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Equipamento para caudectomia de suínos

A Minosso Equipamentos Para Suinocultura desenvolveu um exclusivo alicate para a realização da caudectomia de suínos. 

De acordo com a empresa, o procedimento em suínos deve ser feito no período da manhã e no maximo no terceiro dia do nascimento, em atenção para que a caudectomia não atinja a terceira vértebra da cauda. Além disso, o procedimento deve ser acompanhado por um medico veterinário.


O equipamento deve ser ligado a uma tomada de 220 volts e aguardar por um período de 5 minutos para aquecimento e manter ligado durante a execução. 

O corte e feito por esmagamento e queima por uma temperatura de 400 graus, evitando assim o sangramento e a penetração de doenças pelo corte da cauda. Mais informações podem ser obtidas no e-mail: minosso@certto.com.br

O que é sanidade animal?

A saúde animal, numa visão ampliada, envolve questões relacionadas a enfermidades dos animais, saúde pública, controle dos riscos em toda a cadeia alimentar, assegurando a oferta de alimentos seguros e bem estar animal.

Para assegurar a saúde animal, é necessária a existência de serviços veterinários bem estruturados, capacitados e aptos para detecção e adoção precoce das medidas de controle e erradicação das doenças.
Em sintonia com a Organização Mundial de Saúde Animal – OIE, que reconhece os serviços veterinários como um bem público mundial, o serviço veterinário brasileiro, responsável pela condução da política de saúde animal, compartilha com o setor privado as responsabilidades para aplicação das medidas que objetivam a melhoria da saúde animal.

A extensão territorial e as condições climáticas; os programas voltados para a sanidade animal e segurança do alimento posicionam o Brasil como um dos maiores produtores de carne bovina e com potencial para atender as exigências específicas de mercado.

A cadeia produtiva é caracterizada pela criação de animais a pasto, ou pelo sistema intensivo ou semi-intensivo (confinamento), no qual, o gado é alimentado por grãos, sendo proibido o uso de proteína de origem animal (exceto produtos lácteos).

Também atendendo exigências internacionais, a rastreabilidade na cadeia produtiva inicia-se na fazenda e estende-se a indústria frigorífica, desde a recepção e abate dos animais, até o processamento, estocagem e expedição dos produtos, conforme o Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (SISBOV).

Com tantas vantagens competitivas, o Brasil segue na disputa e conquista de novos mercados de modo que a carne bovina brasileira continue sendo apreciada por consumidores no mundo todo.