Mostrando postagens com marcador Comércio Exterior. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comércio Exterior. Mostrar todas as postagens

Jacu Bird Coffee - O café mais caro do mundo é encontrado nas fezes do Jacu

Para os amantes do café que gostam de apreciar e discutir o aroma desta bebida saborosa, agora tem um motivo a mais para ser reunir nos pontos de encontro e dar opinião sobre o famoso café "Jacu Bird Coffee" ou o café do Jacu brasileiro.

A grande descoberta deste tipo de café vem do povoado de Sumatra na Indonésia onde existe o café mais caro do mundo o "Kopi Luwak". Nas lavouras de café onde os grãos são cultivados existem os gatos de algalha. Esses gatos comem os grãos, ingerem e depois defecam. Os aldeões coletam e processam as fezes. É a combinação de grãos e sucos gástricos destes gatos que dá ao Kopi Luwak o sabor e aroma que não se compara.

Gatos de algalha ou Kopi Luwak que da sabor e aroma ao café
Agora estas novidade vem sendo empregada no Brasil especialmente no estado do Espírito Santo na região de Venda Nova do Imigrantes na fazenda Camocim. A fazenda de tem aproximadamente 300 ha entre produção de café e eucalíptos. A diferença básica é o processo do animal. O gato de Sumatra faz uma digestão mais lenta, é um mamífero. O jacu uma ave, tem uma digestão muito mais rápida.

Como aqui no brasil não tem os gatos de algalha, quem processa o café para deixa-lo saboroso é o Jacu. O jacu vem de manhã cedo ou madrugada, come o café, que passa por um processo no intestino, depois defeca os mesmos debaixo dos pés de café. O trabalhador com muito cuidado para não deixar nada para trás, passa a recolher em meio dos cafezais os dejetos que valem ouro que o jacu deposita. Posteriormente são devidamente higienizados e torrados e os grãos viram o café mais caro do mundo.

Com o nome inglês de “Jacu Bird Coffee”, Henrique Slope, proprietário da Fazenda Camocim, está levando para o mundo inteiro este café.



O Jacu-coffe só é servido em determinadas cafeterias de Tóquio, Londres, Los Angeles e São Francisco. A produção da Camocim ainda é pequena e tudo que produz tem consumo certo. No Brasil é possível encontrar e saborear o Jacu Bird Coffee na rede Suplicy de Cafés Especiais, chegando a custar em torno de R$2.400,00 o kilo. Uma xícara deste café especial custa em torno de R$14,00.



AGRICULTURA: dólar preocupa mas juros e rating podem atrair investimentos

O setor fabricante de máquinas agrícolas começa a traçar estratégias para atuar com a taxa cambial de hoje. Nesta terça-feira, o dólar é cotado a R$ 1,939, em mais um dia de desvalorização. O diretor de Marketing da John Deere, Paulo Herrmann, que concedeu entrevista há pouco à Agência SAFRAS em Porto Alegre, afirma que a empresa já está trabalhando com o piso de R$ 1,90.

"A oscilação depende de uma série de fatores, ficando difícil projetar um rumo certo para a moeda norte-americana", acrescenta.

Apesar do dólar deprimido, o mercado de máquinas poderá se beneficiar das taxas de juros mais baixas e da melhora da classificação de investidores do Brasil (rating). "Estes fatores devem atrair maiores investimentos ao país", prevê. Por isso, o dirigente acredita que a John Deere sofrerá menos com o dólar fraco. Além disso, muitos componentes usados na fabricação de tratores e colheitadeiras são importados, o que pode baixar os custos de produção.

Atualmente, a fábrica utiliza de 20% a 30% de peças vindas do exterior, sendo possível elevar um pouco agora em virtude do câmbio. "Entretanto, cabe ressaltar que não podemos aumentar muito as importações de componentes, pois temos compromisso com fornecedores nacionais, onde a peça chave do negócio é confiança", adverte Herrmann. Lembra ainda que, para poder usufruir das linhas de crédito do Governo Federal para a aquisição de maquinas agrícolas, o marca preciso utilizar no mínimo 60% de peças nacionais.

Mas não há dúvida que a moeda norte-americana está prejudicando as exportações de máquinas agrícolas. "Nosso produto se torna mais caro, dificultando a concorrência", explica o diretor. A maior queda de vendas do setor foi para os Estados Unidos. Especificamente em relação a John Deere, foram afetadas vendas para alguns países da Europa.

