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Sindicato alerta funcionários da Indústrias frigoríficas do PR do risco de LER

Os riscos de mutilações e lesões por esforços repetitivos (LER) envolvendo trabalhadores nas indústrias frigoríficas é tema hoje de uma mobilização junto a empresas do ramo de abate de aves na região.

Por volta das 4 horas, membros do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Arapongas (Sitiaar), com apoio da Federação dos Trabalhadores dos Alimentos do Paraná (FTIA), iriam começar a abordar funcionários da Frango a Gosto. “Nosso objetivo é alertá-los sobre a pausa de 10 minutos que devem fazer quando a Norma Regulamentadora voltada ao setor valer”, diz o secretário de finanças do Sitiaar, Aparecido Pinheiro Barbosa.

Ele afirma que informativos sobre a Norma Regulamentadora, ainda em fase de consulta pública, seriam entregues aos trabalhadores antes de sua entrada no frigorífico. A ação deve se repetir à tarde, após às 14 horas, na empresa Jandelle, em Rolândia.

Ontem (26), a categoria já havia feito uma atividade semelhante em Jacarezinho. “Estamos debatendo esta questão dos acidentes faz tempo. Sabemos que os casos de afastamento por lesões são grandes, mas não temos números sobre eles”, relata Barbosa. De acordo com ele, funcionários que atuam em áreas como desossa e desvisceração de aves são os mais atingidos por lesões no trabalho.

Galinha Caipira: viabilidade e baixo custo para agricultura familiar

A avicultura já demonstrou ser uma excelente alternativa para geração de renda no campo, principalmente para agricultores que contam apenas com a mão de obra de suas famílias para trabalhar na propriedade.

Com o objetivo de capacitar esses agricultores, a Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater) promoveu, no município de Cacaulândia, a 255 quilômetros de Porto Velho, um curso básico sobre avicultura familiar. O curso foi realizado na sede da Associação dos Produtores Rurais do Cunha do Marechal (Asprocum), na Linha C-3, Travessão B-8 e contou com a participação de 18 agricultores familiares.

A Avicultura familiar é uma atividade produtiva que oferece grande oportunidade a pequenos agricultores. Por ter como característica básica a utilização de mão de obra familiar e utilização de pequenas áreas para a criação de frangos e/ou galinhas, torna-se uma atividade promissora, desde que administrada sob o rigoroso controle dos conceitos: sustentabilidade, sanidade e manejo.

Outra vantagem para quem quer investir na criação de aves é a oferta do produto que hoje se apresenta menor do que a demanda. “Através do curso procuramos incentivar a criação de galinha caipira com o intuito de garantir um canal de comercialização e promover o aumento da renda familiar”, diz o médico veterinário da Emater, Matheus Folador.

As galinhas caipiras normalmente não têm raça definida. Elas são resultado do cruzamento entre várias raças e sua criação atrai o agricultor por não necessitarem de cuidados específicos e serem resistentes às doenças.

Através do curso oferecido pela Emater os agricultores foram orientados sobre a escolha das raças tipicamente caipiras e sua reprodução, manejo e sanidade; alimentação das aves a pasto; agroindustrialização e comercialização. “O objetivo foi capacitá-los para que eles possam desenvolver a prática da avicultura familiar como fator de geração de renda e criação de mais empregos”, explica o técnico agropecuário da Emater, José Antônio da Luz.

Os agricultores tiveram a oportunidade ainda, de visitar indústrias que comercializam aves em Rondônia. No município de Espigão do Oeste, eles conheceram a Granja Globo Aves, que trabalha no sistema de criação convencional (industrial) e produz em grande escala. Em Cacaulândia o grupo visitou a Agroindústria Abatedouro Oliveira, de propriedade da agricultora Cássia Falcão, que cria, abate e comercializa o frango caipira.

Para os extensionistas que organizaram o curso “a avicultura familiar é uma ótima opção para produzir alimentos de alto valor nutritivo (carne e ovos), com baixo custo, aproveitando restos de alimentos existentes na propriedade”.

Frango para exportação fechou 2010 com preço histórico

Tudo indica, porém, que o processo ainda não se encerrou. Pois em dezembro o produto in natura exportado teve nova valorização – de praticamente 16% sobre dezembro de 2009 e de 2,5% sobre o mês anterior, novembro de 2010.

Este último índice (+2,5%) é aparentemente baixo, mas foi o segundo maior do ano. Além disso, fez com que no bimestre final de 2010 o preço médio da carne de frango in natura exportada pelo Brasil apresentasse uma valorização superior a 11%, fato raro na história do setor.

Porém, o principal resultado dessa valorização é o retorno dos preços alcançados à fase pré-crise econômica, ocasião em que se registraram os melhores preços de todos os tempos.

Sob esse aspecto, aliás, o preço médio registrado em dezembro (US$1.860,99 por tonelada) foi o quinto melhor já registrado pela carne de frango in natura brasileira em toda a história das exportações do produto, ficando aquém, apenas, daqueles alcançados no quadrimestre julho-outubro de 2008.

