A ração para coelhos é o ideal para os bichinhos, más não se esqueçam das verduras pois eles precisam de muita vitamina C.
Assistir o vídeo dos porquinhos da Índia do garoto Igor (Pais Ana e Lucas)




Nutrição animail: Coamo lança ração animal para seus cooperados

Rações e Concentrados Coamo. Está é a novidade que a Coamo Agroindustrial Cooperativa lançou para os seus cooperados recentemente, em todas as suas unidades nos estados no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. “Trata-se de um importante benefício para a melhoria do potencial produtivo na área de nutrição animal e vem ao encontro das necessidades do nosso quadro social”, informa o diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, que participou do lançamento em Campo Mourão. 

As rações e Concentrados com a marca Coamo em diversas espécies para bovinocultura de leite ou corte, piscicultura, suinocultura e avicultura, estão disponíveis a partir de hoje nas lojas da cooperativa e vem agregar o desenvolvimento das atividades dos cooperados com fornecimento de produtos com qualidade comprovada.

O médico veterinário do Detec da Coamo, Hérico Alexandre Rosseto, explica que as rações e concentrados Coamo são produzidos com o objetivo de alta performance e controle de qualidade. “As rações e concentrados Coamo foram elaboradas através de pesquisa fundamentada nas necessidades nutricionais de cada animal. Os ingredientes são preparados com qualidade avaliada para que possam dar o melhor aporte nutricional e desempenho para cada categoria animal”, esclarece.

Para o diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, a chegada do mais novo produto da cooperativa é motivo de satisfação para os produtores associados. “Hoje é um dia especial para a Coamo e seus cooperados. Trata-se um pedido do quadro social que passa a contar com rações e concentrados de qualidade”, explica Gallassini, informando que inicialmente, a produção será terceirizada, mas conforme a ampliação dos volumes no fornecimento, a cooperativa estudará a possibilidade de contar com uma fábrica própria de rações e concentrados.

Qualidade- Durante o lançamento oficial das rações Coamo em Campo Mourão, o cooperado Wilson Pereira de Godói foi o primeiro a receber o novo produto da Coamo. “É um orgulho e satisfação receber essa primeira unidade das rações Coamo, que é um produto que vem com a marca da nossa cooperativa, que é de confiança, credibilidade, por isso, temos a certeza de levar qualidade para nossa propriedade”, comemora Godói.

Suinocultura: Criadores de MG otimistas com alta dos preços

Os criadores de suínos em Minas Gerais estão otimistas com a alta do preço no mercado. O valor pago atualmente pelo quilo do animal vivo está 25% maior do que no mesmo período do ano passado.

Da granja do criador Paulo Veloso, em Carmo do Paranaíba, saem para o abate três mil porcos por mês. O seu Paulo contou que nos últimos três meses o custo de produção subiu. Como o preço do suíno também reagiu, ele está satisfeito.

Embora o custo de produção tenha aumentado nos últimos meses, o que está agradando aos suinocultores é o valor que recebem pelo quilo do suíno vivo, que atualmente é cerca de 25% a mais do recebiam no mesmo período do ano passado.

“O preço está bem melhor. No ano passado, nós trabalhamos com uma média de R$ 2,90 o preço de venda. Agora, já chegamos a R$ 3,40 o quilo”, disse Veloso.

De acordo com o presidente da Cooperativa dos Suinocultores de Patos de Minas, o setor vive um bom momento, principalmente, por causa da maior presença da carne de porco na mesa dos brasileiros. “A população está consumindo mais, a economia está pujante e isso está fazendo com que o preço se mantenha em patamares mais elevados”, explicou Cláudio Nasser.

Para o suinocultor Ricardo Bartolo, de Patrocínio, o atual momento da atividade é motivo de comemoração. “É um momento especial. O mercado reagiu. O mercado interno está muito fortalecido. Está muito bom. Isso tem dado para nós um fôlego que não esperávamos. O mercado realmente está muito bom”, avaliou.
No Sul do Brasil, a maior parte dos criadores trabalha no sistema de integração com os grandes frigoríficos.
Fonte: Globo Rural

CNA vai sugerir ao Ministério preço mínimo por cabeça de bovinos

A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) vai sugerir ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que o preço mínimo para a cabeça de gado seja de R$ 1,3 mil, independente da idade, raça ou tamanho do boi. A informação foi dada hoje a jornalistas pelo presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antenor Nogueira, após a participação de audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara.

Durante a audiência, Nogueira enfatizou por duas vezes que o setor de carne bovina está excluído da Política de Garantia do Preço Mínimo (PGPM) e que já solicitou encontro com o ministro para incluir a solicitação do setor antes do lançamento do Plano Agrícola e Pecuário, previsto para ser divulgado no dia 22 deste mês. "Peço aos senhores deputados que nos ajudem a incluir a carne no PGPM porque ficamos alheios", defendeu.

