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Quais são as linhas de financiamento para plantar eucalipto?

Iniciar uma plantação de eucaliptos pode ser o sonho de muitos produtores rurais. A área está lá disponível, os fornecedores todos contactados, a finalidade da produção já decidida, mas eis que chega a hora de fazer o levantamento do custo. Aí a situação fica um pouco mais complicada. A pergunta é única: e dinheiro pra tudo isso?

Nem sempre o produtor tem o capital suficiente para iniciar uma plantação. Mas isto não é mais problema hoje em dia. Existem várias linhas de financiamento tanto governamentais como de bancos particulares. 

O mais difícil é escolher qual entidade vamos escolher para concretizar o sonho de uma bela floresta de eucalipto. O Painel Florestal percorreu algumas delas e conversou com alguns profissionais do ramo. As opções são variadas, uma com certeza pode ser a que mais lhe interessa.

Vamos conhecê-los:
• Tem o Propflora, Programa de Plantio Comercial e Recuperação de Florestas que foi desenvolvido pelo BNDES.

• O Pronaf Florestal, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, que é uma parceria do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

• O Pronaf Eco, recentemente lançado pela Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

• O Pronaf Energia Renovável e Sustentabilidade Ambiental também da mesma secretaria.

• O BB Florestal, Programa de Investimento, Custeio e Comercialização Florestal do Banco do Brasil.

• O BNDES Florestal, que provê o financiamento ao reflorestamento de áreas degradadas ou convertidas e ao manejo florestal de plantios de espécies florestais nativas para conservação e recuperação de áreas degradadas ou convertidas, inclusive de áreas de preservação permanente – APPs, e Reservas Legais. Estes financiamentos são concedidos através de várias instituições financeiras credenciadas.

• E finalmente os fundos constitucionais administrados pelo Ministério da Integração Nacional como o FNO – Fundo Constitucional de Financiamento do Norte através do Banco da Amazônia; o FNE, Fundo constitucional de financiamento do Nordeste através do Banco do Nordeste do Brasil; e o FCO, fundo constitucional de financiamento do Centro-Oeste, através do Banco do Brasil, que vem batendo recordes de concessão de empréstimos a cada ano.

• O Propflora, Programa de plantio comercial e recuperação de florestas da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, por exemplo, apresenta condições atrativas de financiamento quanto às taxas de juros, carência e prazo de pagamento.

Nos estados da região sul do País e também no Mato Grosso do Sul o produtor rural pode recorrer à linha de crédito do BRDE, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul.

Para saber mais sobre linhas de financiamento para sua plantação de eucalipto fale antes com o gerente de sua agência bancária, procure informações com o seu engenheiro florestal ou com a empresa que você escolher para fazer o plantio da sua floresta. Como você viu as opções são variadas e com certeza uma delas vai viabilizar o seu projeto.
Fonte: Portal do Agronegócio




Silvicultura: Marco regulatório do eucalipto é discutido na Alba

A Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa, presidida pelo deputado Adolfo Viana (PSDB), discutiu na sessão realizada nesta quarta-feira (5) a silvicultura na Bahia. A convite da comissão, a Associação Baiana de Base Florestal (ABAF) esclareceu sobre a expansão do plantio do eucalipto no estado e destacou o motivo do interesse de diversas empresas do segmento em explorar o solo baiano que oferece melhores condições de cultivo. 


A Bahia é o 4º estado em termos maciços florestais, com 658 mil hectares plantados. 10% de toda a área plantada no Brasil. 

Os dados fornecidos pela ABAF atestam ainda que o eucalipto representa 96% dos plantios em todo o território baiano, com 17% da produção de celulose no País (total de 2,3 milhões de toneladas) e o 2º no ranking dos maiores produtores brasileiros, atrás apenas de São Paulo. Conforme Spengler, a atividade é necessária, “mas como qualquer outra atividade econômica precisa de regras para desenvolver”, completou. 



Na Bahia, a produtividade do eucalipto chega a 63m³ número acima dos 43m³ atingidos em outras regiões. A ABAF ressaltou ainda que o papel produzido é proveniente de matrizes renováveis e não nativas, justificando que não há degradação ambiental. As condições climáticas, ciclo de crescimento também foram apresentados como justificativa do solo baiano ser o principal alvo de empresários do setor. Enquanto no resto do mundo é necessário esperar entre 20, 30 anos para ficar maduro, na Bahia em apenas 7 anos o eucalipto atinge a condição de corte.
Jornal da Midia

Eucalipto Brasil começa a produção de mudas em Andradina

A Eucalipto Brasil já iniciou o plantio de mudas de eucalipto clone na chácara Aeroporto. A empresa que vai entrar em funcionamento no mês de setembro vai gerar 300 novos empregos diretos e ter a capacidade de produção de 48 milhões de mudas clonais ao ano.