Mesmo assim a distância em relação ao valor recorde não é muito grande. O preço médio de dezembro correspondeu a 91% do valor registrado em agosto de 2008 – US$2.040,65 por tonelada exportada.
Avisite



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Grupo deve investir R$ 30 milhões para implantar granja de postura de ovos


Um grupo empresarial com sede em Bastos, São Paulo, com tradição na postura de aves, começa a investir na região Norte. A área para construção dos barracões - 300 hectares - já está definida e fica a 20 Km de Sinop, na MT-140, na divisa com município de Santa Carmem. 

A confirmação foi feita, ao Só Notícias, pelo secretário de Agricultura Clóvis Sanches. A empresa irá investir R$ 30 milhões. “A prefeitura será parceira com isenção de impostos, terraplanagem da área, instalação da rede elétrica, transporte do maquinário de São Paulo até Sinop. É uma conquista de mais 200 empregos diretos gerados aqui”, afirmou Sanches.

A capacidade de postura será de 1 milhão de ovos dia. O projeto é começar a construir a infra-estrutura tão logo o contrato de compra da área seja efetivado. Na primeira etapa, será construída a fase da cadeia produtiva, barracões, fábrica de ração e máquinas para embalagem dos ovos. Não foi confirmado quando a construção deve iniciar, mas a previsão inicial é chegar no final do ano com a estrutura pronta.

A estratégia de comercialização já foi traçada, atendendo o mercado em Mato Grosso, Amazonas e Pará. A indústria em São Paulo é uma das primeiras no Brasil a exportar ovo em pó, uma novidade no mercado.
Autor: Só Notícias/Julio Tabile
www.sonoticias.com.br 

Governo Paulista reduz a zero ICMS para o setor de carne

A partir da próxima terça-feira, 1º de setembro, entra em vigor no Estado de São Paulo regime especial de tributação que isenta a produção e comercialização de carnes e produtos resultantes de abate em frigorífico paulista da cobrança do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).

A medida reduz a carga tributária de 7% para zero e beneficia setores industriais, atacadistas e empresas de varejo de carnes bovina, suína e de aves. A isenção do ICMS simplifica todo o processo da escrituração das operações que envolvem os produtos beneficiados e as atividades de fiscalização.

O decreto 54.650/2009 reduz a burocracia para as empresas, favorece os consumidores e, ao mesmo tempo, resguarda a competitividade da economia paulista, desestimulando a guerra fiscal entre os Estados.A medida abrange a distribuição de carnes e demais produtos comestíveis frescos, resfriados, congelados, salgados, secos ou temperados, resultantes do abate de aves, leporídeos (coelhos e lebres) e animais dos rebanhos bovino, bufalino, caprino, ovino e suíno.
Invertia

ICMS

O campo de incidência do ICMS é definido, na origem, pela própria Constituição Federal, em seu Art.155.

A Constituição atribuiu competência tributária à União para criar uma lei geral sobre o ICMS, através de Lei Complementar (Lei Complementar 87/1996, a chamada "Lei Kandir"). A partir dessa lei geral, cada Estado institui o tributo por lei ordinária, o chamado "regulamento do ICMS" ou "RICMS", que é uma consolidação de toda a legislação sobre o ICMS vigente no Estado, e é aprovada por Decreto do Governador.

Cada uma dessas leis está numa hierarquia, capitaneada pela Constituição Federal e que segue pela Lei Complementar, a Lei Ordinária e até o RICMS. Nenhuma dessas leis pode criar obrigações que não estejam contidas nas leis superiores a ela, sob pena de serem inválidas.

Receitas de Carne de Soja

Rússia quer reduzir importações de suínos e aves

O vice-primeiro ministro da Rússia Vladimir Zubkov afirmou recentemente que está planejando reduzir a dependência de aves e suínos do merrado de importação. Somente em 2008 o mercado de suínos foi reforçado em 29% e o de aves com 36% do volume de importações.

Conforme dados do vice-primeiro-ministro, nos últimos dez anos, todos os indicadores de produção de carnes na Rússia caíram.”Os estoques caíram a mais de um terço e a produção de carne bovina 2,5 vezes. O consumo per capita diminuiu de 31 quilos em 1999 para 16,6 quilos.

Para ele, os fornecimentos de carne bovina não são suficientes no mercado mundial e se não houver um aumento da produção doméstica de carne, haverá um risco real do país se confrontar com uma deficiência grave. “Pequenos agricultores, empresários e operadores domésticos particulares poderão implementar uma produção interessante em nosso país e isto significa que milhares de novos empregos serão criados nas áreas rurais", sonhou o político.

Segundo Zubkov, o governo deu mais de US$ 6 bilhões em créditos de investimentos para o desenvolvimento da Pecuária. Somente neste ano, os subsídios para o desenvolvimento genético foram elevados em quase 150%. 100% das taxas cobradas pelos créditos baratos dados aos produtores agrícolas são cobertos pelo governo. E vai ser criado um centro de seleção genealógica de animais.
Fonte:PorkWorld

Debulhador Milho Elétrico

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Perdigão anuncia prejuízo, mas nega que culpa seja da crise

A perdigão fechou o terceiro trimestre do ano com prejuízo, mas a diretoria da empresa descarta efeitos negativos da crise sobre o balanço do período, que foi divulgado nessa terça, dia 28. Para os próximos meses, a companhia projeta que deve sentir a crise, com uma ligeira queda de preços e volumes de venda.