"A ave pode, o suíno pode e ninguém nos dá uma explicação técnica e plausível para o motivo de a carne bovina não poder (fazer parte do programa). O presidente do Fórum disse ainda estar confiante em ser recebido pelo ministro Stephanes nos próximos dias para discutir o tema.

Crise na Suinocultura faz produtores se reunirem com governo

Os produtores de suínos se reuniram neste mês de Agosto com representantes do governo para tentar encontrar saídas quem vem atingindo o setor a algum tempo.

Os produtores de suínos alegam que a crise econômica e financeira que atingiu todos os setores da economia não voltou a sua normalidade na suinocultura. O preço da carne de suínos caiu pela metade de Outubro de 2008 até hoje se estabilizou abaixo dos custos de produção.

Diante de tal crise para o setor faz-se necessário relações com os governantes afim de encontrar uma saída, explicou José Arnaldo Cardoso Penna, vice-presidente da Asemg (Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais), que representou o Estado durante as reuniões dos dias 18 e 25 de agosto solicitadas através da ABCS, em Brasília.

No dia 18 representantes dos 12 Estados que integram o quadro de afiliados à Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) entregaram ao Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Dr. Reinhold Stephanes, documento reivindicando apoio oficial nas seguintes propostas: renegociação das dívidas dos produtores de suínos, nova linha de crédito para retenção de matrizes e inclusão da suinocultura no programa de garantia de preços mínimos do Governo Federal. “Entendemos a atividade de criação de suínos como elo de uma complexa cadeia produtiva e não se furtam à parte do esforço conjunto que deve ser feito para superar as dificuldades do momento” comentou Irineu Wessler, presidente da ABCS.

No dia 25 foi a vez dos suinocultores irem à Câmara dos Deputados discutirem, durante audiência pública, os interesses dos produtores frente a criação da empresa Brasil Foods (BRF) resultado da fusão Sadia e Perdigão. Estavam presentes no debate o gerente do departamento de acompanhamento e Gestão da carteira da área de mercado de capitais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), André Mendes; o conselheiro relator do processo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), Paulo Furquim; o presidente da Perdigão, José Antônio Prado Fay; o diretor-presidente da Sadia, Gilberto Tomazoni; o presidente do Sindicato dos Avicultores do Distrito Federal, Luiz Gonzaga Rodrigues Lopes, e o conselheiro para mercado da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Rubens Valentini.

Cada participante do processo teve direito a uma apresentação para a defesa dos seus interesses. O representante dos produtores de suínos, Rubens Valentini, apoiado por suinocultores de diversos Estados do país, também presentes, falou da importante relação de integrados com integradoras, sejam eles de suínos ou de aves. Um dos pleitos citados por Valentim, que entrará como terceira interessada no processo no CADE, é discutir as práticas de definição de preços, inclusive no mercado dos insumos. Outra preocupação apontada foi a relação aos contratos de integração. “Precisa-se construir uma lei que consiga ser benéfica a toda a cadeia”, disse.

Para o vice-presidente da Asemg uma negociação nessas proporções tem impacto sobre milhares de produtores que trabalham com frango, suínos e leite. “Ainda não há uma legislação específica que proteja essa relação. A fusão trará um grande impacto sobre milhares de trabalhadores nas fábricas, no mercado de alimentos no Brasil e na concorrência no setor”, completou.

Fica a critério do CADE os pontos a serem considerados ou impostos no processo de fusão. Como principal conquista já alcançada dos produtores, requerido pelo deputado Assis do Couto, será criada uma sub-comissão dentro da Comissão da Agricultura para acompanhar o projeto de lei 4.378 de 1998, que regulamentará as relações de integração.
Fator Brasil

Cortador de pelos

Smithfield realiza testes em suínos do México

Smithfield Foods, maior empresa produtora e processadora de carne suína do mundo, entregou para análise do governo mexicano, no domingo, amostras colhidas em uma granja de suínos da empresa, para confirmar que os animais não estão infectados pelo vírus da gripe A H1N1
Em uma carta aos trabalhadores, na semana passada, a empresa informou que contratou um laboratório independente para realizar testes adicionais sobre a presença do vírus A H1N1 na granja do México. As inspeções iniciais realizadas por funcionários da empresa e agentes de saúde internacionais não encontraram nenhum indício da doença.

