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A importância da rotação de culturas para preservação do solo


Rotação de Culturas: uma técnica para preservação do solo


Esta é uma técnica que tem se difundido entre cada vez mais entre os agricultores com o propósito único de conservação do seu maior patrimônio que é a terra.

Com a rotação de culturas o agricultor conserva e diminui a exaustão e exploração do solo agrícola. Esta técnica é feita fazendo um rodízio entre as culturas a cada novo plantio de forma que as necessidades de adubação sejam diferentes a cada ciclo.

Conforme definição do wikipédia consiste em alternar espécies vegetais, numa mesma área agrícola. As espécies escolhidas devem ter, ao mesmo tempo, propósitos comercial e de recuperação do solo.

Escalando diferentes culturas, promovendo a rotação de herbicidas e inseticidas, melhora o controle de plantas daninhas e insetos, pela quebra de seu ciclo de desenvolvimento, variação da absorção de nutrientes,e ainda variação radicular explorando de diferentes formas o solo.

A rotação de culturas tem outros objetivos tais como: utilizar da melhor forma a capacidade de produção dos solos, mantendo e melhorando suas propriedades físicas,químicas e biológicas; diminuir a incidência de doenças, pragas e ervas daninhas; reduzir perdas de solo por erosão; diversificar renda; explorar sinergias.

O uso da rotação de culturas conduz à diversificação das atividades na propriedade, possibilitando estabelecer esquemas que envolvam apenas culturas anuais, tais como: soja, milho, arroz, sorgo, algodão, feijão e girassol, ou de culturas anuais e pastagem. Em ambos os casos, o planejamento da propriedade a médio e longo prazos faz-se necessário para que a implementação seja exeqüível e economicamente viável.

A rotação de culturas envolve o cultivo de diferentes espécies numa mesma safra e, portanto, aumenta o número e a complexidade tarefas na propriedade. Exige o planejamento do uso do solo segundo princípios básicos, onde deve ser considerada a aptidão agrícola de cada gleba.

Conferência do leite têm encontro agendado para definir plano de ação

Em reunião da Câmara Setorial do Leite nesta terça-feira, 14, no Ministério da Agricultura, o presidente da Subleite, deputado Alceu Moreira (PMDB/RS), anunciou que no fim do mês de junho os delegados da Conferência Nacional devem se reunir em Brasília (DF) para definir um plano de ação.

Alceu Moreira explicou que os delegados - que representam todos os entes envolvidos na cadeia leiteira,  acompanhados dos membros da câmara setorial, devem elencar quais os prazos a serem cumpridos pelos órgãos de governo, além de elaborar uma estratégia para cobrar efetividade nas ações propostas pelo texto final da conferência.




Expointer: inscrição do Gado Holandês cresce 16 % em relação ao ano passado

As inscrições da raça Holandês para a Expointer deste ano cresceram 16,11% em relação à edição do ano passado. O número de animais participantes saltou de 180 para 209, com 26 expositores oriundos de 22 municípios. O maior volume foi inscrito pela Granja Tang, de Farroupilha, com 25 animais.

A entrada do gado Holandês no parque está prevista para os dias 24 a 26 de agosto. A programação da raça começa na segunda-feira (29), com a primeira ordenha do Concurso Leiteiro. O tradicional Banho de Leite acontece na terça-feira (30), após as cinco ordenhas previstas para o concurso.

O julgamento da raça está agendado para a quarta-feira (31) e quinta (1º). Neste dia, a partir das 14h, no Pavilhão de Gado Leiteiro, acontece o I Leilão Tipo Leite, com oferta de até 40 animais.

A premiação do concurso Exceleite 2011, circuito que premia os melhores animais em três modalidades, está marcada para a sexta-feira (2). O vencedor será premiado com um automóvel.
Assessoria de Comunicação Social
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(51) 3288-6210 / (51) 3288-6228

Embrapa quer instalar Centro de Inteligência do Leite no Paraná

A Embrapa Gado de Leite, com sede em Juiz de Fora (MG), quer instalar um Centro de Inteligência do Leite no Paraná. O Centro vai reunir os principais indicadores econômicos e agrícolas do leite e derivados, que são informações fundamentais para o acompanhamento da pecuária leiteira no Estado e elaboração de políticas públicas. A proposta foi apresentada nesta quarta-feira (23) pelo chefe da Embrapa Gado de Leite, Duarte Vilela, ao secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e ao diretor-geral Otamir Cesar Martins.