Com um investimento de R$ 15 milhões a Eucalipto Brasil vai se tornar uma das maiores do Brasil no segmento. Aliada a produção da Florestal Brasil, outra empresa do empresário andradinense Mário Celso Lopes, a produção chegará 72 milhões de mudas de eucalipto por ano no município, o que por si só deve tornar Andradina um expoente nacional do “mercado verde”.
Fonte: Painel Florestal

Marcelo Castelli assume nesta sexta-feira a presidência da Fibria


A Fibria, líder global na fabricação de celulose branqueada de eucalipto, conta, a partir de hoje (1°), com um novo presidente executivo. Marcelo Castelli que, até então era diretor Florestal, Papel, Estratégia e Suprimentos, assume o cargo em substituição a Carlos Aguiar, que esteve à frente da empresa desde a sua criação, em 1º de setembro de 2009. Aguiar integrará o Conselho de Administração da Fibria a partir de 2012. Em sintonia com as melhores práticas de governança corporativa, o início do processo sucessório foi anunciado em 3 de março deste ano.

Estou muito otimista em relação ao futuro da empresa e confiante que temos todas as condições para enfrentar os desafios. Nosso objetivo é desenvolver o negócio florestal renovável, investindo em inovação e extraindo valor da floresta, seja por meio da celulose ou de outros usos alternativos. Queremos gerar lucro admirado, associado à conservação ambiental, inclusão social e melhoria da qualidade de vida”, diz Marcelo Castelli. 


Com 47 anos, 25 deles dedicados ao setor de celulose e papel, o novo presidente da Fibria exerceu posições de liderança em áreas de produção, projetos e negócios em grandes companhias do setor, como Aracruz e VCP. Na Fibria, foi o líder do Projeto Integração, responsável pelas diretrizes conceituais e administrativas da nova empresa que se formava e pela união das operações.

Castelli ingressou na VCP em 1997 e ocupou vários cargos, incluindo a gerência de meio ambiente, gerência geral da fábrica de Jacareí e diretoria de operações. Antes disso, trabalhou na Suzano, Bahia Sul e na Aracruz. Formado em Engenharia Mecânica pela Universidade de Mogi das Cruzes e com licenciatura em Administração de Empresas pela Faculdades Associadas de São Paulo (FASP), o executivo tem MBA em Administração pela Fundação Dom Cabral, além de ter participado de cursos no IMD na Suíça.

Com a chegada de Castelli à presidência, Aires Galhardo, até então gerente geral florestal, assume a diretoria florestal da Fibria. Com mais de 10 anos de experiência profissional, 6 deles dedicados ao setor de papel e celulose, Galhardo foi responsável pela elaboração e execução de importantes processos de planejamentos integrados. Ele ingressou na VCP em 2005, e atuou como gerente de logística florestal. Aos 33 anos, tem graduação e pós-graduação em Administração pela Fundação Getúlio Vargas.

A diretoria Industrial e de Engenharia da Fibria, atualmente a cargo de Francisco Valério, irá incorporar a gerência-geral de Suprimentos. As áreas de Negócio, Papel e de Planejamento Estratégico passam a se reportar diretamente à presidência.
Fonte:Fibria 

Mel de eucalipto é exportado para o mercado europeu e americano

O mel extraído das colmeias instaladas dentro ou ao redor das plantações de eucalipto, em Aracruz (ES), passa a ter reconhecimento internacional com a exportação para os mercados europeu e americano. A produção é feita nas instalações da Fibria. Na primeira semana de maio, 20 toneladas do produto, acondicionadas em 48 tambores, foram embaladas e transportadas para São Paulo, de onde seguiram para o exterior por meio da empresa Apidouro, líder brasileira em exportação de mel no país.

Em Aracruz, o mel é produzido por 32 apicultores que, por meio da Associação de Apicultores de Aracruz (Apiara) e com o apoio da Fibria e outras instituições, fazem do produto seu meio de subsistência. O produtor de mel Cleber Lecco Bertazo lembra que no início os produtores contavam com, no máximo, cinco caixas de abelhas, mas atualmente alguns já dispõem de 300 caixas.

A Fibria disponibiliza áreas de plantios de eucalipto para a instalação de colmeias, fornece equipamentos, realiza treinamentos com os profissionais e incentiva a participação destes em eventos do setor por meio do Programa Apicultura.

"Atualmente, os produtores já estão bem alinhados com as tecnologias envolvidas na produção do mel, sabem lidar bem com o manejo e a logística que a produção demanda. Isso é resultado de um expressivo apoio de capacitação fornecido pela Fibria desde o começo do projeto", afirmou o analista de Operações Florestais da empresa, Jackson Ribeiro.

Próximos passos

Este ano o projeto está sendo reestruturado tendo em vista o potencial apresentado pelos produtores. Todas as unidades da Fibria contam com o Programa Apicultura e, diante de tantos resultados positivos, a empresa estuda uma forma de potencializar a troca de conhecimento entre os participantes, gerando canais de comercialização e fortalecimento dos produtores e das associações.

A proposta é consolidar, junto aos parceiros, um grande programa coorporativo de apicultura. Mais de 16,5 mil hectares de áreas da Fibria da Unidade Aracruz já estão disponíveis. "São diferentes os modelos de cultivo do mel utilizados em cada unidade e são muitas ideias boas que, somadas, têm um grande potencial de resultado. Estamos analisando quais os melhores meios de gerar esta integração", explicou o coordenador de Sustentabilidade da Fibria, Giordano Bruno Automare.



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