Autoridades do governo mexicano autoridades vão realizar novos testes, incluindo o seqüenciamento genético para verificar se há presença de qualquer mutação do vírus. Os testes devem levar até 12 dias para ficarem prontos. "Os resultados nos permitem concluir com certeza que o vírus A (H1N1) não está presente nas granjas da empresa", afirmou Keira Ullrich, gerente de relações da Smithfield Foods.
Fonte : Redação PorkWorld

Realize suas fantasias!



Digite seu email e receba as notícias da roça:

O fósforo na dieta e na suplementação dos bovinos leiteiros

O mineral mais importante na suplementação de bovinos em pastagens é o fósforo, sendo essencial como componente estrutural dos tecidos, fluidos e ativador de processos enzimáticos. Ele pode ser encontrado em diversas fontes como o fosfato bicálcico, fosfato de rocha, fosfato monoamônio e outros, sendo o fosfato bicálcico o mais utilizado e de maior biodisponibilidade.
A deficiência de fósforo é muito importante para bovinos, principalmente em relação àqueles mantidos em regime de campo. Extensas áreas com deficiência de P nas pastagens ocorrem em todo mundo e não há dúvida que essa deficiência é o distúrbio mineral mais comum e, também economicamente, mais importante afetando os herbívoros em regime de campo no Brasil.
Diversos alimentos podem ser utilizados na dieta do animal para atender as exigências de fósforo. Os teores em gramíneas forrageiras tropicais variam de 0,8 a 3 g de P/kg de matéria seca. Certamente, em termos de fósforo, tais níveis não permitem elevados desempenhos na ausência de suplementação com outras fontes de fósforo, entretanto, tem-se observado que em pastagens tropicais bem manejadas os teores de fósforo tendem a ser mais elevados (2 a 3g de P/kg de MS), o que reduz, mas não elimina a necessidade de fornecimento suplementar de fósforo.
Os componentes fosfatados nos suplementos minerais e nos concentrados utilizados em rações para gado de leite apresentam de uma maneira geral uma elevada disponibilidade de fósforo. Quando alimentos concentrados são incorporados na dieta em níveis de 10-20%, eles tendem quase sempre a atender ou até mesmo a superar as exigências de fósforo dos animais. Este efeito obviamente está vinculado ao tipo de alimento e aos fatores inerentes ao próprio animal.
Para as vacas em início de lactação, a elevada demanda por fósforo aumenta a absorção deste elemento no trato digestivo, ao mesmo tempo em que as exigências de cálcio repercutem na maior mobilização de fósforo a partir dos ossos.
Com o objetivo de assegurar um consumo adequado de fósforo no início da lactação (o pico no consumo de MS é posterior ao pico na produção de leite), as recomendações de fósforo são maiores nesta fase, o que pode gerar um excesso desse elemento no organismo do animal. Em outras palavras, é possível que no início da lactação os níveis de fósforo na dieta não precisem ser tão elevados, visto que o excedente não utilizado pelo animal seja excretado principalmente nas fezes e no leite e, em menor quantidade, na urina.
Solano Alex Oldoni – veterinário da Coamo em Toledo (Oeste do Paraná)

Principais raças de suínos e sua origem

Duroc - Raça Suina

O Duroc foi a primeira raça de suínos a ser introduzida no país e, portanto, a que iniciou o melhoramento e a tecnificação da suinocultura brasileira. A rusticidade e a fácil adaptação a todas as regiões do país, fizeram com que seu uso em cruzamentos industriais propiciasse uma melhoria na qualidade da carne das raças brancas.

Já foi a raça mais registrada no PBB, hoje participa com 1,94% do total emitido no país, com previsão de manter esta participação.


Large White - Raça Suína

No registro genealógico, participou com 22,55% em 1998, passando a ocupar o primeiro lugar na composição do rebanho das granjas produtoras de animais puros de origem. Das raças puras criadas, foi última a ser introduzida no país, no início da década de 1970 e, pelo desempenho apresentado, vem aumentando anualmente a sua participação. A raça é muito utilizada na produção de híbridos e se caracteriza pela sua prolificidade. Origem: Inglaterra Pelagem: Branca.


Pietrain - Raça Suína


É uma raça que possui uma excelente massa muscular, sendo muito utilizada em cruzamentos. Nos últimos anos tem sido importado suínos e sêmen da Inglaterra, Alemanha e França. Apresenta como principais características, ótimos pernis, menor camada de gordura e muito boa para cruzamentos. Tem aumentado sua participação no registro genealógico, este ano com 3,42% do total registrado. Origem: Bélgica Pelagem: Branca com manchas pretas (oveira)


Hampshire - Raça Suína

É uma raça que se caracteriza pela qualidade de carcaça, rusticidade e pela preferência dos criadores em usá-la nos cruzamentos. Participou com 0,18% no registro genealógico. É uma raça que tem tido um desempenho negativo no registro genealógico nos últimos 5 anos. Origem: E. U. A. Pelagem: Preta com faixas brancas nas cruzes e membros anteriores.