Para Duarte, o Paraná é referência em produção de leite, destacando-se como um dos principais produtores do País. Segundo pesquisa de Pecuária Municipal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) em 2009, o Estado é o terceiro maior produtor de leite do País, com uma produção 3,3 bilhões de litros de leite, que corresponde a uma participação de 11,5% sobre a produção nacional.

O Centro de Inteligência do Leite, já criado com sucesso em Minas Gerais, reúne todas as informações de leite num só local. Os custos de produção são levantados com metodologia padronizada e com abrangência para todas as bacias leiteiras, detalhou Duarte Vilela.

Ortigara disse que vai avaliar a proposta, mas antecipou que apóia as iniciativas de impulsionar o crescimento da pecuária leiteira no Paraná, porque é um setor que gera renda mensal ao agricultor. Ele destacou que a produção de leite vem se expandindo da região de Castro e Carambeí, onde há uma produção de alta tecnologia, para as regiões Oeste e Sudoeste que ainda têm desafios a serem vencidos. “São três regiões que precisam ser fortalecidas e ainda temos a alternativa de levar a pecuária leiteira para algumas regiões do Arenito, no Noroeste”, anunciou.

Segundo o secretário, na próxima semana vai reunir representantes da Secretaria com o Sebrae e Senar para discutir medidas que possam dar suporte à melhoria de empresas ligadas à pecuária leiteira. “O objetivo é melhorar toda a cadeia produtiva com o auxilio do Banco do Brasil, que se dispôs a financiar empreendimentos e projetos viáveis”, disse.

Além da proposta do Centro de Inteligência, Duarte apresentou também a indicação de Rogerio Dereti para ser o novo gestor e representante da Embrapa Gado de Leite para a região Sul do País, sediado na Embrapa Floresta, em Colombo, Região Metropolitana de Curitiba. Segundo Duarte, o objetivo é renovar a parceria entre o governo do Paraná e a Embrapa Gado de Leite.

Duarte Vilela estava acompanhado da chefe-adjunta de Comunicação e Negócios da Embrapa Gado de Leite, Elizabeth Nogueira Fernandes.
aen.pr.gov.br


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Produção de leite pode diminuir no RS

A produção de leite no Rio Grande do Sul está normalizada na maioria das regiões produtoras do Estado, mas a redução das chuvas pode prejudicar o desenvolvimento da atividade, informou o relatório semanal divulgado pela Emater. As propriedades que possuem boa quantidade de pastagens cultivadas ainda apresentam boa produção. 

Aveia e azevém encontram-se na fase reprodutiva e em final de ciclo, e trevos e cornichão apresentam bom desenvolvimento. Os produtores estão realizando o preparo do solo ou a dessecação das áreas para a implantação da pastagem de verão e dos cultivos de milho ou sorgo para silagem. No entanto, a falta de umidade no solo está dificultando a germinação e a emergência das plântulas, com alguns bovinocultores interrompendo a semeadura ou o plantio.

O preço do leite está com uma leve tendência de queda, atualmente o preço está entre 50 e 70 centavos o litro. Os pequenos produtores que produzem à base de campo nativo começam a apresentar aumento de produção, mas a recuperação é muito lenta.
Fonte: Só Notícias

Governador de Alagoas participa de leilão de gado no Parque da Pecuária

O governador Teotonio Vilela participou, neste sábado, do leilão de gado dos Irmãos Barros Correia, no Parque da Pecuária, o primeiro no Estado depois que Alagoas saiu da zona de risco desconhecido da aftosa. “É uma felicidade estarmos aqui vendo criadores de todo o Nordeste, de todo o Brasil, podendo comprar o nosso gado, que sempre teve uma genética de qualidade”, afirmou Teotonio, ao lado dos secretários de Estado Jorge Dantas, da Agricultura, Nelson Ferreira, da Comunicação, e do presidente da Adeal, Hibernon Cavalcante.

Teotonio elogiou o leilão, que acontece há vários anos, e destacou o empenho dos irmãos Celso, Ricardo e Aluízio Barros Correia. “Esse é um evento que dinamiza a economia alagoana; fortalece o agronegócio; mostra ao Brasil todo que aqui nós temos condições de competir em igualdade com qualquer Estado do Nordeste nesta área”, disse o governador. No local, ele conversou com produtores locais e de fora e deu entrevista à TV Rural e emissoras de televisão de Alagoas, falando sobre a importância de tirar o Estado da zona de risco da aftosa.