Em entrevista coletiva, os executivos da empresa não relacionaram os números negativos à crise financeira mundial.

– Não tivemos efeito acentuado da crise. Estamos vivendo, obviamente, um cenário de acomodação, de bastante discussão sobre quais serão efetivamente os impactos, mas ao longo do trimestre não tivemos efeitos significativos da crise financeira nos nossos negócios – declarou o diretor de finanças e relações com investidores da Perdigão, Leopoldo Viriato Saboya.

O crescimento de vendas foi de 89,3% em relação ao mesmo período de 2007. A receita líquida da Perdigão atingiu, no terceiro trimestre de 2008, R$ 3,04 bilhões, alta de 83,3% sobre o mesmo trimestre de 2007.

Mas os resultados não evitaram que a empresa tivesse um prejuízo de R$ 25,4 milhões, diferente de 2007, quando os resultados no mesmo período foram positivos e a empresa registrou lucro de R$ 90 milhões.

Já em relação aos investimentos da companhia, a redução foi de R$ 800 milhões para R$ 600 milhões. O corte, segundo a perdigão, ocorreu como resposta ao comportamento do mercado que estava abaixo das previsões iniciais da empresa.
Canal Rural

A origem da avicultura

A avicultura que hoje conhecemos tem sua origem há 8.000 anos, quando populações de certas regiões da Índia e China e, provavelmente de outras regiões da Ásia, iniciaram a domesticação do Gallus Gallus que habitava as florestas daquele Continente.

Desde os vales da Índia, acompanhando as tribos nômades que avançavam para o oeste, as galinhas cruzaram a Mesopotâmia até chegar à Grécia. Mais tarde, são os Celtas quem, ao largo de suas conquistas, foram deixando núcleos de populações que facilitaram a propagação das galinhas por toda a Europa.

Acredita-se que o período de maior dispersão teve lugar durante a Idade do Ferro. Aquelas galinhas primitivas punham ao redor de 30 ovos por ano. Da Europa, as galinhas chegaram ao Brasil trazidas pelas naus de Cabral, principalmente, como recurso alimentar para a travessia. Assim, coube à galinha a honra de ser um dos primeiros animais domésticos que travou contato com as novas terras.

Ainda na época colonial, foram introduzidas no Brasil, as raças orientais e asiáticas que os portugueses trouxeram de suas viagens às Índias e ao Oriente.

Nossas previlegiadas condições de produção de grãos, clima e de mão-de- obra rural, ao lado do extraordinário desenvolvimento da agroindústria do setor, colocaram o Brasil na posição atual de 3º maior produtor mundial e liderança global nas exportações de carne de frango.

Abate de frango cresce no Paraná e oferta de carne de aves aumenta

O abate de frango de corte no Brasil no primeiro trimestre do ano registrou alta de 12,2% comparado com o mesmo período do ano passado. Pelos resultados, a carne de frango foi a que teve a maior alta no número de abates, comparada com a carne bovina e suína.No mesmo período, o abate de boi gordo apresentou queda de 10,1% e o abate de suínos teve crescimento de 2,7%.

Segundo o levantamento do IBGE, nos primeiros três meses deste ano o abate de frango atingiu 1.184 bilhão de cabeças. O Paraná principal produtor nacional de carne de frango respondeu por 22,95% da produção avícola brasileira.

No primeiro trimestre do ano o estado abateu 301.392.830 cabeças, registrando um crescimento de 9,82% comparado ao desempenho paranaense no primeiro trimestre de 2007.

O Agronegôcio é Uma Atividade em Expansão

O agronegócio brasileiro é uma atividade próspera, segura e rentável. Com um clima diversificado, chuvas regulares, energia solar abundante e quase 13% de toda a água doce disponível no planeta, o Brasil tem 388 milhões de hectares de terras agricultáveis férteis e de alta produtividade, dos quais 90 milhões ainda não foram explorados.

Esses fatores fazem do país um lugar de vocação natural para a agropecuária e todos os negócios relacionados à suas cadeias produtivas. O agronegócio é hoje a principal locomotiva da economia brasileira e responde por um em cada três reais gerados no país.

O Brasil é um dos líderes mundiais na produção e exportação de vários produtos agropecuários, como o café, açúcar, álcool e sucos de frutas, soja, carne bovina, carne de frango, tabaco, couro e calçados de couro. As projeções indicam que o país também será, em pouco tempo, o principal pólo mundial de produção de algodão e biocombustíveis, feitos a partir de cana-de-açúcar e óleos vegetais.

Milho, arroz, frutas frescas, cacau, castanhas, nozes, além de suínos e pescados, são destaques no agronegócio brasileiro, que emprega atualmente 17,7 milhões de trabalhadores somente no campo.