Mas nem tudo é preocupação. Um dos principais destinos da marca, a Argentina, não deve ter os negócios afetados. "Isso porque o nosso país vizinho está meio imune aos problemas brasileiros", comenta o dirigente. "Lá, o câmbio está estável, em R$ 3,00 o peso. Não há ferrugem asiática, possuem uma logística fantástica e estão aproveitando a elevação dos preços agrícolas", enumera, explicando o porque da boa demanda.
Por Rodrigo Ramos / rodrigo@safras.com.br

Lucro da SLC Agrícola cresce 40,3% no segundo trimestre 2011

A SLC Agrícola, uma das maiores empresas produtoras de grãos e fibras do país, teve no segundo trimestre de 2011 um lucro de R$ 42,001 milhões, 40,3% maior do que os R$ 29,949 milhões registrados em igual intervalo de 2010.

O desempenho foi impactado, principalmente, pela variação positiva no resultado financeiro líquido, de R$ 25,409 milhões no período. No acumulado do ano, o resultado líquido subiu para R$ 64,38 milhões, 117,4% superior ao lucro de igual semestre do ano passado. No trimestre, a receita líquida cresceu 1,8% para R$ 210,104 milhões e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recuou 9,3% para R$ 68,466 milhões, na comparação com o segundo trimestre de 2010.

A margem Ebitda caiu 4 pontos percentuais para 32,6%. De acordo com informações da empresa, a menor geração de caixa no período se deveu, entre outras razões, ao atraso na colheita de algodão que se refletiu numa área de colheita menor no intervalo que compreendeu o segundo trimestre deste ano na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Por isso, a receita com venda de algodão no trimestre foi 15,1% menor (R$ 119,357 milhões).

A dívida líquida da SLC Agrícola cresceu 17,7% no trimestre para R$ 419,95 milhões. Isso porque o caixa gerado no período não suficiente para compensar os desembolsos de investimentos e aquisições de insumos no trimestre, segundo a empresa.
(Fabiana Batista - Valor on line)

Petrobras é nona maior empresa do mundo, diz estudo

O Brasil e os demais Brics (Rússia, Índia e China) aumentaram seu papel nos mercados globais de ações e, em 2009, 18 empresas desses países entraram na lista das cem maiores do mundo. De acordo com estudo divulgado nesta sexta, dia 8, pela consultoria Ernst & Young, a Petrobras aparece em novo lugar no ranking, com US$ 199,245 bilhões em valor de mercado.

Em 2008, apenas 11 empresas desses países integravam o ranking de cem companhias. No topo da lista mais recente aparece a Petrochina, com valor de mercado de US$ 353,174 bilhões.

— Os investidores claramente concordam que a próxima década pertencerá às economias emergentes. Enquanto as nações industrializadas vão continuar sofrendo as consequências da crise financeira por um longo período adiante, a importância dos mercados emergentes está crescendo rapidamente — afirmou em nota a consultoria.

Além da Petrobras, outras empresas brasileiras integram o ranking, com a Vale em 33º lugar (US$ 143,622 bilhões de valor de mercado), o Itaú em 59º (US$ 90,101 bilhões) e o Bradesco em 97º (US$ 59,351 bilhões). Entre as dez maiores empresas em valor de mercado do mundo, três são do setor de energia. Além da Petrochina e da Petrobras, aparece a Exxon Mobil, em segundo lugar, com US$ 323,717 bilhões.

Em relação aos países, os Estados Unidos dominam a lista com quatro empresas: Exxon, Microsoft (em terceiro lugar, com US$ 270,636 bilhões), Walmart Stores (em quinto, com US$ 203,654 bilhões) e o Google (em décimo, com US$ 196,701 bilhões). A China conta com três empresas entre as dez maiores, incluindo o Industrial & Commercial Bank of China, em quarto lugar, com US$ 268,955 bilhões, e o China Construction Bank, em sexto lugar, com US$ 201,455 bilhões.

A mineradora australiana BHP Billiton aparece na sétima colocação, com US$ 201,166 bilhões. A outra empresa que completa a lista das dez maiores é o HSBC, em oitavo lugar, com US$ 199,249 bilhões em valor de mercado no fim de 2009.

Juntas, as dez empresas mais valiosas do mundo equivalem a US$ 2,4 trilhões, segundo a Ernst & Young. Em 2008, esse valor combinado era de US$ 1,8 trilhão. Já o valor de mercado das cem empresas mais valiosas subiu de 9,3 trilhões para US$ 11,9 trilhões.

CanalRural

Brasil aumenta exportação de flores conforme dados do Instituto Brasileiro de Floricultura

Coração de Rosas

O Brasil está ajudando o mundo a ficar cada vez mais florido. É o que mostram os números de exportações do setor de floricultura: de janeiro a setembro, a receita das vendas externas chegaram a US$ 24,2 milhões - pouco menos do que o país exportou durante o ano de 2005 inteiro, US$ 25,7 milhões. Olhando de uma perspectiva maior, o setor de comercialização de flores vem crescendo já há alguns anos. As informações são do Portal do Agronegócio.

De 2000 para cá, houve um crescimento nas exportações de 515%. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor).

Segundo o Ibraflor, a expectativa é de que em 2008 o setor atinja os US$ 80 milhões em embarques.