Meta — Segundo o governador, a sua meta é a de que até o final de seu governo Alagoas possa comemorar estar totalmente livre da aftosa. “Estamos trabalhando nesse sentido”, avisou. Ele também visitou a exposição de animais e assegurou que este é um dos maiores leilões já realizado em Alagoas. “Sinto-me feliz que este leilão, com esse porte, aconteça exatamente quando estamos vivendo um novo momento em nosso Estado; um momento de crescimento econômico, de avanço em todas as áreas”, comemorou.

Fonte:Alagoas em Tempo Real

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Stefhanes diz que agronegôcio está dentro da normalidade

Apesar da agropecuária brasileira estar abalada com a atual conjuntura econômica, no qual segmentos como o da pecuária de corte, vem enfrentando graves abalos, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Reinhold Stephanes, afirmou que o setor do agronegócio ainda mantém-se em certa normalidade. Segundo ele, o segmento de bovinos é o que está enfrentando a maior dificuldade nos últimos tempos, porém, com apenas três Estados afetados: Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

"Nos outros Estados, o problema foi contornado com a abertura de novas empresas, que substituíram as que fecharam", explicou. Ele acrescenta que, enquanto a pecuária de corte enfrenta os obstáculos, a exportação de suínos registrou alta no primeiro trimestre de 2009, se comparado ao mesmo período de 2008, e o frango teve redução de 5% nas vendas para o mercado externo, mas com perspectivas de voltar retomar a comercialização com a abertura do mercado chinês.

Reinhold Stephanes foi um dos palestrantes da Tecnoshow Comigo 2009, feira tecnológica e de negócios, que será realizada até sábado (4), em Rio Verde. Com o tema "Legislação Ambiental", o ministro, em entrevista coletiva, comentou que ninguém é multado por ser agente poluidor de rios que passam dentro das cidades, como o Rio Tiete, por exemplo. "O agricultor é um ecologista, pois é do meio ambiente que ele tira o próprio sustento." Por outro lado, ele afirma que se a Legislação Ambiental for aplicada conforme está previsto, 1 milhão de produtores terão que deixar o campo.

Para o ministro, as causas dos fechamentos dos frigoríficos são de conhecimento. Segundo ele, a visão do ministério é de que o produtor tem matéria-prima para oferecer, há mercado, porém os problemas financeiros que assolaram as indústrias fez a diferença. "Eles não esperavam a crise, que elevou o valor do dólar perante o real e consequentemente todos os créditos que deveriam ser pagos na moeda americana deveriam ser feitas com o valor do dia, e não mais com o valor negociado", esclarece.

Quanto ao seguro rural, Stephanes observou que "o modelo não é adequado.

Precisamos de seguros que garantam o preço e cubram efeitos das condições climáticas", enfatizou.

A Tecnoshow Comigo prossegue até sábado (04). Amanhã (02), a programação abrange reuniões técnicas da Comissão de Pecuária de Leite da FAEG, às 10h e reunião da Comissão de Pecuária de Corte, marcada para as 16h. As informações são da Faeg/Senar, de Rio Verde.
http://ultimosegundo.ig.com.br


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O fósforo na dieta e na suplementação dos bovinos leiteiros