Moura - Raça Suína


É uma raça nativa, há muito tempo criada no país, no entanto, somente em 26 de abril de 1990, foi aprovada pelo MA e registrada no livro do PBB, como cadastro inicial. De 1990 a 1995, foram registrados na ABCS, 1.668 suínos, no estado do Paraná. É uma raça que está disseminada principalmente nos estados do sul do país. Suas principais características são, a prolificidade, comprimento e rusticidade. Nos últimos 4 anos não houve registro genealógico da raça. Origem: Brasil (RS, SC e PR) Pelagem: Preta entremeada de pelos brancos (Tordilho).


Wessex - Raça Suína


Foi uma raça preferida pelas granjas que utilizavam o sistema de produção extensivo ou criação ao ar livre. Como este sistema é pouco utilizado no Brasil, os registros vem diminuindo. Apresenta como principais características, a prolificidade, rusticidade e habilidade materna. Em 1998 não emitiu nenhum registro genealógico e a tendência é de que seja extinta ou substituída por outra raça mais moderna. Origem: Inglaterra. Pelagem: Preta com faixas brancas nas cruzes e membros anteriores .


Landrace - Raça Suína


Em 1998, a raça Landrace participou com 15,47% dos registros PO emitidos no país, ficando atrás apenas da raça Large White. Suas características básicas são prolificidade, habilidade materna e desempenho, é muito utilizada nos programas de produção de híbridos.


Piau - Raça Suína


Foi a primeira raça nativa a ser registrada no livro do PBB, em 1989, em caráter de cadastro inicial, de acordo com a aprovação do MA, em 28 de setembro de 1986. De 1989 a 1995, já foram registrados na ABCS, 1.250 suínos nos estados do RS, SC e PR. É uma raça que se caracteriza pela sua rusticidade. Nos 4 últimos anos não houve registro genealógico da raça. Origem: Brasil (GO, MG e SP) Pelagem: Oveira Branca-creme, com manchas pretas)

Abate de frango cresce no Paraná e oferta de carne de aves aumenta

O abate de frango de corte no Brasil no primeiro trimestre do ano registrou alta de 12,2% comparado com o mesmo período do ano passado. Pelos resultados, a carne de frango foi a que teve a maior alta no número de abates, comparada com a carne bovina e suína.No mesmo período, o abate de boi gordo apresentou queda de 10,1% e o abate de suínos teve crescimento de 2,7%.

Segundo o levantamento do IBGE, nos primeiros três meses deste ano o abate de frango atingiu 1.184 bilhão de cabeças. O Paraná principal produtor nacional de carne de frango respondeu por 22,95% da produção avícola brasileira.

No primeiro trimestre do ano o estado abateu 301.392.830 cabeças, registrando um crescimento de 9,82% comparado ao desempenho paranaense no primeiro trimestre de 2007.

A Cultura da Cevada

A cevada foi o primeiro cereal plantado pelo homem. Na Antiguidade, já era usada para preparar o malte, utilizado na fabricação da cerveja. Também entrava como ingrediente básico do pão. É rica em fibras, proteínas, carboidratos e minerais, como cálcio, magnésio e fósforo.

A cevada é um cereal de inverno que ocupa a quinta posição, em ordem de importância econômica, no mundo. O grão é utilizado na industrialização de bebidas, cerveja e destilados, na composição de farinhas ou flocos para panificação, na produção de medicamentos e na formulação de produtos dietéticos e de sucedâneos de café.

A cevada é ainda empregada em alimentação animal como forragem verde e na fabricação de ração. No Brasil, a malteação é o principal uso econômico da cevada, já que o país produz apenas 30% da demanda da indústria cervejeira.O ciclo é aproximadamente de 100 a 140 dias, e porte herbáceo de 60 a 110 cm de altura.

A produção brasileira de CEVADA está concentrada na Região Sul, com registros de cultivo também nos estados de Goiás, de Minas Gerais e de São Paulo. Atualmente, a cevada é mais cultivada em mais de 140 mil hectares, e a produção é de aproximadamente 380 mil toneladas. Há três maltarias em atividade, instaladas no Rio Grande do Sul,Paraná e em São Paulo.

Clima, genética e manejo são fatores determinantes da produção de cevada com o padrão de qualidade para malteação, particularmente em relação ao poder germinativo, tamanho do grão e teor de proteínas e à sanidade de grãos.

Entre os principais países produtores da cevada estão:Rússia, Canadá, Ucrânia, Turquia, Espanha, Austrália, Marrocos, Estados Unidos da América.