Os dados do instituto mostram que o principal tipo de produto exportado são as mudas de plantas ornamentais. No primeiro semestre, as exportações das mudas representaram 53,49% do total exportado, somando US$ 8,072 milhões.

As flores e botões de corte frescos representaram apenas 10,12% das exportações do primeiro semestre. Embora ainda seja pequeno, é um setor que tende a ser cada vez mais exportado. Alagoas é um exemplo de exportador de flores tropicais em buquê. Toda semana, são exportados 1,5 mil buquês para supermercados na França e na Suíça.

Hoje, o Brasil exporta para 30 destinos, sendo a Holanda o maior comprador. Os Estados Unidos vêm em segundo lugar no ranking dos importadores. Itália, Canadá, Espanha, Alemanha e México são alguns dos outros compradores. "Ainda há muitos mercados para se explorar, entre eles, os países árabes", diz Léa Lagares, coordenadora nacional de floricultura do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). "Inclusive, estamos abertos a parcerias para atingir esse mercado específico".
Paisagismo Brasil

Exportações crescem acima de 81% no ano em Sorriso

As exportações de diferentes produtos para o mercado internacional cresceram 81,72% entre janeiro a julho no comparativo com o mesmo período do ano passado. Os embarques avançaram de US$ 180,1 milhões para US$ 327,3 milhões conforme dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No desempenho individual de julho as vendas foram 16% menores.

O agronegócio principal base econômica do município despontou. Somente de grãos de soja foram exportados US$ 303,3 milhões, um crescimento de 91% se levado em conta o volume negociado até julho de 2008 (US$ 158,7 milhões). De milho em grão foram comercializados US$ 21,4 milhões. De madeiras não coníferas, US$ 1 milhão.

Na relação citada pelo ministério aparecem ainda o algodão simplesmente debulhado, não cardado, nem penteado (US$ 745,8 mil), portas, caixilhos, alizares e soleiras de madeira (US$ 496,7 mil), outras madeiras serradas/cortadas em folhas com espessura superior a seis milímetros (US$ 370,3 mil).

O principal mercado consumidor foi a China. Somente o país importou US$ 170,6 milhões em mercadoria. Já a Espanha, outros US$ 48,6 milhões e a Holanda, US$ 37,9 milhões.
Brazsoft

A exportação pode ser caracterizada como 'direta' e 'indireta'. A exportação direta ocorre quando a própria empresa faz a exportação, sem a utilização de intermediários no processo de introdução do produto no mercado-alvo.

Exportação indireta trata-se de uma alternativa disponível para empresas que desejam iniciar seu processo de internacionalização, porém não possuem experiência suficiente para fazê-lo de forma independente.

A primeira Exportação a Gente Nunca Esquece

Abate de frango cresce no Paraná e oferta de carne de aves aumenta

O abate de frango de corte no Brasil no primeiro trimestre do ano registrou alta de 12,2% comparado com o mesmo período do ano passado. Pelos resultados, a carne de frango foi a que teve a maior alta no número de abates, comparada com a carne bovina e suína.No mesmo período, o abate de boi gordo apresentou queda de 10,1% e o abate de suínos teve crescimento de 2,7%.

Segundo o levantamento do IBGE, nos primeiros três meses deste ano o abate de frango atingiu 1.184 bilhão de cabeças. O Paraná principal produtor nacional de carne de frango respondeu por 22,95% da produção avícola brasileira.

No primeiro trimestre do ano o estado abateu 301.392.830 cabeças, registrando um crescimento de 9,82% comparado ao desempenho paranaense no primeiro trimestre de 2007.

O Agronegôcio é Uma Atividade em Expansão

O agronegócio brasileiro é uma atividade próspera, segura e rentável. Com um clima diversificado, chuvas regulares, energia solar abundante e quase 13% de toda a água doce disponível no planeta, o Brasil tem 388 milhões de hectares de terras agricultáveis férteis e de alta produtividade, dos quais 90 milhões ainda não foram explorados.

Esses fatores fazem do país um lugar de vocação natural para a agropecuária e todos os negócios relacionados à suas cadeias produtivas. O agronegócio é hoje a principal locomotiva da economia brasileira e responde por um em cada três reais gerados no país.

O Brasil é um dos líderes mundiais na produção e exportação de vários produtos agropecuários, como o café, açúcar, álcool e sucos de frutas, soja, carne bovina, carne de frango, tabaco, couro e calçados de couro. As projeções indicam que o país também será, em pouco tempo, o principal pólo mundial de produção de algodão e biocombustíveis, feitos a partir de cana-de-açúcar e óleos vegetais.

Milho, arroz, frutas frescas, cacau, castanhas, nozes, além de suínos e pescados, são destaques no agronegócio brasileiro, que emprega atualmente 17,7 milhões de trabalhadores somente no campo.