O mineral mais importante na suplementação de bovinos em pastagens é o fósforo, sendo essencial como componente estrutural dos tecidos, fluidos e ativador de processos enzimáticos. Ele pode ser encontrado em diversas fontes como o fosfato bicálcico, fosfato de rocha, fosfato monoamônio e outros, sendo o fosfato bicálcico o mais utilizado e de maior biodisponibilidade.
A deficiência de fósforo é muito importante para bovinos, principalmente em relação àqueles mantidos em regime de campo. Extensas áreas com deficiência de P nas pastagens ocorrem em todo mundo e não há dúvida que essa deficiência é o distúrbio mineral mais comum e, também economicamente, mais importante afetando os herbívoros em regime de campo no Brasil.
Diversos alimentos podem ser utilizados na dieta do animal para atender as exigências de fósforo. Os teores em gramíneas forrageiras tropicais variam de 0,8 a 3 g de P/kg de matéria seca. Certamente, em termos de fósforo, tais níveis não permitem elevados desempenhos na ausência de suplementação com outras fontes de fósforo, entretanto, tem-se observado que em pastagens tropicais bem manejadas os teores de fósforo tendem a ser mais elevados (2 a 3g de P/kg de MS), o que reduz, mas não elimina a necessidade de fornecimento suplementar de fósforo.
Os componentes fosfatados nos suplementos minerais e nos concentrados utilizados em rações para gado de leite apresentam de uma maneira geral uma elevada disponibilidade de fósforo. Quando alimentos concentrados são incorporados na dieta em níveis de 10-20%, eles tendem quase sempre a atender ou até mesmo a superar as exigências de fósforo dos animais. Este efeito obviamente está vinculado ao tipo de alimento e aos fatores inerentes ao próprio animal.
Para as vacas em início de lactação, a elevada demanda por fósforo aumenta a absorção deste elemento no trato digestivo, ao mesmo tempo em que as exigências de cálcio repercutem na maior mobilização de fósforo a partir dos ossos.
Com o objetivo de assegurar um consumo adequado de fósforo no início da lactação (o pico no consumo de MS é posterior ao pico na produção de leite), as recomendações de fósforo são maiores nesta fase, o que pode gerar um excesso desse elemento no organismo do animal. Em outras palavras, é possível que no início da lactação os níveis de fósforo na dieta não precisem ser tão elevados, visto que o excedente não utilizado pelo animal seja excretado principalmente nas fezes e no leite e, em menor quantidade, na urina.
Solano Alex Oldoni – veterinário da Coamo em Toledo (Oeste do Paraná)

A origem dos ovinos

Ainda não é claro quando ou onde ocorreu a origem da civilização. Indubitavelmente, a civilização está relacionada com a domesticação dos animais e, provavelmente, o cão foi o primeiro animal a ser domesticado. Certamente, não distante do cão, veio à domesticação dos ovinos, caprinos e bovinos. Aparentemente, por 10.000 anos, estas espécies têm servido as pessoas.

O relacionamento entre seres humanos e ovinos foi sempre benéfico para ambos. Os carneiros são insuperáveis na conversão de forrageiras em produtos para o consumo humano de alta qualidade, como a carne e o leite; já a lã e a pele, protegem o homem do frio. A contribuição do ser humano consiste no cuidado e proteção dos ovinos.

Onde a domesticação dos ovinos e ovelhas ocorreu, não foi estabelecido firmemente, mas evidências indicam que provavelmente aconteceu na Ásia Central. A criação de ovinos na Planície Mesopotâmica pelos pastores hebreus antecede a história escrita. Há 179 referências aos ovinos, 137 a carneiro ou carneiros, 167 a cordeiro ou cordeiros, ou ovelhas no Antigo Testamento.

O primeiro animal doméstico citado na bíblia é o ovino (Gênesis 4:2). Abel, filho de Adão e Eva, era um pastor. Jacó serviu Laban por sete anos como pastor para ganhar a mão de Raquel. Entretanto, Laban quebrou a sua promessa e exigiu mais sete anos de serviço. Jacó conseguiu Raquel, mas nenhum salário. O negócio prosperou sob orientação de Jacó, que concordou continuar a trabalhar para Laban em troca dos ovinos manchados, malhados e listrados do rebanho.

Pela seleção, pelas mutações e utilizando a reprodução dos animais, Jacó produziu os primeiros ovinos de coloração diferente. Jacó era proprietário de rebanhos numerosos quando deixou o serviço de Laban. Os descendentes de Jacó selecionaram os ovinos que apresentavam lã mais branca, até conseguirem a coloração totalmente branca. Davi e Salomão citaram a existência de ovinos brancos em seus escritos. Jacó pode ser lembrado como o primeiro melhorador de ovinos. A descendência de seus ovinos possuía mais de um par de chifres.

O mundo pode nunca saber como os ovinos foram domesticados ou qual era a ascendência destes animais. Há razões para acreditar que o ovino doméstico pode ter surgido do Muflon, originário da Europa e Ásia ou do Urial Asiático. Ambos são ovinos selvagens, que têm chifres caudas curtas e o corpo coberto mais por pêlos do que por lã, indicando um processo de seleção antigo até chegar ao ovino doméstico.